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Países Baixos: o que fazer, top 19 atrações imperdíveis em 2026

Descubra os destinos preferidos dos nossos membros, além de avaliações, informações práticas e fotos de viajantes sobre Países Baixos.

As 5 cidades mais bonitas para visitar: Países Baixos

#1 Amsterdã +167 recomendações

Amsterdã funciona ao ritmo dos milhares de bicicletas que cruzam as pontes e dos barcos residenciais estacionados ao longo dos canais tombados pela Unesco. Entre os grandes mestres da pintura no Rijksmuseum, o clima boêmio do bairro Jordaan e os tradicionais cafés marrons, a capital holandesa oferece um estilo de vida urbano marcado por tulipa coloridas e pela atmosfera aberta que convida a esquixar a pressa do dia a dia.

#2 Maastricht +22 recomendações

Quem viaja aos Países Baixos costuma ir direto para Amsterdã. Que tal fugir do óbvio e conhecer outra cidade? Maastricht guarda surpresas reais e funciona perfeitamente para um feriado prolongado.

Uma cidade famosa pelo seu tratado histórico

Localizada no extremo sul do país, Maastricht é uma das cidades mais importantes e antigas dos Países Baixos. Ela ganhou fama mundial por ser o berço do Tratado de Maastricht e, por consequência, o local oficial de nascimento da União Europeia. Muita gente só ouve falar do nome por causa desse acordo político. No entanto, a cidade está longe de ser apenas um museu a céu aberto focado em economia e política. É um lugar cheio de vida e movimento. A Universidade de Maastricht recebe uma quantidade enorme de estudantes vindos de toda a Europa.

Um lugar com excelente qualidade de vida

Vários bairros de Maastricht merecem a sua atenção. A região da universidade é conhecida pelos bares, restaurantes, livrarias e comércios. As mesas nas calçadas, o clima alegre dos moradores e a arborização farta atraem muitos estudantes que decidem morar por ali. A pé, você chega rapidamente ao bairro da cidade velha e aos seus charmosos edifícios de época.

A praça Vrijthof funciona como o coração de Maastricht, avistada de longe pelas torres das igrejas gêmeas de São Servácio e São João. Muita gente caminha pelas ruas de pedestres ao redor para fazer compras ou comer um waffle fresquinho, uma das especialidades locais. Falando em comilança, vale a pena separar uns trocados para testar os famosos automáticos da FEBO, que vendem kroketten, croquetes de carne empanados servidos bem quentes.

Parques, verde e caminhadas

Maastricht convida a passeios a pé e de bicicleta, aproveitando a ampla rede de ciclovias. Vale a pena dar uma volta na floresta de Maastricht e explorar com calma o cemitério americano de Margraten. Se preferir ficar no centro, visite o grande parque de Waldeckpark. A escultura A menina e a girafa, obra de Michel Huisman, chama a atenção de quem passa para a situação de animais selvagens ameaçados de extinção. Por fim, a caminhada pelas muralhas agrada quem busca uma área verde preservada. Os moradores adoram caminhar por lá nos finais de semana e fazer piqueniques.

Quando ir

Você pode visitar Maastricht em qualquer época do ano, mas os meses entre maio e setembro trazem dias mais agradáveis. O sol ajuda a aproveitar melhor os parques e as ruelas da cidade.

Como chegar

Não há voos diretos do Brasil para Maastricht, e o mais comum para quem sai do Brasil é voar até Amsterdã e seguir viagem a partir de lá. Se estiver viajando pela Europa, você pode pegar um trem ou voar para Amsterdã e continuar de trem até Maastricht. O trajeto ferroviário leva cerca de 2h30, com passagens custando entre 20 e 30 euros (cerca de 125 a 185 reais).

#3 Haarlem +9 recomendações

Haarlem é uma cidade no norte dos Países Baixos, capital da Holanda Setentrional, situada entre Amsterdam e as praias e balneários do mar do Norte como Zandvoort ou Bloemendaal. No século XVII, integrou o grupo de cidades mais poderosas da Idade de Ouro neerlandesa. Após um período de perseguição religiosa, a invasão e o cerco da cidade pelos espanhóis em 1573, Haarlem resistiu e acabou por se tornar um refúgio para imigrantes de todas as nacionalidades. Hoje em dia, a cidade é conhecida pelas flores, pelo milhar de monumentos tombados que se espalham ao longo do rio Spaarne, pelas lojas e pelos cafés e restaurantes intimistas que tornam a atmosfera muito agradável para morar e visitar.

A Idade de Ouro de Haarlem

Fundada no século IX, Haarlem cresceu de forma rápida. Conquistou o status de cidade livre bem cedo, há cerca de 750 anos. Plenamente integrada à Companhia Neerlandesa das Índias Orientais (VOC), Haarlem desenvolveu-se consideravelmente nos âmbitos econômico e cultural, sustentada pela indústria têxtil e naval, pelas cervejarias e pelo comércio de flores como tulipas, jacintos e narcisos.

