Eureka Tower à Melbourne

O que fazer em Melbourne: top 3 atrações imperdíveis

Procurando inspiração para visitar Melbourne? Confira o ranking das atividades mais recomendadas pela nossa comunidade de viajantes: pontos históricos, passeios culturais, lugares para caminhar ou relaxar...

Ranking das 3 atividades mais recomendadas pelos nossos membros

#1 Galeria Nacional de Victoria pas encore de reco

Fundada em 1861, a Galeria Nacional de Victoria é o museu de arte mais antigo e visitado da Austrália. Dividida entre dois endereços em Melbourne, abriga mais de 76.000 obras internacionais e locais. O prédio na St Kilda Road impressiona pelo Grand Hall e seu teto de vitrais. Suas coleções permanentes são gratuitas. Com dezenas de exposições anuais, a NGV é o coração cultural da cidade.

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#2 Eureka Tower pas encore de reco

Com 297 metros e 91 andares, a Eureka Tower, em Melbourne, marca a paisagem urbana desde 2006. No 88º andar, o Eureka Skydeck entrega o mirante público mais alto do hemisfério sul, com vista panorâmica de 360°. Os mais corajosos podem encarar o The Edge, uma caixa de vidro suspensa. Em Southbank, a visita combina com restaurantes e atrações locais.

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#3 Shrine of Remembrance pas encore de reco

O Shrine of Remembrance em Melbourne é um monumento dedicado aos soldados australianos, oferecendo uma imersão na história militar por meio de exposições interativas e objetos históricos. Do topo, os visitantes aproveitam vistas panorâmicas da cidade, adicionando uma dimensão pacífica a este local de memória. Todos os dias, uma cerimônia luminosa honra os soldados caídos, tornando este santuário essencial para compreender o patrimônio australiano e prestar homenagem a quem serviu.

O mapa das atrações imperdíveis em Melbourne

Visitar Melbourne, a capital cultural da Austrália que nunca dorme

Segunda maior cidade do país em área, primeira em estilo. É assim que podemos resumir esta metrópole de 3,5 milhões de habitantes que se espalha por mais de 7.000 km². Esqueça os clichês da Austrália praiana e ensolarada: aqui, o tempo muda quatro vezes por dia, o café é uma religião e a arte urbana toma conta de cada canto das vielas de paralelepípedo.

Para quem é esta cidade?

Se você gosta de cidades cosmopolitas cheias de movimento, bairros com personalidades próprias e uma cena culinária que rivaliza com as maiores capitais europeias, vai adorar. A capital de Victoria atrai quem aprecia arquitetura eclética (do gótico vitoriano ao futurismo mais ousado), fãs de arte urbana, entusiastas da cultura e bons garfos insaciáveis.

Por outro lado, se você sonha com praias desertas e descanso total sob um sol escaldante, este pode não ser o seu destino ideal. É claro que há praias, mas elas são urbanas e bem movimentadas.

No quesito orçamento, prepare o bolso: a vida em Melbourne custa caro, especialmente hospedagem e lazer. Reserve pelo menos quatro ou cinco dias para sentir a essência desta cidade que não se deixa decifrar em um único fim de semana.

A City: entre arranha-céus e ruelas secretas

O CBD (Central Business District, como os locais chamam) é o coração pulsante da cidade. Nas margens do rio Yarra, este bairro transmite a energia de uma megalópole europeia moderna, onde se misturam art déco, neogótico, barroco vitoriano e torres futuristas. É essa variedade arquitetônica que garante todo o seu charme.

Mas a verdadeira magia está escondida nas laneways, aquelas ruelas de paralelepípedo com nomes marcantes. A Hosier Lane é o templo do grafite: cada centímetro quadrado de muro exibe pinturas coloridas que mudam o tempo todo. A Degraves Street e a Centre Place transbordam cafeterias minúsculas onde os baristas são verdadeiros artistas dos grãos.

