Onde ficar em Chicago: os melhores bairros (2026)
Chicago se estende por mais de seiscentos quilômetros quadrados, mas uma viagem de três dias ocupa só uma faixa estreita: uns dez quilômetros ao longo do Lago Michigan, do Museum Campus ao sul até o Wrigley Field ao norte, com o Loop e o rio no meio. De um hotel dentro dessa faixa, tudo se faz a pé. Procurar mais barato mais longe obriga a pegar o metrô elevado a cada saída.
Cinco setores dividem essa faixa, do centro eriçado de torres às ruas residenciais do norte. Chicago custa menos que Nova York sem ser barata: um quarto duplo decente se negocia entre 130 e 230 EUR, uma cama em hostel em torno de 35 EUR, e a vista para o lago se paga à parte. Em cada setor, os lugares mais recomendados pelos membros da Avygeo aparecem primeiro.
Esta cidade, que tinha má fama nos tempos da lei seca e de Al Capone, me pareceu muito segura quando a visitei.
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The Loop e Parque Millennium Downtown, dentro do anel do metrô elevado
para uma primeira visita, a arquitetura e os museus
O centro de negócios, cercado pelo anel do metrô elevado que lhe deu o nome. Aqui estão a Willis Tower e sua sacada de vidro a 440 metros, o Art Institute e seus impressionistas, o Cloud Gate do Parque Millennium, a escultura de aço polido que todo mundo aqui chama de Feijão, e as grandes casas de espetáculo, tudo em poucos quarteirões. Bill, que veio passar um fim de semana, confirma: « Passamos 2 dias caminhando sem parar pela cidade, sem nunca nos entediar. » O revés: os escritórios se esvaziam à noite e o setor fica muito quieto, restaurantes incluídos.
O que ver e fazer no bairro
Onde ficar neste bairro
Chicago Athletic Association Hotel Luxo
Antigo clube esportivo de 1893 lindamente restaurado na Michigan Avenue, de frente para o Parque Millennium, salões renascentistas e rooftop com vista para o lago: o hotel de caráter do Loop.
The Silversmith Hotel Custo-benefício
Prédio da escola de Chicago na Wabash, embaixo do metrô elevado, quartos em estilo arts and crafts: central e de bom custo-benefício, com o Art Institute na esquina.
HI Chicago Hostel Econômico
Hostel enorme e impecável em pleno Loop, quartos compartilhados, cozinha e programação: imbatível para fazer tudo a pé no centro.
Prós
- Museus, torres e teatros em poucos quarteirões
- O lago e o rio a cinco minutos
Contras
- Um bairro de escritórios, deserto à noite
- Pouca vida de rua no fim de semana
Magnificent Mile e Streeterville Near North, entre a Michigan Avenue e o lago
para as compras, a beira do lago e a oferta de hotéis
Logo ao norte do rio, a avenida das compras e a orla. A Michigan Avenue alinha lojas por mais de um quilômetro, a velha Water Tower está entre os poucos prédios que sobreviveram ao incêndio de 1871, e o Navy Pier avança sobre a água com sua roda-gigante. Tamahagane emendou ali uma caminhada na beira do Lago Michigan, um jantar na varanda e o pôr do sol visto da roda: é a noite típica de quem fica neste setor. O revés: é a área mais movimentada e mais cara da cidade, mas também a que oferece mais hotéis.
O que ver e fazer no bairro
Onde ficar neste bairro
The Peninsula Chicago Luxo
Hotel de luxo refinado a um passo da Magnificent Mile, spa panorâmico e serviço de exceção: um dos melhores dos Estados Unidos, com as compras e o lago aos pés.
Warwick Allerton Hotel Custo-benefício
Arranha-céu histórico de 1924 na Michigan Avenue, famoso pelo seu Tip Top Tap: quartos clássicos em plena Mag Mile, a preço contido.
Hotel Saint Clair Econômico
Hotel-boutique independente num prédio dos anos 1920, a uma rua da Michigan Avenue: 206 quartos reformados, um café e um restaurante no térreo, e o Navy Pier a vinte minutos a pé.
Prós
- Lojas, praias e o Navy Pier a pé
- A maior oferta de hotéis da cidade
Contras
- As diárias mais altas
- Muita gente durante o dia
River North e Gold Coast Ao norte do rio, galerias e casarões antigos
para os restaurantes, as galerias e as saídas
A Chicago que janta e que sai. O River North concentra galerias, restaurantes e baladas em volta da Hubbard Street, em antigos armazéns de tijolo. Logo ao norte, o Gold Coast alinha casarões antigos e boutiques entre o lago e a Washington Square, com o museu de história da cidade na borda do Lincoln Park. O revés: não há propriamente o que visitar, e as diárias sobem do lado do Gold Coast. Aqui se dorme pelas mesas e por estar a dez minutos a pé da Mag Mile.
Onde ficar neste bairro
Waldorf Astoria Chicago Luxo
Torre art déco elegante no coração do Gold Coast, spa, pátio privativo e muito requinte: o luxo discreto a dois passos das boutiques e das mesas.
The Godfrey Hotel Chicago Custo-benefício
Hotel-boutique de design em pleno River North, com um rooftop-lounge sempre cheio: no meio das galerias e da vida noturna, Mag Mile a pé.
