Terre-de-Haut en Guadeloupe

Onde dormir em Guadalupe: as melhores zonas (2026)

Vista do alto, a ilha desenha uma borboleta. Suas duas asas não oferecem a mesma viagem. A leste, Grande-Terre é plana e seca: areia branca, lagoas e quase todos os hotéis. A oeste, Basse-Terre sobe a 1.467 metros sob a floresta, abrrigando o vulcão, as cachoeiras e os melhores pontos de mergulho.

Uma ponte de poucas centenas de metros as conecta, e muita gente se hospeda no lado errado para o que veio fazer. Três bases a seguir. Conte com € 110* para um bom quarto no lado das praias, ou melhor, € 130* em um aluguel na costa oeste. KassandraR, que esteve lá, resume a segunda.

Compare os preços dos hotéis em Guadalupe

Com pressa? Encontre as melhores ofertas de hospedagem em 3 cliques.

Compare em tempo real as ofertas de Booking, Expedia, Agoda e outros parceiros.

Um lugar excepcional que não dá para perder. É um verdadeiro paraíso para quem curte mergulho e snorkeling. Dá para explorar as águas cristalinas, que são cheias de peixes coloridos, corais e tartarugas.

Quantas noites por zona?

As duas asas se conectam por uma ponte, mas espere uma hora de carro entre as praias do leste e os pontos de mergulho do oeste. Uma viagem de uma semana rende mais dividida em duas bases.

  • Uma semana, praias e natureza: 4 noites no sul da Grande-Terre, 3 na costa sotavento. Essa divisão evita dirigir duas vezes por dia pela estrada da ponte.
  • Dez noites: 4 no sul da Grande-Terre, 4 na costa sotavento, 2 nas Saintes. O arquipélago entra naturalmente no final, com a barca partindo do sul de Basse-Terre.
  • Viagem de mergulho, 5 noites: Tudo na costa sotavento, bem perto de Malendure. Ficar hospedado na parte leste exigiria duas horas de estrada por dia de mergulho.
  • Econômico: Um bangalô na costa sotavento, onde predominam as casas de aluguel em vez de hotéis e onde dá para cozinhar por conta própria.

Rapidinho: nossas recomendações por perfil

Escolha o perfil que se parece consigo e vá direto à zona recomendada.

O mapa das zonas em Guadalupe

Veja como as zonas se situam umas em relação às outras antes de escolher a sua base. Clique num nome para ir à sua descrição.

1

Grande-Terre sul, de Sainte-Anne a Saint-François Ala leste

para as praias, o lago e o conforto de hotel

A costa protegida pela barreira de corais alinha lagoas rasas e faixas de areia branca: a plage de la Caravelle em Sainte-Anne, a anse à la Gourde e a Pointe des Châteaux mais a leste, onde o Atlântico volta a ditar as regras. Hotéis, restaurantes e marina se concentram nessa única faixa. O lado negativo é óbvio: a paisagem é plana e seca, e o restante da natureza da ilha fica a uma hora de carro.

Onde dormir nesta zona

La Toubana Hotel & Spa Luxo

Bangalôs e suítes debruçados sobre a baía de Sainte-Anne, com piscina e spa. Em dias limpos, a vista alcança o vulcão La Soufrière, o que resume bem o espírito da ilha.

Ver disponibilidade

Eden Lodge 4 Villas avec piscine privée Luxo

Exclusivo para adultos, quatro vilas com piscina privativa e jardim em Saint-François. A escolha certa para quem busca sossego e prefere cozinhar por conta própria em vez de enfrentar um buffet.

Ver disponibilidade

Hôtel Guadeloupe Palm Suites Custo-benefício

Piscina ao ar livre, jardim e estacionamento gratuito em Saint-François, a poucos minutos da marina. Sem frescuras, com ótima localização para explorar a ponta leste.

Ver disponibilidade

Prós

  • Lagoas calmas e rasas, ótimas para crianças
  • A maior concentração de hotéis e restaurantes da ilha
  • O aeroporto a menos de quarenta minutos

Contras

  • Relevo plano e vegetação seca, bem longe da imagem clássica da ilha
  • Uma hora de estrada até a floresta, as cachoeiras e os pontos de mergulho
2

A costa sotavento, de Deshaies a Bouillante Ala oeste

para mergulhar, explorar a floresta e relaxar

A costa oeste de Basse-Terre fica protegida dos ventos, o que garante um mar calmo como um espelho. A reserva Cousteau, em frente à praia de Malendure, é o principal ponto de mergulho da região, e KassandraR lembra que também dá para conhecê-la de stand-up paddle, caiaque ou barco com fundo de vidro, mesmo sem saber mergulhar. Mais ao norte, Deshaies e seu jardim botânico mantêm o ritmo de vila de pescadores. O contraponto: chove mais por ali, e a areia é escura.

Deshaies é o lugar perfeito se você busca paz e tranquilidade. Todas as praias são maravilhas, com um carinho especial pela de Grande Anse. Não deixe de visitar o jardim botânico: a vegetação tropical é incrível e vale muito a pena.

Onde dormir nesta zona

Domaine Choco Vanille Luxo

À beira-mar em Deshaies, com piscina voltada para a baía. O endereço perfeito para quem busca tranquilidade sem abrir mão do conforto.

Ver disponibilidade

Le manguier les hauts de deshaies Custo-benefício

No alto das colinas, com ar-condicionado, piscina privativa e vista para o mar. É preciso estar de carro, o que é o preço a pagar pela paz.

