Baie de Saint Pierre et le Mont Pelée en Martinique

Onde dormir na Martinica: as melhores zonas (2026)

Setenta quilômetros de norte a sul, duas horas de carro: dá a impressão de que dá para dormir em qualquer lugar. É verdade no mapa, falso de manhã. As praias que atraem tanta gente à Martinica ficam todas no sul, e a volta costuma coincidir com o horário de pico.

Quatro bases abaixo, do extremo sul de praias até a costa atlântica. Um hotel à beira-mar sai por € 110 a € 190*, uma residência ou pousada € 65 a € 110*. O carro, por sua vez, não é opção: coloque no orçamento desde o primeiro dia.

Compare os preços dos hotéis na Martinica

Com pressa? Encontre as melhores ofertas de hospedagem em 3 cliques.

Compare em tempo real as ofertas de Booking, Expedia, Agoda e outros parceiros.

Você pode planejar tranquilamente alugar uma hospedagem por 1 semana para aproveitar o Caribe.

Quantas noites por zona?

A ilha é cruzada de norte a sul em duas horas, o que permite fazer tudo a partir de uma única base. Resta escolher qual, e decidir o momento certo para trocar de lugar.

  • Uma semana, 7 noites: Tudo no grande sul, sem trocar de base, com dois dias de passeio para o norte. É o que o Bruno recomenda, e isso evita ter que fazer as malas de novo para ganhar uma hora de estrada.
  • Dez dias: 5 noites no sul, depois 3 em Saint-Pierre e 2 em Tartane. O único formato que permite conhecer o vulcão e o Atlântico sem correr contra o tempo.
  • Quatro noites: No máximo duas bases: o sul para as praias, a baía para a capital e seu barco de travessia. Incluir o norte nesse roteiro significa passar o dia inteiro dirigindo.
  • Escala de 2 noites: Em Les Trois-Îlets, pela facilidade do barco para a capital e pela variedade de restaurantes. Você conhece a cidade, uma praia e um jardim sem passar de vinte minutos de deslocamento.

Rapidinho: nossas recomendações por perfil

Escolha o perfil que se parece consigo e vá direto à zona recomendada.

O mapa das zonas na Martinica

Veja como as zonas se situam umas em relação às outras antes de escolher a sua base. Clique num nome para ir à sua descrição.

1

O extremo sul, ao redor de Sainte-Anne Sul

para curtir dias de praia sem precisar tirar o carro da garagem

É a base que a nossa comunidade mais recomenda de forma unânime. Bruno descreve Sainte-Anne como «um vilarejo de cartão-postal», com «ruizinhas e casas pitorescas, praias e enseadas de águas cristalinas», e acha que dá para fincar base ali por uma semana inteira. A plage des Salines fica a dez minutos, e gplanchette resume sem rodeios: «um pedaço de paraíso». O lado negativo é o preço do sucesso, já que o vilarejo fica lotado na alta temporada e as diárias sobem bastante.

Situada na ponta sul da Martinique, Sainte-Anne tem tudo de vila de cartão-postal: ruelas e casas pitorescas, praias e enseadas de águas cristalinas.

As cidades desta zona

O que ver e fazer nesta zona

Praia das Salines

Praia das Salines

+2 recomendações

Onde dormir nesta zona

Hotel-Restaurant La Dunette Custo-benefício

Com os pés na água bem no centro do vilarejo, a seis minutos da praia de Pointe Marin. O único verdadeiro hotel à beira-mar da comuna, com restaurante próprio, o que evita ter que sair de carro à noite.

Ver disponibilidade

Les Orchidées Custo-benefício

Endereço pequeno em Sainte-Anne, tranquilo e a poucos minutos do centrinho. A alternativa quando La Dunette está lotada, o que acontece rápido na alta temporada.

Ver disponibilidade

Chambre d'hôte la Calebasse Econômico

Quartos reformados perto de Pointe Marin, com atendimento familiar. A opção que torna o extremo sul acessível, com dicas locais de brinde.

Ver disponibilidade

Prós

  • As praias mais bonitas da ilha a menos de quinze minutos
  • Um vilarejo animado à noite, repleto de restaurantes e comércio
  • Opções de sobra para passar uma semana sem precisar trocar de hotel

Contras

  • Bem movimentado de dezembro a abril, com preços que refletem essa procura
  • Longe do norte: o vulcão e Saint-Pierre exigem o dia todo
2

Les Trois-Îlets e a baía Oeste

para visitar Fort-de-France sem precisar dormir por lá

É a maior concentração hoteleira da ilha, em frente à capital, e seu grande trunfo se resume a uma palavra: o barco de travessia. Vinte minutos de navegação substituem uma hora de trânsito travado, permitindo conhecer Fort-de-France sem sofrer com os problemas que Bruno lista, « congestionamentos, transporte público ineficiente, poluição sonora ». Anse Mitan e Pointe du Bout contam com restaurantes abertos até tarde, algo raro na ilha. As praias ali são corretas, mas nada espetaculares: as melhores ficam mais ao sul.

