Mont Pelee
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Onde dormir na Martinica

Setenta quilômetros de norte a sul, duas horas de carro: dá a impressão de que dá para dormir em qualquer lugar. É verdade no mapa, mas um erro pela manhã. As praias que atraem tanta gente para a Martinique ficam todas no sul, e a volta coincide bem com o horário de pico.

Quatro bases abaixo, desde o extremo sul litorâneo até a costa atlântica. Um hotel à beira-mar sai por € 110 a € 190, enquanto uma residência ou pousada custa de € 65 a € 110. Quanto ao carro, não é opcional: coloque no orçamento desde o primeiro dia.

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Você pode perfeitamente planejar uma semana de hospedagem por lá para curtir o clima caribenho.

Quantas noites por zona?

A ilha pode ser cruzada em duas horas, então dá para fazer tudo a partir de uma única base. Só resta escolher qual e definir o momento certo para mudar de lugar.

  • Uma semana, 7 noites: Tudo no grande sul, sem trocar de base, com dois dias de passeio rumo ao norte. É o que o Bruno sugere, e isso poupa o trabalho de refazer as malas para economizar uma hora de estrada.
  • Dez dias: 5 noites no sul, depois 3 em Saint-Pierre e 2 em Tartane. O único formato que permite curtir o vulcão e o Atlântico sem correria.
  • Quatro noites: No máximo duas bases: o sul para as praias, a baía para a capital e a barca. Incluir o norte nesse roteiro significa passar os dias dentro do carro.
  • Parada de 2 noites: Em Les Trois-Îlets, pela travessia de barco e pelas opções de restaurantes. Dá para conhecer a capital, uma praia e um jardim sem nunca passar de vinte minutos de trajeto.

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O mapa das zonas na Martinica

Veja como as zonas se situam umas em relação às outras antes de escolher a sua base. Clique num nome para ir à sua descrição.

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O extremo sul, ao redor de Sainte-Anne Sul

para curtir dias de praia sem precisar pegar o carro

É a base que a nossa comunidade mais recomenda de forma unânime. Bruno descreve Sainte-Anne como «um vilarejo de cartão-postal», com «ruizinhas e casas pitorescas, além de praias e enseadas de águas cristalinas», e avalia que vale a pena passar uma semana inteira por lá. A plage des Salines fica a dez minutos, e gplanchette resume sem rodeios: «um pedaço de paraíso». O ponto negativo é o preço do sucesso: a vila fica bem cheia na alta temporada e os preços sobem junto.

Localizada na ponta sul da Martinique, Saint Anne tem toda a pinta de vilarejo de cartão-postal, com ruelas e casas pitorescas, praias e enseadas de águas cristalinas.

As cidades desta zona

O que ver e fazer nesta zona

Praia das Salines

Praia das Salines

+2 recomendações

Onde dormir nesta zona

Hotel-Restaurant La Dunette Custo-benefício

Com os pés na água no centro do vilarejo, a seis minutos da praia da Pointe Marin. O único verdadeiro hotel à beira-mar da comuna, com restaurante próprio, o que evita ter que sair de carro à noite.

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Les Orchidées Custo-benefício

Pequena hospedagem em Sainte-Anne, sossegada e a poucos minutos do centro. A salvação quando o La Dunette lota, o que acontece rápido na alta temporada.

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Chambre d'hôte la Calebasse Econômico

Quartos reformados perto da Pointe Marin, geridos no local. A opção que torna o sul acessível, com dicas locais de brinde.

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Prós

  • As praias mais bonitas da ilha a menos de quinze minutos
  • Um vilarejo animado à noite, repleto de restaurantes e comércios
  • Opções suficientes para passar uma semana inteira sem precisar trocar de hotel

Contras

  • Bastante movimentado de dezembro a abril, e os preços refletem isso
  • Longe do norte: o vulcão e Saint-Pierre pedem o dia inteiro
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Les Trois-Îlets e a baía Oeste

para visitar Fort-de-France sem precisar dormir lá

É a maior concentração hoteleira da ilha, em frente à capital, e seu grande trunfo cabe em uma palavra: a navette maritime (barco de travessia). Vinte minutos de barco substituem uma hora de trânsito travado, o que permite conhecer Fort-de-France sem sofrer com os problemas que Bruno resume como « engarrafamentos, transporte público ineficiente e barulho ». As regiões de Anse Mitan e Pointe du Bout oferecem restaurantes abertos até tarde, algo raro na ilha. As praias ali são corretas, mas nada espetaculares: as melhores ficam mais ao sul.

