Mitad del Mundo

Onde ficar em Quito: os melhores bairros (2026)

Em Quito, o bairro se escolhe enquanto se recupera o fôlego: a cidade está pousada a dois mil oitocentos e cinquenta metros, numa bacia de quarenta quilômetros de comprimento por cinco de largura, e a primeira noite se passa ouvindo o próprio coração. De sul a norte, três cidades se sucedem. O centro histórico, inscrito pela Unesco em 1978 entre os primeiríssimos sítios da sua lista, alinha igrejas douradas e pátios sobre uma malha traçada em 1534; a Mariscal, com os bares da Plaza Foch e os museus do parque El Ejido; depois o norte das torres de vidro, do parque La Carolina e dos restaurantes da Floresta. Fora da bacia, a linha do Equador fica a vinte e cinco quilômetros e o aeroporto a quarenta, no sentido oposto. Um membro diz o que a cidade deve aos picos que a cercam.

Uma cama em dormitório, no centro ou na Mariscal, custa no mínimo € 10* e no máximo € 16*; o quarto simples de uma pousada, € 30 a € 50*; os três e quatro estrelas de La Carolina ou da Floresta pedem € 70 a € 130*; e as grandes casas, a mansão de 1926 da praça San Francisco ou a pirâmide de vidro do norte, € 180 a € 400*. Três endereços por bairro vêm a seguir, doze ao todo, e de cada um se lê a nota, o tamanho da amostra por trás dela e aquilo de que os hóspedes mais reclamam.

O que também faz a beleza de Quito é que a cidade é cercada por vários picos, que oferecem uma vista panorâmica da cidade e são o ponto de partida para muitas trilhas.

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O centro histórico: a Plaza Grande, San Francisco e La Ronda Centro Histórico: Plaza Grande, Carondelet, a catedral, La Compañía, San Francisco, Santo Domingo, La Merced, San Agustín, El Sagrario, a Basílica, o Panecillo, La Ronda, Itchimbía, Chimbacalle, El Placer, a Cima de la Libertad

para uma primeira visita, as igrejas douradas e dormir dentro da história, a pé de dia

O centro histórico cabe numa malha de 1534, entre o Panecillo e a Basílica, e se visita a pé, devagar, por causa da altitude: a Plaza Grande, com o palácio de Carondelet onde o presidente trabalha e onde a guarda troca às segundas às onze, a catedral e o palácio do arcebispo; La Compañía, uma rua adiante, cuja nave barroca é coberta de folhas de ouro; a praça e o convento de San Francisco, começado em 1535, o maior conjunto colonial do continente, com a Casa del Alabado e sua arte pré-colombiana na esquina; Santo Domingo, La Merced, San Agustín, o museu da Cidade no antigo hospital de 1565, o teatro Sucre de 1886 e sua praça. Ao sul, La Ronda, a viela restaurada onde se serve canelazo à noite; acima, o Panecillo e sua Virgem de alumínio de 1975; ao norte, a Basílica neogótica, cujas torres de cento e quinze metros se sobem entre gárgulas em forma de iguanas e tartarugas de Galápagos; a leste, a colina de Itchimbía e seu palácio de cristal. O metrô, aberto em 2023, para em San Francisco. Dorme-se aqui para andar de uma igreja a outra e pelas casas com pátio viradas hotéis. O reverso: ruas vazias a partir das vinte horas, onde não se fica, e ladeiras que cortam o fôlego no primeiro dia.

Onde ficar neste bairro

Casa Gangotena Luxo

Na praça San Francisco, na mansão de 1926 de uma família da cidade: quartos para a praça ou para o pátio, um terraço acima dos telhados do centro, um menu degustação que as avaliações citam, e 9,3 em umas sessenta avaliações, 9,8 pela localização. O custo-benefício é sua nota mais baixa, 8,6: a casa é cara, as avaliações dizem sem cobrar isso dela.