Os imperdíveis culturais

O NGV (National Gallery of Victoria) abriga mais de 70.000 obras de arte australiana e internacional em dois prédios separados. O ACMI, centro dedicado à imagem em movimento, vai encantar os cinéfilos. E para uma dose de verde sem sair do asfalto, os Royal Botanical Gardens oferecem 38 hectares de paisagismo impecável.

O Aquarium continua sendo um programa em família muito procurado, com 10.000 criaturas marinhas, desde tubarões até pinguins da Antártica. Para quem busca fortes emoções, encare os 91 andares da Eureka Tower: a vista panorâmica de 360 graus da baía de Port Phillip compensa a subida.

O conselho de amigo: o bonde gratuito City Circle passa pelas principais atrações do CBD. Suba em um vagão verde e dourado, acomode-se e aproveite o áudio-guia. É excelente para se situar no primeiro dia.

Fitzroy e Collingwood: a alma boho e criativa

Siga para o norte do rio Yarra para mergulhar no clima hipster de Fitzroy. Este bairro histórico, que se tornou o primeiro subúrbio da cidade em 1839, é hoje o santuário do café especial, dos brechós vintage e das galerias de arte independentes. A Brunswick Street pulsa ao som de lojas de vinil, livrarias engajadas e bares ocultos.

Não faltam endereços emblemáticos: o Industry Beans para um café apurado em um antigo armazém repaginado, o Cutler & Co para uma refeição descontraída, ou o Marion para uma taça de vinho natural ao cair da tarde. O grafite toma conta de praticamente todas as esquinas.

Bem pertinho, Collingwood amplia o passeio pela Smith Street, uma das vias comerciais mais ecléticas do país. O Proud Mary serve cafés da manhã reforçados com grãos torrados no próprio local. Não deixe de conhecer o Collingwood Yards, um polo criativo que reúne ateliês, galerias e lojas conceito.

Carlton: a Itália em Melbourne

Conhecida como Little Italy, Carlton reflete a herança italiana da cidade. A Lygon Street praticamente inventou a cultura cafeeira de Melbourne: foi ali que a primeira máquina de espresso Gaggia da Austrália foi instalada, nos anos 1950, no University Café.

Até hoje, essa rua respira a dolce vita com suas trattorias familiares, sorveterias artesanais e confeitarias repletas de cannoli e tiramisu. O Brunetti Classico segue como parada obrigatória para um cappuccino acompanhado de doces italianos tradicionais. O DOC Espresso atrai multidões com suas pizzas assadas a lenha.

Os Carlton Gardens abrigam o imponente Royal Exhibition Building, reconhecido como Patrimônio Mundial da UNESCO, além do Melbourne Museum, que traz exposições sobre os povos aborígenes e um cinema IMAX.

St Kilda: o refúgio praiano boêmio

A 6 km ao sul do centro, St Kilda exibe um charme irresistivelmente decadente. Esta antiga estância balneária vitoriana passou por várias fases: enclave judaico no pós-guerra, zona de meretrício e berço do punk rock. Hoje, forma um mosaico fascinante de casarões vitorianos desgastados, prédios de influência moura e ruas cheias de personalidade.

A praia de St Kilda enche nos fins de semana com pessoas aproveitando a faixa de areia, praticando stand-up paddle ou simplesmente tomando um drink na calçada da Acland Street. O St Kilda Pier proporciona pores do sol marcantes e, com um pouco de sorte, a chance de avistar os pequenos pinguins-pigmeus no Breakwater.

O Luna Park, com seu gigantesco sorriso na entrada, funciona como um parque de diversões vintage desde 1912. O Palais Theatre, teatro icônico em estilo art déco, ainda recebe shows e espetáculos. Para curtir música alternativa, rume direto ao Esplanade Hotel (carinhosamente chamado de "The Espy"), onde Nick Cave deu seus primeiros passos na música.

O conselho de amigo: a feirinha de artesanato de domingo na Esplanade vale a pena para garimpar peças exclusivas. Chegue cedo para fugir do movimento da tarde.

