Onde ficar em Edimburgo: os melhores bairros (2026)
Edimburgo se apoia em dois níveis que se encaram: em cima a Old Town, crista medieval eriçada de becos em escada e coroada pelo castelo; embaixo a New Town georgiana, traçada a régua em torno de praças com colunatas. Uma associada da Avygeo a considera por isso mais harmoniosa que Londres; outra a descreve como uma cidade de escala humana, que se visita a pé.
Resta uma data, e ela manda em tudo: durante o Festival de agosto a cidade opera com 95 % de ocupação e as tarifas se multiplicam por dois a quatro. No resto do ano, uma cama em dormitório custa 25 a 40 EUR, um quarto de rede 65 a 165, um hotel com caráter 150 a 300. Três setores: a Old Town, a New Town e o porto de Leith.
Adorei passar alguns dias na cidade de Edimburgo. Achei a cidade animada e os moradores bem mais acolhedores do que em Londres. É uma cidade de escala humana, que se visita muito bem a pé.
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A cidade velha, do castelo a Holyrood Ao longo da Royal Mile
para dormir dentro do cenário, entre pedras e becos
Uma única rua em ladeira, a Royal Mile, liga o castelo ao palácio de Holyroodhouse, e todo o resto se agarra a ela: becos estreitos que despencam para o norte, pátios fechados, escadarias de pedra e porões do século XVII que se visitam. O National Museum of Scotland, que dois associados sublinham ser gratuito e imenso, fica a dois passos, e o Arthur's Seat começa no fim da rua. O reverso: pedras, ladeira, ônibus de turismo de dia e grupos que saem até tarde.
Construído no alto de uma colina verdejante (aliás, um passeio bem agradável) que domina a cidade, o Castelo oferece uma vista imperdível de Edimburgo e arredores.
O que ver e fazer no bairro
Onde ficar neste bairro
Cheval Old Town Chambers Luxo
Apartamentos com serviço de hotel num pátio fechado que dá direto na Royal Mile, com cozinha e bons espaços. O endereço para dormir na pedra antiga sem abrir mão do conforto, e cai muito bem para uma família.
Apex Edinburgh City Custo-benefício
No Grassmarket, a praça ao pé da rocha do castelo, onde se janta e se bebe sem pegar o carro. Quartos modernos e com isolamento acústico, o que conta num bairro animado.
Castle Rock Hostel Econômico
Um albergue num prédio antigo logo abaixo do castelo, com dormitórios, salas comuns e uma vista que muitos hotéis invejariam. O jeito mais barato de dormir no coração da cidade velha.
Prós
- Castelo, Royal Mile e museus gratuitos a pé
- O Arthur's Seat no fim da rua
Contras
- Pedras, escadas e ladeira permanente
- Muito movimentado de dia, barulhento à noite
A cidade nova, georgiana e comercial Ao norte da Princes Street
pela calma, pelas lojas e pelos museus gratuitos
Um tabuleiro de ruas largas e praças com colunatas, construído no fim do século XVIII para desafogar a cidade velha, e que manteve uma regularidade impressionante. Aqui estão as lojas de departamentos da Princes Street, a National Gallery e suas coleções gratuitas, os jardins abaixo do castelo e, a leste, a colina de Calton Hill com seus monumentos. O reverso: é menos pitoresca que a cidade velha, e as ruas comerciais morrem quando as lojas fecham.
Goste você de arte ou não, vai achar a visita formidável (e ainda por cima, como todos os museus "públicos", é de graça;))
O que ver e fazer no bairro
Onde ficar neste bairro
The Edinburgh Grand Luxo
A antiga sede de um banco escocês na St Andrew Square, transformada em apartamentos com serviço e pés-direitos altos. Fica-se a cinco minutos da estação Waverley e a dez da Royal Mile, no mais belo bairro georgiano.
Nira Caledonia Custo-benefício
Duas casas georgianas reunidas numa rua tranquila ao norte do centro, rumo a Stockbridge. O bairro é residencial e os jardins botânicos ficam a quinze minutos a pé.
Edinburgh Central Youth Hostel Econômico
O albergue da associação escocesa, moderno e bem cuidado, a dez minutos da Princes Street. Dormitórios e quartos privativos com cozinha comum: a melhor relação preço-localização fora de temporada.
