Onde dormir em Luzon: os melhores setores (2026)
As nossas três avaliações sobre Manila não concordam entre si, e essa discordância diz onde dormir. A mais severa escreve: “Manila tem pouco interesse para os viajantes, a não ser pela sua função prática: abrigar o aeroporto internacional”. Outra descreve o contrário, “lugares relaxantes, verdes e novos como nas capitais ocidentais (em Global City)”. A terceira resolve: “para uma curta estadia, você vai conseguir aproveitar bastante. Planeje visitar o resto do país.”
A resposta está na própria discordância: ninguém dorme “em Manila”, dorme-se num bairro, e a nossa avaliação mais detalhada cita cada um deles. Intramuros e as suas ruas de paralelepípedos, Global City, limpa e aberta a noite toda, Makati, o bairro das embaixadas: “Dá para conhecer em um dia, mas não vale a pena ficar mais tempo”. E duas escapadas, citadas também: Tagaytay, a 1h30 ao sul, e Banaue, nas montanhas do norte. Abaixo, quatro zonas.
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para uma curta estadia, você vai conseguir aproveitar bastante. Planeje visitar o resto do país.
Uma base ou várias?
Luzon não é viagem de cidade, e quem diz isso é a nossa avaliação: “Planeje visitar o resto do país.” As duas escapadas fora da metrópole vão em direções opostas, uma hora e meia ao sul, nove horas ao norte.
- Um fim de semana prolongado: Intramuros, duas noites, que é o que as nossas avaliações recomendam: “para uma curta estadia, você vai conseguir aproveitar bastante”. O velho bairro espanhol, o Parque Rizal, a baía ao pôr do sol.
- Uma semana: Intramuros e depois Tagaytay: duas noites, depois mais duas. O contraste que as nossas avaliações descrevem, da cidade “muito poluída” a um clima “fresco” a 1h30 de estrada.
- Dez dias: Acrescentar Banaue, duas noites, e aceitar o trajeto: as nossas avaliações avisam que “as estradas estão esburacadas e a viagem não é necessariamente confortável”. Os dois membros que foram voltaram encantados.
- Duas semanas: Pegar um avião para outro lugar: as nossas avaliações são unânimes nesse ponto, Manila é “o aeroporto internacional que facilita o acesso” ao resto das Filipinas. Duas noites em Makati ou em Global City bastam antes do voo.
Quanta estrada entre duas bases?
Nada se faz a pé entre as zonas, e as nossas avaliações dizem isso cada uma do seu jeito: “engarrafamentos monstruosos, especialmente perto de EDSA” na metrópole, e “as estradas estão esburacadas” para subir ao norte. O ônibus é o único transporte que as nossas avaliações citam.
| Percurso | Tempo de viagem | Bom saber |
|---|---|---|
| Intramuros → Makati | 30 a 60 min | 8 km, mas com “engarrafamentos monstruosos”, segundo a nossa avaliação |
| Aeroporto → Makati | 30 min | 8 km, o trajeto mais curto |
| Manila → Tagaytay | 1h30 | 60 km |
| Tagaytay → Talisay | 30 min | “a estrada sinuosa que desce até a borda do lago” |
| Manila → Banaue | 9h | 350 km de ônibus noturno, “as estradas estão esburacadas” |
Rapidinho: nossas recomendações por perfil
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O mapa das zonas em Luzon
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Makati e Global City Makati, Bonifacio Global City
para uma escala, o mais perto possível do aeroporto
A nossa avaliação descreve Makati pelo que brota ali: “Makati é o lugar onde os prédios brotam.” “Praticamente todas as embaixadas ficam em Makati, as sedes das empresas...” Depois julga o bairro, e a frase serve de conselho sobre quanto tempo ficar: “Não é exatamente relaxante, pois tem muita poluição, trânsito, barulho”. O bairro vizinho recebe do mesmo membro o veredito oposto: “você pode encontrar lugares relaxantes, verdes e novos como nas capitais ocidentais (em Global City) […] As ruas são limpas e os prédios são novos. Nenhum problema de criminalidade. É um bairro que vive de dia e de noite, já que a maioria dos filipinos trabalha à noite quando são contratados por empresas estrangeiras. […] Os restaurantes e bares ficam abertos a noite toda.”
Dá para conhecer em um dia, mas não vale a pena ficar mais tempo.
