Igreja de São Francisco de Assis

Onde ficar em Belo Horizonte: os melhores bairros (2026)

Foto : ophelie

Em Belo Horizonte, o bairro não se escolhe em volta de um centro antigo: não existe. A cidade saiu de uma prancheta em 1897, uma malha e diagonais dentro de uma avenida em anel, para substituir Ouro Preto como capital de Minas Gerais, e uma membro que a detestou diz isso numa frase. O que ela tem no lugar são três cidades que três vontades separam. O centro, onde se come pão de queijo em pé no Mercado Central e onde as ruas esvaziam às vinte horas; a Savassi e a Praça da Liberdade, onde a cidade sai à noite e visita seus museus de dia; e a Pampulha, a lagoa onde Niemeyer desenhou em 1943 uma igreja que a Igreja levou dezesseis anos para aceitar, e que a Unesco inscreveu em 2016. Ao sul, a Serra do Curral fecha o belo horizonte que deu nome à cidade, e o Belvedere dorme em suas torres.

A cama em dormitório, no centro, nos Funcionários ou na lagoa, começa em € 8* e mal passa de € 15*; o quarto simples do centro, € 25 a € 40*; os três e quatro estrelas da Savassi, da Pampulha e do sul custam no mínimo € 50* e no máximo € 90*; e a grande casa de Lourdes, a única da cidade, de € 150 a € 350*. Seguem doze endereços, bairro a bairro e do mais barato ao mais caro, e em cada um se leem a nota, quantas avaliações há por trás e a queixa mais frequente dos hóspedes.

Capital gigante, suja, poluída e barulhenta, sem um centro histórico de verdade.

Compare os preços dos hotéis em Belo Horizonte

Com pressa? Encontre as melhores ofertas de hospedagem em 3 cliques.

Compare em tempo real as ofertas de Booking, Expedia, Agoda e outros parceiros.

Rapidinho: nossas recomendações por perfil

Escolha o perfil com que você mais se identifica para ir direto ao bairro recomendado.

O mapa dos bairros em Belo Horizonte

Localize os bairros e os pontos imperdíveis antes de escolher onde deixar as malas. Clique em um nome para ir até sua descrição.

1

O centro: a Praça Sete, a estação e o Mercado Central Centro: Praça Sete, Praça da Estação, Mercado Central, Praça Raul Soares, Parque Municipal, Palácio das Artes, Rua da Bahia, Barro Preto, Minascentro; a leste, Horto, o estádio Independência e Santa Inês

para o Mercado Central, os ônibus e os trens, e um hotel limpo a preço de pousada

O centro é a malha de 1897: ruas que se cruzam em ângulo reto e diagonais que levam todas à Praça Sete, com seu obelisco de 1922 que a cidade chama de pirulito, os bancos, as galerias e os camelôs. Ao sul, o Parque Municipal de 1897, dezoito hectares de árvores e lagos no meio das torres, com o Palácio das Artes e seu teatro na beira e a feira de artesanato de domingo de manhã na avenida Afonso Pena, duas mil barracas; a noroeste, a Praça da Estação, a estação de 1922 virada museu de artes e ofícios, e o SESC Palladium; a oeste, o Mercado Central de 1929, quatrocentas lojas de queijo de Minas, cachaça, doce de leite e pão de queijo, e seus bares onde se almoça em pé. O metrô, a rodoviária e os ônibus para Ouro Preto partem daqui. Dorme-se aqui pelo mercado, por um ônibus cedo e por hotéis arrumados a preço de pousada. O reverso: um centro que baixa as portas às vinte horas e ruas onde não se fica à noite, as avaliações dos hotéis repetem.

Onde ficar neste bairro

B Hotel 888 Custo-benefício

Na rua Espírito Santo, a cinco minutos da Praça Sete e da rodoviária: um três estrelas de quartos arrumados e climatizados, uma equipe que as avaliações elogiam, e 8,7 em oitocentas avaliações. Preço de pousada por um hotel limpo, no meio de um centro que fecha à noite.

