Angel de la Indepencia à Mexico

Top 20 destinos para viajar com sol em março de 2027

Em março, a Europa começa a se despedir do inverno, mas as temperaturas agradáveis ainda demoram a chegar. Essa é uma excelente época para buscar refúgio em regiões mais quentes. O sul da Ásia aproveita o período de seca, o leste da África brilha sob um céu limpo e algumas ilhas do Caribe registram seus dias mais bonitos. Nós te ajudamos a escolher o destino certo para curtir o sol sem preocupações.

Os destinos preferidos dos membros, com sol em março

#1 a Cidade do México (México) +248 recomendações

9-25°C 8h 2 d.

A Cidade do México é uma megalópole que se experimenta primeiro pelo estômago. Seus 150 museus, seus bairros de atmosferas radicalmente diferentes e os vestígios astecas soterrados sob suas ruas fazem dela muito mais do que uma simples escala na América Latina. Dos tacos al pastor a 20 MXN (cerca de 6 reais) aos canais floridos de Xochimilco, a capital mexicana entrega uma intensidade sensorial que poucas cidades conseguem igualar, com um custo por dia bastante acessível.

#2 Guadalajara (México) +107 recomendações

12-29°C 8h30 1 d.

Guadalajara pulsa ao som dos mariachis e de tradições que seguem bem vivas. Essa metrópole autêntica de Jalisco revela seus tesouros para quem viaja com curiosidade: murais monumentales em palácios barrocos, tortas ahogadas bem molhadas que se comem de colher e bairros artesanais onde o vidro soprado ganha forma na sua frente. Menos turística que Cancún e mais acessível que a Cidade do México, ela oferece uma imersão total na alma mexicana sem nenhuma encenação.

#3 Dubai (Emirados Árabes Unidos) +76 recomendações

19-30°C 23°C 9h30 2 d.

Erguida no meio do deserto em poucas décadas, Dubai empurra as fronteiras da engenharia ao extremo. A Burj Khalifa atinge 828 metros de altura, shoppings abrigam pistas de esqui cobertas e ilhas artificiais moldam o litoral. Apesar dos arranha-céus de vidro, os souks à beira do Creek e as dunas vermelhas ao redor mostram que a herança árabe continua viva. É uma cidade que desperta reações intensas e mexe com todo mundo que passa por lá.

#4 Marraquexe (Marrocos) +74 recomendações

11-25°C 8h 5 d.

Marraquexe mexe com todos os sentidos de uma vez só. Nas ruas da medina, o cominho se mistura ao cheiro de couro curtido enquanto ecoa a chamada para a oração na Koutoubia. A cidade vermelha revela seus souks labirínticos, seus riads escondidos com pátios revestidos de azulejos zellige e sua tanjia cozida nas cinzas do hammam. Uma vivência intensa, por vezes desconcertante e sempre marcante.

#5 o Cairo (Egito) +47 recomendações

12-24°C 8h30 1 d.

A capital egípcia é a maior metrópole da África e reúne um acervo histórico milenar que atrai visitantes do mundo inteiro. As pirâmides de Gizé, as mesquitas do Cairo Islâmico e as igrejas seculares do bairro copto formam o cenário dessa megalópole. Complete o roteiro com uma caminhada pelos bazares e um passeio de felucca no Nilo.

#6 Tulum (México) +41 recomendações

21-30°C 27°C 8h30 5 d.

Tulum cultiva seus próprios paradoxos. De um lado, ruínas maias debruçadas sobre um mar de azul inacreditável e cenotes de águas cristalinas. Do outro, uma gentrificação acelerada que transformou uma vila de pescadores no quartel-general de influenciadores e retiros de ioga de luxo. Entre esses dois mundos, resiste um México autêntico de taquerias abertas até tarde e selva densa. O grande desafio por lá é encontrar o equilíbrio entre o cenário de cartão-postal e a realidade local.

