Estádio Municipal

Onde ficar em Antananarivo: os melhores bairros (2026)

Em Antananarivo, o que decide o bairro é a distância que se consegue fazer a pé. A cidade assenta numa colina de mil duzentos e oitenta metros e sobe-se por escadarias de pedra: o Rova, o palácio das rainhas, ocupa o cume; a avenida da Independência e o mercado de Analakely ocupam o fundo da bacia, cento e cinquenta metros mais abaixo; entre os dois, trezentos degraus e vielas da largura de um carro. O que separa de verdade estas duas moradas não é a distância, é o trânsito: nas horas de ponta, os três quilómetros de alcatrão que as ligam fazem-se em quarenta minutos de táxi, e o mesmo percurso leva vinte minutos a pé pelas escadas. Daí a ordem deste guia, que desce a encosta antes de seguir para norte: a Cidade Alta e os seus palácios, o centro baixo de Analakely e de Isoraka, o lago de Anosy com o estádio e o jardim zoológico, o norte de negócios de Ankorondrano, e Ivato, o aeroporto, a dezasseis quilómetros.

Um único membro escreveu sobre esta cidade, e a sua opinião é dura: Lisa dá 1 em 5 e aconselha a partir depressa. Este guia não a contorna, serve-se dela, porque o que ela descreve é exatamente o que uma boa escolha de bairro atenua. Os preços, por seu lado, estão entre os mais baixos desta série: o quarto limpo de casa de hóspedes com pequeno-almoço sai por € 20* e raramente passa de € 40*; a gama média com piscina ou jardim arranca nos € 45* e sobe aos € 80*; os hotéis de quatro e cinco estrelas da colina e da margem do lago pedem € 100* e até € 180*. Seguem-se dezasseis moradas: duas no alto, sete no centro, duas junto à água, três a norte e duas no aeroporto.

Eu não curti a minha breve passagem por Tana.

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1

A Cidade Alta: o Rova, Andohalo e Faravohitra O palácio do Rova no cume da colina, a praça e a catedral de Andohalo, o palácio de Andafiavaratra e o seu museu, a catedral de Faravohitra, o palácio do primeiro-ministro, as escadarias de Ambondrona e de Antaninarenina, as mesas e os terraços da rua Printsy Ratsimamanga

para a história, a vista, as mesas da noite, andar sem apanhar um carro

A Cidade Alta é a cidade das rainhas: uma crista estreita onde o Rova, o palácio real incendiado em 1995 e reerguido desde então, domina mil duzentos e oitenta metros de planalto e duzentos quilómetros de arrozais ao longe. Em volta, tudo se faz a pé e nada se faz de carro: a praça de Andohalo onde os soberanos falavam à multidão, a catedral de tijolo vermelho plantada no seu rochedo, o palácio de Andafiavaratra e o seu museu, o único lugar onde se veem as peças salvas do incêndio, e mais abaixo o palácio do primeiro-ministro. As casas são altas e magras, de tijolo rosa com varandas de madeira, as ruas acabam em escadas, e à noite as melhores mesas da cidade abrem os seus terraços sobre o vazio. Dorme-se aqui para acordar acima do pó e para sair a jantar sem entrar num táxi. O reverso: tudo o que está em baixo paga-se em pernas ou em trânsito, e de noite volta-se de carro.

Andar pelas ruas não é nada legal, entre a sujeira, a poeira, a poluição, os olhares insistentes dos homens para as mulheres, o trânsito caótico e perigoso (esqueça as faixas de pedestre com preferência).

Onde ficar neste bairro

Palissandre Hôtel & Spa Luxo

Rua Andriandahifotsy, em Faravohitra, no ombro da colina: uma piscina exterior, um spa com hammam e um restaurante com terraço de onde a cidade baixa se abre por inteiro. As avaliações citam primeiro a vista, depois o hammam, depois a cozinha, e a localização é avaliada ali com 8,8 como o próprio hotel, em duzentas e sessenta avaliações. É a morada que melhor explica porque se dorme no alto.