Outros bairros para explorar

  • South Yarra esbanja sofisticação com suas boutiques de grife na Chapel Street, apartamentos art déco e a proximidade com os belíssimos Royal Botanic Gardens. É o lugar perfeito para praticar o shinrin-yoku (banho de floresta), caminhadas terapêuticas guiadas pelos jardins.
  • Richmond e sua Victoria Street levam você direto a Ho Chi Minh: restaurantes vietnamitas por toda parte, lojas de souvenirs asiáticos e o aroma de pho no ar. A Bridge Road é o destino certo para compras de moda com desconto.
  • O Chinatown, concentrado na Little Bourke Street, abriga a comunidade chinesa permanente mais antiga da Austrália, presente desde as corridas do ouro na década de 1850. Os restaurantes servem dim sum, pato de pekings e massas frescas até altas horas da madrugada.

Onde comer e beber em Melbourne?

A gastronomia em Melbourne não se resume a refeições, sendo tratada quase como uma religião. A cidade é tão obcecada por café que grandes redes internacionais, como o Starbucks, tiveram que fechar as portas por não conseguirem competir com as torrefações locais.

Quais nomes anotar? O St. ALi, em South Melbourne, pioneiro no movimento dos cafés especiais desde 2005. O Seven Seeds, em Carlton, referência em grãos de origem única. O Brother Baba Budan, no CBD, para um espresso encorpado em um ambiente sem frescuras. E o Market Lane, que torra seus grãos diariamente.

No quesito restaurantes, a diversidade cultural da cidade garante opções variadas. O MoVida, no CBD, serve tapas espanholas sofisticadas. O Cumulus Inc., na Flinders Lane, aposta na culinária australiana contemporânea. O Maha oferece pratos do Oriente Médio premiados. E não deixe de visitar o Queen Victoria Market, mercado tradicional em funcionamento desde 1878 ideal para encontrar frutas frescas, queijos artesanais, frutos do mar e comidinhas de rua do mundo todo.

Para quem gosta de cerveja, a cena artesanal ferve com endereços como o Moon Dog World em Abbotsford (que conta até com piscina interna), a Fixation Brewery focada em IPAs, ou a Molly Rose Brewery para um clima aconchegante. Os bares secretos (speakeasies) ficam escondidos em ruelas: é preciso saber o endereço exato para conseguir entrar.

Onde ficar em Melbourne e arredores?

O CBD concentra a maior variedade de hospedagens, desde hostels econômicos até hotéis de design sofisticado. É a alternativa mais prática para quem visita a cidade pela primeira vez, já que tudo fica a pé ou acessível pelo bonde gratuito. Os preços variam de 80 a 300 dólares australianos (cerca de 300 a 1.130 reais) por noite, dependendo do padrão.

Fitzroy e Collingwood contam com alguns hotéis boutique para uma vivência completa no estilo hipster, embora as opções sejam mais restritas. South Yarra dispõe de acomodações sofisticadas em uma área residencial mais tranquila. St Kilda atende bem a quem viaja com orçamento enxuto graças aos seus vários albergues, embora mantenha uma atmosfera um pouco mais alternativa.

Para uma experiência diferente, algumas coberturas no CBD oferecem glamping em trailers Airstream vintage dos anos 1970. South Melbourne e Middle Park funcionam muito bem para famílias que buscam calz e proximidade com o Albert Park.

Como chegar e circular em Melbourne?

Dois aeroportos atendem à cidade: o Melbourne Airport (Tullamarine), principal porta de entrada a 23 km a noroeste, e o Avalon Airport, menor e mais afastado. Partindo do Brasil, espere voos de pelo menos 22 horas com conexões. As passagens variam bastante conforme a temporada.

Saindo do Melbourne Airport, o SkyBus leva passageiros até a Southern Cross Station em 30 minutos, com saídas a cada 10 ou 15 minutos (cerca de 20 AUD, ou aproximadamente 75 reais). Para economizar, pegue o ônibus 901 até a Broadmeadows Station e siga de trem (cerca de 5 AUD, ou cerca de 20 reais com o cartão Myki, mas a viagem leva 1h). Ainda não existe ligação ferroviária direta, embora um projeto de trem esteja em andamento.

