Manille

Top 9 das cidades mais bonitas de Filipinas para visitarClassificação 2026

Descubra as cidades favoritas dos nossos membros em Filipinas. Não hesite em publicar as suas próprias avaliações para participar nesta classificação colaborativa.

As cidades de Filipinas preferidas dos nossos membros, aprovadas pela redação

#1 Manila +22 recomendações

Manila é uma cidade de contrastes intensos, para dizer o mínimo. Alguns recomendam fugir da capital das Filipinas, afirmando que não é agradável para turistas passarem muito tempo por lá. Outros a chamam de a pérola do Oriente e defendem que suas qualidades são subestimadas. Aqui estão os principais motivos para incluir Manila no seu roteiro pelas Filipinas.

Igrejas históricas e museus fascinantes

Manila costuma receber críticas por causa do trânsito caótico, dos problemas políticos e da poluição. Mesmo assim, bairros específicos merecem a visita. O setor colonial histórico, chamado de Intramuros, concentra os monumentos mais marcantes da cidade, incluindo várias igrejas. A Igreja San Agustin, erguida em 1589, é o templo religioso mais antigo do país. Sua arquitetura barroca projetada para resistir aos terremotos frequentes na região garantiu a ela o título de Patrimônio Mundial da Unesco. Para mergulhar na história nacional, siga para o Fort Santiago, que abriga um museu dedicado a José Rizal, herói nacional filipino. Quem gosta de cultura também costuma visitar o museu de História Natural e Etnografia e o museu Ayala, focado no período pré-hispânico. Em uma pegada mais curiosa, o Marikina Shoe Museum guarda centenas de pares de sapatos que pertenceram à ex-primeira-dama do país.

Um cruzamento de culturas

A capital filipina funciona como um caldeirão cultural que reúne diferentes povos e etnias. Um exemplo claro é o cemitério chinês, fundado em 1843 nos arredores de Manila. O local impressiona com seus mausoléus, túmulos e sarcófagos que misturam influências chinesas e ocidentais. Formas de tartaruga, pagodes e construções de vários andares compõem um cenário funerário surpreendente. Depois, volte para o ritmo acelerado da cidade e explore Chinatown. Filipinas, chineses e espanhóis convivem ali há séculos, e a fundação desse bairro em 1594 o torna o mais antigo assentamento chinês fora da China. Vale a pena provar um prato de pancit (massas chinesas), empanadas ou um lumpia, que lembra uma versão asiática do rolinho primavera.

Compras e vida noturna

Manila também mostra uma face moderna e conectada com o século XXI. É possível fazer compras em galerias descoladas e conferir a cena artística no Cultural Center of the Philippines. Makati, o distrito financeiro vizinho, reúne alguns dos maiores centros comerciais do planeta. Terminar o dia em um bar modernista em Makati faz parte do programa, com opções de rooftops e coquetelarias sofisticadas.

Quando ir

Dá para visitar Manila o ano todo, mas o período mais confortável vai de dezembro a fevereiro. Nos meses mais quentes, as chuvas dão trégua, mas o calor pode ser intenso.

Como chegar

Passes aéreos saindo do Brasil custam a partir de 5.000 BRL. O voo de avião costuma incluir pelo menos uma escala em grandes hubs internacionais, com uma duração total que passa das 24 horas dependendo das conexões.

Imperdível

#2 Tagaytay +13 recomendações

Tagaytay é um município da província de Cavite, nas Filipinas, localizado ao sul da ilha de Luçon, onde também fica a capital filipina, Manila. A 600 metros de altitude, a cidade tem um clima mais fresco que o restante do país. O nome Tagaytay viria da língua tagalog, uma variação do idioma filipino, e significa "o cume". Afinal, Tagaytay fica em uma colina que domina o lugar Taal e seu vulcão, oferecendo belas vistas da natureza ao redor. A vista do terraço do hotel Taal Vista é uma das mais famosas.

 

A cidade do vulcão Taal

Tagaytay é conhecida sobretudo por sua localização no alto de uma colina, com amplos panoramas sobre a caldeira e o vulcão Taal. Essa posição elevada foi escolhida para proteger a cidade das erupções frequentes do vulcão, que destruíram vários povoados vizinhos.

O vulcão de Taal é o menor vulcão ativo do mundo, com erupção registrada em 2020, e faz parte do Círculo de Fogo do Pacífico. Partindo do vilarejo vizinho de Talisay, dá para fazer um passeio até o vulcão: um trajeto curto de barco e uma subida de cerca de 40 minutos levam ao topo, onde aparecem as fumarolas, as crateras e o lago interno.