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Lokanga Boutique Hotel Luxo

Uma casa malgaxe de 1930 posta no cume da colina real, a dois minutos do Rova: sete quartos decorados um a um, uma sala com lareira para as noites de inverno, uma mesa que as avaliações põem ao nível dos restaurantes do bairro, e uma nota acima de 9 em cerca de cinquenta avaliações. Escolhe-se pela morada em si, não pelos serviços de um grande hotel.

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Prós

  • O Rova, Andohalo e o museu de Andafiavaratra a pé desde o quarto
  • As mesas com terraço e a vista sobre a cidade baixa ao pôr do sol

Contras

  • Trezentos degraus ou quarenta minutos de táxi para chegar ao centro baixo
  • Poucas moradas, e as duas boas enchem-se em julho e agosto
2

O centro baixo: Analakely, Antaninarenina e Isoraka A avenida da Independência e os pavilhões de Analakely, a estação de Soarano na sua ponta, a praça da Independência em Antaninarenina e o palácio de Ambohitsorohitra, o museu de arte e arqueologia, os restaurantes de Isoraka, o mercado artesanal da Petite Vitesse, as escadarias que sobem para a Cidade Alta

para fazer tudo a pé, os restaurantes, os bancos, uma primeira vez

O centro baixo é o fundo da bacia e o coração útil da cidade: a avenida da Independência, larga como um bulevar parisiense, com os seus pavilhões de mercado ao meio e a estação de Soarano a fechar a perspetiva, o bairro dos bancos e das agências em Antaninarenina, e logo acima Isoraka, três ruas de casas coloniais onde se juntam as mesas da cidade. Tudo fica a dez minutos a pé: trocar dinheiro, comprar vanilha, jantar, voltar a subir para o Rova pelas escadas. É também o bairro mais denso e mais ruidoso, e aquele de que as avaliações dizem que os vendedores são insistentes; o mesmo quarteirão muda de cara entre as dez da manhã e as dez da noite. Dorme-se aqui pelo número de coisas acessíveis sem carro, e é o único bairro em que este guia propõe sete moradas, do 7,3 histórico ao 9,2 de nove quartos.

Onde ficar neste bairro

Le Louvre Hôtel & Spa Luxo

Na praça da Independência, em Antaninarenina, num edifício cuja estrutura saiu das oficinas de Eiffel: piscina coberta, spa, sauna e hammam incluídos no quarto, um restaurante e uma galeria de arte. As avaliações elogiam a localização e a equipa, acham o pequeno-almoço escasso, e a nota mantém-se em 8,0 em quinhentas e três avaliações, um dos maiores volumes da cidade.

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Hôtel Colbert Luxo

Rua Prince Ratsimamanga, a morada histórica de Tana desde 1928, a um minuto do palácio presidencial: piscina interior, spa, sauna, hammam e casino, cento e trinta quartos. A localização é avaliada ali com 8,8 e a limpeza com 7,8, para um 7,3 de conjunto em trezentas e vinte e quatro avaliações: vem-se pelo edifício e pela situação, sabendo que a manutenção segue de longe.

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Hôtel Sakamanga Custo-benefício

Rua Ratianarivo, atrás de Isoraka: duas piscinas, três salas de refeição, um bar de runs curtidos e uma coleção de objetos malgaxes em todas as paredes. É a morada que os viajantes recomendam uns aos outros desde há trinta anos, avaliada com 8,4 em quatrocentas e trinta e cinco avaliações, e as avaliações falam da cozinha antes dos quartos. Reservar cedo em julho e agosto.

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Le Pavillon de l'Emyrne Custo-benefício

Uma casa colonial restaurada em plena Isoraka, nove quartos todos diferentes, um jardim, um spa e um restaurante. As avaliações são poucas mas unânimes: 9,2 em nove avaliações, equipa avaliada com 9,7, localização 9,4, e uma delas resume o bairro dizendo que se sai a jantar sem voltar a pegar no carro.

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Résidence Le Hublot Custo-benefício

Entre Antaninarenina e o lago, apartamentos com cozinha geridos como um hotel, com uma anfitriã que as avaliações nomeiam: 9,0 em cento e quarenta avaliações, equipa 9,6, localização 9,4. O bom compromisso para uma família ou para duas semanas, já que se pode cozinhar e andar a pé para todo o lado.