Ver disponibilidade

Samba Belo Horizonte Centro Custo-benefício

No centro, a dois passos da Praça Sete: quartos funcionais, um café da manhã que as avaliações põem em primeiro lugar, uma equipe com nota 8,9, e 8,1 em duas mil e novecentas avaliações, 8,8 pela localização. O barulho da rua sobe aos andares baixos, as avaliações repetem.

Ver disponibilidade

Home Center Hostel Econômico

Na avenida Brasil, entre o centro e os Funcionários: um albergue simples, dormitórios e quartos, uma cozinha, e 7,9 em mil e setecentas avaliações, 9,4 pela localização e 8,6 pelo custo-benefício. O conforto tem nota 7,5, as avaliações dizem por quê: dorme-se aqui pelo preço e pelo lugar.

Ver disponibilidade

Prós

  • O Mercado Central, o parque e a feira de domingo a pé, o metrô e a rodoviária
  • Hotéis arrumados a preço de pousada

Contras

  • Portas baixadas às vinte horas, ruas onde não se fica à noite
  • Nenhum hotel de luxo, e barulho nos andares baixos
2

Savassi, Lourdes e a Praça da Liberdade Savassi, Funcionários, Lourdes, Santo Agostinho, Cidade Jardim: Praça da Liberdade, Rua da Bahia, Rua Pernambuco, Rua São Paulo, Praça da Savassi, DiamondMall

para os museus, os bares, os restaurantes e andar à noite

A Praça da Liberdade é a praça de 1897 onde a cidade queria se mostrar: o palácio do governador, as palmeiras imperiais e, em volta, os antigos ministérios virados museus, o Memorial Minas Gerais Vale, o museu das Minas e do Metal, o espaço do conhecimento da universidade, o centro de arte popular, a biblioteca e o prédio ondulado de Niemeyer de 1954, que se visita aos domingos. Ao sul e a leste, a Savassi, o bairro dos bares da Rua Pernambuco e das mesas na praça, onde a cidade que se diz capital dos bares sai de quinta a sábado; a oeste, Lourdes, os restaurantes da Rua São Paulo, o DiamondMall e a única grande casa da cidade; no meio, os Funcionários e seus albergues em casas. O metrô não chega até aqui, os táxis e os ônibus sim, dez minutos do centro. Dorme-se aqui para andar à noite, pelos museus e pelos hotéis mais bem avaliados da cidade. O reverso: as noites de fim de semana barulhentas em volta da praça, e preços que sobem com a nota.

Onde ficar neste bairro

Hotel Fasano Belo Horizonte Luxo

Na rua São Paulo, em Lourdes: a casa aberta em 2018 pelo grupo paulistano, um spa com piscina, o restaurante Gero e o bar Baretto, e 9,2 em duzentas avaliações, 9,5 pela localização. A grande casa da cidade, a única.

Ver disponibilidade

Tryp by Wyndham Belo Horizonte Savassi Custo-benefício

Na Savassi, numa rua tranquila a dois passos da praça: quartos silenciosos, um café da manhã com pão de queijo que as avaliações citam, uma equipe com nota 9,2, e 8,7 em duas mil e quinhentas avaliações, 9,1 pela localização. O saguão é minúsculo, as avaliações anotam.

Ver disponibilidade

Belô Hostel Econômico

Na rua dos Aimorés, nos Funcionários, entre a Praça da Liberdade e a Savassi: um albergue recente com jardim e bar, noites organizadas, dormitórios e quartos, e 8,4 em duzentas e vinte e cinco avaliações, 9,4 pela localização e pela equipe. O café da manhã é modesto e a guarda-volumes é paga, as avaliações dizem.