Tagaytay ganhou importância no início do século XX. A poucas horas ao sul de Manila, virou refúgio para quem busca natureza e calmaria longe da capital. O presidente filipino Manuel L. Quezon esteve em Tagaytay em 1938 para assinar o Ato 338 do Commonwealth, que oficializou a fundação da cidade.

 

Um ponto de partida para trilhas

Tagaytay conta com áreas verdes como o Picnic Grove e o People's Park in the Sky, cuja história chama atenção. Esses jardins foram criados inicialmente para abrigar a residência do antigo ditador das Filipinas, o presidente Marcos. Após a Revolução Filipina de 1986, a área foi preservada e virou um parque público.

Tagaytay funciona também como base para subir montanhas da região, como o monte Batulao, o monte Talamitam e o monte Pico de Loro. A cidade também se destaca pelas plantações de flores e cocos. Vale dar uma passada no mercado local ou provar uma tigela de bulalo, uma sopa de canela de boi típica da região.

 

Quando ir?

A melhor época para visitar as Filipinas vai de novembro a março, quando as temperaturas são altas e chove pouco.

 

Como chegar?

Saindo de Manila, pegue um ônibus na rodoviária Paranaque Integrated Terminal Exchange (PITX). A viagem leva cerca de 2h. De carro, o acesso é feito pela Santa Rosa - Tagaytay Road em uma hora e meia.

Imperdível

#3 Puerto Galera +12 recomendações

Puerto Galera é uma cidade litorânea situada na ilha de Mindoro nas Filipinas. É o destino ideal para quem quer praticar mergulho autônomo e snorkeling. A cidade fica perto do Apo Reef, um vasto paredão de corais com quase 34 km² declarado patrimônio mundial da Unesco e que abriga uma incrível diversidade de flora e fauna marinha. Puerto Galera também é conhecida pela qualidade de suas praias e pelas inúmeras opções de restaurantes e lazer, o que atrai muitos expatriados de várias nacionalidades.

 

Praias e lazer à beira-mar

Puerto Galera conta com várias praias conhecidas, como a White Beach, considerada o epicentro turístico da ilha, com seus bares, restaurantes, vida noturna agitada e muitas opções de passeios. Outras praias agradáveis são a de Talipanan, menor e mais sossegada, a praia de Sabang, que acompanha o antigo vilarejo de pescadores de mesmo nome e é bastante movimentada, e também a praia de Aninuan.

Puerto Galera é um excelente ponto de partida para explorar uma infinidade de atividades aquáticas e terrestres. Além do mergulho, você pode praticar jet ski, caiaque, windsurf, andar de catamarã ou tentar a pesca em alto-mar. Em terra firme, as opções não ficam atrás. Paintball, passeios de mountain bike, kart, arqueria e trilhas a pé são algumas das alternativas para os viajantes.

 

A ilha de Mindoro, rica em florestas e biodiversidade

Em uma escala maior, a ilha de Mindoro se destaca pela vegetação exuberante. Se você tem pique para trilhas longas, vale a pena encarar o caminho rumo ao Mont Halcon, um dos picos mais altos das Filipinas, com mais de 2.500 metros de altitude. Como alternativa, as caminhadas até as cascatas de Tamaraw, com 31 metros de altura, ou até as de Tukuran são ótimas para observar a fauna e a flora de perto. Para chegar às quedas de Tukuran, você ainda pode optar por um passeio em uma carroça puxada por bois.

Quem se interessa pela cultura local encontra espaço na visita ao village dos Mangyan, localizado no extremo sul da ilha. O lugarejo é mantido por uma família de perfil filantrópico para preservar o legado de um povo indígena que sofreu perseguição histórica. Perto dali, na costa oeste da ilha, não deixe de conhecer a igreja da Imaculada Conceição, que abriga o museu da escavação, cheio de peças e relíquias que ajudam a entender o patrimônio da região.

 

Quando ir?

A melhor época para visitar Puerto Galera vai de janeiro a abril, período que também concentra vários festivais locais. Fique atento à temporada de tufões, que costuma acontecer nos meses de outubro e novembro.

 

Como chegar?

Saindo de Manila, pegue um ônibus até o píer de Batangas, porto de onde partem os ferries para Puerto Galera. Se você estiver chegando pela ilha de Tablas, um ferry o levará até Roxas, localidade de onde você precisará seguir por terra até Puerto Galera. Partindo de Coron, o ferry faz a travessia até San Jose, na costa oeste da ilha; de lá, você toma uma sequência de ônibus que passam por Roxas, Calapan e, finalmente, chegam a Puerto Galera.