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Hotel Patio Andaluz Custo-benefício

Na rua García Moreno, a cento e cinquenta metros da Plaza Grande: uma casa do século XVI construída em torno de dois pátios cobertos, um restaurante de cozinha equatoriana, uma equipe que as avaliações elogiam, e 8,8 em cento e quarenta avaliações, 9,8 pela localização.

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Viajero Quito Hostel Econômico

Na rua Venezuela, a cinco minutos da Plaza Grande e três do metrô: um albergue numa casa colonial, um jardim com uma casa na árvore, um terraço nos telhados, dormitórios e quartos, e 9,1 em mil e quatrocentas avaliações. O dormitório do centro, com uma atividade toda noite para quem viaja sozinho.

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Prós

  • As igrejas, as praças e os museus a pé, o metrô em San Francisco
  • Casas com pátio viradas hotéis, do albergue ao palácio

Contras

  • Ruas vazias a partir das vinte horas, onde não se fica
  • Ladeiras que cortam o fôlego no primeiro dia
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A Mariscal, El Ejido e o teleférico La Mariscal Sucre: Plaza Foch, Reina Victoria, Juan León Mera, La Niña; El Ejido, El Arbolito, La Alameda, a Casa de la Cultura, a universidade central; a oeste, La Gasca, o teleférico e o Pichincha

para sair, os museus do parque, o teleférico e as partidas para os vulcões

A Mariscal é a cidade dos anos 1950 virada o bairro das saídas: em volta da Plaza Foch, ruas de bares, cafés e agências de viagem, barulhentas de quinta a sábado, e as casas onde os albergues e os hotéis de charme se instalaram. Ao sul, o parque El Ejido, com sua feira de artesanato no fim de semana, a Casa de la Cultura e o museu nacional, que guarda o ouro pré-colombiano e as telas de Guayasamín, o parque El Arbolito e o mercado Mindalae; depois La Alameda e o observatório de 1873, o mais antigo do continente. A oeste, por La Gasca, o teleférico sobe em dezoito minutos de três mil e cem a três mil e novecentos metros, na encosta do Pichincha, de onde se vê toda a bacia e, nas manhãs limpas, o Cotopaxi; o parque de diversões fica na base. O metrô para em El Ejido e em La Alameda, e a maioria dos ônibus noturnos para os vulcões e o litoral pega seus passageiros aqui. Dorme-se aqui para sair a pé, pelas agências e por um preço suave. O reverso: noites barulhentas em volta da Plaza Foch, e batedores de carteira que trabalham à noite, as avaliações repetem.

Onde ficar neste bairro

Hilton Colon Quito Luxo

Na avenida Amazonas, de frente para o parque El Ejido e a feira de artesanato: a torre dos anos 1970, quartos para os vulcões, uma piscina aquecida, quatro restaurantes, e 8,2 em trezentas e vinte avaliações, 8,5 pela localização. O custo-benefício desce a 7,7: paga-se a marca e a vista, as avaliações anotam.

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Hotel Boutique Vieja Cuba Custo-benefício

Na rua La Niña, numa casa antiga de decoração rústica: quartos acolhedores, um estacionamento fechado, massagens, um café da manhã que as avaliações elogiam, e 9,0 em duzentas e sessenta avaliações, 9,3 pela limpeza. A melhor nota da Mariscal.

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Blue House Youth Hostel Econômico

Na rua Joaquín Pinto, ao lado da Plaza Foch: um albergue com pátio, churrasqueira, cozinha e sala de jogos, dormitórios e quartos, pagamento só em dinheiro, e 8,6 em quatrocentas e setenta avaliações. Dorme-se no meio dos bares, as avaliações dizem nos dois sentidos.

