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Marrocos: o que fazer, top 18 atrações imperdíveis

Descubra os destinos preferidos dos nossos membros, além de avaliações, informações práticas e fotos de viajantes sobre Marrocos.

As 5 cidades mais bonitas para visitar: Marrocos

#1 Marraquexe +74 recomendações

Marraquexe mexe com todos os sentidos de uma vez só. Nas ruas da medina, o cominho se mistura ao cheiro de couro curtido enquanto ecoa a chamada para a oração na Koutoubia. A cidade vermelha revela seus souks labirínticos, seus riads escondidos com pátios revestidos de azulejos zellige e sua tanjia cozida nas cinzas do hammam. Uma vivência intensa, por vezes desconcertante e sempre marcante.

#2 Rabat +17 recomendações

A capital de Marrocos, na costa atlântica, guarda surpresas bem agradáveis para quem viaja com curiosidade. Fundada no século XII, esta cidade imperial é hoje um polo cultural vibrante onde se sente o pulso da vida marroquina de verdade.

No coração da história marroquina

Patrimônio mundial da Unesco, la kasbah des Oudayas é parada obrigatória em Rabat. Caminhar por esse antigo acampamento militar fortificado é uma verdadeira imersão na trajetória política e cultural do país. Você pode passear pelas ruas estreitas de paredes caiadas e aproveitar o silêncio curioso que reina na kasbah, a poucos metros da Plage de Rabat. Vale a pena visitar o excelente Musée de l'histoire des civilisations, que reconta a história marroquina desde a pré-história até a era islâmica contemporânea.

A dois quilômetros do centro, siga para la nécropole de Chellah. Erguida sobre as ruínas de uma antiga cidade romana, essa necrópole guarda um ar misterioso que instiga a curiosidade. Observe os ninhos de cegonha que cobrem os túmulos em ruínas e aprecie a vista fabulosa para le fleuve Bouregreg. O clima aqui é leve e poético, perfeito para uma caminhada ao pôr do sol, quando a luz fica dourada.

A vida no ritmo marroquino

Entre os mercados da cidade, passe no tradicional souk de Rabat. Com menos turistas que os concorrentes de Fès ou Marrakech, o local oferece mais tranquilidade para garimpar com calma. Os artigos de couro mais bonitos ficam na Rue des Consuls. Se não se importar em ziguezaguear pelas vielas, aproveite para provar uma pastilla (torta folhada recheada com carne e amêndoas), saborear um tajine ou se render aos doces como chebakias (biscoitos com flor de laranjeira, anis e amêndoa), briwates (triângulos folhados de amêndoa) e outras delícias do Magrebe.

Para desacelerar depois do movimento do souk, nada melhor que le jardin d'essais botaniques, criado em 1914 por Lyautey no início do protetorado francês. É o lugar ideal para caminhar sem pressa e seguir o ditado local de que quem tem pressa já morreu. Se preferir a costa, dá para caminhar até a praia, mas vale o alerta de que o mar costuma ser bravo e, infelizmente, há problemas com limpeza na faixa de areia.

Quando ir?

Rabat tem clima oceânico e os termômetros raramente passam dos 30°C, o que torna a capital marroquina uma ótima escolha em praticamente qualquer época do ano. Para pegar menos chuva e aproveitar os dias ensolarados, o ideal é planejar a viagem entre maio e outubro.

Como ir?

Para quem sai do Brasil, o caminho mais comum envolve uma conexão na Europa ou Casablanca antes de chegar a Rabat. A partir de capitais europeias como Paris, há diversas opções de voos diretos para o aeroporto da cidade, com tarifas que costumam variar entre 80 euros (cerca de 500 reais, partindo de Paris-Beauvais) e 200 euros (cerca de 1.250 reais, partindo de Orly ou CDG).

#3 Fez +12 recomendações

Fez não fica devendo nada a Marrakech, sua famosa vizinha marroquina. Esta cidade imperial guarda um patrimônio histórico impressionante com mais de 1.200 anos. Nos últimos anos, Fez consolidou seu espaço como um dos destinos turísticos mais procurados do Norte da África.

