Pyramides de Gizeh

Egito: o que fazer, top 20 atrações imperdíveis

Descubra os destinos preferidos dos nossos membros, além de avaliações, informações práticas e fotos de viajantes sobre Egito.

As 5 cidades mais bonitas para visitar: Egito

#1 o Cairo +47 recomendações

A capital egípcia é a maior metrópole da África e reúne um acervo histórico milenar que atrai visitantes do mundo inteiro. As pirâmides de Gizé, as mesquitas do Cairo Islâmico e as igrejas seculares do bairro copto formam o cenário dessa megalópole. Complete o roteiro com uma caminhada pelos bazares e um passeio de felucca no Nilo.

#2 Assuão +27 recomendações

Na margem direita do Nilo, Assuão é a última grande cidade no sul do Egito e funciona como um oásis de frescor no coração do deserto. Antiga porta de entrada para o Reino da Núbia, a cidade também abriu caminho para a África subsaariana, onde caravanas e rotas comerciais moldaram sua história. Muitas vezes vista apenas como uma parada rápida antes dos templos de Abu Simbel, ela possui um charme único graças a uma paisagem verdejante, ilhas charmosas e sítios históricos marcantes.

Um souk imperdível

Localizar-se em Assuão é bem simples, a corniche margeia o Nilo por vários quilômetros e concentra a maior parte dos restaurantes e cafés. Com um calçadão bem cuidado, o local convida a uma caminhada agradável enquanto as ruas perpendiculares revelam o ritmo da cidade. O souk é o ponto mais vibrante desse cenário. De dia ou de noite, esse grande mercado coberto ferve com vendedores, e as bancas transbordam produtos egípcios e africanos, como perfumes, especiarias, roupas, artesanato, incensos, frutas e flores. É o lugar certo para pechinchar, e nos arredores a cultura núbia se revela através de objetos tradicionais como amuletos, bijuterias e cestaria. O espaço é uma explosão de cores e aromas. A principal especialidade gastronômica de Assuão é o pombo recheado com arroz, servido em espetos ou simplesmente grelhado, figurando em grande parte dos cardápios locais. A molokhia, tradicional sopa verde, pratos à base de berinjela, os mezzes, o tahini e os peixes formam uma culinária de personalidade forte, perfeita para acompanhar com o pão egípcio fresco, sucos naturais e um café núbio com cardamomo.

Navegando de ilha em ilha

Em frente ao centro, a ilha Elefantina é imperdível. Basta pegar uma felucca para atravessar, pois esses pequenos barcos a vela são os meios de transporte mais tradicionais em Assuão. Siou e Koti, dois vilarejos núbios, ficam escondidos entre plantações e palmeirais, onde as casas coloridas encantam e o tempo parece ter parado. Vale a pena visitar as ruínas do templo de Khnum, a divindade com cabeça de carneiro, e observar no complexo arqueológico o nilômetro, a escadaria histórica usada para medir o nível da cheia do Nilo. Colunatas cobertas de hieróglifos completam o cenário, enquanto ao fundo avista-se o elegante mausoléu em granito rosa do Aga Khan, erguido em 1959 no alto de uma colina sobre as águas. Um pequeno museu dedicado à cultura núbia aprofunda o conhecimento sobre as tradições locais e a história da região, profundamente marcada pela construção da alta barragem de Assuão, que pode ser visitada, assim como o recente Museu do Nilo.

A ilha vizinha é um verdadeiro refúgio verde, pois em Kitchener Island fica o fabuloso Jardim Botânico, criado em 1896, cuja exuberância impressiona em contraste com a aridez do deserto. Plantas, flores e árvores trazidas da África equatorial, da Índia e da Ásia tropical criam um cenário surpreendente. O contraste com as margens de areia é imediato, transformando o espaço em um santuário para diversas espécies de aves cujo canto embala o passeio.

Na margem ocidental do Nilo, as tumbas dos Nobres destacam-se pela longa rampa de acesso aos sarcófagos, um local misterioso que oferece uma vista panorâmica incrível da região. Pouco mais a oeste, o Mosteiro de São Simeão coroa o topo de um platô. Até 1321, o local abrigava trezentos monges e o complexo de quatro edifícios permanece como um dos monumentos cristãos mais importantes do país. Com muralhas de 8 metros de altura, ele lembra uma fortaleza medieval e está incrivelmente preservado. A cerca de 2 km de Assuão, a antiga pedreira de granito abriga o obelisco inacabado. Esculpido há cerca de 1.500 anos antes da nossa era, o ambicioso projeto da rainha Hatshepsut foi abandonado após uma rachadura na rocha, deixando para trás um vestígio colossal ainda preso à rocha matriz. A dez quilômetros dali, na ilha de Philae, o Templo de Ísis, datado do século IV antes da nossa era, coroa a viagem: Assuão é um destino fascinante e autêntico.