#7 Hoi An (Vietnã) +35 recomendações

22-28°C 25°C 6h 5 d.

Hoi An é uma cidade histórica no Vietnã, reconhecida pela UNESCO, que atrai pela arquitetura preservada. O centro reúne ruas estreitas com casarões antigos e pontos marcantes como a Ponte Coberta Japonesa. Conhecida pela culinária local, a cidade oferece aulas de culinária e um mercado movimentado. Bem perto dali ficam a praia de An Bàng e as ruínas do santuário de Mỹ Sơn. O período entre fevereiro e abril é o mais indicado para aproveitar o patrimônio histórico, a natureza e a calmaria da região.

#8 Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos) +32 recomendações

18-28°C 22°C 9h 3 d.

Menos visitada que Dubai, a capital dos Emirados Árabes Unidos guarda surpresas que valem a viagem. Abu Dhabi é famosa pela grandiosa mesquita Sheikh Zayed, pelo Louvre Abu Dhabi e pela ilha de Yas, casa do Ferrari World. Entre o mar do golfo, as dunas do deserto e construções futuristas, a cidade conquista o visitante pelo ritmo tranquilo, praias de águas calmas e um circuito cultural de peso.

#9 Assuão (Egito) +27 recomendações

14-30°C 10h 0 d.

Na margem direita do Nilo, Assuão é a última grande cidade no sul do Egito e funciona como um oásis de frescor no coração do deserto. Antiga porta de entrada para o Reino da Núbia, a cidade também abriu caminho para a África subsaariana, onde caravanas e rotas comerciais moldaram sua história. Muitas vezes vista apenas como uma parada rápida antes dos templos de Abu Simbel, ela possui um charme único graças a uma paisagem verdejante, ilhas charmosas e sítios históricos marcantes.

Um souk imperdível

Localizar-se em Assuão é bem simples, a corniche margeia o Nilo por vários quilômetros e concentra a maior parte dos restaurantes e cafés. Com um calçadão bem cuidado, o local convida a uma caminhada agradável enquanto as ruas perpendiculares revelam o ritmo da cidade. O souk é o ponto mais vibrante desse cenário. De dia ou de noite, esse grande mercado coberto ferve com vendedores, e as bancas transbordam produtos egípcios e africanos, como perfumes, especiarias, roupas, artesanato, incensos, frutas e flores. É o lugar certo para pechinchar, e nos arredores a cultura núbia se revela através de objetos tradicionais como amuletos, bijuterias e cestaria. O espaço é uma explosão de cores e aromas. A principal especialidade gastronômica de Assuão é o pombo recheado com arroz, servido em espetos ou simplesmente grelhado, figurando em grande parte dos cardápios locais. A molokhia, tradicional sopa verde, pratos à base de berinjela, os mezzes, o tahini e os peixes formam uma culinária de personalidade forte, perfeita para acompanhar com o pão egípcio fresco, sucos naturais e um café núbio com cardamomo.

Navegando de ilha em ilha

Em frente ao centro, a ilha Elefantina é imperdível. Basta pegar uma felucca para atravessar, pois esses pequenos barcos a vela são os meios de transporte mais tradicionais em Assuão. Siou e Koti, dois vilarejos núbios, ficam escondidos entre plantações e palmeirais, onde as casas coloridas encantam e o tempo parece ter parado. Vale a pena visitar as ruínas do templo de Khnum, a divindade com cabeça de carneiro, e observar no complexo arqueológico o nilômetro, a escadaria histórica usada para medir o nível da cheia do Nilo. Colunatas cobertas de hieróglifos completam o cenário, enquanto ao fundo avista-se o elegante mausoléu em granito rosa do Aga Khan, erguido em 1959 no alto de uma colina sobre as águas. Um pequeno museu dedicado à cultura núbia aprofunda o conhecimento sobre as tradições locais e a história da região, profundamente marcada pela construção da alta barragem de Assuão, que pode ser visitada, assim como o recente Museu do Nilo.

