Reykjavik

Onde ficar em Reiquiavique: os melhores bairros (2026)

Aqui, a geografia não vai exigir grandes escolhas de você. A capital islandesa tem cento e vinte mil habitantes, e você vai de um extremo a outro do centro em meia hora de caminhada: nenhum setor fica realmente longe da Hallgrímskirkja nem dos cais.

O que pesa mesmo é o preço. Um quarto no 101 sai por € 150 a € 250*, uma guesthouse um pouco mais afastada custa de 100 a 150, e uma cama em dormitório, de 40 a 60. As quatro regiões abaixo vão da mais central à mais distante: vale a pena pensar no quanto vale, para você, a caminhada evitada.

Para ter tempo de visitar tudo isso, Reiquiavique, a capital do país, é uma excelente base.

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O mapa dos bairros em Reiquiavique

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O 101, ao redor da Laugavegur O centro, entre a colina e o lago

para uma primeira viagem e para curtir a noite

É a Reiquiavique dos cartões-postais: casas de zinco colorido, murais em cada empena e a Hallgrímskirkja dominando tudo do alto da colina. A rua Laugavegur concentra os bares, os restaurantes e as lojas de lã, sendo o lugar onde a cidade ferve até tarde e sem frescura. O lado negativo é duplo: os preços são os mais altos do país e as noites de fim de semana chegam barulhentas aos quartos de frente para a rua.

Gostei da arte urbana, da simplicidade dos bares e dos tricôs nas árvores (sim, sim, estava na moda!).

O que ver e fazer no bairro

Igreja de Hallgrímur

Igreja de Hallgrímur

+15 recomendações
Rua Laugavegur

Rua Laugavegur

+10 recomendações

Onde ficar neste bairro

Canopy by Hilton Reykjavik City Centre Luxo

Endereço recente a cento e cinquenta metros da Laugavegur, com aquele visual escandinavo limpo que domina por aqui. Você sai do hotel e já está no meio dos bares.

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Hótel Frón Custo-benefício

Bem na Laugavegur, com quartos e estúdios equipados com cozinha compacta. Cozinhar uma refeição sim, outra não, alivia bastante a conta de uma semana na Islândia.

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Loft Hostel Econômico

Albergue bem no centro, cujo bar na cobertura funciona como ponto de encontro para viajantes. A melhor localização possível pelo preço de um dormitório.

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Prós

  • A pé por todo o centro e pelos bares
  • As vans de passeio passam por aqui

Contras

  • As tarifas mais caras da cidade
  • Barulhento nas noites de sexta e sábado
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O porto velho e Grandi Na orla, no setor noroeste

pelo mar, pelas baleias e por uma região um pouco mais tranquila

A cinco minutos a pé do centro, o porto manteve seus galpões e barcos de pesca, reconvertidos em cafés e museus. É de lá que saem os passeios de observação de baleias, e o bairro de Grandi, logo ao lado, virou o polo de ateliê de artistas e sorveterias artesanais. A sala de concertos Harpa fecha a perspectiva do lado da cidade. Dá para dormir com tranquilidade e continuar a uma curta caminhada de Laugavegur.

Onde ficar neste bairro

Exeter Hotel Luxo

No porto, em um prédio de tijolos reformado. Quartos limpos e uma ampla área comum, com os cais e o Harpa descendo a rua.

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LOCAL 101 Custo-benefício

Hospedagem aconchegante entre o porto e o centro, no meio do caminho para qualquer lugar. A escolha ideal quando você quer a calmaria à beira-mar sem ter que caminhar vinte minutos à noite.

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Butterfly Guesthouse Econômico

Pousada simples bem perto dos cais, com cozinha compartilhada. Uma das raras opções com bom custo-benefício nessa distância do centro.

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Prós

  • Saída para os passeios de baleia logo abaixo do hotel
  • Mais sossegado que Laugavegur, mas perto de tudo

Contras

  • Menos opções de restaurantes abertos até tarde
  • O vento gelado do mar aperta no inverno
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Laugardalur A leste, ao redor do vale termal

para famílias e pela grande piscina geotérmica

O vale de Laugardalur funciona como o parque central de Reiquiavique: abriga a maior piscina geotérmica da cidade, um jardim botânico, um zoológico de fazenda e o estádio nacional, tudo reunido em uma ampla área verde. É o reduto favorito de famílias e de quem viaja por mais tempo, oferecendo hotéis amplos e facilidade para estacionar. Espere uma caminhada de trinta minutos até o centro, ou poucos minutos a bordo de um ônibus.

Onde ficar neste bairro

Grand Hotel Reykjavik Luxo

O grande hotel da zona leste, ideal para grupos e eventos corporativos, com spa e restaurante próprios. As vans de excursão passam por lá, o que facilita bastante a logística.

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Hotel Cabin Custo-benefício

Quartos compactos e práticos voltados para a baía, a quinze minutos de ônibus do centro. Uma das relações custo-benefício mais sólidas da cidade.

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Lækur Hostel Econômico

Quartos individuais e dormitórios na beirada do vale, equipados com cozinha compartilhada. Dá para passar várias noites sem que o orçamento de hospedagem fuja do controle.