Após um incêndio violento em 1351, a cidade passou por uma ampla reconstrução e remodelação ao longo do século XVII em estilo clássico renascentista, sob a liderança do arquiteto Lieven de Key. Ele projetou marcos emblemáticos como o antigo mercado de carnes, o Vleeshall, transformado atualmente em espaço de exposições.

Uma cidade animada a poucos passos de Amsterdam

Caminhe sem pressa pela praça Grote Markt, o coração histórico da cidade que abriga a imponente igreja de São Bavão, convertida ao protestantismo em 1578 após o cerco. Entre os cartões-postais mais famosos de Haarlem está o moinho de vento Molen de Adriaan, debruçado sobre o rio.

Com forte pulsação cultural, Haarlem atraiu muitos impressionistas ao longo do tempo, inspirados pela galeria de retratos do artista Frans Hals, cujas principais obras estão reunidas em um museu com o nome dele. A cidade também guarda o museu mais antigo dos Países Baixos, o museu Teylers, inaugurado em 1778 sob a influência do Iluminismo e voltado para os avanços da ciência e das artes, que abriga ainda criações de Rembrandt e Michelangelo.

Haarlem é um polo de compras conceituado no país, repleto de boutiques independentes e antiquários. Vale a pena percorrer a charmosa Gouden Straatjes para conferir as vitrines.

Quando ir?

Haarlem brilha na estação mais quente, entre maio e setembro, ou durante a temporada de floração, a partir de meados de março. Sendo um dos principais centros de cultivo e comercialização de flores, a cidade constitui uma parada obrigatória na rota das flores, a Bloemenroute.

Como chegar?

O acesso a Haarlem a partir de Amsterdam é simples e rápido de trem, com duração de cerca de quinze minutos. Da estação de Haarlem, pegue o ônibus para chegar facilmente às faixas de areia de Bloemendaal aan Zee (linha 81) ou de Zandvoort (linha 81 ou 84).

#4 Enschede +4 recomendações

Antiga capital têxtil transformada em cidade universitária, Enschede oferece uma alternativa tranquila às multidões de Amsterdã. Berço da cerveja Grolsch, ela pulsa no ritmo dos jogos do FC Twente e das mesas ao ar livre do Oude Markt. Sua feira de sábado está entre as maiores dos Países Baixos, enquanto seus museus revelam um passado industrial reinventado com ousadia.

#5 Volendam +4 recomendações

O grito das gaivotas na represa, o cheiro salgado da enguia defumada que sai dos defumadores, o toque dos tamancos de madeira nas pedras do Doolhof... Este pequeno porto de pesca nos Países Baixos, fundado no século XIV, cultiva uma identidade tão marcante que um morador costuma afirmar: "Há 16 milhões de neerlandeses e 22 mil habitantes em Volendam." Em suma: somos diferentes e temos orgulho disso.

Sim, o vilarejo vive do turismo. Sim, você vai cruzar com lojas de souvenires e grupos vindos de Amsterdam para passar o dia. Mas além do clima de cartão-postal, Volendam guarda a alma de uma vila de pescadores, com suas casinhas de madeira coloridas espremidas ao longo do lago Markermeer e moradores muito apegados às tradições.

Volendam: um passeio para quem busca o charme neerlandês autêntico

O destino atrai quem deseja mergulhar na cultura neerlandesa tradicional, famílias em busca de um passeio bate-volta fácil desde Amsterdam e fotógrafos que sonham com imagens clássicas. O vilarejo pode ser visitado em meio período ou em um dia inteiro se você incluir Marken no roteiro.

Por outro lado, se você prefere fugir de locais turísticos ou busca aventura isolada, melhor escolher outro destino. O porto fica lotado na alta temporada e o ambiente gira inteiramente em torno do turismo. No orçamento, espere gastar de 30 a 60 euros (cerca de 180 a 370 reais) por pessoa em um dia que inclua transporte, refeição e passeios. Nenhumm carro é necessário: o ônibus 316 saindo da estação central de Amsterdam deixa você lá em vinte minutos.

Caminhar pela represa e pelo labirinto do Doolhof

O coração do vilarejo é a sua digue (represa que funciona como calçadão) à beira do porto. Ali, os barcos de pesca tradicionais balançam suavemente enquanto os restaurantes espalham mesas voltadas para o lago Markermeer. O clima varia entre o animado e o contemplativo conforme o horário da visita. De manhã cedo ou no fim da tarde fora de temporada, você encontra o lado mais sossego do lugar.

Depois, perca-se no Doolhof, cujo nome significa literalmente "labirinto". Este bairro histórico no miolo da vila antiga faz jus ao nome: as ruas estreitas serpenteiam sem lógica aparente entre casas de madeira e pequenos canais. Era ali que moravam os antigos pescadores e onde se instalaram, nos séculos XIX e XX, vários artistas atraídos pela luz e pela atmosfera única do lugar.