A ilha vizinha é um verdadeiro refúgio verde, pois em Kitchener Island fica o fabuloso Jardim Botânico, criado em 1896, cuja exuberância impressiona em contraste com a aridez do deserto. Plantas, flores e árvores trazidas da África equatorial, da Índia e da Ásia tropical criam um cenário surpreendente. O contraste com as margens de areia é imediato, transformando o espaço em um santuário para diversas espécies de aves cujo canto embala o passeio.

Na margem ocidental do Nilo, as tumbas dos Nobres destacam-se pela longa rampa de acesso aos sarcófagos, um local misterioso que oferece uma vista panorâmica incrível da região. Pouco mais a oeste, o Mosteiro de São Simeão coroa o topo de um platô. Até 1321, o local abrigava trezentos monges e o complexo de quatro edifícios permanece como um dos monumentos cristãos mais importantes do país. Com muralhas de 8 metros de altura, ele lembra uma fortaleza medieval e está incrivelmente preservado. A cerca de 2 km de Assuão, a antiga pedreira de granito abriga o obelisco inacabado. Esculpido há cerca de 1.500 anos antes da nossa era, o ambicioso projeto da rainha Hatshepsut foi abandonado após uma rachadura na rocha, deixando para trás um vestígio colossal ainda preso à rocha matriz. A dez quilômetros dali, na ilha de Philae, o Templo de Ísis, datado do século IV antes da nossa era, coroa a viagem: Assuão é um destino fascinante e autêntico.

Quando ir

O clima é árido e seco, muito agradável de dezembro a fevereiro com temperaturas amenas, enquanto de junho a setembro o calor pode ser intenso.

Como chegar

Há voos disponíveis para o Aeroporto Internacional de Assuão, localizado a 20 km do centro da cidade, com opções de táxis e transporte público para o trajeto. Partindo do Cairo, a 840 km de distância, você pode optar por um trem noturno, que é uma alternativa prática e confortável, além de ônibus rodoviários ou de um voo doméstico direto de 1h20.

#10 Luxor (Egito) +25 recomendações

13-30°C 10h30 0 d.

Luxor concentra a maior concentração de vestígios faraônicos do mundo. A antiga Tebas revela os templos monumentais de Karnak e Luxor, a misteriosa Vale dos Reis e o templo de Hatshepsut cravado na falésia. Entre as duas margens do Nilo, três milênios de história aparecem a cada passo nesta capital do Egito Antigo que virou um museu a céu aberto obrigatório.

#11 Amritsar (Índia) +23 recomendações

12-28°C 7h 3 d.

Amritsar fica no Pendjab, um estado no norte da Índia. A cidade é o coração da religião sikh, fundada no século XVI e guiada por preceitos criados por gurus. O sikhisme preza pela paz e pela igualdade: por isso, o Templo Dourado, localizado bem no centro de Amritsar, conta com quatro entradas que simbolizam a recepção a qualquer pessoa, sem importar crenças ou origens. A construção do templo começou em 1573, erguido no meio de um lago sagrado que batizou a cidade. Em punjabi, Amritsar significa "bassin de nectar" (básico de néctar).

A cultura sikh em Amritsar

Você vai notar muitas pessoas de turbante caminhando por Amritsar, já que o acessório é um dos símbolos mais fortes da fé sikh. O passeio começa pelo Templo Dourado, um santuário deslumbrante revestido de ouro que abriga o livro sagrado da religião, o Adi Granth. A circulação pelo templo segue regras rígidas: é obrigatório cobrir a cabeça, tirar os sapatos e caminhar ao redor do lago sempre no sentido horário. A estrutura funciona de maneira comunitária graças a equipes de voluntários que administram, entre outras coisas, uma enorme cozinha gratuita onde qualquer visitante pode fazer refeições.

