Onde dormir nas Seicheles
Foto : Crewz
Três ilhas dividem quase todas as hospedagens do arquipélago, e cada troca de base custa uma viagem de balsa, meio dia e uma noite desperdiçada. A tentação é reservar tudo em Mahé, onde o avião pousa. Laure D e Gaetan, que estiveram lá, pensam diferente.
Este guia parte do número de noites em vez do mapa: quatro bases, desde a ilha com mais infraestrutura até as ilhas-resort. Um quarto à beira-mar custa € 160 a € 320* (€ 160 a € 320* euros); uma pousada crioula, € 100 a € 180* (€ 100 a € 180* euros). Prepare o bolso para as refeições, que costumam surpreender mais que os quartos.
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Uma dica para uma viagem a Seychelles: prefira Praslin e La Digue a Mahé.
Quantas noites por zona?
Cada troca de ilha consome meio dia e uma noite útil. Veja o que realmente funciona conforme o tempo disponível, reservando Mahé para os dias de chegada e partida.
- Uma semana, 7 noites: 1 noite em Mahé na chegada, 4 em Praslin, 2 em La Digue. É a divisão que nossos membros recomendam nas entrelinhas, e a única que garante dois dias inteiros em cada ilha.
- Dez dias: A mesma divisão, mais 2 noites em uma ilha-hotel no final. O mimo vale mais a pena quando você já viu o resto.
- Cinco noites: Duas ilhas, e não três: 3 noites em Praslin e 2 em La Digue, seguindo direto do aeroporto. Incluir Mahé nesse roteiro significa passar um dia sim, outro não, em deslocamentos.
- Parada de 2 noites: Tudo em Mahé, na região de Beau Vallon. Um dia para o norte, outro para as enseadas do sul, com o aeroporto a vinte minutos. Ir para outra ilha com tão pouco tempo só serve para desperdiçar o dia na estrada.
Rapidinho: nossas recomendações por perfil
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O mapa das zonas nas Seicheles
Veja como as zonas se situam umas em relação às outras antes de escolher a sua base. Clique num nome para ir à sua descrição.
Mahé, ao redor de Beau Vallon Ilha principal
para chegar, ir embora e não ficar
É a ilha que realmente funciona: comércio aberto, ônibus circulando até mais tarde, médicos e Victoria, a menor capital da África. Bruno resume bem o que há por ali, « todo tipo de agito para você se divertir, comer e tomar um drinque », enquanto o noroeste concentra o principal ao longo da extensa praia de Beau Vallon. O lado negativo é duplo: trata-se da única ilha onde se ouve o barulho de trânsito, e suas enseadas mais bonitas (Soleil, Takamaka, Intendance) ficam no sul, a uma hora de carro por estradas sinuosas. Reserve uma ou duas noites apenas para a chegada ou a saída, raramente mais do que isso.
Maior ilha das Seychelles, você vai encontrar todo tipo de animação por lá para se divertir, comer e tomar um drinque. As atividades aquáticas ou esportivas são super numerosas. Você pode fazer passeios de barco para várias ilhas ou ficar por lá mesmo para fazer trilhas na floresta ou à beira-mar.
O que ver e fazer nesta zona
Onde dormir nesta zona
STORY Seychelles Luxo
Cinco estrelas bem na areia de Beau Vallon, encostado no Parque Nacional Morne Seychellois. É o lugar ideal para fechar a viagem sem precisar pegar estrada no dia do voo.
Chateau Elysium Custo-benefício
Quartos e vilas de estilo colonial no alto de Beau Vallon, com vista panorâmica e café da manhã crioulo. Uma boa pedida para quem quer curtir a praia sem pagar os preços de um resort à beira-mar.
Rowsvilla Guest House Econômico
Apartamentos com cozinha a duzentos metros da praia. Cozinhar por conta própria aqui gera uma economia real e não tira o conforto, sendo o segredo para manter o orçamento em dia num arquipélago onde comer fora sai caro.
