Himeji

O que fazer em Himeji: as atrações imperdíveis

Procurando inspiração para visitar Himeji? Veja nossas dicas e seleções de atividades para aproveitar ao máximo sua passagem em Himeji.

A atividade mais recomendada pelos nossos membros

#1 Castelo de Himeji +9 recomendações 5/5

Joia da arquitetura feudal do Japão, o Castelo de Himeji impressiona com seus muros brancos imaculados que rendem a ele o apelido de castelo da Garça Branca. Um dos últimos doze donjons originais de madeira do país, ele foi concluído em 1609 e declarado patrimônio da UNESCO em 1993. Seus 83 edifícios, seu sistema defensivo labiríntico e seu estado de conservação exemplar exigem a visita.

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O mapa das atrações imperdíveis em Himeji

Himeji, a cidade da Garça Branca que se recusa a morrer

São 8h da manhã, o sol bate na fachada branca do castelo e o edifício parece irradiar. Essa luz, os japoneses contemplam há mais de quatro séculos. Afinal, este é o milagre desta cidade da província de Hyōgo: seu castelo nunca queimou. Nem as guerras civis, nem os bombardeios de 1945, nem o terrível terremoto de Kobe em 1995 conseguiram destruí-lo. Uma bomba incendiária chegou a cair sobre a torre principal sem explodir. Os moradores falam em sorte, enquanto alguns sussurram que a garça branca protege sua morada.

Uma bate e volta ideal, mas que merece mais tempo

A maioria dos viajantes passa pela cidade rapidamente, em uma parada rápida entre dois trens para Hiroshima. É um erro. Sim, o castelo pode ser visitado em duas horas. Sim, dá para ir embora logo depois. Mas passar uma noite muda tudo: você verá o edifício iluminado após o pôr do sol, passeará pelas galerias comerciais sem olhar para o relógio e descobrirá um templo milenar perdido na montanha onde Tom Cruise filmou O Último Samurai.

Este destino é perfeito para quem é apaixonado por arquitetura feudal japonesa e para viajantes que gostam de cidades com escala humana. Famílias com crianças vão achar o terreno plano e fácil de caminhar. Por outro lado, se você busca a agitação noturna de Tóquio ou os templos em série de Kyoto, pode achar o ritmo tranquilo demais.

Um orçamento razoável para a região de Kansai

Espere gastar entre 8.000 e 15.000 ienes por dia (cerca de 290 a 540 reais), dependendo do seu estilo. A entrada do castelo custa 1.000 ienes (cerca de 36 reais), e o bilhete combinado com os jardins Koko-en sai por apenas 1.050 ienes (cerca de 38 reais). Uma noite em pousada começa ao redor de 3.000 ienes (cerca de 110 reais), enquanto um hotel confortável perto da estação gira em torno de 8.000 a 12.000 ienes (cerca de 290 a 430 reais). Uma boa tigela de ramen custa entre 800 e 1.200 ienes (cerca de 29 a 43 reais).

O castelo: muito mais que um cartão-postal

Ao sair da estação JR, levante os olhos. No final da avenida principal, a quinze minutos a pé, o castelo de Himeji se ergue em sua colina. Essa perspectiva perfeitamente alinhada não é por acaso: a cidade inteira foi planejada ao redor de seu senhor de pedra. O apelido Shirasagi-jō vem da silhueta esguia da construção, que lembra uma garça branca abrindo as asas.

Lá dentro, as escadas são íngremes e a madeira range sob os passos. Os cômodos são vazios, o que decepciona alguns visitantes. Mas essa austeridade justamente revela a essência dos castelos japoneses: fortalezas militares, e não palácios. Do sexto andar, a vista da cidade e das montanhas de Chugoku compensa a subida.

Dica de amigo: chegue na abertura, por volta das 9h. Em abril, durante as cerejeiras em flor, ou em agosto, a fila pode passar de uma hora no meio do dia. Guias voluntários que falam inglês oferecem visitas gratuitas às 10h e às 13h.

O monte Shosha e seu templo esquecido

Pegue o ônibus número 10 na estação por 25 minutos e depois suba no teleférico. No topo espera por você o Engyo-ji, um complexo budista fundado em 966 que parece parado no tempo. A ausência de infraestrutura moderna faz dele um local de filmagem muito procurado por cineastas japoneses e estrangeiros.

O templo principal, o Maniden, tem uma varanda de madeira que avança sobre a floresta. Atrás, a dez minutos de caminhada na mata, três salões formam um U silencioso onde os monges meditavam há mil anos. Quem gosta de caminhar vai curtir as trilhas que serpenteiam entre os bordos e os cedros. Leve sapatos fáceis de tirar, pois você precisará descalçá-los várias vezes para entrar nos edifícios.

O teleférico custa 1.000 ienes ida e volta (cerca de 36 reais), e a entrada do templo, 500 ienes (cerca de 18 reais). Um ônibus opcional liga o topo ao Maniden por mais 500 ienes, mas a caminhada de 20 minutos pela floresta faz parte da experiência.

Os jardins Koko-en: nove mundos em um

Bem ao lado do castelo, os jardins Koko-en oferecem um contraponto verde à pedra branca. Criados em 1992 no antigo local da residência do senhor feudal, reúnem nove jardins distintos, cada um representando um estilo do período Edo. Lagos com carpas, florestas de bambu, alamedas de pinheiros podados: o passeio leva cerca de uma hora.