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Hôtel de l'Avenue Custo-benefício

Em frente à câmara municipal, na própria avenida da Independência: quartos e suítes, sala de desporto, bar com disc-jóquei nos fins de semana. Localização avaliada com 8,9, equipa 9,2, para um 8,0 em cento e quarenta e uma avaliações. Pedir um quarto nas traseiras: a avenida é a rua com mais trânsito do país.

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Central Hôtel Tana Econômico

Rua Raoul Randriamanamihaja, em Tsaralalàna, a quatro minutos do museu dos Piratas: a morada mais barata deste guia que ainda se defende, avaliada com 7,4 em cem avaliações, localização 8,2, equipa 8,2, e o wifi 6,5. As avaliações agradecem à receção por ter encontrado ariary e táxis, que é exatamente o que se lhe pede.

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Prós

  • Bancos, mercados, restaurantes e escadarias da Cidade Alta a pé
  • A maior escolha de hotéis da cidade, em todos os preços

Contras

  • Ruído, multidão e vendedores insistentes nas horas de trabalho
  • À noite as ruas esvaziam-se depressa e volta-se de carro
3

Anosy, Mahamasina e Tsimbazaza: o lago, o estádio e o zoo O lago de Anosy e o monumento do Anjo Negro na sua península, o estádio municipal de Mahamasina e os seus dias de jogo, o parque botânico e zoológico de Tsimbazaza e os seus lémures, os ministérios do bairro de Anosy, a estrada que volta a subir para a Cidade Alta

para um quarto junto à água, uma piscina, o zoo com crianças

No fundo da colina, o lago de Anosy desenha uma ferradura de água orlada de jacarandás que florescem violeta em outubro, com no fim de uma península o monumento do Anjo Negro, erguido pelos mortos de 1914. É o único passeio plano da cidade, e mede dois quilómetros. Em volta: os ministérios, o estádio de Mahamasina onde a seleção joga com casa cheia e, mil metros mais a sul, o parque de Tsimbazaza, que é o zoo e o jardim botânico de Madagáscar, o único lugar da capital onde ver lémures e o esqueleto da ave-elefante. Dorme-se aqui por um quarto virado ao lago, por uma piscina e para levar crianças ao zoo a pé. O reverso: nas noites de jogo o bairro entope, e a Cidade Alta reconquista-se a subir.

Onde ficar neste bairro

Carlton Madagascar Luxo

A grande torre branca na margem do lago, a dez minutos a pé do centro histórico: grande piscina exterior, campo de ténis, sala de desporto, dois restaurantes e quartos altos com vista para a água e para a colina. Equipa avaliada com 9,2, limpeza 8,9, para um 8,2 em oitenta e cinco avaliações; várias falam de um edifício que envelhece e de um serviço que não fraqueja.

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Havana Resort Custo-benefício

A cinco minutos a pé do lago, dois restaurantes e um bar no telhado onde se janta acima dos tetos de chapa, com disc-jóquei em certas noites. As avaliações citam o terraço, o pequeno-almoço e o preço, e a nota mantém-se em 7,7 em trezentas e sessenta e oito avaliações: é a gama média mais frequentada deste lado da cidade.

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Prós

  • O passeio do lago, plano e arborizado, o zoo de Tsimbazaza a pé
  • Piscinas, jardins e dez minutos a pé até ao centro baixo

Contras

  • Nos dias de jogo Mahamasina bloqueia o trânsito do bairro
  • Apenas duas moradas, e nenhuma abaixo de € 45*
4

