Place de Jaude à Clermont

Onde ficar em Clermont-Ferrand: os melhores bairros (2026)

Clermont-Ferrand foi construída na lava. A pedra de Volvic faz de sua catedral a única catedral negra da França, e todos os membros que a visitaram a recomendam. O resto do centro divide mais: vários o acham cinza e sem charme. Vale saber antes de escolher o bairro.

Quatro setores, da velha Clermont às termas de Royat, a oeste, onde se dorme no verde a dez minutos do centro. Um quarto duplo confortável fica entre 60 e 100 EUR, e o mais simples começa abaixo de 40 EUR. O bonde atravessa a cidade de Montferrand até o campus passando por Jaude, mas não atende a estação, e um trem de cremalheira sobe ao Puy de Dôme, o vulcão que fecha o horizonte, em um quarto de hora.

Sim, a catedral é magnífica e o bairro em volta é agradável. Quanto ao resto, é uma cidade muito cinza. Com muito comércio, é verdade, mas o ambiente carece de charme. Eu aconselho mais ver os espaços naturais ou as cidades pequenas como Royat e Chamalières.

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Catedral e velha Clermont O coração de pedra negra

para uma primeira visita, tudo a pé na cidade velha

O coração histórico foi talhado na lava. A Catedral de Clermont-Ferrand, a Notre-Dame-de-l'Assomption, ergue suas duas torres negras acima dos telhados, e Shanour K guarda « sua pedra vulcânica, que lhe dá um aspecto ao mesmo tempo sombrio e magnífico ». A dez minutos a pé, a basílica românica Notre-Dame-du-Port é patrimônio da Unesco, e a place Delille alinha suas mesas na calçada sob os plátanos. Dorme-se no meio dos monumentos, em ruas de pedestres. O revés: essas fachadas escuras deixam o bairro austero nos dias de chuva, e verde quase não existe.

O que ver e fazer no bairro

Catedral de Clermont-Ferrand

Catedral de Clermont-Ferrand

+20 recomendações

Onde ficar neste bairro

Hôtel Littéraire Alexandre Vialatte Luxo

Quatro estrelas na place Delille, com uma biblioteca de quinhentos volumes e, principalmente, um terraço no sexto andar: de lá se veem os telhados da catedral e o Puy de Dôme ao longe.

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Hôtel Dav Custo-benefício

Duas estrelas numa rua de pedestres, a trezentos e cinquenta metros da catedral. Quartos simples e bem cuidados: o suficiente para dormir no coração da cidade sem pagar por isso.

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Hôtel Foch Econômico

Pequeno endereço familiar na rue Maréchal Foch, no meio do caminho entre a catedral e a place de Jaude. Conforto básico, mas da porta se faz tudo a pé.

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Prós

  • Catedral e Notre-Dame-du-Port a pé
  • Ruas de pedestres, monumentos na porta

Contras

  • Fachadas escuras, austero na chuva
  • Quase nada de verde
2

Place de Jaude e ruas de comércio O centro prático

para as lojas, as mesas na calçada e o bonde

A place de Jaude é a maior praça da cidade: a estátua de Vercingetórix, o Opéra-Théâtre, as lojas de departamento e as ruas de pedestres que descem para o sul. A praça não conquistou FloraC, mas sua avaliação resume o que conta aqui na hora de dormir: « As vantagens dela estão mais na localização e na proximidade do centro histórico. » O jardim Lecoq e seus dois museus ficam a cinco minutos. O revés: é tudo pedra, muito movimentado, e o bonde atravessa a praça até tarde.

O que ver e fazer no bairro

Place de Jaude

Place de Jaude

-6 recomendações

Onde ficar neste bairro

Hôtel Océania Clermont-Ferrand Luxo

Quatro estrelas no boulevard François Mitterrand, a três minutos de Jaude. Cento e trinta quartos reformados, academia, hammam e jacuzzi: conforto sem surpresa.

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Hôtel Le Lion Custo-benefício

Três estrelas direto na place de Jaude, num prédio antigo. Quartos caprichados e bem isolados do barulho: você sai do hotel e já está no centro.