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Prós

  • A piscina geotérmica e o parque bem pertinho
  • Preços consideravelmente mais baixos que no código postal 101

Contras

  • Meia hora de caminhada até o centro
  • Pouco movimento nas ruas à noite
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Öskjuhlíð e Perlan Na zona sul, sobre a colina arborizada

pela tranquilidade, pela natureza na cidade e pelos preços

A colina arborizada de Öskjuhlíð abriga a cúpula do Perlan e seus reservatórios de água quente, com vista panorâmica da cidade e da baía. Logo abaixo, a praia geotérmica de Nauthólsvík permite nadar em água aquecida, mesmo no inverno. É a região mais verde e sossegada, mas também aquela em que você mais depende do ônibus: o centro fica a cerca de vinte minutos.

Onde ficar neste bairro

Berjaya Reykjavík Natura Hotel Custo-benefício

Grande hotel ao pé da colina, com piscina e spa geotermal. A dez minutos a pé do aeroporto doméstico, de onde partem os voos internos.

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IGDLO Guesthouse Custo-benefício

Pousada sossegada entre a colina e o centro, com cozinha à disposição. A escolha ideal para quem quer verde sem se afastar muito da muvuca.

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Bus Hostel Reykjavik Econômico

Albergue ao sul do centro, muito frequentado por viajantes que emendam um passeio no outro: várias vans de excursão partem da porta.

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Prós

  • A colina, a vista do Perlan e a praia aquecida
  • As tarifas mais em conta do guia

Contras

  • O ônibus se torna necessário para chegar ao centro
  • Nada para fazer no local à noite

Nossas dicas para reservar bem

  • O Blue Lagoon não fica na cidade: As águas termais ficam a cinquenta quilômetros de Reykjavík, no caminho para o aeroporto de Keflavík, e não em algum bairro da capital. Muita gente passa por lá ao chegar ou ao partir, com as malas no porta-malas, pois é o momento mais prático. A escolha da sua região de hospedagem não interfere em nada nessa visita.
  • Cozinhar muda o orçamento da semana: Comer fora todas as noites pesa no bolso na Islândia. Vários endereços indicados no guia contam com uma kitchenette ou cozinha compartilhada, e os supermercados do centro atendem perfeitamente. Em uma viagem de sete dias, isso costuma definir a diferença de preço entre duas categorias de hospedagem.
  • Confira de onde sai a sua excursão: Círculo Dourado, Costa Sul, auroras boreais: a maioria dos passeios parte de van, com pontos de embarque espalhados pela cidade. Alguns passam na porta dos hotéis grandes, enquanto outros exigem ir até uma parada central. Dê uma olhada na lista de pontos de coleta antes de reservar seu hotel, especialmente se for ficar na zona leste ou sul.
Onde evitar ficar em Reiquiavique (sinceramente)
  • Reservar longe do centro achando que vai dar para ir a pé para todo lado: Reykjavík é compacta, mas o inverno lá é muito ensolarado pelo vento e escuro em boa parte do dia. Vinte minutos de caminhada agradável em julho viram um sacrifício em janeiro, e o ônibus não passa a cada cinco minutos.
  • Escolher um quarto na Laugavegur pela localização sem pensar no barulho: a rua ferve até tarde nos fins de semana, e as janelas na Islândia não abafam a algazarra. Um quarto voltado para os fundos, no mesmo hotel, raramente custa mais caro.
  • Ficar perto do aeroporto de Keflavík para economizar: ele fica a quarenta e cinco minutos de carro da cidade. Só vale para dormir na véspera de um voo muito cedo, nunca para turistar na capital.

Perguntas frequentes: onde ficar em Reiquiavique

Qual bairro escolher para uma primeira visita a Reykjavík?
O 101, nos arredores da Laugavegur. A cidade é tão compacta que essa região deixa tudo pertinho a pé: a Hallgrímskirkja, o porto, os museus, os bares. É também a mais cara, mas em duas ou três noites a diferença cabe no bolso e você economiza com transporte.
Onde ficar barato em Reykjavík?
Em dormitório: espere gastar € 40 a € 60* por cama, inclusive bem no centro. Os albergues na zona sul da cidade são um pouco mais baratos e muitos servem de ponto de partida para as vans de excursão. Outro recurso, mais eficiente que a escolha do bairro, é pegar um quarto com cozinha compacta para não ter que jantar fora todas as noites.
Reykjavík é uma boa opção para famílias?
Sim, principalmente nos arredores de Laugardalur: a grande piscina geotérmica, o jardim botânico e o zoológico de fazenda ficam lado a lado, e os hotéis por lá são mais espaçosos. Os islandeses levam os filhos o ano todo, já que a água das piscinas é aquecida.
Precisa de carro em Reykjavík?
Não para a cidade, já que dá para fazer tudo a pé no centro e os ônibus cobrem o resto. O carro só faz sentido para explorar o interior da Islândia caso você não contrate passeios guiados. Se for alugar um, escolha um hotel com estacionamento nas zonas leste ou sul, pois vagas no código postal 101 são raras e cobradas à parte.
Quando a cidade fica mais cara?
No verão, de junho a agosto, período em que o sol quase não se põe e a procura por passeios dispara. A alta temporada de auroras boreais, que vai de setembro a março, também encarece as diárias nos fins de semana. Maio e o início de setembro são as melhores janelas para economizar.
Quanto custa uma diária de hotel em Reykjavík?
Um quarto no centro sai por € 150 a € 250*, uma pousada um pouco mais afastada fica entre € 100 e € 150*, e uma cama em dormitório custa de € 40 a € 60*. Reykjavík está entre as capitais mais caras da Europa e não há muito o que fazer quanto a isso, sendo que o peso maior no orçamento final vem das refeições e dos passeios, muito mais do que da escolha do bairro.
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