O norte de negócios: Ankorondrano, Ambodivona e Ivandry A route des Hydrocarbures e as torres de Ankorondrano, o Tana Water Front, os centros comerciais e os supermercados, os escritórios e as embaixadas de Ivandry, o lago de aves de Tsarasaotra perto de Alarobia, a circular para o aeroporto

para uma viagem de trabalho, uma piscina, um centro comercial, um voo da noite

Três quilómetros a norte do centro, Ankorondrano é a cidade de depois: torres de escritórios, supermercados, o centro comercial do Tana Water Front e os três hotéis internacionais mais recentes da capital. Nada de antigo, nada para visitar, e a ideia é essa: vem-se aqui por uma sala de reuniões, uma piscina, um elevador que funciona e as compras feitas em vinte minutos. Ao lado, Ivandry alinha residências e embaixadas, e o pequeno lago privado de Tsarasaotra, em Alarobia, acolhe garças e patos endémicos a quinze minutos dos escritórios. Dorme-se aqui para trabalhar e para estar na estrada do aeroporto, não pela cidade. O reverso: nada se faz a pé, e o percurso até à Cidade Alta leva de vinte minutos a uma hora conforme a hora.

Onde ficar neste bairro

Radisson Blu Hôtel Antananarivo Waterfront Luxo

No Tana Water Front, em Ambodivona: piscina interior, banheira de hidromassagem, dois restaurantes, um deles no telhado, transfer de aeroporto e estacionamento. Limpeza avaliada com 9,3, conforto 9,2, para um 8,7 em seiscentas e cinquenta e quatro avaliações, a melhor nota por volume da cidade. Uma avaliação avisa: é também o mais caro de Tana.

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Novotel Antananarivo Convention & Spa Luxo

Em Alarobia, entre o lago de aves e a circular: piscina interior, spa, sala de desporto, um centro de congressos e um transfer de aeroporto oferecido. Conforto avaliado com 9,3, limpeza 9,1, localização 8,8, para um 8,6 em cento e sessenta e oito avaliações, e as avaliações insistem no silêncio dos quartos, o que aqui é raro.

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ibis Antananarivo Ankorondrano Custo-benefício

Route des Hydrocarbures, no meio dos escritórios: quartos padrão com ar condicionado, piscina, pequeno spa e a melhor relação entre preço e localização do norte. Equipa avaliada com 8,5, limpeza 8,4, para um 7,7 em duzentas e noventa e seis avaliações. As avaliações fazem dele uma base de viagem mais do que uma estadia, e é exatamente esse o seu uso.

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Prós

  • Os hotéis mais recentes, piscinas, salas de reuniões e supermercados
  • Dez quilómetros menos para o aeroporto do que partindo da Cidade Alta

Contras

  • Nenhum monumento, nenhuma rua para andar: tudo se faz de carro
  • De vinte minutos a uma hora para chegar à Cidade Alta conforme o trânsito
5

Ivato: o aeroporto e a colina real de Ambohimanga O aeroporto internacional de Ivato e o seu terminal aberto em 2021, os hotéis com transfer de Talatamaty e de Ambohibao, a colina sagrada de Ambohimanga a nove quilómetros a nordeste, os arrozais e as olarias da planície, a estrada nacional para norte

para um voo noturno, uma chegada tardia, uma última noite antes de partir

Ivato fica a dezasseis quilómetros do centro e a quarenta minutos de carro, ou a uma hora e meia quando a circular entope. É uma aldeia de arrozais tornada zona aeroportuária, com um terminal internacional novo, hotéis com jardim que mandam todos um carro, e nem uma razão para ficar de dia. Exceto uma, a nove quilómetros a nordeste: a colina sagrada de Ambohimanga, a residência real de onde partiu a conquista da ilha, cerca de pedra, casa de madeira do rei, tanques e bosque sagrado, inscrita no património mundial e muito melhor conservada do que o Rova. Dorme-se aqui por um voo de manhã ou uma chegada de noite, e porque Lisa, o único membro que escreveu sobre a cidade, aconselha precisamente isso. O reverso: dorme-se ao lado de uma pista, não numa capital.

Saia logo da capital para aproveitar os tesouros naturais de Madagascar.

Onde ficar neste bairro

Relais des Plateaux & Spa Custo-benefício

A alguns minutos do terminal, um parque com piscina, um spa com sauna e banheira de hidromassagem, um restaurante e transferes de aeroporto oferecidos a qualquer hora. Equipa avaliada com 9,3, limpeza 8,9, conforto 8,9, para um 8,6 em oitocentas e setenta e três avaliações: o maior número de vozes deste guia, e as massagens voltam numa avaliação em cada três.