A medina, um mundo à parte

O coração de Fez pulsa em sua medina, reconhecida como Patrimônio Mundial da Unesco desde 1981. É a maior de todo o Norte da África, com mais de 9.000 ruelas labirínticas. Ao contrário do que se possa imaginar, vale a pena se perder pelas ruas deFès-el-Bali, a parte mais antiga. A entrada é feita por um dos quatorze portões sagrados erguidos no século XII ao redor da cidade velha. Bāb-Boujloud é o mais impressionante de todos, decorado com azulejos azuis e verdes. As ruas comerciais de Talâa-Kbira, ao norte, e Tala-Seghira, ao sul, reúnem dezenas de comerciantes e bancas de comida em meio a um cenário vibrante de sons, aromas e cores. Cooperativas locais oferecem oficinas para aprender os segredos do óleo de argan, da confeitaria marroquina e da tecelagem tradicional. A madraça (escola corânica) Bou-Inania é considerada o monumento mais bonito da medina de Fez. Trata-se de um palácio detalhado com bronze trabalhado, madeira de cedro pintada, ônix, mármore e azulejos. Os Tombeaux des Mérinides também merecem a visita, especialmente para contemplar a vista panorâmica da medina no pôr do sol.

Mesquita, festival e curtumes

A cidade nova de Fez, conhecida como Fès-el-Jedid, também guarda atrações imperdíveis. A mesquita de Karaouine funciona simultaneamente como a universidade mais antiga do mundo em funcionamento e um importante templo islâmico. Sua capacidade é tão grande que abriga até 20.000 fiéis. Como a entrada é restrita a muçulmanos, visitantes de outras crenças podem apreciá-la apenas do lado de fora. O musée Batha, instalado em um palácio de veraneio do século XIX, abriga um acervo expressivo de arte e artesanato marroquino, incluindo esculturas, tecidos berberes e instrumentos musicais. O jardim de estilo andaluz do museu sedia anualmente o Festival des musiques sacrées du monde, um dos maiores eventos do gênero no planeta, reunindo músicos de várias nacionalidades. Debates literários, exibições de filmes e exposições completam a programação. O Musée Nejjarine des arts et métiers du bois é outra parada obrigatória para quem se interessa pela marcenaria tradicional.

Outro ponto marcante da cidade é o bairro dos curtidores, que oferece uma experiência sensorial intensa. Próximo à praça as-Seffarine, os tanneries Chouara produzem couros e peles famosos pela alta qualidade. Pela manhã, é possível observar os tanques repletos de corantes naturais e acompanhar o trabalho artesanal de perto.

Quando ir

O clima em Fez é ameno na maior parte do ano, mas a primavera e o outono oferecem as condições mais agradáveis. Os meses de verão registram temperaturas muito elevadas que podem tornar os passeios cansativos. Junho é uma excelente época para visitar a cidade e aproveitar o Festival de Músicas Sacras do Mundo.

Como ir

Quem viaja do Brasil costuma fazer conexões em capitais europeias como Madri, Paris ou Lisboa antes de pousar no aeroporto de Fez. Passagens aéreas fora da alta temporada podem custar a partir de 40 euros (cerca de 250 reais), variando conforme a companhia aérea e a antecedência da reserva.

#4 Casablanca +3 recomendações

Maior cidade do Marrocos, Casablanca mistura modernidade e tradição urbana. A imponente mesquita Hassan II e as ruas estreitas da antiga medina guardam os pontos altos da visita. O bairro em estilo Art Déco revela a herança colonial nas fachadas dos prédios, enquanto a orla de Aïn Diab reúne quiosques e calçadão à beira do Atlântico. A cidade combina traços arquitetônicos variados e áreas contemporâneas para quem viaja em busca de um panorama urbano dinâmico.