Onde ficar nesta zona
Tune Hotel Makati, Manila city.oudormir_tier_economique
Um 3 estrelas na esquina da E. Mercado com a F. Calderon, a partir de € 27* a diária. Check-in às 14h, check-out às 11h.
Prós
- “Os restaurantes e bares ficam abertos a noite toda” em Global City, observa a nossa avaliação: prático depois de um voo noturno
- “Nenhum problema de criminalidade” nesse bairro, segundo a mesma avaliação
Contras
- “Muita poluição, trânsito, barulho”, avisa a nossa avaliação sobre Makati
- Shoppings, torres de escritórios e embaixadas: pouco para visitar
Intramuros e a velha Manila Intramuros, Rizal, baía de Manila
para as ruas de pedra e a baía ao pôr do sol
É o bairro que a nossa avaliação cita primeiro na sua lista de “lugares para visitar”: “Intramuros: bairro espanhol com ruas de paralelepípedos e casas tradicionais de estilo hispânico”. Em seguida vem “a Baía de Manila para ver o pôr do sol e comer balut para os mais corajosos”. O Parque Rizal completa em poucas palavras: “É um lugar cheio de história e relaxante”. E a mesma avaliação diz sem rodeios o que a cidade também mostra: “você pode encontrar outros bairros extremamente pobres onde as pessoas vivem na rua, catam o lixo para cozinhar as sobras e revender”. A nossa avaliação mais severa diz isso de outro jeito: “O que chama atenção acima de tudo é o contraste gritante entre os hotéis de luxo e a pobreza onipresente nas ruas”.
Intramuros: bairro espanhol com ruas de paralelepípedos e casas tradicionais de estilo hispânico
O que ver e fazer nesta zona
Onde ficar nesta zona
White Knight Hotel Intramuros Custo-benefício
29 quartos num casarão colonial no coração de Intramuros, ou seja, exatamente o bairro que a nossa avaliação descreve, “com ruas de paralelepípedos e casas tradicionais de estilo hispânico”.
Prós
- O bairro mais antigo da metrópole, e o melhor para percorrer a pé, segundo a nossa avaliação
- O SM Mall of Asia e o Robinson's Place ficam perto: as nossas avaliações vão até lá pelas praças de alimentação
Contras
- A nossa avaliação mais severa só vê uma função na cidade: “abrigar o aeroporto internacional”
- “Para quem é sensível à poluição, eu não recomendo esta cidade muito poluída”, escreve a nossa avaliação
Tagaytay e o lago Taal Tagaytay, Picnic Grove, Talisay
para o ar fresco, a 1h30 de Manila
A nossa avaliação descreve ali um estranhamento ao contrário: “O clima lá é fresco, e os pinheiros parecidos com os que crescem na Europa vão fazer você acreditar que está nos Alpes. As casas também se parecem com os chalés das nossas montanhas.” Com a vista que faz a viagem valer: “Empoleirado em Tagaytay, você poderá ver o lago e o menor vulcão em atividade: o Taal.” A mesma avaliação indica o prato, “Experimente a especialidade local, o Bulalo: carne de boi com um caldo”, um endereço, “Faça um passeio até o Sonya's garden, é um lugar fora do tempo; é um jardim com plantas e flores comestíveis”, e uma estrada, “Pegue a estrada sinuosa que desce até a borda do lago para ir conhecer a cidade de Talisay”. As nossas duas avaliações do Picnic Grove dizem para que serve o lugar: “Se você quiser fugir um pouco da cidade de Manila que é super movimentada, o Picnic Grove é um lugar muito bom para ir”.
O clima lá é fresco, e os pinheiros parecidos com os que crescem na Europa vão fazer você acreditar que está nos Alpes.
O que ver e fazer nesta zona
Onde ficar nesta zona
Taal Vista Hotel Custo-benefício
261 quartos de frente para o lago e o vulcão Taal, com duas alas à escolha, lado lago ou lado montanha. É a vista que a nossa avaliação vem buscar: “você poderá ver o lago e o menor vulcão em atividade”.