Não deixe de reparar no Art Hotel Spaander, um endereço lendário aberto em 1854 que hospedava pintores em busca de inspiração. As paredes do restaurante interno ainda guardam obras deixadas como pagamento por artistas sem dinheiro. A caminhada leva você até a igreja Sint-Vincentiuskerk, testemunha silenciosa do passado católico da vila.

A dica de amigo: para fotografar as casas coloridas sem a multidão, vá até a Oude Kom, outra rua antiga menos movimentada que a via principal. As fachadas são igualmente fotogênicas e você cruza com mais moradores do que com turistas.

Mergulho na história marítima: museus e tradições

O Volendam Museum e sua casa de anéis de charuto

O Volendam Museum reconstrói a vida local entre 1850 e 1950 com cenários de época, trajes tradicionais e objetos do cotidiano. Mas o destaque curioso fica por conta da Cigar Bands House, um cômodo inteiro coberto por mosaicos feitos com 11 milhões de anéis de charuto. É um trabalho monumental e hipnotizante que retrata o mapa dos Países Baixos e até o Empire State Building. Café ou chá são servidos na entrada em um clima bastante acolhedor.

Experience Volendam: o vilarejo em realidade virtual

O Experience Volendam oferece uma imersão com óculos de realidade virtual que transportam você para o porto no ano de 1916. Você caminha virtualmente entre os barcos, descobre profissões de antigamente e cruza com moradores vestidos à época. Uma visita guiada inicial ajuda a contextualizar a experiência digital. Custa cerca de 9 euros (cerca de 55 reais) por pessoa, com opção de tirar foto usando trajes típicos.

O Museu Palingsound e a alma musical da vila

Historicamente, a vila vivia da pesca e da defumação de enguias. O Musée Palingsound reconta essa história enquanto explora o surgimento do palingsound (literalmente "o som da enguia"), um estilo musical pop característico que marcou uma geração inteira de artistas neerlandeses. É um mergulho surpreendente na identidade cultural local.

A dica de amigo: se o tempo estiver firme, vá de bicicleta até o moinho De Kathammer, isolado nos campos a cerca de dois quilômetros do centro. O trajeto corta a paisagem verde típica da província da Hollanda-Septentrionale e traz um respiro após o movimento do porto.

De Volendam a Marken: travessia rumo a uma antiga ilha

Saindo do port, o Volendam Marken Express leva você em vinte e cinco minutos até a antiga ilha de Marken, ligada ao continente por uma estrada elevada desde 1957. A travessia no lac Markermeer oferece belas vistas enquanto o áudio-guia narra a história desses vilarejos pesqueiros.

Em Marken, a arquitetura chama atenção de imediato: casas erguidas sobre colinas artificiais ou em palafitas para resistir às enchentes de antigamente. O ritmo é ainda mais lento que em Volendam e o turismo bem menos intenso. Não perca o Museu de Marken, a antiga fábrica de tamancos e a caminhada até o farol Paard van Marken, construído em 1839 e ainda em funcionamento.

A pequena praia de Volendam, modesta mas agradável, permite um mergulho refrescante na água doce do Markermeer (que já foi de água salgada antes da construção do dique principal em 1932). É uma boa pedida para quem viaja com crianças nos dias quentes de verão.

Onde comer e beber em Volendam?

A especialidade número um é o hareng cru (haring), servido com cebola picada que se come de uma vez só, com a cabeça inclinada para trás, ao estilo neerlandês. As barraquinhas na orla cobram cerca de 2 euros (cerca de 12 reais) por porção. Prove também o kibbeling, pedaços de bacalhau empanados e fritos, e a anguille fumée (paling), iguaria local com sabor marcante e textura naturalmente gordurosa.

Para uma refeição sentida e com vista, o Smit-Bokkum é referência em pratos de peixe defumado e conta com um pequeno museu e empório. Os pratos principais custam em média 35 euros (cerca de 215 reais) por pessoa. O Restaurant De Lunch, no coração do porto, serve pratos tradicionais de peixe em um ambiente cheio de memórias. Para uma opção econômica, o De Haven prepara porções generosas de peixe com batata frita bem na orla.

Nos queijos, prove o Gouda e o Edam nas fazendas produtoras da região, como a Alida Hoeve ou a Henri Willig, que oferecem degustações gratuitas e demonstrações de fabricação. Algumas delas também mostram como são feitos os tradicionais sabots em bois (tamancos de madeira).

Onde dormir em Volendam e arredores?

O vilarejo possui alguns hotéis de charme, incluindo o famoso Hotel Spaander (Best Western Signature Collection), com identidade histórica marcante e paredes cobertas de obras de arte. É ideal para absorver a atmosfera artística do lugar. O Hotel Old Dutch oferece uma alternativa confortável bem no centro.

Para uma vivência diferente, o Marinapark Volendam aluga chalés inspirados na arquitetura local tradicional, ótimos para famílias. As diárias variam de 80 a 150 euros (cerca de 490 a 920 reais) conforme a temporada e o nível de conforto.