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Corum Saint-Jean Econômico

Residência de uma associação na rue Gaultier de Biauzat, a dois passos de Jaude, que aluga quartos simples a quem está de passagem. Sem charme, mas é o preço mais baixo do centro.

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Prós

  • Bonde, lojas e restaurantes na porta
  • Cinco minutos do jardim Lecoq e do centro histórico

Contras

  • Tudo de pedra, pouco verde
  • Praça muito movimentada, bonde até tarde
3

Estação, Montferrand e Michelin O leste industrial

para chegar de trem e ver a outra Clermont

A leste, a cidade muda de cara. A estação fica a um quarto de hora a pé do centro antigo, e o ponto de bonde mais próximo a sete minutos, L'Aventure Michelin conta o Bibendum e o pneu dentro da fábrica-mãe, e Montferrand, a cidade gêmea medieval anexada em 1630, guarda seus casarões renascentistas quase sem visitantes. O estádio Marcel Michelin serve de referência: jla descreve « um verdadeiro caldeirão onde os moradores de Clermont se encontram num jogo de rúgbi », e nas noites de jogo os hotéis do setor lotam. O revés: entre as duas cidades só há avenidas e galpões.

O que ver e fazer no bairro

Estádio Marcel Michelin

Estádio Marcel Michelin

+1 recomendação

Onde ficar neste bairro

Radisson Hotel Clermont-Ferrand Luxo

Quatro estrelas na avenue de la Libération, ao sul do centro e não do lado da estação: quartos amplos, bar, sauna e estacionamento. O bonde passa a duzentos metros e a place de Jaude fica a dez minutos a pé; já a estação continua a dois quilômetros.

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ibis Styles Clermont-Ferrand Gare Custo-benefício

Em frente à estação, no antigo Best Western Lafayette que passou à bandeira ibis Styles: quarenta e oito quartos impecáveis e café da manhã servido cedo. Os ônibus saem a duzentos metros, o bonde fica a sete minutos a pé.

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ibis Styles Clermont-Ferrand République Econômico

Na avenue de la République, o eixo que leva a Montferrand. Quartos coloridos, café da manhã incluído e estacionamento: o melhor custo-benefício deste lado.

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Prós

  • Estação na porta, chegada fácil
  • Montferrand e L'Aventure Michelin sem multidão

Contras

  • Avenidas e galpões entre as duas cidades
  • Sem bonde na estação
4

Chamalières, Royat e os vulcões O oeste, no verde

para os vulcões, a calma e o ar puro

Dois quilômetros a oeste, a cidade para e começa a subida. Chamalières alinha suas avenidas de classe alta, Royat se encaixa em sua garganta em volta das termas Belle Époque, e atrás se abre a Cadeia dos Puys, oitenta vulcões tombados pela Unesco. Aqui se dorme na calma e no verde, com o bonde para descer à cidade. O revés: as trilhas não ficam na porta do hotel, restam uns quinze quilômetros de estrada, e a escolha de restaurantes encolhe rápido à noite.

A arquitetura de concreto não tem nenhum charme e reforça a sensação de sufocamento. Quando faz calor, é um verdadeiro calvário. Se puder, aconselho você a se hospedar em outro lugar e fugir para o Puy de Dôme para respirar um ar puro.

O que ver e fazer no bairro

Puy de Dôme

Puy de Dôme

+44 recomendações
Voo de parapente no Puy de Dôme

Voo de parapente no Puy de Dôme

+15 recomendações

Onde ficar neste bairro

Hôtel Princesse Flore Luxo

Cinco estrelas em Royat, num prédio Belle Époque: spa termal, jardim, quartos clássicos. O endereço de categoria do setor, a quinze minutos do centro.

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Hôtel Radio Custo-benefício

Três estrelas art déco de 1930 nas alturas de Chamalières, mosaicos e ferragens originais, vista panorâmica da cidade. Sua mesa gastronômica está entre as mais renomadas da Auvérnia.

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Le Chatel Econômico

Duas estrelas em Royat, em frente ao centro termal Royatonic. Quartos simples, opções para família, restaurante no local: o melhor preço do lado dos vulcões.