Prós
- Um clima fresco, a 1h30 da capital
- “Você pode caminhar pelas trilhas ou simplesmente sentar, relaxar e curtir a vista do lago Taal”, observa a nossa avaliação
Contras
- A nossa avaliação avisa que o restaurante do jardim é “bem chique e meio caro para os padrões locais”
- A região se descobre de carro
Banaue e os terraços de arroz Banaue, Ifugao
para os terraços de arroz, no fim de uma longa viagem
As nossas duas avaliações concordam em tudo, inclusive no esforço. A paisagem: “Em plena montanha, essa região oferece uns terraços de arroz espetaculares, esculpidos nas encostas dos morros. O visual é de tirar o fôlego.” “Super autêntica, Banaue vale muito a pena para descobrir a verdadeira alma montanhosa das Filipinas.” O acesso: “saída de Manila de ônibus, mas atenção, as estradas estão esburacadas e a viagem não é necessariamente confortável”. E a mesma recomendação, duas vezes: “contrate um guia que não custa caro nas Filipinas, ele vai te levar para os melhores lugares”, “Dá para fazer trilhas organizadas pelos campos de arroz, curtir paisagens sensacionais e ainda conhecer de perto o povo local.” Os Terraços de arroz de Banaue são Patrimônio Mundial, e é assim que a nossa avaliação começa.
saída de Manila de ônibus, mas atenção, as estradas estão esburacadas e a viagem não é necessariamente confortável
Onde ficar nesta zona
Banaue Hotel Custo-benefício
81 quartos a 1.200 metros de altitude, todos com varanda privativa para os terraços. Um estabelecimento do governo, e o jeito mais simples de ver o panorama que as nossas duas avaliações descrevem sem voltar para a estrada.
Prós
- Encontros, não só paisagens
- “Um guia que não custa caro nas Filipinas”, observa a nossa avaliação
Contras
- Nove horas de ônibus a partir de Manila, e a nossa avaliação avisa: “as estradas estão esburacadas”
- Os terraços se percorrem a pé: não é uma parada para fazer de carro
Nossas dicas para reservar bem
- As nossas três avaliações sobre Manila se contradizem, e é isso que responde à pergunta: É raro três membros discordarem tanto. A mais severa: “Eu tenho que confessar que não curti muito a minha visita a Manila. Tirando a descoberta de alguns mercados interessantes, a cidade não me conquistou.” Outra: “Em Manila você pode encontrar lugares relaxantes, verdes e novos como nas capitais ocidentais (em Global City), o distrito financeiro de Manila.” A terceira: “A comuna de Manila (sem a região metropolitana) e seus 1,6 milhão de habitantes é a mais densa do mundo. […] você obtém um centro urbano hiperativo, hiperfrequentado e totalmente diferente de tudo. Bem, alguns vão achar que é demais, que a cidade é muito congestionada.” As três descrevem a mesma cidade. O que elas não descrevem é o mesmo bairro: em Manila se escolhe o bairro antes do hotel, e são quatro.
- A nossa avaliação mais detalhada cita os bairros um por um, com o uso de cada um: É a lista mais útil da região, e cabe em cinco linhas: “Intramuros: bairro espanhol com ruas de paralelepípedos e casas tradicionais de estilo hispânico” “A Baía de Manila para ver o pôr do sol e comer balut para os mais corajosos” “Greenhills: para fazer compras e pechinchar (smartphones, roupas, objetos, informática...)” “Makati, o centro financeiro e de embaixadas”. E a mesma avaliação já descreveu Global City à parte, porque ali se faz outra coisa: dorme-se com tranquilidade, as ruas são limpas, e “Os restaurantes e bares ficam abertos a noite toda”. Um bairro para cada uso, não um ranking.
- Makati: a própria avaliação dá o tempo de estadia, e é de um dia: “Makati é o lugar onde os prédios brotam.” “Praticamente todas as embaixadas ficam em Makati, as sedes das empresas... enfim, é o coração econômico das Filipinas.” “Não é exatamente relaxante, pois tem muita poluição, trânsito, barulho... Dá para conhecer em um dia, mas não vale a pena ficar mais tempo.” A frase vale em dobro na hora de escolher onde dormir: ela diz que dá para dormir ali, porque é o bairro com o melhor acesso a partir do aeroporto, mas que não é ali que se monta a viagem. O bairro dá razão a ela: lá ficam sobretudo shoppings, torres de escritórios e embaixadas.