Principal cidade da Martinique, Fort-de-France dá a impressão de querer concentrar todas as desvantagens da vida urbana: engarrafamentos, motoristas e motociclistas imprudentes que colocam os outros em perigo, transporte público ineficiente, poluição sonora, poluição, falta de segurança, preços exorbitantes, ruas sujas e vários edifícios antigos e malconservados.

As cidades desta zona

Onde dormir nesta zona

La Pagerie - Tropical Garden Hotel Luxo

O hotel de referência na Pointe du Bout, com jardim tropical, piscina e restaurante. O píer do barco fica a poucas ruas: toda a vantagem de dormir nessa margem está aí.

Ver disponibilidade

L´Odyssée Des Anses Custo-benefício

Em Les Anses-d'Arlets, a dez minutos da praia do centrinho. Um pouco mais ao sul e bem mais tranquila do que a Pointe du Bout, para quem quer a baía sem o movimento.

Ver disponibilidade

Prós

  • O barco de travessia, que evita a estrada e os engarrafamentos da baía
  • Mais hotéis e restaurantes abertos até tarde do que no restante da ilha
  • Uma localização central, a uma hora tanto do norte quanto do sul

Contras

  • Praias medianas se comparadas ao que a ilha oferece mais ao sul
  • Uma região muito construída, sem o charme dos vilarejos do litoral
3

Saint-Pierre e o norte caribenho Norte

pela história, pelo vulcão e pelas destilarias

A antiga capital, destruída pela montagne Pelée em 1902, é a área com mais carga histórica da ilha. gplanchette recomenda ali o museu vulcanológico, as ruínas do teatro e a cela de Cyparis, « um dos 2 sobreviventes da erupção », sem esquecer a destilaria Depaz. É também a base dos praticantes de trilha: Bruno avisa que as rotas do vulcão « exigem esforço », entre desnível, calor e umidade, e que é preciso escolher bem o dia. Poucos hotéis, mar mais escuro e noites tranquilas.

Vulcão que domina a Martinique, oferecendo trilhas bonitas de caminhada que sobem bastante. As vistas às vezes são espetaculares, mas atenção, entre o desnível, o calor e a umidade, elas custam a ser conquistadas. Escolha bem o seu dia, pois com chuva forte o prazer vai embora completamente.

As cidades desta zona

O que ver e fazer nesta zona

Teatro de Saint-Pierre

Teatro de Saint-Pierre

+2 recomendações

Onde dormir nesta zona

Chambre d'hôte à Saint-Pierre Econômico

Pousada reformada entre a praia e as ruínas. Ideal para dormir pertinho do vulcão sem gastar o preço de um hotel de luxo.

Ver disponibilidade

VILLA NONA, SAINT-PIERRE, MARTINIQUE Custo-benefício

Casa reformada com jardim e banheira ao ar livre, bem no centro de Saint-Pierre. A escolha certa para casais ou famílias que querem cozinhar e passar vários dias.

Ver disponibilidade

Prós

  • Hospedar-se por aqui sai bem mais em conta do que no sul, mantendo o mesmo nível de conforto
  • O patrimônio histórico e as destilarias a uma curta caminhada
  • A largada para as trilhas do vulcão logo cedo, sem precisar encarar uma hora de estrada ao acordar

Contras

  • Praias de areia escura, bem menos instagramáveis do que as do sul
  • Pouquíssimas opções de hospedagem e restaurantes que fecham cedo
4

Tartane e a costa atlântica Leste

por causa do vento, do surfe e da natureza

A península da Caravelle mostra o outro lado da ilha, com o Atlântico, o vento forte, uma reserva natural e uma vila de pescadores. É o território dos surfistas e de quem gosta de trilhas. gplanchette lembra que ali também se respira a cultura martinicana, passando por Sainte-Marie e seu museu da banana, « uma história de homens e de mulheres » tanto quanto de uma fruta. Na hora do banho de mar, é preciso escolher a enseada com cuidado, pois a força das ondas aqui é bem maior que no sul.

Para você ter uma pequena imersão na história da Martinique, na sua cultura e nas suas especialidades culinárias, Sainte-Marie oferece uma possibilidade muito agradável. Uma cidade de grandes espaços, super verde, voltada tanto para a agricultura quanto para o turismo.