Ver disponibilidade

Prós

  • Os museus da praça, os bares e os restaurantes a pé, à noite também
  • Os hotéis mais bem avaliados da cidade, do albergue à grande casa

Contras

  • Noites barulhentas em volta da Praça da Savassi de quinta a sábado
  • Sem metrô, e preços que sobem com a nota
3

Pampulha: Niemeyer, a lagoa e o Mineirão Pampulha: a igreja de São Francisco de Assis, a Casa do Baile, o museu de arte, a orla da lagoa, o Mineirão, o Mineirinho, a UFMG, o zoológico e o jardim botânico, o aeroporto da Pampulha, a Lagoa do Nado; Caiçaras e o Shopping Del Rey

para a arquitetura, um jogo, correr na beira da água e o aeroporto regional

A Pampulha é a lagoa artificial de 1938 e o que um prefeito de trinta e sete anos, Juscelino Kubitschek, mandou um arquiteto de trinta e cinco, Oscar Niemeyer, construir ali: a igreja de São Francisco de Assis de 1943, quatro abóbadas em onda cobertas de azulejos azuis de Portinari, que o arcebispo se recusou a consagrar por dezesseis anos; a Casa do Baile em sua ilhota, o cassino virado museu de arte, o iate clube. A Unesco inscreveu o conjunto em 2016. Em volta da água, dezoito quilômetros de orla onde a cidade corre e pedala, o parque ecológico, o jardim japonês, o zoológico e o jardim botânico, o campus da UFMG, e o Mineirão, o estádio de 1965 refeito para a Copa, sessenta mil lugares, com o Mineirinho ao lado para o vôlei e os shows. O aeroporto da Pampulha, para os voos regionais, fica na beira da lagoa. Dorme-se aqui pela arquitetura, por um jogo, para correr na beira da água de manhã. O reverso: vinte a trinta minutos de táxi ou de ônibus até o centro e a Savassi, e avenidas onde não se anda à noite. Uma membro diz o que viu na igreja.

Para quem gosta de arquitetura contemporânea, esta igreja é uma verdadeira proeza, toda em curvas. Tanto que a Igreja Católica teve dificuldade em aceitá-la como tal.

Onde ficar neste bairro

CHA Pampulha Design Hotel Luxo

Na orla da lagoa, com a igreja de Niemeyer do outro lado da água: um hotel design de quartos pequenos e cuidados, um café da manhã que as avaliações elogiam, e 8,2 em duas mil e setecentas avaliações, 8,8 pela localização. O estacionamento pago e o wi-fi voltam nas queixas.

Ver disponibilidade

Quality Hotel Pampulha Custo-benefício

Na Pampulha, ao lado do Mineirão: quartos com cortinas blackout e camas que as avaliações põem em primeiro lugar, um restaurante italiano, um centro de convenções, e 8,6 em mil e seiscentas avaliações, 8,8 pela limpeza e pelo conforto. Precisa de carro ou táxi para tudo, as avaliações dizem.

Ver disponibilidade

Da Orla Pampulha Hostel Econômico

Na avenida Otacílio Negrão de Lima, que dá a volta na lagoa: um albergue com piscina, jardim e churrasqueira, dormitórios de dez e quatorze camas, quartos com vista para a água, e 8,2 em quatrocentas e oitenta avaliações, 9,4 pela localização.

Ver disponibilidade

Prós

  • A igreja de Niemeyer, a lagoa e o Mineirão a pé ou de bicicleta
  • Hotéis com piscina na beira da água, do albergue ao design

Contras

  • Vinte a trinta minutos de táxi ou de ônibus até o centro e a Savassi
  • Avenidas onde não se anda à noite
4

O sul: a Praça do Papa, as Mangabeiras e o Belvedere Serra, Mangabeiras, Sion, Belvedere: a Praça do Papa, o Parque das Mangabeiras, a Serra do Curral, o BH Shopping; em Nova Lima, Vila da Serra, a torre Alta Vila, a Serra da Moeda; mais longe, Inhotim a sessenta quilômetros