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Prós

  • A Plaza Foch, as agências e os ônibus noturnos a pé, o teleférico a dez minutos
  • Os albergues e os hotéis de charme mais bem avaliados da cidade

Contras

  • Noites barulhentas em volta da Plaza Foch de quinta a sábado
  • Batedores de carteira à noite, as avaliações repetem
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O norte moderno: La Carolina, La Floresta e Bellavista La Carolina, Iñaquito, La Pradera, República de El Salvador, Quicentro, o estádio Atahualpa; La Floresta, González Suárez, Guápulo; Bellavista, a Capilla del Hombre, o parque Metropolitano

para negócios, o parque, os restaurantes da Floresta e noites tranquilas

O norte é a Quito das torres: em volta do parque La Carolina, sessenta e sete hectares de gramados, pistas e vendedores de suco, com o jardim botânico e suas orquídeas, os shoppings Quicentro e El Jardín, o estádio Atahualpa, a Casa de la Música e o parque arqueológico de Rumipamba, os bancos, as embaixadas e os hotéis de rede. A leste, La Floresta, o bairro dos cafés, dos muros pintados e do cinema Ocho y Medio, depois a avenida González Suárez na crista, de onde se olha Guápulo e sua igreja de 1649 lá embaixo e o vale de Cumbayá; e Bellavista, a colina da Capilla del Hombre, onde Guayasamín pintou suas telas gigantes, com o parque Metropolitano acima, o maior pulmão da cidade. O metrô para em La Carolina e em Iñaquito. Dorme-se aqui por uma reunião de negócios, pelos restaurantes da Floresta, para correr no parque de manhã e para andar à noite sem olhar para trás. O reverso: trinta minutos de metrô ou de táxi até o centro histórico, e ruas que se parecem.

Onde ficar neste bairro

JW Marriott Quito Luxo

Na avenida Orellana, entre a Mariscal e La Carolina: a pirâmide de vidro, com piscina ao ar livre, spa e banhos turcos, dois restaurantes, estacionamento pago, e 9,0 em duzentas e oitenta avaliações, 9,4 pela limpeza e pelo conforto.

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Hotel Finlandia Custo-benefício

Na rua Finlandia, a três minutos a pé do Quicentro e do parque: um três estrelas de quartos claros, um bufê da manhã que as avaliações citam, um salão com poltronas de couro, estacionamento gratuito, e 8,8 em mil quatrocentas e setenta avaliações, 9,6 pela localização. O preço suave do bairro dos bancos.

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Blue House La Floresta Econômico

Em La Floresta, a quinze minutos a pé da Plaza Foch e perto de um supermercado: um albergue numa casa, quartos e dormitórios, uma cozinha pequena, uma equipe com nota 9,0, e 8,0 em cento e trinta avaliações. Os quartos estão cansados e a água nem sempre sai quente, as avaliações dizem: o preço do bairro, não o seu conforto.

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Prós

  • O parque, o jardim botânico e os shoppings a pé, o metrô em Iñaquito
  • Os hotéis de rede, e ruas onde se anda à noite

Contras

  • Trinta minutos de metrô ou de táxi até o centro histórico
  • Ruas que se parecem
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Fora da bacia: a Mitad del Mundo e o aeroporto de Tababela San Antonio de Pichincha, a Mitad del Mundo, Intiñán, Rumicucho, a cratera do Pululahua, Calacalí; Carcelén e o estádio Casa Blanca; Guayllabamba e o zoológico; a leste, Cumbayá, Puembo, Tababela e o aeroporto; mais longe, o Cotopaxi, o Pasochoa, Mindo, Cotacachi

para um voo cedo, a linha do Equador e uma cratera habitada

Ao norte, a vinte e cinco quilômetros pela avenida que margeia o estádio Casa Blanca, a Mitad del Mundo: o monumento de trinta metros erguido em 1982 no lugar onde a missão geodésica francesa havia fixado o Equador em 1736, uma vila de lojas, um museu etnográfico dentro da torre e, duzentos e quarenta metros mais ao norte, o museu Intiñán, onde o GPS diz que passa a linha verdadeira. Logo atrás, o Pululahua, uma cratera habitada de cinco quilômetros de largura, com fazendas no fundo e um hotel na borda; as ruínas de Rumicucho um pouco adiante, e o zoológico de Guayllabamba, a quarenta minutos. A leste, pela Ruta Viva, os vales de Cumbayá e de Tumbaco, para onde a cidade rica se mudou, depois Tababela e o aeroporto Mariscal Sucre, aberto em 2013 a quarenta quilômetros do centro, com seus hotéis com transfer e suas pousadas de vila. Dorme-se aqui por um voo às seis da manhã, por uma noite de silêncio na borda de uma cratera, ou para partir ao Cotopaxi, duas horas ao sul, sem atravessar a cidade. O reverso: uma hora de estrada até o centro histórico, e nada para fazer à noite. Uma membro conta a linha do Equador.