Caso tudo esteja lotado ou você queira variar, a cidade de Edam (a 5 km) oferece mais opções de hospedagem em um cenário igualmente charmoso. Amsterdam fica a apenas vinte quilômetros: dormir na capital e fazer um bate-volta é a alternativa mais prática para quem quer flexibilidade.

Como chegar e circular em Volendam?

Saindo de Amsterdam, pegue o ônibus 316 na estação central (Centraal Station). A viagem dura vinte minutos e a passagem custa cerca de 5 euros (cerca de 30 reais) o trecho. O bilhete diário Amsterdam and Region Ticket (cobre todas as linhas regionais por cerca de 12 euros, ou seja, cerca de 75 reais) compensa se você planeja outras paradas. Os ônibus circulam o dia todo com boa frequência.

De carro, conte com vinte a vinte e cinco minutos desde Amsterdam pela rodovia A10 e depois pela N247. Há estacionamentos pagos (cerca de 5 euros a diária, ou cerca de 30 reais) nos arredores da vila. No destino, tudo é feito a pé: o centro histórico se atravessa de ponta a ponta em quinze minutos.

Muitas agências em Amsterdam vendem excursões bate-volta que combinam Volendam com Marken, os moinhos de Zaanse Schans e a vila de Edam. É uma escolha prática caso seu tempo seja curto.

Quando ir?

A primavera (abril a maio) e o verão (junho a agosto) trazem as melhores condições climáticas, com termômetros entre 15 e 22°C. Trata-se também da alta temporada: espere movimento intenso na orla entre 11h e 16h, principalmente aos finais de semana, quando os ônibus de turismo chegam em grande número.

O outono (setembro a outubro) funciona como um excelente meio-termo: clima ainda ameno, ótima luz para fotografia e muito menos gente nos dias úteis. O inverno costuma ser frio e com bastante vento, mas garante uma experiência autêntica para quem busca silêncio total. Lembre-se de conferir o funcionamento dos restaurantes, pois alguns fecham no período mais frio.

Ranking das 14 atividades selecionadas pela redação: Países Baixos

#1 Rijksmuseum (Amsterdã) +28 recomendações 4.6/5

O Rijksmuseum é o museu mais visitado dos Países Baixos e vive lotado. Sua história começou em 1800, funcionando como galeria de arte desde aquela época. Após dez anos de reformas, reabriu em 2013, consolidando-se como o espaço cultural mais prestigiado de Amsterdã. O acervo reúne obras dos grandes mestres da Idade de Ouro holandesa, como Vermeer, Hals e Steen. A grande estrela é A Ronda Noturna (De Nachtwacht), de Rembrandt, embora o museu guarde tesouros de vários séculos para explorar por conta própria ou em visitas guiadas.

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#2 Casa de Anne Frank (Amsterdã) +23 recomendações 4.5/5

Quem nunca ouviu falar da história de Anne Frank, adolescente judia refugiada em Amsterdã com sua família durante a Segunda Guerra Mundial e obrigada a se esconder para escapar da perseguição nazista? Escondidos nos fundos da casa, atrás de uma loja de especiarias, eles viveram dois anos totalmente reclusos. Anne escreveu seu Diário, publicado em 1947 em dezenas de idiomas. Em 1960, a Casa de Anne Frank virou museu.

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#3 Mercado de Flores (Amsterdã) +22 recomendações 4.6/5

Situado no canal que contorna o centro histórico de Amsterdã, o Bloemenmarkt, o famosíssimo mercado de flores flutuante, surpreende pelas cores vivas e pelos milhares de bulbos vendidos individualmente a preços acessíveis. Além das tradicionais tulipas, símbolo dos Países Baixos, você encontra, conforme a época do ano, narcisos, snowdrops, jacintos, cravos, peônias, violetas, orquídeas e muitas outras espécies.

Se no século XIX os barcos atracavam ao longo do rio Amstel, hoje os floristas instalaram suas bancas em balsas fixas cujas estufas em miniatura exalam aromas florais contínuos. Posicionado entre a place de la Monnaie (praça da Moeda) e a place Royale (praça Real), a principal artéria da cidade, o Bloemenmarkt proporciona um passeio agradável pela capital neerlandesa. Verdadeira instituição local, o local adaptou suas barracas ao longo das últimas décadas e atualmente vende muito mais lembranças e souvenirs do que plantas e flores.

Como nem todo visitante consegue ver os eventos de primavera do parque Keukenhof, situado a cerca de vinte minutos do aeroporto de Schiphol, ou o festival de Flevoland, a menos de uma hora de carro da capital, o mercado de flores serve como uma alternativa prática que exibe a longa tradição de horticultura do país.

Quem prefere feiras de rua mais autênticas pode visitar o Albert Cuypmarkt, no bairro de Pijp, na zona sul da cidade. O local reúne flores frescas cortadas e barracas de comidas típicas, como o tradicional sanduíche de arenque com picles e queijos variados.