Principal cidade da Martinique, Fort-de-France passa a impressão de reunir todas as desvantagens da vida urbana: engarrafamentos, motoristas e motociclistas imprudentes que colocam os outros em risco, transporte público ineficiente, barulho, poluição, falta de segurança, preços absurdos, ruas sujas e muitos prédios caindo aos pedaços.

O que ver e fazer nesta zona

Rochedo do Diamante

Onde dormir nesta zona

La Pagerie - Tropical Garden Hotel Luxo

O hotel de referência da Pointe du Bout, com jardim tropical, piscina e restaurante. O píer do barco fica a poucas ruas de distância, e toda a vantagem de dormir nesta margem está nisso.

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L´Odyssée Des Anses Custo-benefício

Em Anses-d'Arlets, a dez minutos da praia do vilarejo. Um pouco mais ao sul e bem mais sossegado que a Pointe du Bout, para quem quer a baía sem o movimento.

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Prós

  • O barco de travessia, que evita a estrada e o trânsito pesado ao redor da baía
  • Mais hotéis e restaurantes abertos até tarde do que no resto da ilha
  • Uma localização central, a uma hora tanto do norte quanto do sul

Contras

  • Praias medianas se comparadas ao que a ilha oferece mais ao sul
  • Uma região muito construída, sem o charme dos vilarejos do litoral
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Saint-Pierre e o norte caribenho Norte

pela história, pelo vulcão e pelas destilarias

A antiga capital, destruída pela montagne Pelée em 1902, é a área com mais história na ilha. gplanchette recomenda por lá o museu vulcanológico, as ruínas do teatro e a masmorra de Cyparis, « um dos 2 sobreviventes da erupção », sem esquecer a destilaria Depaz. É também o ponto de partida para trilhas: Bruno avisa que as rotas do vulcão « exigem esforço », entre desníveis, calor e umidade, e que é preciso escolher bem o dia. Há poucos hotéis, mar mais escuro e noites tranquilas.

Vulcão que domina a Martinique, com trilhas de caminhada desafiadoras que exigem fôlego. As paisagens compensam o esforço com panoramas deslumbrantes, mas prepare-se para o calor, a alta umidade e o terreno íngreme. Confira bem a previsão do tempo antes de subir, pois dias de chuva forte estragam o passeio.

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O que ver e fazer nesta zona

Teatro de Saint-Pierre

Teatro de Saint-Pierre

+2 recomendações

Onde dormir nesta zona

Chambre d'hôte à Saint-Pierre Econômico

Pousada reformada situada entre a praia e as ruínas históricas. Uma alternativa para dormir pertinho do vulcão sem gastar preço de hotel de luxo.

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VILLA NONA, SAINT-PIERRE, MARTINIQUE Custo-benefício

Casa reformada com jardim e banheira ao ar livre, bem no centro de Saint-Pierre. A escolha certa para casais ou famílias que preferem preparar as próprias refeições e passar vários dias.

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Prós

  • Hospedar-se por aqui sai bem mais em conta do que no sul, mantendo o mesmo nível de conforto.
  • O patrimônio histórico e as destiléricas a poucos passos de caminhada.
  • O ponto de partida das trilhas para o vulcão, sem precisar encarar uma hora de estrada logo cedo.

Contras

  • Praias de areia escura, que chamam menos atenção nas fotos do que as do litoral sul.
  • Pouquíssimas opções de hospedagem e restaurantes que encerram as atividades cedo.
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Tartane e a costa atlântica Leste

por causa do vento, do surfe e da natureza

A península da Caravelle mostra outra face da ilha, marcada pelo Atlântico, pela ventania constante, por uma reserva natural e por um vilarejo de pescadores. É o reduto dos surfistas e de quem gosta de trilhas. gplanchette lembra que ali também se respira a cultura martinicana, passando por Sainte-Marie e seu museu da banana, « uma história de homens e mulheres » tanto quanto de uma fruta. Na hora do banho de mar, é preciso escolher bem a enseada, já que as ondas batem muito mais forte do que no sul.

Para mergulhar na história da Martinique, na sua cultura e na culinária local, Sainte-Marie é uma excelente pedida. Uma cidade de amplos espaços, muito verde, dedicada tanto à agricultura quanto ao turismo.

As cidades desta zona

O que ver e fazer nesta zona

Museu da Banana de Sainte-Marie

Museu da Banana de Sainte-Marie

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Onde dormir nesta zona

la tartane Custo-benefício

Quartos com vista para o mar e varanda no vilarejo. A forma mais direta de acordar de frente para o Atlântico sem precisar alugar uma vila.