Ver disponibilidade

BUNGALOW La Tortue Bleue Econômico

Um bangalô simples em Bouillante, com terraço e estacionamento privativo. Perto de Malendure, ideal para pegar o primeiro barco de mergulho pela manhã.

Ver disponibilidade

TropicAngel ECOLODGE de Charme Custo-benefício

Ecolodge com piscina e jardim em Pointe-Noire, bem no meio do caminho entre os pontos de mergulho e as trilhas da floresta. O equilíbrio perfeito entre os dois programas.

Ver disponibilidade

Prós

  • O melhor mergulho do arquipélago, a dez minutos de barco
  • A floresta, as cachoeiras e as trilhas bem perto dali
  • Vilarejos calmos, longe da concentração hoteleira do leste

Contras

  • Chove bem mais do que em Grande-Terre, principalmente à tarde
  • Poucos hotéis: a oferta se resume a aluguéis de temporada e bangalôs
3

Les Saintes, em Terre-de-Haut Arquipélago ao sul

para uma escapada, raramente para a viagem toda

Vinte minutos de travessia de barco saindo de Trois-Rivières e a sensação é de estar em outro lugar: um vilarejo de venezianas coloridas, uma baía frequentemente listada entre as mais belas do mundo e carrinhos de golfe e scooters como únicos meios de transporte. Duas ou três noites bastam para explorar tudo e também para entender o motivo pelo qual as pessoas ficam. O lado negativo existe: a oferta de hospedagem se resume a aluguéis e pousadas domiciliares, exige reserva antecipada e o abastecimento depende do barco.

Onde dormir nesta zona

Les hamacs aux Saintes Econômico

Jardim e terraço bem perto do vilarejo, em uma estrutura propositalmente simples. Ideal para passar a noite na ilha em vez de voltar com a última barca.

Ver disponibilidade

Prós

  • Um vilarejo para pedestres, sem trânsito ou concreto
  • A baía e o Chameau, que se sobe em uma hora de caminhada
  • A travessia saindo de Trois-Rivières, rápida e frequente

Contras

  • Quase nenhum hotel: casas de temporada e pousadas, para reservar com antecedência
  • Tudo chega de barco, o que encarece os preços em comparação com a ilha principal da Guadalupe

Nossas dicas para reservar bem

  • A Soufrière se escala, não se contempla de longe: O vulcão chega a 1.467 metros de altitude e a trilha parte dos Bains Jaunes, a cerca de trinta quilômetros de Bouillante. Sair cedo é a regra: o topo fica encoberto no fim da manhã e a chuva ali é rotina. Não há nenhuma hospedagem recomendável por lá, então o jeito é voltar para dormir na costa.
  • Um carro, exceto nas Saintes: Os ônibus não chegam às praias nem ao início das trilhas, e os táxis saem caro. O carro é o verdadeiro custo oculto da viagem. A exceção é Terre-de-Haut, onde o vilarejo se explora a pé e o resto de motoneta.
  • A estação seca e a época de chuvas são bem diferentes: De dezembro a abril, a estação seca traz dias ensolarados e preços altos. De julho a novembro, o inverno caribenho traz chuvas e risco de furacões, com tarifas que despencam. A costa oeste recebe mais água do que a leste em qualquer época do ano.
Onde evitar ficar em Guadalupe (sinceramente)
  • Usar Pointe-à-Pitre como base: é onde ficam o porto e o aeroporto, não uma cidade para se hospedar. O centro vale a visita pelo mercado e pelo Memorial ACTe em meio período, e depois a gente segue para dormir em outro lugar.
  • Escolher a Grande-Terre quando o foco for a natureza: as cachoeiras, a floresta e o mergulho ficam todos na outra ilha, e a estrada da ponte eng A hora de pico complica o trânsito por ali. Esse é o erro mais comum na ilha.
  • Reservar uma única noite nas Saintes: as lanchas determinam o ritmo do dia, e sobram poucas horas no destino para duas travessias. Duas noites mudam tudo.

Perguntas frequentes: onde ficar em Guadalupe

Grande-Terre ou Basse-Terre, onde dormir?
Grande-Terre pelas praias, lagoas e hotéis; Basse-Terre para mergulho, floresta e o vulcão. As duas metades são ligadas por uma ponte, mas leva-se uma hora de carro de ponta a ponta.
Onde dormir gastando pouco em Guadalupe?
Na côte sous-le-vent, onde predominam bangalôs e imóveis com cozinha própria, na faixa de € 130*. Do lado leste, a beira-mar começa mais cara e dispara na alta temporada.
Guadalupe é um destino indicado para famílias?
Sim, especialmente no sul de Grande-Terre, onde a barreira de corais garante águas calmas e rasas. A costa oeste atende crianças que já nadam, enquanto o norte de Grande-Terre tem ondas fortes.
Quantas noites passar na ilha?
Uma semana para conhecer as duas metades sem correria, dez dias para incluir as Saintes. Menos de cinco noites, vale mais a pena focar em um lado só.
É necessário alugar carro?
Sim, em quase todo lugar, exceto nas Saintes. Praias, inícios de trilhas e pontos de mergulho ficam fora das rotas de ônibus, e pegar táxi sai bem mais caro que a diária do aluguel.
Qual é a melhor época para ir?
De dezembro a abril, na estação seca, com dias ensolarados e tarifas no topo. Maio e junho trazem um bom equilíbrio. De julho a novembro, o período chuvoso traz aguaceiros, alta umidade e risco de furacões.
Guadalupe Continue explorando O que fazer em Guadalupe

Comentários (0)

para deixar um comentário.

Ainda não há comentários. Seja o primeiro!