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San Cristobal Boutique Hotel Custo-benefício

Em Talatamaty, a três quilómetros da pista: piscina exterior, quartos grandes, bar e restaurante num jardim, transfer gratuito. Limpeza avaliada com 9,1, conforto 9,0, equipa 9,0, para um 8,5 em setecentas e vinte e uma avaliações. As avaliações citam primeiro o transfer e depois o jantar, o que descreve bem o lugar.

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Prós

  • Transfer de aeroporto incluído, jardins, piscinas e calma
  • A colina real de Ambohimanga a nove quilómetros, antes ou depois do voo

Contras

  • Dezesseis quilómetros e até uma hora e meia da Cidade Alta
  • Nada para fazer no local fora do hotel

Nossas dicas para reservar bem

  • Andar em Tana: de manhã, pelas escadas, sem nada nas mãos: Andar é o único meio de transporte rápido do centro, e é também o que a avaliação de Lisa descreve como desagradável. As duas coisas são verdade, e quatro hábitos fazem a diferença: sair de manhã, quando o ar ainda está fresco e os passeios livres; apanhar as escadarias em vez dos grandes eixos, onde os carros nunca dão passagem; não levar mala aberta, nem telemóvel na mão, nem joia à vista, porque a delinquência de Tana é de oportunidade; e voltar de carro depois de cair a noite, mesmo para trezentos metros, o que os habitantes também fazem. Os cortes de luz deixam ruas inteiras às escuras sem avisar.
  • Dezesseis quilómetros de aeroporto, quarenta minutos ou uma hora e meia: O aeroporto de Ivato fica a dezasseis quilómetros do centro, e o percurso dura de quarenta minutos a uma hora e meia conforme a hora: a circular norte satura entre as sete e as nove da manhã e das dezasseis às dezenove. Os hotéis mandam um carro, é o mais simples, e em Ivato é muitas vezes gratuito. Na cidade, os táxis bege não têm taxímetro: o preço fixa-se antes de entrar, € 2 a € 5* para um percurso no centro, o dobro de noite. As aplicações de reserva funcionam e mostram o preço com antecedência. Os taxis-be, os minibus amarelos, custam menos de € 0,20* e passam em todo o lado, mas vão cheios e sem referência para quem não fala malgaxe.
  • O ariary, os levantamentos e o frio das noites de inverno: A moeda é o ariary, a maior nota vale 20.000 Ar, e uma refeição de rua paga-se em moedas: levar um maço. As caixas automáticas do centro e de Ankorondrano dão ariary e muitas vezes limitam o levantamento a 400.000 Ar, ou seja duas ou três operações por dia para uma semana de viagem; os hotéis deste guia aceitam cartão, as mesas pequenas não. Quanto à estação, a cidade está a mil duzentos e oitenta metros: chove de novembro a março, em trovoadas de fim de tarde, e as noites de junho a agosto descem aos dez graus. Muitos quartos não têm aquecimento, incluindo os de quatro estrelas: pedir uma manta ao chegar, ou escolher uma morada que anuncie lareira.
  • O zebu, o arroz e as mesas de Isoraka: Come-se arroz três vezes por dia, e o resto gira em volta: o romazava, caldo de zebu com folhas de mafane que adormecem um pouco a boca, o ravitoto de folhas de mandioca pisadas com porco, os samosas e os crepes enrolados vendidos nas esquinas, e o koba, pasta de banana e amendoim cozida numa folha. O zebu grelhado é excelente e custa pouco. A cerveja local bebe-se em todo o lado, e as terras altas produzem um vinho da região servido fresco sem grandes ilusões. Contar € 3 a € 6* por um prato numa tasca do centro, € 12 a € 25* por um jantar completo nas mesas de Isoraka ou da Cidade Alta, que estão entre as melhores do oceano Índico e onde se reserva à noite.
Onde evitar ficar em Antananarivo (sinceramente)
  • O Relais de la Haute Ville, apesar da localização e do terraço: 7,4 em cinquenta e oito avaliações, e as queixas repetem-se sobre a água, a iluminação, o wifi e um karaoke ouvido dos quartos. Neste bairro, as duas moradas citadas acima valem a diferença de preço.
  • Um quarto virado para a avenida da Independência ou para a route des Hydrocarbures: são os dois eixos mais ruidosos da cidade, buzinas incluídas, e o hotel não pode fazer nada. Pedir um quarto nas traseiras ou um andar alto.
  • Ivato para visitar a capital: dezasseis quilómetros, até uma hora e meia de percurso nas horas de ponta, e nada em volta dos hotéis. O bairro do aeroporto só se justifica para a noite que precede ou que segue um voo.
  • Os orçamentos muito pequenos em volta da estação de camionetas e dos mercados do norte: os quartos descem ali abaixo de € 10*, sem nota publicada, em ruas que ninguém aconselha a subir depois de cair a noite.