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Résidence de la baie - BLEU SOLEIL TARTANE Custo-benefício

Residência à beira-mar com piscina, ideal para famílias. A cozinha integrada faz toda a diferença aqui, já que os restaurantes do vilarejo se contam nos dedos de uma mão.

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Studio Tartane Econômico

Estúdio localizado a poucas ruas da praia de Tartane. Uma opção prática para passar duas noites na península sem gastar o orçamento de um hotel.

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Prós

  • A reserva de La Caravelle e suas trilhas, com saída do vilarejo
  • A melhor região para surfe e esportes de vento
  • Bem menos movimentado que o sul, mesmo em fevereiro

Contras

  • Mar agitado: o banho de mar deve ser escolhido praia por praia
  • Isolado de tudo: uma hora de estrada até as praias do sul

Nossas dicas para reservar bem

  • O carro se reserva antes do hotel: O sistema de ônibus não atende às praias do sul com horários úteis, e as locadoras lotam semanas antes entre dezembro e abril. Um hospedagem perfeita sem veículo vira uma armadilha: inclua a locação desde o primeiro dia do orçamento e reserve o carro antes da hospedagem se a viagem for na alta temporada.
  • Cruzar a baía de barco, não de carro: A partir de Les Trois-Îlets, o barco faz a travessia até Fort-de-France em cerca de vinte minutos, enquanto a estrada contorna toda a baía e trava nos horários de pico. Essa é a principal razão para ficar nesta margem em vez de na capital, cujos engarrafamentos são detalhados por Bruno.
  • O vulcão se decide na véspera: A montagne Pelée cria o próprio clima, e um dia limpo na praia não garante nada lá em cima. Bruno resume sem rodeios: com chuva forte, a experiência perde toda a graça. Olhar o cume na noite anterior e sair cedo vale mais do que encaixar a trilha rigidamente no roteiro de férias.
Onde evitar ficar na Martinica (sinceramente)
  • Ficar em Fort-de-France para estar no centro: é a única cidade que nossa comunidade desaconselha explicitamente, e o barco de travessia permite visitá-la a partir da outra margem sem precisar passar a noite lá.
  • Escolher o norte para uma viagem de praia: por lá, as areias são escuras e o mar costuma ser agitado, além de a praia de Salines ficar a mais de uma hora de carro.
  • Reservar no Lamentin só porque fica perto do aeroporto: trata-se de uma zona comercial sem praias para banho, tomada por engarrafamentos na rodovia nos horários de pico da manhã e da noite.

Perguntas frequentes: onde ficar na Martinica

Em qual região da Martinica vale mais a pena se hospedar?
No sul, nos arredores de Sainte-Anne, se a ideia for curtir a praia: é lá que ficam as faixas de areia mais procuradas, e Bruno comenta que dá para passar uma semana inteira por lá sem ficar entediado.
Vale a pena dormir em Fort-de-France?
Não. É a única cidade desaconselhada por nossos membros, e a balsa que sai dos Trois-Îlets permite passear por lá em meio período sem encarar o trânsito pesado.
Onde encontrar hospedagem barata na Martinica?
Nos arredores de Saint-Pierre e na costa atlântica, com diárias entre € 70 e € 130 em comparação com os € 110 a € 190 cobrados no sul turístico. Pousadas caseiras e apart-hotéis com cozinha são o padrão por ali.
Quantas noites passar na Martinica?
Uma semana em uma única base basta para ver o essencial, já que a ilha inteira pode ser atravessada em duas horas. A partir de dez dias, dividir a estadia em duas ou três bases permite incluir o vulcão e o Atlântico sem passar o dia inteiro dirigindo.
Alugar carro é essencial?
Sim, a menos que você fique em Les Trois-Îlets e use o barco de travessia. Nenhuma linha de ônibus leva às praias do sul em horários úteis, e as locadoras de carros ficam esgotadas na alta temporada.
Quando viajar para a Martinique?
De janeiro a abril, ocorre a estação seca: é também o período em que tudo custa mais caro e lota mais rápido. Junho e novembro continuam sendo um bom compromisso, com pancadas de chuva rápidas e diárias de hotel bem mais em conta.

Sobre o autor

Bill
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Houve um tempo em que eu sonhava em ser nômade digital. Foi nessa época que imaginei e criei a primeira versão do Avygeo (anagrama de voyage, viagem em francês), com a vo…

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