#4 Museu Van Gogh (Amsterdã) +21 recomendações 4.3/5

O Museu Van Gogh reúne a maior coleção do mundo dedicada ao artista, com mais de 200 pinturas, incluindo os famosos Os Girassóis, O Quarto e Amendoeira em Flor. O percurso cronológico retrata a evolução intensa de um pintor que passou da sobriedade holandesa à explosão colorida do sul da França em apenas dez anos.

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#5 Praça Dam (Amsterdã) +16 recomendações 4.6/5

A Praça Dam é o verdadeiro epicentro comercial e cultural da capital dos Países Baixos. Situada perto da estação Central Staation, ela abriga o palácio real neoclássico Paleis op de Dam, a nova igreja gótica Nieuwe Kerk e o monumento nacional em homenagem às vítimas da Segunda Guerra Mundial. Muito movimentada, você terá frequentemente a oportunidade de cruzar com turistas passeando e moradores de Amsterdã a pé ou de bicicleta. As 3 ruas mais movimentadas da cidade, Nieuwendijk, literalmente "novo dique", Kalverstraat, "a rua dos bezerros", e Damstraat, se cruzam ali. Você também encontrará o elegante NH Grand Hotel Krasnapolsky e a loja De Bijenkorf, o equivalente à Le Bon Marché.

Berço histórico da cidade, a Dam, que significa barragem em holandês, foi construída sobre o rio Amstel por Florent V de Hollande no século XIII. Ela permitiu criar Damrak, o primeiro porto do país, que foi aterrado 50 anos depois. De formato retangular, construiu-se ali, em 1655, a sede do governo, onde Bonaparte viveu. Tornada um centro de poder e comércio, a Dam foi rapidamente conectada ao novo porto por um engenhoso sistema de canais.

Em 1408, a Nieuwe Kerk, catedral gótica, foi erguida ali seguindo o modelo de sua equivalente em Amiens. Vítima de 2 incêndios, sua fachada mudou muito desde as origens. Sendo um local nacional, os soberanos recebem suas investituras ali e realizam-se os funerais dos grandes nomes do país.

O monumento nacional, por sua vez, foi erguido em 1956 por Jacob Oud. Todos os dias 4 de maio, mais de 20.000 pessoas se reúnem ali para o grande dia nacional da lembrança.

Todos os anos, por ocasião do nationale tulpendag, o dia da tulipa, um jardim efêmero é montado na Dam. Se você estiver por perto nessa época, não perca!

#6 Vondelpark (Amsterdã) +11 recomendações 4.7/5

O Vondelpark é o parque mais famoso e movimentado de Amsterdã. Com 47 hectares de área verde, reúne trilhas, lagos e mais de 15 km de caminhos arborizados para caminhar, fazer piquenique ou relaxar. O local também recebe shows e peças ao ar livre, atraindo moradores e visitantes em busca de lazer.

#7 Vrijthof (Maastricht) +11 recomendações 5/5

O Vrijthof é a praça mais animada e histórica de Maastricht. Entre concertos ao ar livre, o festival gastronômico Preuvenemint e as luzes de Natal, é o coração da cidade. Não deixe de ver as igrejas Sint Servaaskerk e Sint Janskerk, o antigo Palácio do Governo Espanhol, o Hoofdwacht e a imponente Generaalshuis.

#8 Begijnhof (Amsterdã) +6 recomendações 2.5/5

O Begijnhof é um pátio arborizado cercado por casas tradicionais dos séculos XVII e XVIII. As residências abrigavam as beguinas, mulheres católicas devotas que viviam em comunidade. O local funciona como um refúgio de paz. Os visitantes podem conhecer a história de milagres locais em visitas guiadas organizadas e participar de missas regulares.

#9 Museu de Ciências NEMO (Amsterdã) +2 recomendações 3.7/5

Situado em Amsterdã, na região do Oosterdok, o Museu de Ciências NEMO é uma referência em ciência e tecnologia. Cerca de 20.000 objetos contam a história dos avanços científicos dos séculos XIX e XX, cobrindo eletricidade, som, gravidade e o mundo digital. Projetado por Renzo Piano, o prédio exibe traços contemporâneos. O amplo terraço na cobertura revela vistas panorâmicas incríveis da cidade e arredores.

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#10 Museu de Volendam (Volendam) +2 recomendações 4/5

O Museu de Volendam reconstrói a história da vila, suas tradições culturais e o folclore local. O acervo reúne pinturas, ambientes mobiliados e cenários que retratam o cotidiano entre 1850 e 1950. Há também a Experience Volendam, uma atração que utiliza óculos de realidade virtual para mergulhar na história do local no início do século XX.

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#11 Porto de Volendam (Volendam) +2 recomendações 5/5

A cerca de 20 km de Amsterdã, Volendam preserva o charme de uma vila tradicional de pescadores na Holanda. Caminhe por ruelas pitorescas, admire barcos históricos no porto, prove o clássico arenque cru e experimente os trajes típicos locais em um estúdio fotográfico para uma lembrança única.