Quando ir

O clima é árido e seco, muito agradável de dezembro a fevereiro com temperaturas amenas, enquanto de junho a setembro o calor pode ser intenso.

Como chegar

Há voos disponíveis para o Aeroporto Internacional de Assuão, localizado a 20 km do centro da cidade, com opções de táxis e transporte público para o trajeto. Partindo do Cairo, a 840 km de distância, você pode optar por um trem noturno, que é uma alternativa prática e confortável, além de ônibus rodoviários ou de um voo doméstico direto de 1h20.

#3 Luxor +25 recomendações

Luxor concentra a maior concentração de vestígios faraônicos do mundo. A antiga Tebas revela os templos monumentais de Karnak e Luxor, a misteriosa Vale dos Reis e o templo de Hatshepsut cravado na falésia. Entre as duas margens do Nilo, três milênios de história aparecem a cada passo nesta capital do Egito Antigo que virou um museu a céu aberto obrigatório.

#4 Abu Simbel +17 recomendações

No sul do Egito, Abu Simbel poderia ter continuado como um vilarejo sem grandes pretensões, muito conhecido apenas por motoristas de carga devido à proximidade com a fronteira sudanesa. Isso se a antiga Núbia não tivesse deixado dois tesouros inestimáveis escondidos sob a areia: o grande templo de Ramsés II e o templo de Nefertari, descobertos em 1813 e 1817 por exploradores da Suíça e da Itália. Ameaçados pelas águas do Nilo, eles precisaram ser deslocados em 160 metros em 1964. Foram necessários três anos e meio e três mil operários para liberar e cortar os blocos, uma operação colossal que fascinou o mundo inteiro e mudou para sempre o destino de uma pequena cidade anônima na região de Aswan. Às margens do lago Nasser, Abu Simbel agora recebe milhões de visitantes.

Um refúgio de tranquilidade

A proximidade com o deserto faz de Abu Simbel uma parada cheia de personalidade e, embora explorar as ruínas arqueológicas seja a principal atividade, vale a pena passar pelo menos uma noite por lá. Alguns hotéis prestam uma verdadeira homenagem à cultura núbia, e sua arquitetura e decoração tradicionais têm um charme único. Nos pequenos restaurantes, destaca-se uma culinária marcante com especialidades como o tahina de gergelim, o babaghanouj (purê de berinjela) e, claro, o foul, um cozido de favas. Quem gosta de doces e novidades adora o mehallabeyya, um creme com água de rosa e pistaches. Dizem que o café núbio é um dos melhores do mundo, mas o chá de hibisco não fica atrás.

Além das excursões pelo deserto, outro ponto forte de Abu Simbel é o lago Nasser, um cenário magnífico que funciona como um mar no meio da aridez. Entre os papiros, aves como várias espécies de garças escolheram a área como lar, criando um refúgio maravilhoso, longe de qualquer agitação urbana e banhado por uma luz excepcional. Em suas margens, o faraó se ergue como um soberano imutável que vigia suas terras.

Ramsés II, imenso e eterno

Em um país repleto de sítios antigos notáveis, o de Abu Simbel é certamente um dos mais marcantes. Nas antigas colinas sagradas de Meha e Ibshek, Ramsés II iniciou uma obra colossal logo no início de seu reinado, em 1279 antes da nossa era, e ficar diante de tudo isso hoje em dia causa uma vertigem absoluta. Os templos foram esculpidos diretamente nas falésias de arenito; o maior deles é dedicado ao culto de várias divindades, incluindo Rá-Horakhty com cabeça de falcão e o próprio Ramsés. A fachada de 33 metros é composta por quatro estátuas de cerca de 20 metros que não deixam dúvidas sobre sua imponência. Vestido com um saiote, coroado com o nemés e usando uma barba postiça, o faraó reina em toda a sua glória. No interior, uma sala hipostila com gravações de uma delicadeza hipnotizante e dez salas laterais antecedem a sala das estátuas, também gigantescas. As paredes contam vitórias, como a da batalha de Cades e os feitos contra os hititas e os líbios. A genialidade dos construtores por trás desse templo desmedido está em um detalhe fascinante: a cada equinócio, em fevereiro e outubro, tudo foi planejado para que um raio de sol penetre o santuário e ilumine a estátua de Ramsés no dia do seu aniversário.