A casa de chá Soju-an, no coração do parque, serve chá matcha acompanhado de doces da estação. Sentar-se em frente ao lago depois de subir o castelo traz uma sensação de paz difícil de descrever. É o Japão tal como imaginamos, sem a multidão de Kyoto.

As galerias comerciais e a vida local

Entre a estação e o castelo fica a Miyuki-dori, uma galeria coberta onde o tempo parece ter parado nos anos Showa. Lojas de quimonos usados, doces tradicionais, quitandas de chá verde: o clima contrasta com os centros comerciais modernos. A confeitaria Tairiku Honten vende um bolo em formato de oden, o prato típico local.

Para um clima mais moderno, o shopping Piole Himeji fica colado na estação. Restaurantes de curry, redes de gyoza e padarias de estilo francês são ideais para comer rápido antes de pegar o trem.

Onde comer e beber em Himeji?

A especialidade absoluta é o Himeji oden. Esse cozido japonês se destaca pelo acompanhamento: molho de soja com gengibre fresco ralado, em vez da mostarda servida em outros lugares. O restaurante Nadagiku Kappatei, no beco Himeji Noren perto da estação, serve o prato em uma panela com formato de castelo. Os banquinhos em formato de tambor taiko dão um toque teatral.

No quesito ramen, os endereços Menme e Mendokoro Nakayama fazem o próprio macarrão e cobram preços justos. Para peixe, prove o anago-don, uma tigela de arroz coberta com engre grelhado, especialidade do mar interior de Seto. O hinepon também vale a pena: galinha poedeira madura servida com molho ponzu cítrico.

No fim do dia, a cidade produz excelentes saquês locais. A cervejaria e destilaria Tatsuriki oferece degustações onde o mestre cervejeiro às vezes recebe os visitantes pessoalmente.

Onde dormir em Himeji e arredores?

A região ao redor da estação JR concentra a maior parte das hospedagens. O Nikko Himeji oferece quartos com vista para o castelo a partir dos andares superiores. O Dormy Inn conta com banhos termais públicos e bom custo-benefício. Para quem viaja com orçamento apertado, o albergue Himeji 588 oferece dormitórios limpos a partir de 3.000 ienes (cerca de 110 reais).

A Shironoshita Guesthouse, a vinte minutos a pé do castelo, atrai quem busca um clima descontraído. Para uma experiência mais imersiva, o ryokan Yumenoi oferece banhos onsen e refeições tradicionais kaiseki. O hotel SETRE Highland Villa, um pouco mais afastado, mistura culinária fusion e vistas da campanha ao redor.

Como chegar e se locomover em Himeji?

Saindo de Osaka, o trem-bala Shinkansen leva 30 minutos até a estação JR Himeji, trecho coberto pelo Japan Rail Pass. Os trens rápidos JR levam uma hora e custam cerca de 1.520 ienes (cerca de 55 reais). Saindo de Kyoto, conte com 45 minutos de Shinkansen. A cidade é uma parada estratégica na linha Sanyo entre Osaka e Hiroshima.

O aeroporto mais próximo é o de Kobe, a 52 km. O aeroporto internacional de Kansai, a 65 km, continua sendo a principal porta de entrada para quem vem do exterior. Ônibus de longa distância ligam Tóquio a Himeji em uma viagem noturna.

Na cidade, dá para fazer tudo a pé. O castelo fica a 15 minutos da estação, e os jardins estão logo ao lado. Para ir ao monte Shosha, o ônibus municipal número 10 sai da estação. O Himeji Loop Bus passa pelos principais pontos turísticos. Um passe diário por 600 ienes (cerca de 22 reais) permite viagens ilimitadas. Alugar uma bicicleta é uma ótima opção, pois o terreno é plano e as ciclovias são bem cuidadas.

Quando ir?

A primavera e o outono são as melhores estações. Em abril, as cerejeiras no parque do castelo criam um dos mais belos hanami da região de Kansai. Em novembro, os bordos do monte Shosha se cobrem de tons vermelhos e laranjas. O verão é quente e úmido, mas a montanha oferece um pouco de frescor. O inverno é ameno, com poucos turistas.

O festival Nada no Kenka Matsuri, em outubro, reúne carregadores de santuários portáteis em um espetáculo impressionante. O Himeji Yukata Matsuri, no final de junho, celebra o quimono de verão em um clima festivo. Evite a Golden Week no começo de maio e o feriado de 15 de agosto se quiser fugir das multidões.

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Sobre a cidade

1 avaliações
+7
recomendações
  • Geral 5/5
  • Em família 5/5
  • A dois 5/5
  • Com amigos 5/5

Sobre as atividades

10 avaliações
+30
recomendações
  • Castelos e palácios +9 recomendações
  • Templos +7 recomendações
  • Centros de lazer +7 recomendações
  • Parques e jardins +7 recomendações

Castelo magnífico

Se você visitar Osaka, eu recomendo muito ir até Himeji. A cidade fica a 30 minutos de trem. É só caminhar a partir da estação para chegar ao castelo de Himeji. Como a visita toma apenas uma tarde, não deixe de ir! Patrimônio mundial da UNESCO, a beleza dele é de tirar o fôlego.

5
Recomenda :
Nota geral :
Em família :
A dois :
Com amigos :

Já viu todas as opiniões.

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