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#12 Museumplein (Amsterdã) +2 recomendações 5/5

O Museumplein traduz literalmente o conceito de praça dos museus em Amsterdã. Ali ficam o Rijksmuseum, o museu Van Gogh e o Stedelijk Museum de arte contemporânea. A praça também reúne gramados amplos e um espelho d'água onde acontecem festivais o ano todo. Perto dali, o Concertgebouw recebe a orquestra real, enquanto as ruas ao redor abrigam lojas de luxo e grifes de design.

#13 Dique de Volendam (Volendam)

O Dique de Volendam é a famosa orla deste vilarejo de pescadores a 20 km de Amsterdã. Cercado por casinhas coloridas, restaurantes de peixe e lojas tradicionais, o local revela a cultura marítima neerlandesa. Prove enguia defumada, caminhe junto ao porto e explore o bairro histórico de Doolhof para sentir o charme ancestral da região.

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#14 Bairro da Luz Vermelha de Amsterdã (Amsterdã) -11 recomendações 2.8/5

O Bairro da Luz Vermelha é a área mais visitada e movimentada de Amsterdã, conhecida por suas vielas com bares, coffee shops, sex shops e as famosas vitrines iluminadas. A prostituição é legalizada e regulamentada, o consumo de cannabis é tolerado e a polícia patrulha o local. O bairro também abriga importantes monumentos históricos, como as igrejas Oude Kerk e Amstelkring.

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Os Países Baixos sem clichês: canais, bicicletas e muito mais do que tulipas

Um quarto do território neerlandês fica abaixo do nível do mar. O país literalmente construiu sua existência combatendo a natureza, bombeando água, erguendo diques e cavando canais. Talvez seja essa relação obstinada com o espaço que explique por que os neerlandeses conseguiram encaixar tantos museus, arquitetura de ponta e vida urbana em uma área com o dobro do tamanho de Sergipe.

Os Países Baixos: uma viagem que agrada quase todo mundo, longe dos estereótipos

Amsterdam costuma atrair toda a atenção, muitas vezes ofuscando o resto do país. É um erro. O território merece uma exploração mais ampla e funciona tanto para um fim de semana prolongado quanto para uma viagem de duas semanas pedalando de norte a sul.

Destino perfeito para:

  • Quem quer curtir cidades: Amsterdam, Roterdã, Utrecht e Haia ficam a menos de 1h de trem umas das outras
  • Amantes de arte e museus, com acervos que estão entre os melhores da Europa
  • Ciclistas, graças a uma rede de ciclovias considerada a melhor do mundo
  • Famílias, devido à infraestrutura impecável e aos baixos índices de criminalidade
  • Amantes da natureza, explorando dunas, florestas, pântanos e o litoral do mar do Norte
  • Quem viaja a partir de Paris ou Bruxelas, com opções de trem de alta velocidade em cerca de 3h

Menos indicado para:

  • Quem busca sol e calor garantidos, já que o clima muda de repente o ano todo
  • Viajantes que preferem fugir de multidões, pois Amsterdam fica lotada no verão
  • Orçamentos bem econômicos, já que a hospedagem está entre as mais caras da Europa Ocidental
  • Quem procura montanhas imponentes e grandes áreas de natureza totalmente selvagem

Um orçamento de Europa Ocidental: confortável, mas nada barato

Os Países Baixos não cobram preços absurdos em tudo, mas a hospedagem em Amsterdam sobe rápido. Reservar com bastante antecedência é obrigatório na alta temporada. Roterdã e Utrecht funcionam como alternativas bem mais acessíveis para o bolso.

Estimativa de gastos para diferentes estilos de viagem (sem incluir passagens aéreas do Brasil)
Tipo de viagem Destino Duração Orçamento estimado / pessoa
City trip de arte e cultura Amsterdam 1 fim de semana (2 noites) 250 € a 500 € (cerca de 1.550 a 3.100 reais)
Arquitetura e design urbano Roterdã 2 a 3 dias 200 € a 400 € (cerca de 1.240 a 2.480 reais)
Tulipas e interior Keukenhof + região de Leiden 2 a 3 dias 200 € a 400 € (cerca de 1.240 a 2.480 reais)
Viagem de bicicleta Todo o país 1 a 2 semanas 600 € a 1.200 € (cerca de 3.720 a 7.440 reais)
Natureza e parques Hoge Veluwe + Veluwe 3 a 4 dias 250 € a 500 € (cerca de 1.550 a 3.100 reais)

Um país incrivelmente prático de visitar

Quem viaja com passaporte brasileiro não precisa de visto de turismo para estadias de até 90 dias na zona Schengen. (Quem viaja com outra nacionalidade deve conferir as regras do próprio passaporte). Quase todo mundo fala inglês com fluidez, os trens funcionam nos horários certos e as ciclovias dão gosto de usar. É uma das portas de entrada mais tranquilas na Europa para quem viaja sozinho pela primeira vez ou em família.