#4 Boracay +12 recomendações

Boracay é uma ilha do arquipélago das Visayas, no centro das Filipinas, situada a cerca de 300 quilômetros da capital, Manila. Com apenas 6 quilômetros de comprimento por um a dois de largura, essa pequena ilha ganhou fama internacional pelas praias de areia branca e pela vida noturna intensa. Nos últimos anos, passou a receber até 2 milhões de turistas anualmente. Vítima do próprio sucesso, a população saltou para mais de 33.000 habitantes em 2018, em comparação com apenas 12.000 em 2000. Diante desse cenário, o então presidente filipino Rodrigo Duterte determinou em 2018 o fechamento total de todos os acessos à ilha por um período de seis meses, visando conter os danos ambientais e iniciar uma ampla reabilitação.

 

Uma ilha paradisíaca no coração das Filipinas

Boracay concentra diversos atrativos que justificam sua fama de ilha paradisíaca: mar azul-turquesa, vida marinha rica, sol forte, clima tropical e uma excelente infraestrutura de hotéis, restaurantes e bares. É o destino ideal tanto para quem busca agbalo e festa quanto para quem prefere relaxar na praia ou praticar mergulho. A oferta de lazer é variada, incluindo stand-up paddle, surfe, parasailing, jet-ski e visitas ao mercado tradicional da ilha, o D’Talipapa, famoso pelos frutos do mar frescos.

As duas praias mais conhecidas de Boracay são a White Beach, uma faixa de areia de 4 quilômetros considerada uma das dez mais bonitas da Ásia, e a praia Bugalog, situada no lado oposto e onde as condições do vento favorecem os esportes náuticos. A White Beach é dividida em seções chamadas de estações, uma herança dos antigos píeres que serve de referência para localização na ilha. Quem busca tranquilidade encontra praias mais reservadas no norte, uma área menos urbanizada, além de trilhas agradáveis pela vegetação nativa.

 

A reabilitação da ilha de Boracay

Durante o período em que esteve fechada por ordem do governo das Filipinas, a ilha passou por uma limpeza profunda e recebeu novas regras de conduta, como a proibição de consumir bebidas alcoólicas ou fumar nas praias. Também foram estabelecidas cotas de fluxo turístico: a ilha agora só pode receber no máximo 19.200 visitantes simultâneos. Hotéis que não cumpriam normas ambientais básicas foram fechados, e as vias locais passaram por reformas para melhorar a circulação. Para coibir ocupações irregulares à beira-mar, foi criada uma faixa de proteção de 30 metros a partir da linha da costa onde qualquer tipo de instalação é proibida.

 

Quando ir?

O período mais recomendado para aproveitar Boracay vai da estação seca, entre dezembro e março. É melhor evitar os meses entre junho e outubro, quando o volume de chuvas aumenta bastante. Como a ilha opera com limite de visitantes, planejar e reservar a viagem com antecedência é indispensável.

 

Como chegar?

O acesso a Boracay é feito de barco a partir de Caticlan, na ilha vizinha de Panay, onde fica o aeroporto mais próximo, bem do outro lado do estreito. Outra opção é voar para o aeroporto internacional de Kalibo e seguir por terra e mar até lá.

#5 Banaue +10 recomendações

Banaue é uma vila na ilha de Lujon, nas Filipinas, situada a 1.200 metros de altitude na Cordilheira, no pico do monte Amuyao. O local é famoso pelas inúmeras plantações de arroz em terraços construídas há mais de 2.000 anos pelo povo Ifugao, reconhecidas como patrimônio mundial da Unesco desde 1995. Os terraços servem para captar e redistribuir a água das matas localizadas na parte alta da montanha para irrigar a plantação. Até hoje, o cultivo é feito de forma artesanal pelas comunidades locais.

 

Admirar os terraços de arroz de Banaue, a oitava maravilha do mundo

Banaue é uma vila pitoresca nas Filipinas, uma das onze comunidades do povo Ifugao. As temperaturas costumam ser amenas devido à altitude e ao clima de montanha. A população local vive do cultivo de arroz há pelo menos dois milênios, embora o turismo venha crescendo bastante por lá. Os reservatórios que formam os terraços de Banaue foram construídos à mão, usando materiais locais como lama e pedra. A paisagem foi moldada dessa maneira ao longo dos séculos. Os moradores costumam chamar os terraços de "escadas para o céu", já que é preciso subir bastante para alcançar os diferentes níveis espalhados pelo vale.

Saindo de Banaue, você pode fazer uma caminhada pelas plantações ao redor e chegar a mirantes como o Chango View Point ou o Front Size View Point. Para quem tem mais preparo físico, vale a pena encarar um trekking de vários dias pelo vale, de preferência acompanhado por um guia.