Além do Templo Dourado, que domina o cenário urbano, Amritsar guarda outras paradas importantes. A maioria das atrações fica a uma curta distância a pé. Vale a pena subir a torre Baba Atal, dedicada a um guru sikh, que oferece uma vista ampla de toda a cidade. Para entender o peso histórico da região, siga para o Jallianwala Bagh, um memorial erguido em homenagem às centenas de vítimas do massacre cometido pelas tropas coloniais britânicas em 1919.

História e marcos locais

No quesito cultural, vale incluir no roteiro o Museu da Partição, que relata a divisão da Índia em dois países em 1947. Outro marco é o Gobindghar Fort, uma fortaleza com duzentos e cinquenta anos de história que protegeu a cidade de invasões e hoje abriga espaços dedicados à arte e à memória local.

Um pouco mais afastado do centro, o colégio Khalsa chama atenção pela arquitetura e por ter servido de cenário para produções de Bollywood. Na mesma linha de locais peculiares, o Maja Sheetla Temple é um templo subterrâneo curioso. Já nos arredores da cidade, o posto de fronteira de Wagah é a única passagem terrestre entre a Paquistão e a Índia, palco de uma cerimônia diária bastante teatral e movimentada ao pôr do sol.

Quando ir?

O período mais agradável para explorar o norte indiano vai de outubro a março. Prepare-se para o frio intenso de dezembro e janeiro, meses em que os termômetros podem cair para 5°C.

Como chegar?

É possível pegar um voo a partir de Nova Delhi ou Mumbai, ou optar por uma viagem de trem saindo de Nova Delhi direto para Amritsar. Para quem prefere rodovias, a cidade conta com boas conexões de ônibus e estradas pavimentadas para viagens de carro.

#12 Manila (Filipinas) +22 recomendações

23-33°C 28°C 8h30 3 d.

Manila é uma cidade de contrastes intensos, para dizer o mínimo. Alguns recomendam fugir da capital das Filipinas, afirmando que não é agradável para turistas passarem muito tempo por lá. Outros a chamam de a pérola do Oriente e defendem que suas qualidades são subestimadas. Aqui estão os principais motivos para incluir Manila no seu roteiro pelas Filipinas.

Igrejas históricas e museus fascinantes

Manila costuma receber críticas por causa do trânsito caótico, dos problemas políticos e da poluição. Mesmo assim, bairros específicos merecem a visita. O setor colonial histórico, chamado de Intramuros, concentra os monumentos mais marcantes da cidade, incluindo várias igrejas. A Igreja San Agustin, erguida em 1589, é o templo religioso mais antigo do país. Sua arquitetura barroca projetada para resistir aos terremotos frequentes na região garantiu a ela o título de Patrimônio Mundial da Unesco. Para mergulhar na história nacional, siga para o Fort Santiago, que abriga um museu dedicado a José Rizal, herói nacional filipino. Quem gosta de cultura também costuma visitar o museu de História Natural e Etnografia e o museu Ayala, focado no período pré-hispânico. Em uma pegada mais curiosa, o Marikina Shoe Museum guarda centenas de pares de sapatos que pertenceram à ex-primeira-dama do país.

Um cruzamento de culturas

A capital filipina funciona como um caldeirão cultural que reúne diferentes povos e etnias. Um exemplo claro é o cemitério chinês, fundado em 1843 nos arredores de Manila. O local impressiona com seus mausoléus, túmulos e sarcófagos que misturam influências chinesas e ocidentais. Formas de tartaruga, pagodes e construções de vários andares compõem um cenário funerário surpreendente. Depois, volte para o ritmo acelerado da cidade e explore Chinatown. Filipinas, chineses e espanhóis convivem ali há séculos, e a fundação desse bairro em 1594 o torna o mais antigo assentamento chinês fora da China. Vale a pena provar um prato de pancit (massas chinesas), empanadas ou um lumpia, que lembra uma versão asiática do rolinho primavera.