#5 Agadir +2 recomendações

Destruída por um terremoto em 1960, Agadir foi reerguida pensando no sol em vez do folclore: esqueça a medina secular por aqui, dê lugar a seis quilômetros de praia e a uma luminosidade atlântica que lembra o litoral da Califórnia. É um destino de praia seguro, ideal para viagens em família ou para curtir fora de temporada.

A vinte minutos dali, Taghazout atrai surfistas de todos os cantos em busca de ondas em picos como Anchor Point.

Ranking das 13 atividades selecionadas pela redação: Marrocos

#1 Praça Jemaa el-Fna (Marraquexe) +18 recomendações 4.2/5

Coração pulsante de Marraquexe dia e noite, a Praça Jemaa el-Fna oferece uma atmosfera única para quem quer vivenciar o folclore local, reconhecido como patrimônio imaterial da UNESCO. De dia, encantadores de serpentes e contadores de histórias ocupam o espaço. À noite, os terraços dos restaurantes tomam conta do local com cuscuz e tajines.

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#2 Mesquita Koutoubia (Marraquexe) +7 recomendações 5/5

A Mesquita Koutoubia, erguida no século XII pelos almôadas, domina Marraquexe com seu minarete de 77 metros em arenito rosa. Maior mesquita da cidade, deve seu nome aos livreiros que antes trabalhavam ali. Sua arquitetura inspirou a Giralda de Sevilha e a torre Hassan de Rabat. Aberta apenas a muçulmanos, ela pode ser admirada de seus jardins exuberantes.

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#3 Mesquita Hassan II (Casablanca) +7 recomendações 4.5/5

A Mesquita Hassan II em Casablanca, uma das maiores do planeta, é uma obra-prima da arquitetura moderna, com um minarete de 210 metros, o mais alto do mundo. Situada em parte sobre o oceano Atlântico, ela une tradição e modernidade. Aberta a visitas guiadas para não muçulmanos, permite explorar seu interior suntuoso, incluindo a sala de oração e as salas de abluções. Sua localização e dimensões impressionantes tornam o local obrigatório para quem visita Casablanca.

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#4 Chellah (Rabat) +4 recomendações 4.5/5

O Chellah abriga uma necrópole merínida que remonta à Antiguidade. Construído sobre uma antiga cidade romana, este sítio arqueológico em Rabat virou ponto turístico essencial de Marrocos. A área recebe anualmente desde 2005 o festival Jazz au Chellah e integra desde 2012 o patrimônio mundial da UNESCO.

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#5 Jardim Majorelle (Marraquexe) +4 recomendações 5/5

Criado em 1923 pelo pintor francês Jacques Majorelle e salvo da demolição em 1980 por Yves Saint Laurent e Pierre Bergé, este jardim botânico de um hectare no bairro de Guéliz é a atração paga mais visitada de Marrocos. Seu azul cobalt icônico, suas trezentas espécies vegetais e seus dois museus oferecem muito mais do que um simples passeio.

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#6 Museu da Fotografia de Marraquexe (Marraquexe) +4 recomendações 4/5

Instalado desde 2009 em um antigo fondouk do século XIX na medina, este museu reúne mais de 10.000 peças fotográficas que cobrem Marrocos de 1879 a 1960 entre placas de vidro, retratos e cenas de rua. Muito menos movimentado que o Jardim Majorelle, surpreende pela arquitetura e pelos arquivos. O terraço entrega uma das vistas mais bonitas sobre os telhados de Marraquexe.

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#7 Palácio da Bahia (Marraquexe) +4 recomendações 4/5

O Palácio da Bahia revela o estilo de vida da nobreza marroquina do século XIX através de 160 cômodos ricamente decorados. Tetos pintados, azulejos zellige coloridos, estuques esculpidos e pátios sombreados formam um cenário impressionante. Construída pelo vizir Ba Ahmed, esta obra-prima arquitetônica oferece um mergulho profundo na sofisticação da era alauíta em Marraquexe.