 

Ponto de partida para trilhas na Cordilheira das Filipinas

A maioria das trilhas leva você bem perto dos terraços e até vilarejos vizinhos como Batad, aninhado em um anfiteatro verde, Bangaan e Cambulo. As caminhadas entram em meio à natureza até as quedas de Tappia, uma cachoeira de 21 metros de altura onde é possível nadar, ou até a piscina natural de Guihob, embora esta última tenha sido parcialmente destruída por um tufão em 2010. Os mais dispostos podem encarar o Awa View Deck, uma trilha que oferece uma vista panorâmica incrível dos terraços lá embaixo. Para ir de um vilarejo a outro, você pode usar os jeepneys, o transporte local tradicional, ou alugar uma bicicleta no próprio vilarejo.

 

Quando ir?

A paisagem muda bastante ao longo do ano: fica bem verde e exuberante durante a época de chuvas em junho e julho, enquanto a atmosfera se torna mais seca e rochosa entre dezembro e março, que é o período de plantio do arroz. Se puder, visite Banaue durante o festival da cultura indígena Ifugao, que acontece em abril. Nessa época, você acompanha trajes típicos, cantos e danças tradicionais em vários dias de festa.

 

Como chegar?

Saindo de Manila, a capital, pegue um ônibus até Banaue. A viagem dura cerca de 9 horas e costuma ser feita à noite, embora a paisagem durante o dia também compense o tempo na estrada.

#6 Siquijor +6 recomendações

Siquijor é uma ilha situada no arquipélago das Visayas nas Filipinas, famosa por ter sido durante muito tempo um reduto de curandeiros e práticas místicas, o que faz dela um lugar pouco frequentado pelos próprios filipinos. No entanto, é um destino muito apreciado por quem viaja para lá pelo ritmo calmo e pela natureza preservada. Entre os pescadores de ouriços que se movimentam na costa e as vastas extensões de arroz também cultivadas pelos moradores locais, Siquijor guarda uma atmosfera bastante autêntica para quem reserva um tempo para atracar por lá.

 

O que fazer em Siquijor

Siquijor é uma ilha compacta, mas que esconde belas descobertas naturais entre suas praias, reservas como o sanctuaire à papillons de Cabilao e quedas d'água de tom azul-turquesa. Entre as praias imperdíveis, vale a pena conhecer a de Paliton por causa do belo pôr do sol, ou então a plage de Salagdoong, que dá acesso a impressionantes plataformas de madeira para saltos no alto das falésias. A maior parte das praias fica escondida ou tem acesso difícil, por isso vale a pena insistir um pouco para encontrar seu próprio canto de sossego.

A ilha é rica em poços naturais e cavernas, ideais para aproveitar a natureza filipina. As cascades de Cambugahay são as mais conhecidas e visitadas, onde é possível se pendurar em uma corda acima da água ou aproveitar jangadas de madeira bastante fotogênicas. Vale notar que as cascades de Lugnason estão definitivamente fechadas, já que a água que as alimentava foi desviada para atender à agricultura local. Para quem gosta de espeleologia, a grotte de Cantabon abre regularmente para visitas guiadas.

 

Outro lado das Filipinas

Siquijor é um lugar excelente para desacelerar, absorver o clima e entender o estilo de vida filipino. O lado místico continua muito presente nesta ilha do arquipélago das Visayas por causa do imponente arbre Balete, com quatrocentos anos de idade e fama de possuir propriedades terapêuticas. Na base da árvore, há um lago onde se pratica a famosa massagem com peixes, ideal para relaxar os pés após as caminhadas. Se você se interessa pela herança colonial da região, vale a pena dar uma passada na igreja Saint Antoine de Padoue em Lazi, construída com pedra de coral. Bem em frente fica o convento mais antigo das Filipinas, que traz a clássica arquitetura colonial espanhola com seu frontão de madeira e arcadas alinhadas.

 

Quando ir?

A estação seca é a melhor época para conhecer as Filipinas, período que vai de janeiro a abril.

 

Como chegar?

Existem duas rotas principais para chegar a Siquijor: pegar o balsa partindo de Cebu ou Tagbilaran em Bohol até Larena, em Siquijor. Dependendo do seu roteiro, também é possível sair de Dumaguete, na ilha de Negros, direto para Siquijor City. Em qualquer caso, assim que pisar na ilha, alugar uma scooter é a melhor forma de explorar cada canto com liberdade.