A barreira linguística simplesmente não existe para quem domina o inglês, já que até nos vilarejos do interior a população se comunica muito bem. O neerlandês é a língua oficial, mas algumas palavras básicas de cortesia já ajudam a criar simpatia.

Amsterdam vista pelos olhos de quem mora lá

Amsterdam sofre com o excesso de visitantes nos meses mais quentes. Mesmo assim, os canais tombados pela UNESCO, as fachadas tradicionais e os museus de nível internacional justificam totalmente a visita, desde que você fuja do óbvio.

O Rijksmuseum é imperdível, reunindo obras-primas de Rembrandt e Vermeer, assim como a Casa de Anne Frank. Compre os ingressos pela internet com semanas de antecedência, pois as filas na hora são imensas. O Stedelijk Museum, focado em arte contemporânea e design, costuma receber menos público e entrega uma experiência igualmente rica.

Dica de amigo: evite comer nos arredores dos pontos mais turísticos e prefira os bairros De Pijp (com o animado mercado Albert Cuyp e cafeterias charmosas) e Jordaan para encontrar uma atmosfera mais autêntica. Entre 7h30 e 8h da manhã, os canais ficam quase vazios e você consegue caminhar e fotografar com calma.

Outras cidades que merecem entrar no roteiro

  • Roterdã é a nossa favorita no país. Destruída pelos bombardeios de 1940, ela se reergueu como um laboratório vivo de arquitetura moderna e ousada. O Markthal, a biblioteca municipal com formato inusitado e as casas cubo projetadas por Piet Blom mostram que a cidade pensa o urbanismo de um jeito único.
  • Utrecht lembra Amsterdam, mas com um ritmo mais calmo, preços mais camaradas e um clima genuinamente local. Seus canais com porões convertidos em restaurantes na altura da água, a imponente Dom Tower e o fluxo constante de bicicletas garantem uma excelente qualidade de vida. O trajeto de trem desde Amsterdam dura apenas 30 minutos.
  • Haia (Den Haag) merece mais espaço nos guias de viagem. Sede do governo neerlandês e de cortes internacionais, ela abriga o Mauritshuis, um museu intimista que guarda a famosa tela Moça com Brinco de Pérola, de Vermeer. Apenas a 10 minutos de bonde, a praia de Scheveningen funciona como o principal balneário da costa.

Moinhos, polders e vilarejos pitorescos

A paisagem neerlandesa é tanto uma obra da engenharia humana quanto da natureza. Os moinhos espalhados pelos polders não estão ali apenas para enfeitar: eles bombearam água durante séculos para secar o terreno e torná-lo habitável, e vários deles continuam operando.

Zaanse Schans, localizada a 20 minutos de carro ao noroeste de Amsterdam, recria um vilarejo do século XVII com moinhos em funcionamento, casas de madeira colorida e queijarias artesanais. É bastante turístico, mas bem estruturado. Ainda mais interessante, Kinderdijk (perto de Roterdã) alinha 19 moinhos históricos em uma paisagem de polders protegida pela UNESCO, onde a luz do fim de tarde é impressionante.

Volendam e Marken, nas margens do lago IJmeer, mantêm a arquitetura marítima tradicional com casinhas coloridas e moradores que ainda vestem trajes típicos em datas comemorativas. Tem um toque turístico, mas transborda charme.

Os campos de flores e a natureza neerlandesa

Entre abril e maio, a região de Bollenstreek (a zona dos bulbos), situada entre Leiden e Haarlem, se transforma em um mosaico de faixas coloridas vibrantes. O parque Keukenhof, aberto de meados de março a meados de maio, é o maior jardim de flores de primavera do mundo, exibindo milhões de bulbos plantados todos os anos. O movimento é grande, mas o espetáculo compensa.

Para quem busca áreas verdes sem aglomerações, o Parque Nacional de Hoge Veluwe (na província de Gueldre, a 2h de Amsterdam) oferece 5.500 hectares de dunas, matas e charnecas. O parque disponibiliza bicicletas brancas gratuitas na entrada para visitantes circularem livremente. No centro da reserva, o Museu Kröller-Müller abriga uma das maiores coleções de pinturas de Van Gogh no planeta.

Dica de amigo: para ver os campos de tulipas, não fique preso apenas a Keukenhof. As ciclovias entre Lisse e Hillegom cortam plantações imensas e muito mais fáceis de fotografar com tranquilidade. O ideal é pedalar por ali durante a semana.

As ilhas Frísias: o outro lado do país

Bem ao norte da costa, o arquipélago das Ilhas Frísias Ocidentais ainda é pouco explorado pelo turismo brasileiro. Texel, a maior e mais fácil de alcançar (há balsas saindo de Den Helder em uma viagem de 20 minutos), combina praias de areia branca, reservas de aves e um clima de fim de mundo castigado pelos ventos do mar do Norte.