para a montanha, a vista, uma reunião de negócios e a estrada de Inhotim

Ao sul, a cidade sobe rumo à Serra do Curral, a crista de ferro que lhe deu o nome e o símbolo, e que se sobe em uma hora a partir do parque: a Praça do Papa, arrumada para a missa de 1980, de onde se vê toda a bacia e aonde a cidade vem à tardinha ver o pôr do sol; o Parque das Mangabeiras, desenhado por Burle Marx em 1982, duzentos e quarenta hectares de mata, trilhas e mirantes; depois o Belvedere, o bairro das torres de vidro em volta do BH Shopping, o primeiro shopping da cidade, e, do outro lado do limite municipal, a Vila da Serra, em Nova Lima, com a torre Alta Vila e seus restaurantes. A estrada de Inhotim, o museu a céu aberto de Brumadinho, a sessenta quilômetros, sai daqui, como a da Serra da Moeda, onde se voa de parapente. Dorme-se aqui por uma reunião de negócios, pelo ar e pela vista, e para sair cedo rumo a Inhotim ou Ouro Preto. O reverso: tudo de carro, nada a pé fora do shopping, e hotéis de negócios sem alma.

Onde ficar neste bairro

Caesar Business Belo Horizonte Belvedere Luxo

No Belvedere, de frente para o BH Shopping: um quatro estrelas de negócios com quartos para a montanha ou para a cidade, um restaurante japonês, e 8,4 em seiscentas e setenta e cinco avaliações, 9,2 pela localização. O custo-benefício cai a 7,4: as avaliações acham os quartos caros para o que são.

Ver disponibilidade

Bourbon Hotel Savassi Custo-benefício

No trecho sul da avenida Afonso Pena, na Serra, entre a Savassi e a Praça do Papa: uma piscina externa aquecida, quartos grandes com janelas antirruído, e 8,4 em mil e quinhentas avaliações, 9,0 pela localização. As avaliações esperam uma reforma para as quatro estrelas.

Ver disponibilidade

Mercure Belo Horizonte Vila da Serra Econômico

Na Vila da Serra, no município de Nova Lima, a dez minutos do Belvedere: apartamentos grandes com camas que as avaliações citam, um café da manhã elogiado, e 8,0 em setecentas e cinquenta avaliações, 9,0 pela localização. O mais barato dos três, e o mais longe: o custo-benefício está em 7,1.

Ver disponibilidade

Prós

  • A Praça do Papa, as Mangabeiras e a Serra do Curral, o ar e a vista
  • Os hotéis de negócios do BH Shopping, e a estrada de Inhotim

Contras

  • Tudo de carro, nada a pé fora do shopping
  • Hotéis de negócios sem alma

Nossas dicas para reservar bem

  • A cidade se come em pé, no mercado e no balcão: Belo Horizonte se diz a capital dos bares, e tem o maior número por habitante do país: os botecos servem o pão de queijo morno, o feijão tropeiro, o frango com quiabo e o fígado com jiló, com uma cerveja gelada, do meio-dia à meia-noite. O Mercado Central se visita de manhã, quando chegam os queijos de Minas, a cachaça e o doce de leite, e almoça-se ali em pé num balcão. Em abril e maio, o concurso de bares, o Comida di Buteco, enche os bairros à noite. Os restaurantes de Lourdes e da Savassi servem até meia-noite; no centro, janta-se antes das vinte horas ou não se janta.
  • O inverno é seco e as noites são frescas: A oitocentos e cinquenta metros, a cidade tem duas estações. De maio a setembro não chove, o céu fica azul, faz vinte e cinco graus ao meio-dia e doze à noite: um casaco para as mesas na rua. De outubro a março faz trinta graus e uma tempestade cai quase todo fim de tarde, uma hora, antes de a noite voltar limpa. Os hotéis lotam no carnaval, que virou um dos maiores do país nas ruas, durante o Comida di Buteco e nas noites de jogo no Mineirão.
  • O metrô não vai à Savassi nem à Pampulha: A linha única do metrô segue o vale de leste a oeste, com uma estação Central na Praça da Estação e outra na rodoviária, e é só isso que ela tem de útil para quem viaja. A Pampulha se alcança pelos ônibus rápidos da avenida Antônio Carlos, em trinta minutos a partir do centro; a Savassi e o sul, pelos ônibus comuns ou de táxi, chamado por aplicativo, por um punhado de reais. À noite, anda-se na Savassi, em Lourdes e na Praça do Papa; não no centro, não na Praça da Estação, não nas avenidas da Pampulha. Os ônibus para Ouro Preto, duas horas, e Inhotim, uma hora e meia, partem da rodoviária do centro.
  • Dois aeroportos, e o grande fica a quarenta quilômetros: Os voos internacionais e a maioria dos nacionais chegam a Confins, quarenta quilômetros ao norte, quarenta e cinco minutos a uma hora de estrada: um ônibus executivo chega ao centro e à rodoviária por algumas dezenas de reais, o táxi custa dez vezes mais, na tarifa afixada no balcão. O aeroporto da Pampulha, na beira da lagoa, só recebe voos regionais, mas fica a vinte minutos da Savassi. Para um voo cedo em Confins, qualquer bairro serve, saindo duas horas antes; não há nada para ver em volta do aeroporto.
Onde evitar ficar em Belo Horizonte (sinceramente)
  • O centro para quem volta tarde: a Praça Sete e a Praça da Estação esvaziam às vinte horas, e as avaliações dos hotéis do bairro falam de ruas onde não se fica.
  • Um quarto para a rua em volta da Praça da Savassi na sexta e no sábado: os bares da Rua Pernambuco fecham tarde, e as avaliações dos hotéis da praça dizem isso.
  • Os hotéis da rodoviária com nota abaixo de 6 na página: € 5* a menos que o centro, e avaliações que falam de limpeza, barulho e segurança.