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Prós

  • Calma, verde e ar puro
  • O mais perto possível do Puy de Dôme e das termas

Contras

  • Uns quinze quilômetros até as trilhas
  • Poucos restaurantes abertos à noite

Nossas dicas para reservar bem

  • Subir ao Puy de Dôme: o trem ou as pernas: A estrada até o cume está fechada para carros. Sobe-se no Panoramique des Dômes, um trem panorâmico de cremalheira que leva um quarto de hora, ou a pé: o caminho dos tropeiros sai do col de Ceyssat e não exige preparo, o dos aduaneiros sobe mais íngreme. Conte duas horas de ida e volta a pé. Na cidade, tudo se faz a pé ou pela única linha de bonde.
  • Em fevereiro, reserve cedo: O Festival Internacional de Curtas-Metragens, entre o fim de janeiro e o início de fevereiro, lota os hotéis da cidade por uma semana. No resto do inverno os preços caem. Para os vulcões, mire de maio a outubro: as trilhas ficam praticáveis e os praticantes de parapente decolam do cume. No verão, o centro de pedra escura segura o calor, o que pesa a favor do oeste.
  • O que se come, o que se leva: A truffade, o aligot, o saint-nectaire, a fourme d'Ambert e a lentilha verde do Puy sustentam bem depois de uma caminhada. Na adega, os Côtes d'Auvergne se bebem jovens e se encontram em todo lugar. E a água de Volvic sai dos mesmos vulcões que a pedra da catedral.
Onde evitar ficar em Clermont-Ferrand (sinceramente)
  • Reservar em zona de galpões e shoppings, em Aubière ou no Brézet, para economizar vinte euros: sem carro você fica preso lá, e o bonde não vai até esse lado. O centro continua barato, então aproveite.
  • Pegar um hotel perto da estação achando que vai dormir na velha Clermont: entre as duas há um quarto de hora a pé, e à noite não há nada para fazer a pé em volta da estação.
  • Contar com o carro para o Puy de Dôme: a estrada do cume está fechada desde que o trem de cremalheira entrou em serviço. Um hotel com estacionamento serve para a Cadeia dos Puys e para o Sancy, não para a subida.

Perguntas frequentes: onde ficar em Clermont-Ferrand

Qual bairro escolher para uma primeira vez em Clermont-Ferrand?
O centro histórico, em volta da catedral e da place Delille: tudo se faz a pé, os monumentos estão ali, e a place de Jaude fica a dez minutos. É também o setor que guarda mais caráter.
Onde ficar gastando pouco em Clermont-Ferrand?
Em pleno centro: o Corum Saint-Jean aluga quartos simples a partir de 35 EUR perto da place de Jaude, e o Hôtel Foch fica abaixo de 80 EUR no meio do caminho para a catedral. Do lado da estação, o ibis Styles République gira entre 65 e 95 EUR. Clermont não é uma cidade cara.
Qual bairro para ver os vulcões?
O oeste, em Royat ou Chamalières: você ganha calma e ar puro, e fica do lado certo da cidade para sair rumo à Cadeia dos Puys. Do centro, conte meia hora de estrada até a partida do trem de cremalheira.
Qual bairro para famílias?
O centro pelo jardim Lecoq e pelos museus a pé, o oeste pelo ar livre. O trem de cremalheira poupa a subida das pernas pequenas, L'Aventure Michelin agrada as crianças, e o parque Vulcania fica a meia hora de carro.
Precisa de carro em Clermont-Ferrand?
Na cidade não: o centro se caminha e a linha de bonde liga Montferrand, Jaude e o campus, sem passar pela estação. Em compensação, um carro alugado muda tudo para a Cadeia dos Puys, o Sancy e os vilarejos da Auvérnia. Alugue por diária e escolha um hotel com estacionamento, raro e caro no centro histórico.
Quanto custa uma diária de hotel em Clermont-Ferrand?
Um quarto simples começa em torno de 35 EUR, um duplo confortável no centro custa de 60 a 100 EUR, e o cinco estrelas de Royat sobe a 160 EUR ou mais. A semana do festival de curtas-metragens, em fevereiro, é a exceção.

Sobre o autor

Bill
Bill
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Membro desde 02/2013

Il fut un temps où je rêvais d’être digital nomad. C’est à cette période que j’ai imaginé et créé la première version d’Avygeo (anagramme de voyage), avec l’envie de mieu…

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