Vlieland e Terschelling levam o isolamento e a tranquilidade a outro patamar, com circulação de carros proibida ou bastante restrita. Por lá, o esquema é alugar uma bicicleta, se hospedar em pousadas charmosas e comer peixe fresco. É uma faceta dos Países Baixos que a maioria dos visitantes desconhece.

A gastronomia local: tradição marítima e surpresas contemporâneas

A culinária neerlandesa carregou por muito tempo uma fama injusta. É verdade que pratos simples e calóricos refletem o passado de marinheiros e agricultores, mas há ótimas surpresas. O haring (arenque cru marinando) é consumido segurando pela cauda, acompanhado de cebola picada e picles. É um clássico de rua que vale a pena provar direto em uma peixaria tradicional.

Os stroopwafels (biscoitos finos unidos por recheio de caramelo) e os bitterballen (bolinhos de carne fritos, servidos como aperitivo com mostarda) são essenciais na cultura de boteco do país. Os queijos, com destaque para o Gouda e o Edam, ganham outra dimensão quando degustados nas versões envelhecidas (oud), bem distantes dos blocos jovens encontrados nos supermercados de exportação.

Amsterdam e Roterdã contam com cenas gastronômicas muito ativas, marcadas pela forte herança indonésia dos tempos coloniais. O rijsttafel, um banquete com dezenas de pequenos pratos servidos ao redor do arroz, é uma experiência imperdível. Na orla de Roterdã, o mercado gastronômico Fenix Food Factory funciona como um excelente ponto de encontro em um antigo galpão industrial.

Qual é a melhor época para visitar?

A primavera (abril e maio) é a temporada mais procurada por motivos óbvios: as tulipas em flor. O clima também colabora, com termômetros entre 12°C e 18°C e dias claros, embora seja o período de maior pico turístico, sobretudo nos arredores de Keukenhof.

O verão (de junho a agosto) convida a aproveitar as mesas ao ar livre, festivais como o North Sea Jazz Festival em Roterdã (em julho) e o DGTL em Amsterdam (na Páscoa), além das praias do litoral. As temperaturas raramente passam dos 25°C. Como é alta temporada, vale a pena garantir hospedagem e ingressos para museus com bastante antecedência.

O outono traz menos movimento e tarifas mais baixas para explorar as cidades. O inverno costuma ser cinzento e frio, mas os mercados de Natal e as pistas de patinação no gelo criam um clima aconchegante. Dezembro também marca as celebrações de Sinterklaas, data festiva muito comemorada em 5 de dezembro.

Como chegar aos Países Baixos?

Partindo de Paris, o trem é a alternativa mais prática e confortável. O Eurostar faz o trajeto entre Paris-Nord e Amsterdam em pouco mais de 3h30, com tarifas promocionais para quem compra com antecedência. De Bruxelles, a viagem de trem de alta velocidade leva só 1h50.

O avião é a escolha lógica para voos saindo de outras regiões europeias ou conexões internacionais. O aeroporto de Amsterdam-Schiphol é um dos principais hubs do continente, atendido por companhias como Air France, KLM e várias aéreas de baixo custo. O aeroporto de Roterdã-Haia é menor e pode oferecer alternativas interessantes para voos regionais.

Como circular pelo país?

A bicicleta é o meio de transporte oficial, apoiada por mais de 35.000 km de ciclovias sinalizadas. É possível alugar bikes em praticamente qualquer estação ferroviária por meio do sistema OV-fiets ou em dezenas de lojas independentes, sendo quase sempre a maneira mais rápida de se deslocar nas cidades.

A rede de trens da NS (Nederlandse Spoorwegen) opera com alta pontualidade e liga as principais cidades várias vezes por hora. O cartão OV-chipkaart centraliza o pagamento em trens, ônibus, bondes e metrô em todo o território nacional, com opções de passes diários ou semanais para turistas.

O aluguel de carros faz sentido para explorar áreas rurais, as Ilhas Frísias ou os polders da Zelândia. Em zonas urbanas, no entanto, estacionar é caro e difícil: em Amsterdam, espere gastar até 7 € por hora (cerca de 44 reais) no centro. O transporte público e a bicicleta continuam sendo as escolhas mais inteligentes para os deslocamentos urbanos.

Países Baixos: encontre os melhores preços para viajar

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Sugestões de viagens e atividades temáticas

Center Parcs Países Baixos

Criados nos Países Baixos em 1968, os nove complexos do Center Parcs reúnem chalés confortáveis no meio de reservas naturais, da costa da Zelândia às florestas da Drenthe. O ponto forte de cada estadia são os parques aquáticos cobertos Aqua Mundo, além de opções como trilhas de aventura e quadras esportivas para todas as idades. É uma escolha prática para famílias ou grupos que querem desacelerar e curtir a natureza sem abrir mão de estrutura moderna.

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Moulins à Vents
Canal de Haarlem
Binnenhof de La Haye

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