Prós
- Os museus nacionais gratuitos e as lojas de departamentos
- Ruas planas, depois das ladeiras da cidade velha
Contras
- Menos pitoresca que a cidade velha
- Bairro comercial, quieto quando as lojas fecham
Leith, o porto e as docas A três quilômetros ao norte, no estuário
para comer bem e pagar menos
O antigo porto de Edimburgo, por muito tempo deixado de lado, virou o bairro onde se come melhor na cidade, em torno da Shore, um cais tomado por restaurantes e pubs. É ali que está atracado o Royal Yacht Britannia, o antigo iate real transformado em museu, e é ali que as tarifas voltam a ser razoáveis. O reverso: fica-se a três quilômetros do castelo, é preciso o bonde ou o ônibus para voltar à noite, e o bairro não tem nada de medieval.
Onde ficar neste bairro
Fingal Luxo
Um antigo navio de apoio a faróis transformado em hotel flutuante, atracado no cais de Leith. Vinte e três cabines em mogno e latão: o endereço mais singular deste guia, e ele não sai do lugar.
Malmaison Edinburgh Custo-benefício
A antiga casa dos marinheiros na Shore, reconvertida em hotel com caráter, com brasserie no térreo. Sai-se do hotel na melhor rua de restaurantes da cidade.
Premier Inn Edinburgh Leith Waterfront Econômico
Uma rede sem surpresas à beira d'água, com tarifas que continuam suportáveis mesmo quando o centro dispara. O bonde liga o bairro ao centro em uns quinze minutos.
Prós
- Os melhores restaurantes da cidade, na Shore
- Tarifas bem mais baixas que no centro
Contras
- Três quilômetros do castelo, bonde ou ônibus obrigatório
- Nada medieval, é um bairro portuário
Nossas dicas para reservar bem
- Agosto não é a mesma cidade: Durante o Festival e o Fringe, do começo ao fim de agosto, Edimburgo chega a 95 % de ocupação e as tarifas se multiplicam por dois a quatro: uma cama em dormitório passa de 20-35 para 45-80 libras, um quarto de padrão médio de 140-280 para 250-500. Se você vem pelo Festival, reserve no outono anterior e aceite ficar mais longe. Se não vem por ele, evite agosto: uma associada da Avygeo que só conhece a cidade no verão a acha formidável, mas você verá as mesmas pedras em setembro pela metade do preço.
- Os grandes museus são gratuitos, e isso não é detalhe: O National Museum of Scotland e a National Gallery são gratuitos, como a maioria dos museus nacionais escoceses, e três associados da Avygeo mencionam isso separadamente, de tão decisivo que é numa viagem: se o tempo vira, entra-se, sai-se, volta-se. Uma associada aconselha até entrar na National Gallery pelo lado dos jardins para cair direto entre os pintores escoceses. Guarde dinheiro para o castelo e o Britannia, que são pagos.
- A cidade se caminha, mas sobe: Uma associada da Avygeo resume: cidade de escala humana, que se visita muito bem a pé. É verdade, com uma ressalva: a cidade velha foi construída sobre uma crista rochosa e a cidade nova trinta metros abaixo, o que enche tudo de escadas. Conte com elas em cada trajeto, e saiba que o Arthur's Seat, a colina que domina a cidade, se sobe em uma hora a partir de Holyrood: uma associada fala de uma minicaminhada em pleno centro, com um panorama que compensa o esforço.
- Reservar em agosto sem conferir se as suas datas caem fora do Festival: é o único momento do ano em que o preço pode quadruplicar pelo mesmo quarto, e em que os endereços decentes estão tomados há meses. Deslocar-se uma única semana muda tudo.
- Pegar um quarto na Royal Mile ou no Grassmarket sem pedir o lado do pátio: são as duas artérias onde se sai à noite, e os pubs fecham tarde. Os mesmos hotéis costumam ter quartos tranquilos nos fundos, que é preciso pedir explicitamente.
- Escolher um endereço « em Edimburgo » perto do aeroporto ou das zonas comerciais do oeste sem olhar o mapa: as tarifas são baixas porque não há nada a pé e é preciso o bonde para tudo. Leith, a três quilômetros, oferece a mesma economia com restaurantes na porta do hotel.
Perguntas frequentes: onde ficar em Edimburgo
Que setor escolher para uma primeira visita a Edimburgo?
Onde dormir barato em Edimburgo?
Edimburgo é boa para famílias?
Vale a pena vir para o Festival de agosto?
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Quanto custa uma noite de hotel em Edimburgo?
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