A poucos metros de distância fica o templo dedicado a Nefertari, primeira esposa e favorita de Ramsés II, divinizada sob a forma de Hátor. É um espaço mais intimista, com seis estátuas de 10 metros de altura na fachada, sendo quatro com a effigie do faraó, além de baix-reliefs suntuosos e esculturas dos filhos aos pés dos pais. A rainha aparece com sua coroa de chifres e plumas altas, imponente em sua beleza. Por dentro, textos e relevos celebram o casal, às vezes com ternura, ao lado das divindades. À noite, um espetáculo de som e luz ilumina o local, provando que, embora Ramsés II já não exista, ele continua reinando e fascinando.

Quando ir

A estação quente vai de maio a outubro, com um clima árido, seco e muitas vezes escaldante. Janeiro é o mês mais fresco; se você prefere fugir do calor, o período entre fevereiro e abril é ideal. Para evitar as multidões, o conselho é visitar os templos bem cedo pela manhã.

Como chegar

Muitos viajantes optam pela rota aérea via Cairo até Aswan, já que Aswan fica a 280 km de Abu Simbel. A estrada cruza o deserto e pode ser feita de ônibus ou com um motorista particular. Outra alternativa muito procurada é fazer um cruzeiro pelo Nilo que inclua uma parada em Abu Simbel. A cidade também conta com um aeroporto, e o voo a partir de Aswan dura 45 minutos.

#5 Gizé +10 recomendações

A cerca de vinte quilômetros do Cairo, na direção sudoeste, Gizé funciona quase como uma extensão da metrópole. Situada na margem esquerda do Nilo e conectada à capital por uma ponte, a cidade se divide em bairros com identidades marcantes. Milhões de pessoas chegam todos os anos atraídas pela chance de ver de perto a última das sete maravilhas do mundo antigo ainda de pé: a pirâmide de Quéops. No planalto e na necrópole, outras duas pirâmides completam esse conjunto faraônico do Império Antigo, vigiado de perto pela famosa Esfinge. É difícil competir com testemunhos históricos tão marcantes, o que torna Gizé uma parada obrigatória.

A cultura em todas as suas formas

Misturando conjuntos habitacionais populares, hotéis de luxo e a ilha de Qorsaya, onde vivem pescadores e agricultores, Gizé surpreende pela diversidade. Esse cenário urbano ilustra o desafio de integrar um sítio milenar à rotina de uma metrópole contemporânea. Movimentada e cheia de vida, a cidade abriga o bairro de Mohandessin, que aposta na elegância, no comércio, em restaurantes e cafeterias. Nos dias de jogos, a torcida do clube Al Ahly transforma a atmosfera. O bairro de Kit Kat, por sua vez, tem um perfil mais popular, conhecido pelas oficinas de cerâmica e artesanato em faiança. Entre os edifícios que merecem destaque, a imensa Universidade do Cairo, fundada em 1908, exibe uma arquitetura impressionante, e logo ao lado fica o Jardim Botânico Al-Orman, um dos pulmões verdes da região. Com seus 12 hectares repletos de cactáceas e árvores frondosas, o espaço continua sendo um refúgio tranquilo. Instalado em uma antiga mansão, o museu Mohamed Mahmoud Khalil reúne pinturas do século XIX, com forte presença de artistas franceses. Nomes como Delacroix, Gauguin, Monet e Van Gogh dividem espaço com telas orientalistas em plena terra dos faraós. A herança cultural também se revela na comovente casa-museu de Taha Hussein, um endereço intimista essencial para compreender a trajetória de um dos intelectuais e escritores mais influentes do século XX.

O artesanato se eleva à categoria de arte no Centro Ramses Wissa Wassef, onde a tecelagem conduz um projeto pedagógico premiado pela excelência técnica e pela filosofia humanista. Instalado em um projeto arquitetônico autoral, o passeio combina beleza e aprendizado em uma experiência marcante.