- Tagaytay é 1h30 de estrada para mudar de clima, e a nossa avaliação dá os detalhes: “Tagaytay fica a 1h30 ao sul de Manila.” “O clima lá é fresco, e os pinheiros parecidos com os que crescem na Europa vão fazer você acreditar que está nos Alpes.” “As casas também se parecem com os chalés das nossas montanhas.” A mesma avaliação dá a razão econômica do lugar, que não aparece em nenhum outro: “Tagaytay é famosa nas Filipinas por sua terra fértil: lá crescem inúmeras flores e os viveiros entregam suas plantações para o país inteiro.” E o seu endereço, “Faça um passeio até o Sonya's garden, é um lugar fora do tempo; é um jardim com plantas e flores comestíveis. É possível comer por lá, a comida é saudável e à base de vegetais, o que é raro nas Filipinas.”, com a sua ressalva de preço: “bem chique e meio caro para os padrões locais”.
- Banaue exige esforço: nove horas de ônibus, e as nossas duas avaliações recomendam um guia: Os nossos dois membros voltaram encantados, e os dois fazem um alerta sobre o trajeto: “Para chegar lá: saída de Manila de ônibus, mas atenção, as estradas estão esburacadas e a viagem não é necessariamente confortável.” As duas recomendam a mesma coisa na chegada. A primeira, pelo roteiro: “contrate um guia que não custa caro nas Filipinas, ele vai te levar para os melhores lugares”. A segunda, pelo contato com as pessoas: “Dá para fazer trilhas organizadas pelos campos de arroz, curtir paisagens sensacionais e ainda conhecer de perto o povo local.” Com um trajeto desses, ninguém vem por um dia: dorme-se lá.
- Os shoppings, mais úteis do que parecem: Os nossos membros dizem isso sem rodeios, e assumem: “Fiquei impressionado com a quantidade absurda de shoppings e o tamanho deles: os na França são bem pequenininhos perto deles.” O SM Mall of Asia: “O maior shopping da Ásia” “Dá para encontrar marcas que a gente não encontra no Ocidente”. O Robinson's Place, por um motivo gastronômico: “O que eu mais gosto: a praça de alimentação, com entre 50 e 100 restaurantes alinhados uns após os outros oferecendo culinárias diferentes, porque sim, nas Filipinas comer é um verdadeiro hobby!!!! Os filipinos têm o hábito de comer a qualquer hora do dia.” Numa metrópole em que as nossas avaliações descrevem o calor, a poluição e os engarrafamentos, um shopping com ar-condicionado também é refeitório e abrigo.
- A pobreza, que os nossos membros não escondem: Duas das nossas três avaliações sobre Manila falam dela, e de dois pontos de vista. A primeira, depois de descrever Global City: “Por outro lado, você pode encontrar outros bairros extremamente pobres onde as pessoas vivem na rua, catam o lixo para cozinhar as sobras e revender.” A mais severa, que faz disso o motivo para não voltar: “O que chama atenção acima de tudo é o contraste gritante entre os hotéis de luxo e a pobreza onipresente nas ruas.” Quem escolhe um hotel de luxo em Manila precisa saber o que vai ver ao sair, e é esse mesmo contraste que leva o primeiro membro a recomendar um bairro em vez de uma cidade.
- Montar uma viagem inteira em Makati: a nossa avaliação diz “Dá para conhecer em um dia, mas não vale a pena ficar mais tempo”.
- Planejar Banaue em bate-volta a partir de Manila: nove horas de ônibus, e “as estradas estão esburacadas”, segundo a nossa avaliação.
- Contar com a caminhada entre os bairros: a nossa avaliação conta jeepneys, motos e carros que “contam-se aos milhares”, com “engarrafamentos monstruosos, especialmente perto de EDSA”.
- Vir a Manila pela cidade em si se a poluição incomoda você: “Para quem é sensível à poluição, eu não recomendo esta cidade muito poluída”, escreve a nossa avaliação.
- Parar em Luzon: as nossas três avaliações sobre a capital terminam com a mesma recomendação, “Planeje visitar o resto do país”.
Perguntas frequentes: onde ficar em Luzon
Vale a pena dormir em Manila?
Onde ficar perto do aeroporto de Manila?
Como ir de Manila a Banaue?
Para onde ir para fugir do calor de Manila?
Quantas noites em Luzon?
Continue explorando
O que fazer em Luzon
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