Compras e vida noturna

Manila também mostra uma face moderna e conectada com o século XXI. É possível fazer compras em galerias descoladas e conferir a cena artística no Cultural Center of the Philippines. Makati, o distrito financeiro vizinho, reúne alguns dos maiores centros comerciais do planeta. Terminar o dia em um bar modernista em Makati faz parte do programa, com opções de rooftops e coquetelarias sofisticadas.

Quando ir

Dá para visitar Manila o ano todo, mas o período mais confortável vai de dezembro a fevereiro. Nos meses mais quentes, as chuvas dão trégua, mas o calor pode ser intenso.

Como chegar

Passes aéreos saindo do Brasil custam a partir de 5.000 BRL. O voo de avião costuma incluir pelo menos uma escala em grandes hubs internacionais, com uma duração total que passa das 24 horas dependendo das conexões.

#13 Las Vegas (Estados Unidos) +16 recomendações

9-23°C 9h 2 d.

Gostando de festa ou não, sendo gastador ou econômico, Las Vegas é uma cidade que merece ser visitada pelo menos uma vez na vida. É difícil traduzir em palavras a grandiosidade exagerada desta cidade iluminada onde o sonho americano atinge seu ápice. Então, tudo pronto para uma viagem a Las Vegas?

Um passeio inesquecível na Strip

A maior cidade de Nevada atrai mais de 43 milhões de visitantes por ano. Esse número impressionante reflete a enorme popularidade do destino, que atrai tanto quem busca noites agitadas quanto casais que viajam para se casar por uma noite na chapelle Graceland. Conhecida como Sin City, ou a cidade do pecado, a região cresceu bastante nos anos 1930 graças à sua legislação flexível sobre jogos de azar e prostituição. Desde então, Las Vegas se transformou na capital mundial do entretenimento. Chegar pela primeira vez ao Las Vegas Boulevard, conhecido como “The Strip”, causa forte impacto. Letreiros luminosos e luzes coloridas disputam a atenção de quem passa. Naturalmente, os cassinos se espalham por toda parte, incluindo o Flamingo, o primeiro do gênero inaugurado por Benjamin Siegel em 1946. O destino de muita gente é decidido entre caça-níqueis e mesas de pôquer.

Um parque de diversões a céu aberto

Antes de mais nada, Las Vegas é sinônimo de grande espetáculo. O balé musical das fontes do Bellagio cria a ilusão de um lago no meio do deserto de Nevada. No Venetian, gôndolas passeiam com turistas por canais em uma imitação kitsch de Veneza. A pyramide du Luxor e sua esfinge gigante projetam feixes de luz na escuridão, a Stratosphere Tower, torre de observação mais alta dos Estados Unidos, oferece vista panorâmica da cidade, e o volcan du Mirage entra em erupção falsa regularmente. As opções de entretenimento são variadas: o famoso Cirque du Soleil, o Imperial Palace com seus imitadores de astros, o Caesars Palace com capacidade para 4.000 pessoas em seu Colosseum, além do Treasure Island com suas lutas entre sereias e marinheiros. É impossível ficar entediado. Mesmo sem orçamento para se hospedar nesses locais, vale a pena caminhar em frente a esses hotéis incríveis, que chegam a abrigar praias, boates e aquários.

Para um toque maior de autenticidade, siga para o bairro Downtown, que tem um clima mais vintage e exibe várias obras de grafite. Por fim, caso queira fugir das luzes e do movimento, pegue a estrada rumo aos parques nacionais do oeste americano localizados nas proximidades.

Quando ir

É possível visitar Las Vegas o ano todo. No entanto, sempre que possível, prefira a primavera e o outono. O verão, de julho a agosto, registra calor extremo acompanhado de fortes tempestades, enquanto o inverno, de dezembro a fevereiro, costuma ser frio.