Bem perto da avenida Al Bahr Al Aazam, uma atração diferente propõe uma viagem no tempo: o Vilarejo Faraônico transporta o visitante para o Antigo Egito por meio de recriações detalhadas. Cenas cotidianas, ofícios ancestrais, vestimentas e trilhas sonoras reconstituem figuras históricas em cenários inspirados na Núbia. Esportes, jogos e áreas infantis completam a programação antes do encontro definitivo com as pirâmides reais, erguidas há quatro mil e quinhentos anos.

Diante das Pirâmides e da Esfinge

Poucos quilômetros adiante, no planalto desértico, as três maiores pirâmides do Egito dominam a paisagem. A de Quéops ocupa o centro do complexo funerário, servindo como tumba monumental e sendo a mais antiga do grupo. Com 146 metros de altura, é também a mais massiva, construída com blocos de calcário de 2,5 toneladas cada, reunindo imponência e mistério. A visita ao interior exige caminhar por passagens estreitas até a câmara do sarcófago. Logo ao lado aparecem as pirâmides de Quéfren e Miquerinos, de proporções menores, além das tumbas das rainhas, ruínas de templos funerários e antigas estruturas subterrâneas.

Construída por volta de 2590 a.C., a Esfinge, com 73 metros de comprimento e 20 metros de altura, vigia o conjunto arquitetônico. Tallhada diretamente na rocha de um único bloco, essa guardiã imutável de nariz danificado combina corpo de leão e cabeça humana. Embora a identidade exata do faraô retratado ainda gere debates, o monumento reflete o desejo de eternidade de seus criadores.

Quando ir

Com temperaturas na casa dos 32° na primavera e no outono, essas estações intermediárias oferecem o clima mais agradável para explorar Gizé e caminhar pelo sítio arqueológico. O verão registra dias intensos de calor seco, enquanto o inverno traz temperaturas amenas, com média de 14°.

Como chegar

O complexo das pirâmides fica a 8 km do centro de Gizé, que por sua vez dista cerca de vinte quilômetros do Cairo. Ônibus e táxis fazem a conexão entre os pontos. Há voos diretos e com conexões para o Cairo a partir de várias capitais e grandes aeroportos internacionais.

Ranking das 15 atividades selecionadas pela redação: Egito

#1 Pirâmides de Gizé (Gizé) +19 recomendações 4.4/5

As pirâmides de Gizé formam um conjunto de três monumentos no planalto de Gizé. A maior delas, a pirâmide de Quéops, integra as sete maravilhas do mundo antigo e detém o recorde de maior pirâmide já construída, ao lado das de Quéfren e Miquerinos. Erguidas há mais de 4.500 anos, representam um marco da arquitetura egípcia.

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#2 Souk Khan el-Khalili (o Cairo) +12 recomendações 4.3/5

O souk Khan el-Khalili, no coração do Cairo, é um mercado histórico fundado no século XIV que reúne especiarias, joias e artesanato egípcio. Com cafés tradicionais como o El-Fishawi, o local convida a pechinchar e mergulhar na energia da cidade. Vá pela manhã ou no fim da tarde para aproveitar ao máximo.

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#3 Templo de Karnak (Luxor) +10 recomendações 4.7/5

Durante dois milênios, Karnak não parou de crescer com os faraós. Iniciado em 2.200 a.C., hoje é um dos maiores complexos religiosos do mundo. Três recintos homenageiam os deuses Amom, Mut e Khonsu. Além dos templos, o local abriga os vestígios mais marcantes da alameda de esfinges. O lago sagrado, os obeliscos e a sala hipóstila com 134 colunas formam um cenário singular, que ainda hoje passa por escavações.

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#4 Museu Egípcio (o Cairo) +9 recomendações 5/5

O Museu Egípcio do Cairo, na praça Tahrir, guarda a maior coleção de antiguidades egípcias do planeta. São mais de 120.000 peças expostas, incluindo múmias e tesouros faraônicos, com destaque para o acervo de Tutancâmon e sua famosa máscara de ouro. A arquitetura neoclássica do prédio coroa a visita, proporcionando um mergulho direto na história do antigo Egito.

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#5 Templo de Filas (Assuão) +9 recomendações 4.5/5

Construído em parte sob o reinado de Nectanebo I, o Templo de Filas é um santuário dedicado à deusa Ísis. Essa joia do século IV a.C. quase foi submersa pelas águas da represa de Assuã, sendo desmontada e reconstruída bloco a bloco na ilha vizinha de Aguilkia. O local abriga ruínas marcantes, incluindo o famoso Quiosque de Trajano.