Perguntas frequentes: onde ficar em Belo Horizonte

Em que bairro dormir em Belo Horizonte pela primeira vez?
Na Savassi ou em Lourdes: os museus da Praça da Liberdade, os bares e os restaurantes a pé, à noite também, e os hotéis mais bem avaliados da cidade. No centro para quem vem pelo Mercado Central ou por um ônibus cedo. Na Pampulha para quem vem por Niemeyer ou por um jogo.
Onde dormir barato em Belo Horizonte?
Num dormitório dos Funcionários, do centro ou da lagoa, de € 8 a € 15* a cama, ou num hotel simples do centro, de € 25 a € 40* o quarto, muitas vezes com café da manhã. Os três estrelas da Savassi e da Pampulha ficam em torno de € 50*. Os preços sobem no carnaval, em abril e maio durante o concurso de bares, e nas noites de jogo.
Quantas noites prever em Belo Horizonte?
Duas: uma para a Praça da Liberdade, o Mercado Central e os bares da Savassi, uma para a Pampulha, a igreja de Niemeyer e a volta da lagoa. Uma terceira para Inhotim, o museu a céu aberto de Brumadinho, a sessenta quilômetros, que pede um dia inteiro. Belo Horizonte é também a porta das cidades coloniais, Ouro Preto a duas horas, Tiradentes a três.
Belo Horizonte é segura para quem viaja?
De dia, sim, nos quatro bairros deste guia, com as precauções de uma grande cidade brasileira: nada à vista, o telefone guardado na rua, e um táxi chamado em vez de parado. À noite, a Savassi, Lourdes e a Praça do Papa se andam; o centro e a Praça da Estação se atravessam de táxi, as avaliações dos hotéis repetem.
Como chegar ao centro a partir do aeroporto?
De Confins, de ônibus executivo até a rodoviária ou o centro, uma hora, por algumas dezenas de reais, ou de táxi na tarifa afixada, dez vezes mais caro. Do aeroporto da Pampulha, de táxi, vinte minutos até a Savassi. As grandes casas de Lourdes e do Belvedere mandam um carro a pedido.
Quanto custa uma noite em Belo Horizonte?
De € 8 a € 15* a cama em dormitório, de € 25 a € 40* o quarto simples do centro, de € 50 a € 90* o três ou quatro estrelas da Savassi, da Pampulha ou do sul, de € 150 a € 350* a grande casa de Lourdes. Os preços sobem no carnaval, durante o Comida di Buteco e nas noites de jogo.
Belo Horizonte Continue explorando O que fazer em Belo Horizonte

Comentários (0)

para deixar um comentário.

Ainda não há comentários. Seja o primeiro!