Como chegar

Quem viaja do Brasil costuma fazer conexões em grandes hubs norte-americanos como Miami ou Nova York, com tempo total de voo variando conforme a origem. Uma passagem aérea costuma custar de 700 a 900 USD (cerca de 4.000 a 5.150 reais) dependendo da temporada.

#14 Phuket (Tailândia) +7 recomendações

24-34°C 29°C 8h30 5 d.

Maior ilha do sul da Tailândia, Ko Phuket ou Phuket designa por extensão o arquipélago paradisíaco que a rodeia. Você poderá relaxar à sombra dos coqueiros antes de curtir o ritmo das festas de lua cheia, aproveitar infraestruturas modernas com excelente custo-benefício e relaxar nos muitos spas. A oferta de passeios é ampla: passeios de barco tradicional, caiaque pelos mangues, trilhas na selva e muito mais. A luxuriante pérola do mar de Andaman guarda tesouros escondidos. Esta também será a oportunidade de conhecer a cultura tailandesa, sua gastronomia e suas tradições.

O clima é tropical com duas estações por ano. Faz calor o ano todo. A estação das chuvas, com pancadas que costumam durar de uma a três horas por dia, vai de junho a outubro.

Praias de cartão-postal

As mais movimentadas são Patong, Karon e Kata. Nelas, você pode andar de parasail e jet-ski, fazer compras e saborear a comida de rua no Malin Plazza Patong. À noite, a vida noturna se concentra nos bares da Bangla Road. Outras opções incluem os shows de transformistas no Phuket Simon Cabaret ou uma luta de muay thai.

Mais reservadas, as praias de Sai Kaew beach, Mai Khao beach, Nai Yang beach, Layan beach, Bang Tao beach e Surin beach encantam quem busca tranquilidade. Fique atento: as correntes fortes podem ser perigosas.

No extremo sul de Patong, a Cristal Beach é uma enseada tranquila com uma pequena faixa de areia chamada Paradise Bath. O acesso é feito por uma caminhada de 2,5 km após o Merlin Beach resort.

Quem busca sossego total pode ir a Ko Kho Kaho, famosa por seus 15 km de praias totalmente virgens, como a Nok Nah beach. Também valem a visita a Paradise Island e Ko Rang, partindo de Ko Yao e passando por Ko Hong, uma verdadeira ilha dos piratas.

Um cenário verdejante para apreciar o pôr ou o nascer do sol

Aproveite um panorama de 360 graus sobre a baía de Nai Harn, no extremo sudoeste da ilha. O Phrom Thep Cape significa o cabo da pureza divina em tailandês.

Explore a região de Phang Nga. A bordo de uma canoa motorizada, o clima lembra filme de aventura, com formações calcárias gigantescas e surpreendentes (cerca de 600 THB ou R$ 100 por 3 horas).

Kho Phi Phi, Phi Phi Ley, Coral Islands e Ko Tao são famosas pelas praias de areia branca e águas translúcidas. Os corais, por vezes danificados pelo excesso de mergulho com snorkel, são alvo de medidas severas de preservação, como é o caso de Maya Bay.

Uma cultura tailandesa muito viva

Com suas charmosas casas neoclássicas em estilo sino-português e ruelas de pedestres, Phuket Town abriga três grandes festivais: o Vegetarian Festival em outubro, o Chinese Pimai (o Ano Novo chinês em fevereiro) e o Songkran (o Ano Novo tailandês em abril), garantindo uma atmosfera festiva e familiar. Nos finais de semana, o mercado noturno Naka Market, com suas barracas de comida e artesanato local, merece a visita.

Os tailandeses, muito apegados à família, adoram fazer piqueniques ou passear aos domingos. A floresta de casuarinas do Sirinat National Park oferece o cenário ideal, com entrada pela Thepkrasattri Road.

Empoleirado no alto de uma colina verdejante, o Buda gigante de mármore branco de Chalong, com 45 metros de altura, é um ponto de referência budista recente que oferece uma vista impressionante.