Freehand Chicago Econômico
Hostel-hotel descolado do River North, quartos compartilhados e privativos, e o famoso bar Broken Shaker: a fórmula sociável pelo melhor preço, com as saídas na porta.
Prós
- As melhores mesas e as baladas embaixo do hotel
- A dez minutos a pé da Mag Mile
Contras
- Quase nada para visitar no próprio bairro
- Gold Coast bem mais caro
Lincoln Park e Lakeview North Side, a vinte minutos do centro
para a vida de bairro, os parques e os preços
O norte residencial, a vinte minutos do centro de metrô elevado. O Lincoln Park acompanha o lago por vários quilômetros, com um zoológico gratuito e uma estufa, as ruas em volta alinham sobrados de tijolo, e o Wrigley Field comanda o bairro nas noites de jogo. Tamahagane guarda « uma lembrança fantástica do clima que reina por ali ». É um argumento para ir até lá, menos para dormir ao lado: nessas noites os bares de Wrigleyville transbordam até tarde. O revés: os grandes museus ficam na outra ponta da linha, mas as diárias caem bastante.
O que ver e fazer no bairro
Onde ficar neste bairro
Hotel Lincoln Luxo
Hotel-boutique cheio de espírito de frente para o parque de Lincoln Park e para o zoológico, com rooftop famoso pela vista do skyline: o charme do North Side à beira do lago.
Majestic Hotel Custo-benefício
Hotel pequeno, de ar inglês e tranquilo, numa rua residencial de Lakeview, a dois passos do Wrigley Field e do metrô: confortável e bem posicionado no lado norte.
Wrigley Hostel Econômico
Hostel acolhedor a algumas ruas do Wrigley Field, quartos compartilhados, terraço e clima jovem: o melhor orçamento para viver o norte de Chicago.
Prós
- Um parque, um zoológico gratuito e praias no fim da rua
- Diárias bem mais doces que no centro
Contras
- Vinte minutos de metrô até os museus
- Barulhento em volta do Wrigley nas noites de jogo
South Loop e Museum Campus Ao sul, museus e beira do lago
para os grandes museus, o espaço e as vistas
O sul do centro, amplamente aberto para o lago. O Museum Campus reúne três instituições a poucos minutos a pé: o Field Museum e seu T. rex, o aquário Shedd e o planetário Adler, apoiado numa ponta de onde o skyline inteiro cabe numa foto. Mais ao sul, Hyde Park guarda a Robie House de Frank Lloyd Wright e a universidade de Chicago. O revés: o setor é espalhado, as noites são calmas, e as diárias sobem assim que uma feira ocupa o McCormick Place.
O que ver e fazer no bairro
Onde ficar neste bairro
The Blackstone Luxo
Hotel histórico de 1910 na Michigan Avenue, de frente para o Grant Park e o Museum Campus, arte contemporânea e uma suíte presidencial lendária: a elegância ao sul do Loop.
Hilton Chicago Custo-benefício
Grande hotel clássico de frente para o Grant Park e o lago, com piscina e salões majestosos, Museum Campus a pé: conforto e localização na beira da água.
Congress Plaza Hotel Econômico
Instituição histórica da Michigan Avenue de frente para o Grant Park, quartos clássicos a bom preço: central e acessível para os museus e a orla.
Prós
- Três grandes museus a poucos minutos a pé
- As vistas mais bonitas do skyline
Contras
- Distâncias maiores que no centro
- Diárias imprevisíveis durante as feiras
Nossas dicas para reservar bem
- O « L » elevado atende os dois aeroportos: O metrô elevado liga o O'Hare ao centro pela linha azul e o Midway pela linha laranja, pelo preço de uma passagem comum; um cartão Ventra vale para trens e ônibus. O carro não serve para nada e estacionar custa caro. A orla se percorre a pé ou de bicicleta pelo Lakefront Trail, quase trinta quilômetros sem um único carro.
- O inverno derruba os preços, as feiras os levantam: Em Chicago o calendário hoteleiro não segue só as estações. O verão dos festivais e das praias é a época mais cara, o inverno glacial a mais barata de longe. Mas a armadilha de verdade está nos dias úteis: o McCormick Place, o maior centro de convenções da América do Norte, lota o centro a cada grande feira. Confira o calendário dele antes de fechar suas datas.
- Ver a cidade a partir do rio: O passeio de barco dedicado à arquitetura no rio Chicago conta a cidade melhor que qualquer caminhada: as torres desfilam e você finalmente entende como o centro foi construído. À mesa, a pizza deep dish, de massa alta e borda funda como uma torta, e o sanduíche Italian beef são as duas especialidades locais, e a gorjeta fica em torno de 20 por cento no restaurante.
- Pegar um hotel longe da faixa do lago para economizar: vários setores do oeste e do sul são mal atendidos à noite, e os deslocamentos diários tomam de volta o que você acha que ganhou no quarto.
- Se instalar perto do O'Hare ou do Midway para ganhar tempo: conte três quartos de hora de metrô desde o O'Hare até o centro a cada saída, e nada em volta do hotel na hora de voltar.
- Reservar no South Loop sem olhar o calendário do McCormick Place: as grandes feiras lotam o setor e empurram as diárias para cima em plena semana.
Perguntas frequentes: onde ficar em Chicago
Qual bairro escolher para uma primeira vez em Chicago?
Onde ficar gastando pouco em Chicago?
Qual bairro para as famílias?
Qual bairro para sair à noite?
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