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#8 Sítio Arqueológico de Volubilis (Moulay Idriss Zerhoun) +3 recomendações 5/5

Marrocos guarda sítios arqueológicos que remontam à Antiguidade. O Sítio Arqueológico de Volubilis é um dos mais marcantes, uma cidade romana erguida sobre uma antiga localidade púnico-berbere. Antiga capital do reino da Mauritânia, ela fica na planície do Saïss, às margens do rio Rhoumane e perto de Moulay Idriss Zerhoun.

#9 Estádio Príncipe Moulay Abdellah (Rabat) +1 recomendação 5/5

Reconstruído em 2025, o Estádio Príncipe Moulay Abdellah domina o cenário esportivo de Marrocos com seus 69.500 lugares e uma fachada dourada ultramoderna inspirada nas palmeiras de Rabat. Sede da CAN 2025 e palco da Copa do Mundo de 2030, o local recebe os jogos da seleção nacional e do clube AS FAR em um complexo esportivo completo.

#10 Kasbah de Chefchaouen (Chefchaouen) +1 recomendação 5/5

Construída no século XV, a Kasbah de Chefchaouen é uma das principais atrações do Marrocos. A fortaleza fica na praça Outa El-Hamman, perto da grande mesquita. Chefchaouen, também chamada de Chaouen, está a 600 metros de altitude na cordilheira do Rif, abrigada pelos montes Kelaa e Meggou. A kasbah funciona como o núcleo histórico da cidade.

#11 Estádio Ibn Batouta (Tânger)

Maior estádio da CAN 2025 com 75.500 lugares, o Estádio Ibn Batouta homenageia o famoso explorador. Totalmente reformado entre 2023 e 2025, ele conta com uma cobertura de 55.000 m² e arquibancadas próximas ao campo após a remoção da pista de atletismo. Preparado para a Copa do Mundo de 2030, ele recebe o Ittihad de Tanger e partidas internacionais.

#12 Medina de Casablanca (Casablanca)

Reconstruída em 1770 após um terremoto devastador, a medina de Casablanca é a mais recente de Marrocos. Sua arquitetura mistura influências árabes-muçulmanas e europeias, mostrando um passado cosmopolite. Entre souks movimentados, o baluarte da Sqala, o triângulo monoteísta e santuários, ela proporciona uma experiência autêntica na capital econômica marroquina.

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#13 Estádio Mohammed V (Casablanca)

O Estádio Mohammed V de Casablanca, inaugurado em 1955 no coração da cidade, é o maior estádio do Marrocos, com capacidade para 67.000 torcedores. Casa dos clubes rivais Raja e Wydad, o local pulsa com uma atmosfera eletrizante proporcionada pelas torcidas organizadas em partidas de peso, como a Liga dos Campeões da CAF.

Visitar o Marrocos, ponto de encontro entre o Oriente e o Ocidente

Bem pertinho da Europa, o Marrocos é aquele destino que mexe com o imaginário de quem quer viajar. O país reúne todas as promessas do Oriente em um só lugar. A agitação de Marrakech e o silêncio do deserto formam um contraste impressionante.

Cidades com identidades marcantes e charme autêntico

Marrakech, a mais turística

As cidades marroquinas são conhecidas pela beleza e pela autenticidade. Vale a pena incluir no roteiro Marrakech, nem que seja só para sentir a energia da praça Jemaa-el-Fna. Visite também o famoso jardin Majorelle, que foi a última residência de Yves Saint Laurent, além da Medersa Ben-Youssef, a maior escola corânica do país. A agitação dos souks e da medina, aquele labirinto de ruelas considerado Patrimônio da Unesco, é parada obrigatória.

Casablanca, Fez e Meknes, três versões de um mesmo país

Depois, siga para Casablanca para admirar os belos prédios em estilo mouro e Art Déco, além da grandiosa mesquita Hassan II. Banhada pelo oceano Atlântico, a capital econômica marroquina é a cidade mais agitada, com ótimos restaurantes, espetáculos e opções de lazer.