#6 Templo do Sol de Ramsés II (Abu Simbel) +8 recomendações 5/5

Nas relíquias da humanidade protegidas pela Unesco, ele ocupa um lugar monumental: o Templo do Sol de Ramsés II coroa as margens do lago Nasser como um dos maiores legados do Egito antigo. Esculpido diretamente na rocha da Núbia no século XIII antes de nossa era, o santuário impressiona com seus colossais 20 metros de altura e sua arquitetura que desafia os milênios.

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#7 Templo de Edfu (Edfu) +6 recomendações 5/5

Entre Assuã e Luxor, o Templo de Edfu é dedicado ao deus falcão Hórus e é um dos mais bem preservados do Egito. Erguido no período ptolemaico, destaca-se pelo pilono monumental, relevos detalhados e santuário com a barca sagrada. Uma imersão imperdível na arquitetura e na espiritualidade da antiguidade faraônica durante sua viagem.

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#8 Obelisco Inacabado (Assuão) +6 recomendações 4/5

Repousando em uma pedreira de granito em Assuão, o Obelisco Inacabado mede 42 metros e teria sido o maior já erguido. Abandonado por causa de rachaduras, ele revela técnicas engenhosas dos antigos egípcios. O local oferece um vislumbre único da importância religiosa dedicada ao deus sol Rá, destacando a atividade industrial histórica da região.

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#9 Templo de Kom Ombo (Assuão) +6 recomendações 4/5

Erguido às margens do Nilo a 50 km ao norte de Assuão, o templo de Kom Ombo é único no Egito por sua dedicação dupla a Sobek, o deus crocodilo, e Hórus, o deus falcão. Seus dois santuários simétricos e relevos preservados fascinam os visitantes. Um museu próximo exibe crocodilos momificados, revelando antigos rituais.

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#10 Pirâmide de Djoser (o Cairo) +6 recomendações 4/5

Construída na necrópole de Saqqara, a Pirâmide de Djoser é a primeira pirâmide do Egito, com mais de 4.600 anos de história. Obra do arquiteto Imhotep, ela se ergue em seis degraus e integra um vasto complexo funerário com templos e pátios. Recentemente restaurada, permite explorar seus corredores internos e ver de perto a genialidade dos antigos construtores, unindo arquitetura e vistas marcantes do deserto.

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#11 Igreja Suspensa do Cairo (o Cairo) +6 recomendações 3/5

A Igreja Suspensa, no bairro copta do Cairo, é um marco histórico e espiritual. Construída no século III sobre a antiga fortaleza de Babilônia, exibe arquitetura marcante com iconostases esculpidas, teto em formato de casco de barco que remete à Arca de Noé e ícones coloridos. Aberta a todos os públicos, convida à contemplação em um ambiente silencioso e essencial para entender o cristianismo copta no Egito.

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#12 Ilha Elefantina (Assuão) +6 recomendações 5/5

Em frente a Assuão, a ilha Elefantine combina ruínas milenares e vilas núbias. O templo de Khnoum, os nilômetros e o museu arqueológico revelam a antiga importância do Nilo. A travessia de feluca coroa o passeio com tranquilidade.

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#13 Templo de Luxor (Luxor) +5 recomendações 4/5

Construído durante as dinastias XVIII e XIX na antiga capital, o Templo de Luxor dedicado a Amon é um patrimônio do Egito Antigo, moldado por gerações de faraós. Cada governante deixou sua marca com colossos, pylône (pílon), obelisco de 26 metros, pátio com colunatas e até uma mesquita, formando um local único redescoberto em 1884.

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#14 Parque Nacional Ras Mohammed (Sharm el-Sheikh) +4 recomendações 4.5/5

Com um dos ecossistemas de corais mais impressionantes do mundo e cardumes vibrantes, o Parque Nacional Ras Mohammed é o destino definitivo para quem ama mergulho. Protegido desde 1983, o local reúne desertos e manguezais na península do Sinai. Entre a imensidão da terra e o mar cristalino, a natureza se mantém intacta, formando um dos territórios mais fascinantes do Egito.