Prós
- A única ilha com comércio de verdade, farmácia e ônibus à noite
- De lá saem todos os ferries e voos domésticos
- Praias do sul espetaculares e muitas vezes desertas durante a semana
Contras
- A ilha com mais trânsito e a única onde se ouve a estrada direto do quarto
- As praias mais bonites ficam longe do norte: prepare-se para alugar um carro ou encarar viagens longas de ônibus
Praslin, a costa nordeste Segunda maior ilha
para fincar base pelo maior tempo possível
É a base recomendada pelos nossos membros e a única que une uma grande praia abrigada, a Anse Volbert, e uma floresta primária protegida, o Vallée de Mai. Para Laure D., o local representa « acima de tudo a tranquilidade, entre a mata tropical e enseadas selvagens ». A ilha tem tamanho suficiente para circular de ônibus e pequena o bastante para ser explorada de norte a sul, além de contar com barcos para as ilhotas de Curieuse e Cousin saindo do mesmo píer. Gaetan pondera sobre a Anse Volbert: bonita e prática, mas « não é a praia mais espetacular das Seychelles », sendo preciso ir até a Anse Lazio ou a Anse Georgette.
Uma dica para uma viagem a Seychelles: prefira Praslin e La Digue a Mahé. Aviso aos fãs de festa e esportes náuticos, Praslin é acima de tudo tranquilidade, entre floresta tropical e enseadas selvagens. Luxo, calmaria e volúpia em um cenário de cartão-postal. Não deixe de dar um pulo nas ilhotas vizinhas de Curieuse, Cousin e Cousine.
As cidades desta zona
O que ver e fazer nesta zona
Onde dormir nesta zona
Hotel Le Duc de Praslin Luxo
Quatro estrelas ligeiramente afastado da Côte d'Or, com jardim tropical e dois restaurantes. A escolha ideal para quem quer evitar sair à noite em uma ilha onde as opções gastronômicas são escassas.
Berjaya Praslin Resort Custo-benefício
Bem em frente à Anse Volbert, com piscina e terraço. O clássico da ilha: sem luxo ostensivo, mas com os pés na areia da praia mais mencionada por nossos membros.
Les Lauriers Eco Hotel Econômico
A poucos passos da mesma praia, com quartos familiares e um restaurante caseiro renomado. É o lugar que torna Praslin acessível sem precisar sair da Côte d'Or.
Prós
- Uma praia principal abrigada e segura para ir com crianças
- A Vallée de Mai e seus cocos-do-mar, a quinze minutos da costa
- O melhor ponto de partida para Curieuse, Cousin e La Digue
Contras
- As tarifas mais altas do arquipélago na alta temporada
- Pouco movimento à noite: o jantar é no hotel ou em duas ou três opções de restaurantes
La Digue, ao redor de La Passe Terceira ilha
para andar de bicicleta e ver as praias de granito
Quinze minutos de balsa saindo de Praslin e quase sem carros: o transporte é feito de bicicleta, o que por si só muda a experiência da viagem. Anse Source d'Argent e suas formações de granito cor-de-rosa formam a praia mais fotografada do oceano Índico, e Gaetan, que esperava «uma praia comum superestimada por causa do efeito Instagram», voltou convencido: o recife abriga «uma vida marina muito rica». Elayne recomenda sapatos de praia por causa do coral. O lado negativo é real: a ilha é minúscula, as hospedagens são modestas e tudo fecha cedo.
na beirada, você tem acesso a um recife banhado por uma água calma, cristalina, morna, onde dá para observar facilmente uma grande variedade de peixes e animais submarinos. Mesmo assim, não esqueça as sapatilhas de praia.
As cidades desta zona
O que ver e fazer nesta zona
Onde dormir nesta zona
Le Domaine de L'Orangeraie Resort and Spa Luxo
Vilas em encostas de colinas, spa e piscina panorâmica. O único grande hotel de verdade na ilha, com de longe a melhor vista para o pôr do sol.