A cidade de Fez atrai visitantes principalmente por causa de sua medina, famosa por ser um verdadeiro labirinto. Não tenha medo de se perder e se deixar surpreender pelo que aparece em cada esquina. Todos os anos, no mês de junho, acontece ali um importante festival de músicas sacras do mundo.

Entre as outras joias marroquinas, vale citar Meknes, uma cidade imperial com portões monumentais e muito charme.

A imensidão silenciosa do deserto do Saara

O deserto sempre exerceu um fascínio inexplicável sobre as pessoas. O Saara não é exceção, sendo talvez a extensão de areia mais famosa do mundo.

Dunas a perder de vista

Um passeio de dromedário pelas dunas do erg Chebbi é uma experiência marcante, especialmente quando o sol se põe e tinge a areia com um tom rosado. Para observar as estrelas, que brilham com intensidade nessa região, explore as dunas do erg Chigaga ao cair da noite.

Vestígios do passado

Outro roteiro inesquecível leva você ao Vale do Draa, no caminho entre Marrakech e o Mali. Pelo trajeto, surgem as fortalezas de tijolo cru de Timidarte, Zagora, Agdz... Ao anoitecer, vale a pena se hospedar em um casbah: antigas paradas na rota das caravanas que hoje funcionam como pousadas charmosas.

As montanhas verdejantes do Atlas

No centro do Marrocos, a paisagem muda radicalmente em relação ao Saara. As terras sobem para formar a cordilheira do Atlas. Por ali, a natureza é bem mais verde, com outonos chuvosos e picos cobertos de neve no inverno.

Os praticantes de trekking encontram no Alto Atlas e nas vilas berberes o cenário ideal para caminhadas. Os mais experientes podem tentar a ascensão do monte Toubkal que, com 4.167 metros de altitude, é o pico mais alto do norte da África. Depois do esforço, a recompensa: tomar um chá tradicional de menta ou de absinto selvagem é um ritual revigorante.

Praias convidativas para banho e surfe

Prefere mar? O Marrocos também oferece ótimas opções para quem gosta de praia e esportes náuticos. Cidades litorâneas como Agadir, com extensas faixas de areia fina, e Essaouira, conhecida pelo clima descontraído, são perfeitas para relaxar à beira do oceano Atlântico.

Para quem busca ondas, os picos de Taghazout, Dakhla e Sidi Kaouki estão entre os melhores do país, com opções tanto para iniciantes quanto para surfistas experientes.

Uma culinária perfumada com especiarias e sabores mediterrâneos

A gastronomia marroquina se destaca pelos pratos ricos em sabor, misturando influências berberes, árabes e mediterrâneas. O cuscuz, tradicionalmente preparado às sextas-feiras, e o tajine, cozido lentamente com especiarias e frutas secas, são pratos essenciais. Na parte doce, os doces à base de amêndoa e mel, como os chifres de gazela, acompanham perfeitamente um chá de menta bem quente.

 

Quando ir?

A melhor época para visitar o Marrocos é na primavera, entre abril e maio, ou no outono, de setembro a outubro. Durante o verão, o calor costuma ser bastante forte e difícil de aguentar. O inverno é agradável em Marrakech, mas as noites no deserto são congelantes.

Como chegar?

O Marrocos conta com vários aeroportos internacionais. Os mais movimentados são o Mohammed V em Casablanca, o Ménara em Marrakech e o aeroporto de Fez. Para voar a partir do Brasil, os preços variam bastante conforme a companhia e a antecedência, mas o país fica a cerca de 3 horas de voo de capitais europeias como Paris, rota comum de conexão.

Como circular?

O Marrocos possui uma boa rede de trens e ônibus, o que facilita os deslocamentos entre grandes cidades como Casablanca, Marrakech e Fez. Os grandes táxis, geralmente compartilhados, funcionam bem para rotas interurbanas, enquanto os pequenos táxis resolvem a locomoção urbana. Para explorar áreas mais isoladas ou regiões desérticas, alugar um carro garante mais liberdade e autonomia no roteiro.

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