Dentro da cidade, a rede de bondes (trams) é a maior do mundo e atende praticamente todos os bairros. O cartão Myki (6 AUD de taxa de emissão mais recarga, cerca de 23 reais) vale para todo o transporte público. A tarifa diária custa 8,80 AUD (cerca de 33 reais) em dias úteis e 6,40 AUD (cerca de 24 reais) nos fins de semana. Algumas linhas de bonde operam a noite toda às sextas e sábados.

Os trens suburbanos partem da Flinders Street Station (o prédio com cúpula amarela, cartão-postal da cidade) e da Southern Cross Station. Para viagens regionais, a V/Line realiza trajetos até Geelong, Ballarat, Bendigo e a Great Ocean Road. O centro pode ser facilmente explorado a pé, e vários bairros contam com ótima infraestrutura para bicicletas.

O conselho de amigo: tome cuidado com os "hook turns" (a regra em que você deve virar à direita posicionando-se na faixa da esquerda) caso decida alugar um carro e dirigir no CBD. Esse procedimento exclusivo da Austrália permite que os bondes circulem sem retenções causadas por carros fazendo conversões.

Quando ir?

O clima de Melbourne é famoso por sua imprevisibilidade: costuma-se dizer que é possível vivenciar as quatro estações em um único dia. Os períodos mais agradáveis são o outono (março a maio) e a primavera (setembro a novembro), com temperaturas amenas entre 15°C e 25°C, menos movimento nas ruas e tarifas mais convidativas.

O verão (dezembro a fevereiro) atrai grandes levas de turistas durante as férias escolares, com termermômetros que frequentemente superam os 30°C. É a alta temporada, portanto convém reservar com antecedência. O inverno (junho a agosto) permanece ameno (6°C a 15°C), mas costuma ser cinzento e ventoso. Em contrapartida, os preços caem e festivais de inverno (feiras noturnas e eventos gastronômicos) agitam a cidade.

Evite, se possível, o Natal e a Páscoa, épocas de pico máximo. O calendário de grandes eventos traz o Australian Open de tênis em janeiro, o Grande Prêmio de Fórmula 1 em Albert Park (abril) e a tradicional corrida de cavalos Melbourne Cup em novembro, que praticamente paralisa o país.

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Eureka Tower à Melbourne
Sanctuaire du souvenir à Melbourne
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Resumo das avaliações

Sobre a cidade

1 avaliações
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  • Geral 5/5
  • Em família 5/5
  • A dois 5/5
  • Com amigos 5/5

Sobre as atividades

2 avaliações
+2
recomendações
  • Parques e jardins +2 recomendações

Uma cidade com alma europeia

Melbourne é sem dúvida a cidade que mais me lembrou a Europa.

Para começar, eu estive lá em agosto, o que corresponde ao inverno desse lado do globo, e senti bem o frio (comparado a outras latitudes australianas mais amenas). Também chovia com bastante frequência. Então, assim, se você está pensando em passar 6 meses ou 1 ano de camiseta na Austrália, em Melbourne não rola.

Depois, o clima: achei a cidade "sérieusa" e "studiosa". Cuidado, ainda assim tem festa, vida noturna e uma vida cultural muito rica. Mas tive bastante a impressão de que famílias moram aqui e trabalham para ganhar a vida. Parece óbvio assim, mas, no entanto, em Sydney por exemplo, que tem ainda mais habitantes, eu tive um pouco a impressão de que as pessoas estavam de férias o ano todo.

Só por causa desse contraste com Sydney, eu recomendo visitar Melbourne. Se não, você pode acabar tendo uma visão um pouco distorcida da vida na Austrália.

6
Recomenda :
Nota geral :
Em família :
A dois :
Com amigos :

Já viu todas as opiniões.

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