Calou Guest House Custo-benefício
Casa creole no coração de La Passe, com jardim, aluguel de bicicletas no local e jantar comunitário (table d'hôtes). Fica a cinco minutos do píer, o que faz toda a diferença quando se chega com malas em uma ilha sem táxis.
Bernique Guesthouse Econômico
Quartos familiares reformados com banheiro privativo, bem perto do porto. A opção mais prática para passar duas noites na ilha sem gastar um terço do orçamento.
Prós
- Uma ilha para ser explorada inteiramente de bicicleta, sem carros ou ônibus
- As praias de granito mais espetaculares do arquipélago
- Pousadas familiares com tarifas incomparáveis em Praslin
Contras
- Pouquíssimas opções para jantar e cozinhas que fecham cedo
- A Anse Source d'Argent é paga e fica lotada assim que as excursões chegam
Ilhas-resort Ilhas privadas
para uma pausa rápida, nunca para a viagem inteira
Um punhado de ilhas abriga um único resort. Chega-se de voo fretado ou barco particular, e não se sai de lá até a partida. Nico De resume bem o que atrai os viajantes para lá, descrevendo "lugares preservados do turismo de massa". Trata-se da opção mais cara de todo o arquipélago e também a menos flexível, sem restaurantes por perto, sem passeios de última hora e sem plano B se o tempo fechar. Vale mais a pena passar duas ou três noites no fim da viagem, combinando com uma estadia comum, do que uma semana inteira.
As cidades desta zona
Onde dormir nesta zona
Denis Private Island Seychelles Luxo
Uma ilha de 150 hectares a trinta minutos de voo de Mahé, com cerca de quarenta chalés na beira da praia. A pesca oceânica e o mergulho são os grandes atrativos.
JA Enchanted Island Resort Seychelles Luxo
Cerca de dez vilas com piscina privativa no coração do Parque Nacional Marinho de Sainte Anne, acessível por lancha rápida a partir de Mahé. É a experiência de ilha privativa mais prática, já que fica bem perto do aeroporto.
Prós
- Praias e fundo do mar que ninguém mais frequenta
- Tudo incluído, traslados inclusos, sem nenhuma preocupação com logística no destino
Contras
- A diária mais alta do arquipélago, sem nenhuma outra alternativa de escolha lá
- Zero flexibilidade, sem opção de mudar de restaurante, de praia ou de programação
Nossas dicas para reservar bem
- Os ferries se reservam antes dos hotéis: Duas empresas ligam Mahé a Praslin em uma hora, e Praslin a La Digue em quinze minutos. As partidas são poucas e, na alta temporada, as travessias lotam muito antes da data. Garantir os bilhetes antes de escolher os quartos evita descobrir que nenhum barco parte no dia previsto, e a última ligação do dia costuma ser no meio da tarde.
- A cozinha do quarto pesa mais do que o luxo: Quase tudo é importado, e a conta de um jantar surpreende mais do que o preço da diária. As acomodações com cozinha, muito comuns em Beau Vallon e em La Passe, mudam o orçamento de uma viagem de forma bem mais definitiva do que economizar na categoria do hotel. As mesas de convívio crioulas continuam sendo outra ótima solução.
- O fundo do mar vale a pena, traga sapatos próprios: Nossos membros sempre voltam ao mesmo ponto: o que fica na memória é a vida marina. Anne acha Anse Soleil perfeita para começar no snorkel, Elayne recomenda sapatos de praia no recife de Anse Source d'Argent, e Nico De descreve passeios de barco no parque marinho de Sainte Anne. Um snorkel na mala é mais útil do que um traje de gala.
- Tentar visitar quatro ilhas em uma semana: cada salto consome meia jornada de porto e espera, e a viagem acaba virando uma maratona de salas de embarque.
- Reservar perto do aeroporto de Mahé para ganhar tempo: a região é barulhenta, sem praia própria para banho, e o norte da ilha fica a vinte minutos de táxi.
- Contar com táxis em La Digue: praticamente não existem. Um hotel longe do píer significa pedalar com as bagagens.