O Thalang National museum ajuda a entender a história do sul da Tailândia, suas migrações e a exploração de estanho. O museu também aborda o tsunami de dezembro de 2004 e a reconstrução da região.

Quando ir?

A melhor época para visitar Phuket vai de dezembro a março, quando as temperaturas são agradáveis e o tempo fica mais firme.

Como chegar?

Companhias aéreas oferecem voos com conexões para a Tailândia a partir dos principais aeroportos brasileiros, com chegada em Bangkok. De lá, o trajeto até Phuket leva cerca de 1h30 de voo doméstico.

Como se deslocar?

O posto de turismo de Phuket Town distribui horários de ônibus e vans. O Phuket bus terminal 1 atende aos principais pontos de interesse em curtas distâncias. Você também pode alugar uma scooter (cerca de 300 THB ou R$ 50 por dia). O asfalto é de boa qualidade, mas lembre-se de que brasileiros precisam da Permissão Internacional para Dirigir (PID). As fiscalizações são frequentes e há multa em caso de falta do documento (cerca de 1.000 THB ou R$ 165).

#15 Havana (Cuba) +2 recomendações

21-29°C 27°C 8h 5 d.

Havana é uma cidade que se vive com todos os sentidos. O ritmo começa na melodia de um bolero que sai de um pátio interno, passa pelos carros clássicos circulando diante de fachadas coloridas com tintas descascadas e chega ao calor humano de uma conversa no Malecón ao entardecer. Mais do que um destino turístico, a viagem funciona como um salto para outra época, uma experiência intensa onde a atmosfera urbana traz a marca do tempo e deixa uma lembrança marcante.

#16 Cartagena (Colômbia) +1 recomendação

24-31°C 27°C 8h 1 d.

Cartagena é um dos destinos mais procurados da Colômbia por causa de seu patrimônio colonial preservado e do clima caribenho autêntico. A cidade amuralhada, reconhecida pela UNESCO, guarda fortificações espanholas e ruas coloridas tomadas por música e mercados de rua. Nas redondezas, as praias das ilhas vizinhas oferecem uma pausa no ritmo agitado da viagem sem exigir grandes deslocamentos.

#17 a Cidade do Cabo (África do Sul) +87 recomendações

15-27°C 19°C 9h30 3 d.

Entre oceanos agitados e a imponente Table Mountain, a Cidade do Cabo combina praias com água gelada, bairros históricos marcados pelo passado, vinícolas nas encostas e pinguins na areia branca. Com uma culinária de alto nível e muitas opções de aventura, o destino mantém preços acessíveis, oferecendo uma mistura intensa de natureza selvagem e clima cosmopolita sob o sol do hemisfério sul.

#18 Bangkok (Tailândia) +73 recomendações

26-35°C 29°C 9h 4 d.

Esta megalópole de oito milhões de habitantes na Tailândia mistura templos dourados antigos e arranha-céus futuristas em um ritmo tropical intenso. O aroma da comida de rua que custa a partir de 80 THB (cerca de 13 reais) toma o ar úmido enquanto monges com mantos cor de açafrão cruzam com executivos apressados. Do imponente Grand Palais às ruas movimentadas de Chinatown, passando pelos terraços nas alturas de Silom e pelo Buda reclinado de quarenta e seis metros, cada bairro revela uma faceta única da capital que funciona de sol a sol.

#19 Agra (Índia) +57 recomendações

16-33°C 9h 2 d.

Agra vai muito além da silueta icônica do Taj Mahal. Essa antiga capital mogol, situada às margens do rio sagrado Yamuna, abriga monumentos grandiosos como o Forte Vermelho, o túmulo de Itimad-ud-Daulah e a histórica cidade de Fatehpur Sikri. Longe dos cartões-postais, a cidade revela um lado autêntico e intenso, onde a herança imperial se mistura ao cotidiano da Índia de hoje.