Bom, quando a gente fica sabendo depois que o cálculo foi meio mal feito e que a linha do Equador passa na verdade a duzentos e quarenta metros do traçado, é meio chato, masoxa, vamos fechar os olhos para esse pequeno detalhe!

O que ver e fazer no bairro

Parque Nacional Cotopaxi

Parque Nacional Cotopaxi

+1 recomendação

Onde ficar neste bairro

El Cráter Luxo

Na borda da cratera do Pululahua, a dez minutos da Mitad del Mundo: suítes de pedra com varanda para as fazendas do fundo, um spa, um restaurante, cavalos para descer à cratera, e 9,5 em cento e vinte avaliações. A noite mais silenciosa deste guia, a trinta minutos do centro.

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Wyndham Quito Airport Custo-benefício

Em Tababela, a setecentos metros do terminal: um transfer a cada meia hora e um balcão dentro do aeroporto, uma piscina coberta, um spa, um café da manhã que as avaliações põem em primeiro lugar, e 9,0 em três mil cento e cinquenta avaliações, 9,5 pela limpeza e pela localização. O hotel do voo das seis da manhã.

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Hostal Alpachaca Econômico

Em Tababela, na vila, a cinco minutos do terminal: uma pousada com terraço na cobertura sobre os campos, um café da manhã a três dólares, um transfer a pedido, e 8,4 em novecentas e vinte avaliações, 9,1 pela localização. Os animais da fazenda vizinha se ouvem à noite, as avaliações aconselham tampões de ouvido.

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Prós

  • O aeroporto a dez minutos, com um transfer a cada meia hora
  • A linha do Equador, uma cratera habitada, e o Cotopaxi sem atravessar a cidade

Contras

  • Uma hora de estrada até o centro histórico
  • Nada para fazer à noite

Nossas dicas para reservar bem

  • O primeiro dia passa devagar: A dois mil oitocentos e cinquenta metros, o corpo leva um ou dois dias para acompanhar: dor de cabeça, fôlego curto nas ladeiras do centro, sono leve na primeira noite. Bebe-se muita água, come-se leve, deixa-se o álcool para a segunda noite, e aceita-se o chá de coca que os hotéis oferecem. O teleférico e a caminhada rumo ao Pichincha ficam para o terceiro dia, não para o primeiro. E o sol do Equador queima em vinte minutos, mesmo sob as nuvens: chapéu e protetor antes de sair.
  • Faz quinze graus o ano inteiro, e chove à tarde: Quito não tem estações, tem horas: dez graus ao amanhecer, vinte e dois ao meio-dia, uma pancada de chuva lá pelas quinze, e um casaco à noite. De junho a setembro, o céu fica seco e os vulcões aparecem de manhã; de outubro a maio, chove quase toda tarde, uma hora, e depois o sol volta. Os hotéis lotam em julho e agosto, no Natal e durante as festas de Quito, na primeira semana de dezembro, quando as chivas, os ônibus com música, rodam pelas ruas até de manhã.
  • O táxi se chama, não se para na rua: O metrô, aberto em 2023, atravessa a bacia de sul a norte em trinta e cinco minutos, de Quitumbe a El Labrador, por algumas dezenas de centavos, com estações no centro histórico, em El Ejido, em La Carolina e em Iñaquito; o trólebus segue mais ou menos o mesmo eixo. O táxi se chama por aplicativo ou se pega no ponto de um hotel: os táxis registrados são amarelos, com placa laranja e câmera a bordo. À noite, pega-se mesmo por três ruas no centro histórico, e a Mariscal se atravessa em grupo, com o telefone guardado. Os ônibus noturnos para o litoral e a Amazônia partem dos terminais de Quitumbe, ao sul, e de Carcelén, ao norte, ambos a uma hora do centro.
  • O aeroporto fica a quarenta quilômetros, do outro lado: O Mariscal Sucre fica em Tababela, no vale a leste, desde 2013: quarenta e cinco minutos de táxi até o norte pela Ruta Viva, uma hora até o centro histórico, mais na hora do rush, na tarifa afixada no balcão, vinte e cinco a trinta dólares. Um ônibus expresso chega ao antigo aeroporto, hoje parque Bicentenario, ao norte, de onde o metrô parte para o centro. Para um voo cedo, Tababela; para um voo à noite, qualquer bairro, saindo duas horas antes.
Onde evitar ficar em Quito (sinceramente)
  • O centro histórico para sair à noite: as igrejas fecham às dezessete, os restaurantes às vinte e uma, e depois as ruas ficam vazias. Sobe-se de volta à Mariscal ou à Floresta de táxi.
  • Um quarto para a rua em volta da Plaza Foch de quinta a sábado: os bares fecham às três da manhã, e as avaliações dos albergues do bairro dizem isso.
  • As pousadas da Mariscal a menos de € 20* o quarto com nota abaixo de 7 na página: as avaliações falam de água morna, de portas que fecham mal e de mochilas abertas, e o albergue ao lado faz melhor por € 5* a mais.