As cidades desta zona

O que ver e fazer nesta zona

Museu da Banana de Sainte-Marie

Museu da Banana de Sainte-Marie

+2 recomendações

Onde dormir nesta zona

la tartane Custo-benefício

Quartos com vista para o mar e varanda, no vilarejo. A maneira mais direta de acordar de frente para o Atlântico sem precisar alugar uma casa inteira.

Ver disponibilidade

Résidence de la baie - BLEU SOLEIL TARTANE Custo-benefício

Residência à beira-mar com piscina, ideal para ir em família. A cozinha equipada vale ouro por aqui, já que os restaurantes do vilarejo se contam nos dedos de uma mão.

Ver disponibilidade

Studio Tartane Econômico

Estúdio localizado a poucas ruas da praia de Tartane. A escolha certa para passar duas noites na península sem gastar o preço de um hotel.

Ver disponibilidade

Prós

  • A reserva da Caravelle e suas trilhas, com saída do vilarejo
  • A melhor região para surfe e esportes à vela
  • Bem menos movimentado que o sul, mesmo em fevereiro

Contras

  • Mar agitado: o banho de mar deve ser escolhido de prainha em prainha
  • Isolado de tudo: uma hora de estrada para chegar às praias do sul

Nossas dicas para reservar bem

  • O carro se reserva antes da hospedagem: A rede de ônibus não atende às praias do sul com horários úteis, e as locadoras ficam lotadas com semanas de antecedência entre dezembro e abril. Um hotel perfeito sem veículo vira uma armadilha, então inclua a locação logo no primeiro dia do planejamento e reserve o carro antes do quarto se a viagem cair na alta temporada.
  • Atravesse a baía de barco, não de carro: Saindo de Trois-Îlets, o barco faz a travessia até Fort-de-France em cerca de vinte minutos, enquanto a estrada dá a volta em toda a baía e trava nos horários de pico. Esse é o principal motivo para se hospedar nessa margem em vez de ficar na capital, cujos engarrafamentos são detalhados por Bruno.
  • O vulcão se decide na véspera: A montagne Pelée cria o próprio clima, e um dia limpo na praia não garante nada lá em cima. Bruno resume sem rodeios: com chuva forte, o passeio perde toda a graça. Olhar para o cume no dia anterior e sair cedo compensa muito mais do que encaixar a trilha de qualquer jeito na agenda de férias.
Onde evitar ficar na Martinica (sinceramente)
  • Ficar em Fort-de-France para ficar no centro: é a única cidade que nossa comunidade desaconselha explicitamente, e o barco de travessia permite visitá-la a partir da outra margem sem precisar passar a noite por lá.
  • Escolher o norte para uma viagem de praia: por lá, as areias são escuras e o mar costuma ser agitado, além de a praia das Salines ficar a mais de uma hora de carro.
  • Reservar no Lamentin porque o aeroporto fica lá: é uma zona comercial sem praias para banho, tomada pelos engarrafamentos do anel viário de manhã e à noite.

Perguntas frequentes: onde ficar na Martinica

Em qual região da Martinica é melhor se hospedar?
No sul, perto de Sainte-Anne, se a viagem for focada em praia: é lá que ficam as faixas de areia mais procuradas, e o Bruno comenta que dá para passar uma semana inteira por lá sem ficar entediado.
Vale a pena se hospedar em Fort-de-France?
Não. É a única cidade que nossa comunidade desaconselha, e o barco que faz a travessia a partir de Les Trois-Îlets permite conhecê-la em meio período sem encarar o trânsito.
Onde encontrar hospedagem mais econômica na Martinica?
Arredores de Saint-Pierre e na costa atlântica, entre € 70 e € 130* a diária, enquanto no sul praiano os valores ficam entre € 110 e € 190*. Pousadas caseiras e residências com cozinha própria são o padrão por lá.
Quantas noites passar na Martinica?
Uma semana em uma única base basta para ver o essencial, já que a ilha se cruza em duas horas. A partir de dez dias, dividir a estadia em duas ou três bases permite incluir o vulcão e o Atlântico sem passar o dia inteiro na estrada.
Alugar carro é indispensável?
Sim, a menos que você se hospede nas Trois-Îlets e use o barco de travessia. Nenhuma linha de ônibus leva às praias do sul em horários úteis, e as locadoras de veículos ficam lotadas na alta temporada.
Qual é a melhor época para viajar para a Martinique?
De janeiro a abril, a estação seca: é também o período em que tudo fica mais caro e lotado rapidamente. Junho e novembro continuam sendo um bom meio-termo, com chuvas rápidas e diárias de hotel bem mais acessíveis.
Martinica Continue explorando O que fazer na Martinica

Comentários (0)

para deixar um comentário.

Ainda não há comentários. Seja o primeiro!