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#15 Cidadela de Saladino (o Cairo) +3 recomendações 4/5

A Cidadela de Saladino, no monte Mokattam no Cairo, é uma fortificação histórica essencial. O local abriga a mesquita de Mohamed Ali, com sua cúpula e seus minaretes otomanos, o Museu Militar Egípcio e uma vista panorâmica marcante da cidade, incluindo as pirâmides de Gizé em dias claros. A visita une arquitetura e séculos de história militar egípcia.

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Visitar o Egito, um país com patrimônio milenar

O Egito fascina por seu patrimônio excepcional e sua diversidade de paisagens. Dos templos antigos às praias do mar Vermelho, passando pelas ruas movimentadas do Cairo, este país proporciona uma viagem através do tempo e das culturas.

As pirâmides e os vestígios da Antiguidade

É impossível falar do Egito sem mencionar as pirâmides de Gizé, o último vestígio remanescente das Sete Maravilhas do Mundo Antigo. encabeçadas pela pirâmide de Quéops, elas atestam o gênio arquitetônico dos faraós.

A poucos quilômetros dali, o museu egípcio do Cairo expõe tesouros inestimáveis, incluindo a máscara funerária de Tutancâmon. Mais ao sul, Luxor e o Vale dos Reis concentram templos majestosos, a exemplo daqueles de Karnak e de Abu Simbel, esculpidos diretamente na rocha.

O Cairo e a ebulição urbana

Capital intensa, O Cairo mistura modernidade e tradição. O centro histórico abriga a mesquita de Ibn Tulun e o bazar de Khan el-Khalili, onde se perder entre as tendas de cobre e especiarias é uma experiência obrigatória. Dominando a metrópole, a Cidadela de Saladino e a mesquita de Mohamed Ali oferecem uma vista panorâmica de toda a cidade.

Os tesouros naturais do mar Vermelho

Para uma pausa na praia, o destino certo são cidades litorâneas como Hurghada e Sharm el-Sheikh. Suas águas cristalinas escondem recifes de corais impressionantes, perfeitos para mergulho autônomo e snorkel. Mais ao sul, Marsa Alam é conhecida por suas praias preservadas, onde é viável nadar com tartarugas e golfinhos.

O deserto e seus oásis

A oeste, o deserto egípcio revela outra faceta do país. O oásis de Siwa, isolado no meio das dunas, apresenta um ambiente tranquilo com suas fontes termais e ruínas antigas. Com acesso mais fácil, os oásis de Bahariya e de Dakhla funcionam como pontos de partida para passeios de 4x4 pelo Deserto Branco e seus cenários lunares.

Uma culinária entre especiarias e sabores mediterrâneos

A gastronomia egípcia reflete influências do Oriente Médio e do Mediterrâneo. Entre os pratos típicos, destacam-se o koshari, uma mistura de arroz, macarrão, lentilhas e molho de tomate, além do ful medames, um purê de favas temperado com azeite de oliva e limão. Na parte dos doces, o basboussa, um bolo de sêmola com calda doce, costuma acompanhar o chá de menta. Para quem consome bebidas alcoólicas, a cerveja local Stella é uma alternativa comum.

Quando ir?

As melhores épocas para conhecer o Egito são o outono (de outubro a novembro) e a primavera (de março a abril), períodos em que as temperaturas ficam amenas. O verão costuma ser sufocante, especialmente no sul e nas regiões desérticas. No inverno, o fluxo de turistas diminui e os termoscópios registram marcas agradáveis, exceto no deserto, onde as madrugadas esfriam bastante.

O mês de fevereiro traz o festival de Abu Simbel, um momento singular em que a luz solar ilumina diretamente as estatuas do santuário.

Como chegar?

Quem viaja com passaporte brasileiro encontra voos para O Cairo com conexões na Europa ou Oriente Médio. Para viagens focadas no litoral, voos charter atendem Hurghada e Sharm el-Sheikh. Também é possível entrar no Egito por via terrestre a partir da Jordânia, pegando o ferry de Ácaba com destino a Nuweiba.

Como circular pelo país?

O trem é uma escolha confortável para ir de Alexandria ou Luxor partindo do Cairo, com opções de vagões-leito em certas rotas. Os ônibus interestaduais saem mais em conta, mas podem ser cansativos. Nos centros urbanos, os táxis e aplicativos como o Uber funcionam muito bem. Para explorar os oásis ou o interior do deserto, alugar um veículo 4x4 com motorista local é indispensável.

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