Perguntas frequentes: onde ficar em Quito

Em que bairro dormir em Quito pela primeira vez?
No centro histórico, para andar de uma igreja a outra e dormir numa casa com pátio, desde que se volte de táxi à noite. Na Mariscal para quem quer sair, ou partir de ônibus noturno para os vulcões. No norte, em volta do parque La Carolina, para uma viagem de negócios ou ruas onde se anda à noite.
Onde dormir barato em Quito?
Num dormitório do centro histórico ou da Mariscal, de € 10 a € 16* a cama, muitas vezes com café da manhã, ou numa pousada da Mariscal, de € 30 a € 50* o quarto. As pousadas de Tababela, perto do aeroporto, custam o mesmo. Os preços sobem em julho e agosto, no Natal e durante as festas de Quito, no início de dezembro.
Quantas noites prever em Quito?
Duas para a cidade: uma para o centro histórico e o Panecillo, uma para o teleférico, os museus de El Ejido e a Floresta à noite. Uma terceira para a Mitad del Mundo e a cratera do Pululahua. Quito é também a base do Cotopaxi, a duas horas ao sul, da feira de sábado de Otavalo e da floresta nublada de Mindo, a duas horas cada, e das termas de Papallacta, a uma hora e meia.
Quito é segura para quem viaja?
De dia, sim, nos quatro bairros deste guia, com as precauções de uma grande cidade andina: nada à vista, o telefone guardado no meio da gente, e um táxi chamado em vez de parado na rua. À noite, sai-se do centro histórico de táxi e a Mariscal se atravessa em grupo. O verdadeiro risco do primeiro dia é a altitude: anda-se devagar, bebe-se e dorme-se cedo.
Como chegar ao centro a partir do aeroporto?
De táxi, quarenta e cinco minutos até o norte, uma hora até o centro histórico, na tarifa afixada no balcão, vinte e cinco a trinta dólares. Um ônibus expresso liga o terminal ao antigo aeroporto, ao norte da bacia, de onde o metrô desce para La Carolina, El Ejido e o centro. Os hotéis de Tababela e as grandes casas do norte mandam um transfer.
Quanto custa uma noite em Quito?
De € 10 a € 16* a cama em dormitório, de € 30 a € 50* o quarto simples de uma pousada da Mariscal ou de Tababela, de € 70 a € 130* o três ou quatro estrelas do norte ou do centro, de € 180 a € 400* as grandes casas, a mansão de 1926 da praça San Francisco ou o hotel na borda da cratera. Os preços sobem em julho e agosto, no Natal e no início de dezembro.
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