#20 Siem Reap (Camboja) +40 recomendações

24-35°C 9h 3 d.

Antiga capital do Império Khmer, Siem Reap abre o caminho para o complexo de Angkor e seus templos milenares tomados pela vegetação. Além das ruínas sagradas, esta cidade no noroeste do Camboja reúne mercados movimentados, a culinária khmer e vilarejos flutuantes no lago Tonlé Sap. Com preços baixos e uma atmosfera acolhedora, o destino atrai tanto viajantes com orçamento reduzido quanto entusiastas da história antiga.

Onde ir em março em busca de sol com a família

As Ilhas Canárias, um destino prático e próximo para viajar com crianças

As Ilhas Canárias são perfeitas para curtir férias em família em março. O clima é ameno e convidativo. As praias de Lanzarote ou Fuerteventura agradam muito aos pequenos, enquanto parques de animais, passeios de barco e trilhas por vulcões garantem a diversão de todo mundo. Para quem sai do Brasil, a viagem exige conexões na Europa, mas o arquipélago compensa pela infraestrutura voltada para crianças.

Onde ir em março a dois para uma viagem romântica ao sol

A Polinésia Francesa, um cenário paradisíaco para compartilhar a dois

Em março, a Polinésia Francesa entrega paisagens dignas de cartão-postal. Quem viaja em casal encontra lagoas de água translúcida, praias desertas e os clássicos bangalôs sobre a água. Passeios de canoa, jantares à beira-mar e pores do sol marcantes tornam a viagem inesquecível.

Onde ir em março ao sol gastando pouco

Portugal, uma escapada ensolarada que cabe no bolso

Em março, Portugal já registra temperaturas agradáveis no sul do país. O Algarve conquista quem viaja com orçamento enxuto graças às praias selvagens, vilarejos de casinhas brancas e custos moderados. Os voos costumam ter preços competitivos. Reserve cerca de 300€ (aproximadamente 1.850 reais) para um fim de semana e 600€ (cerca de 3.700 reais) para uma semana inteira no destino, já incluindo a hospedagem.

Março, um mês de luz para renovar as energias

Quando o ano engrena e a rotina pesa, março convida a arrumar as malas. É o momento ideal para garantir uma prévia de dias quentes. O sol faz bem para o ânimo, as praias começam a receber visitantes e o mundo parece despertar, oferecendo uma oportunidade excelente para recarregar as baterias.

Perguntas frequentes

Onde ir em março em busca de sol na Europa?
As Ilhas Canárias, a Madeira e o sul de Portugal apresentam as condições mais ensolaradas na Europa durante o mês de março.
Onde ir para destinos distantes e ensolarados em março?
A Polinésia Francesa, o México, o Sri Lanka e a Tailândia são ótimas alternativas para uma viagem longa em busca de sol em março.
Qual é a opção mais econômica para viajar ao sol em março?
Portugal é ideal para uma viagem barata e ensolarada em março, especialmente na região do Algarve.
Onde ir em março em família e com sol?
As Ilhas Canárias funcionam muito bem com crianças, oferecendo praias fáceis de acessar, várias atrações e clima agradável.
Onde ir em março para uma viagem romântica?
A Polinésia Francesa proporciona um ambiente espetacular para casais, com lagoas cristalinas, praias desertas e hotéis marcantes.
Qual orçamento prever para viajar ao sol em março?
Na Europa, espere gastar entre 400€ (cerca de 2.450 reais) e 700€ (cerca de 4.300 reais). Para destinos intercontinentais, calcule de 1000€ (cerca de 6.150 reais) a 2000€ (cerca de 12.300 reais) conforme o destino e o padrão de hospedagem.
Onde encontrar sol em março na França?
A Costa Azul e a Córsega registram temperaturas amenas em março, embora mais baixas do que em regiões mais ao sul.