Perguntas frequentes: onde ficar em Antananarivo

Em que bairro dormir em Antananarivo pela primeira vez?
No centro baixo, entre Analakely, Antaninarenina e Isoraka: é o único lugar onde os bancos, os mercados, os restaurantes e as escadarias da Cidade Alta ficam todos a dez minutos a pé, e oferece sete moradas de € 25 a € 140*. A Cidade Alta é mais bonita e mais calma, com os palácios e a vista, mas tudo o que está em baixo paga-se em degraus ou em trânsito.
Onde dormir barato em Antananarivo?
Numa casa de hóspedes ou num hotel pequeno do centro baixo, € 20 a € 40* com pequeno-almoço: a esse preço tem-se um quarto limpo, um duche quente e a cidade a pé, o que o mesmo orçamento não compra em nenhum outro lugar desta série. A morada mais barata retida aqui é avaliada com 7,4 em cem avaliações, e as avaliações aplaudem uma receção que encontra ariary e táxis. Abaixo de € 10*, os quartos existem mas nenhum tem nota publicada.
Quantas noites prever em Antananarivo?
Duas, e três se se quiser Ambohimanga. A primeira passa-se no alto: o Rova, Andohalo, o museu de Andafiavaratra, depois a descida pelas escadas e um jantar em Isoraka. A segunda leva o lago de Anosy, o parque de Tsimbazaza e os mercados. A terceira vale pela colina real de Ambohimanga, a vinte quilómetros a norte, meio dia com a estrada. A maioria dos viajantes faz aqui apenas uma etapa, e é coerente: a ilha está noutro lugar.
Antananarivo é segura para um viajante?
De dia sim, nos cinco bairros deste guia, com a condição de não deixar nada à vista: a delinquência é de oportunidade, roubos por arranco e carteiristas na multidão dos mercados. De noite não se anda a pé, apanha-se um táxi mesmo para trezentos metros, e os cortes de luz deixam ruas inteiras às escuras. A única avaliação de um membro sobre a cidade cita também os olhares insistentes para as mulheres e um trânsito perigoso, onde as passadeiras não dão prioridade nenhuma: atravessar negocia-se carro a carro.
Como chegar ao centro a partir do aeroporto de Ivato?
Dezesseis quilómetros, de quarenta minutos a uma hora e meia conforme a hora. O mais simples é o transfer do hotel, muitas vezes incluído em Ivato e pago na cidade, pedido no dia anterior. Caso contrário, os táxis do aeroporto pedem € 12 a € 20* para o centro, preço fixado antes de entrar, e as aplicações de reserva mostram uma tarifa com antecedência. Evitar chegar ao centro entre as sete e as nove da manhã ou entre as dezasseis e as dezenove: é aí que a circular norte satura.
Quanto custa uma noite em Antananarivo?
€ 20 a € 40* um quarto de casa de hóspedes limpo com pequeno-almoço, € 45 a € 80* uma gama média com piscina ou jardim, € 100 a € 180* os quatro e cinco estrelas da colina, do lago e do Waterfront. Os preços sobem de julho a setembro, estação seca e alta temporada turística, e durante as festas de fim de ano; descem de janeiro a março, quando chove todas as tardes.
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