#7 Makati +6 recomendações

Makati é uma das dezessete cidades que compõem o Grand Manille, a região metropolitana da capital das Filipinas na Ásia, situada na ilha de Luçon e com mais de 13 milhões de habitantes. Makati funciona como o principal polo financeiro e econômico do país. É também uma das zonas urbanas mais densas do mundo, onde arranha-céus convivem com comunidades carentes em meio a um crescimento urbano acelerado. A cidade atrai expatriados do Ocidente graças aos seus hotéis de alto padrão, intensa vida noturna, lojas sofisticadas e padrões de segurança.

 

O distrito de negócios das Filipinas

Makati concentra a maior parte da atividade econômica e financeira do Grand Manille, além de ser um dos pontos mais procurados da capital para compras e lazer. Um dos locais mais populares é o Green Belt Mall, um grande centro comercial que abriga um parque urbano em seu interior e uma capela construída em 1983, muito frequentada para momentos de reflexão.

Bem perto desse polo de consumo e entretenimento fica o museu Ayala, um prédio moderno com exposições sobre a história das Filipinas desde o período pré-colonial até os dias atuais, incluindo galerias dedicadas a artistas filipinos. A poucos passos dali, você pode relaxar no Ayala Triangle Garden, uma área verde com dois hectares ideal para caminhadas e corridas leves. Na cena cultural, o Yuchengco Museum exibe trabalhos de design tanto locais quanto internacionais.

 

Vida noturna e cosmopolitismo

Makati é o bairro preferido por turistas e expatriados, o que garante uma oferta variada de bares e casas noturnas. Os arredores da Burgos Street reúnem diversas opções de restaurantes e bares, embora a região também seja conhecida por funcionar como a zona de meretrício de Manille, com presença marcante de prostituição.

Aos finais de semana, vale a pena conhecer o Salcedo Market, um mercado de rua em Makati ideal para experimentar pratos típicos e comprar artesanato local.

 

Quando ir?

A melhor época para visitar as Filipinas vai de novembro a março, quando as temperaturas ficam mais amenas e o clima é seco. É recomendável evitar o período chuvoso entre junho e setembro. Além disso, dezembro e janeiro registram o pico do turismo na região.

 

Como chegar?

Makati fica muito perto do Aeroporto Internacional Ninoy-Aquino, em Manille. Para circular pela cidade, você pode pegar um táxi ou apostar nos jeepneys, o transporte coletivo mais tradicional das Filipinas. Originalmente, são jipes militares americanos abandonados após a Segunda Guerra Mundial que foram adaptados pelos moradores, pintados com cores vibrantes e capazes de lotar com um número impressionante de passageiros.

Se preferir o transporte sobre trilhos, a linha 3 do metrô MRT leva você direto até a estação Ayala.

#8 Coron +6 recomendações

Coron é uma cidade localizada sobre a ilha de Busuanga ao norte das Filipinas, na província de Palawan. O nome foi herdado por uma ilha vizinha habitada pela tribo dos Tagbanua, que obteve o direito de gestão em 1998. A ilha de Coron é acessível por meio de um passeio de barco tradicional filipino chamado bangka, que percorre os recifes e lagoas. Com uma paisagem rica que mistura lagos internos de águas turquesas, falésias de calcário e recifes de corais abundantes ao longo da costa, a ilha de Coron figura entre as mais bonitas do arquipélago.

 

Fazer um passeio na ilha de Coron

A ilha de Coron esconde recantos impressionantes, a começar pelos seus lagos internos. Entre eles, destacam-se o degradê de cores do Green Lagoon, a água turquesa magnética das Twin Lagoons e o lago Kayangan, com seu visual digno de cartão-postal encravado entre paredões de rocha. Já o lago Barracuda é uma curiosidade natural fascinante por combinar camadas de água doce e salgada. Nessas zonas de transição, conhecidas como termoclinas, a temperatura da água aumenta gradualmente até atingir 38° no fundo do lago, enquanto a superfície fica em torno de 28°.

Os arredores da ilha convidam a mergulhos e sessões de snorkeling, especialmente na região de Siete Pescados, sete ilhotas cercadas por corais e recifes impressionantes. Partindo da cidade de Coron, também é possível explorar naufrágios de embarcações japonesas afundadas durante a Segunda Guerra Mundial, a exemplo do Skeleton Wreck.
 

Mergulhar no cotidiano de Coron

Coron preserva uma atmosfera genuinamente filipina, e o que não falta são opções de passeios na cidade e nos arredores. Comece subindo até o topo do mont Tapyas: após encarar cerca de 700 degraus, você será recompensado com uma vista panorâmica incrível da baía e das ilhas vizinhas. Para uma vivência totalmente local, vá se refrescar nas quedas d'água de Concepcion ou relaxe nas águas termais de Maquinit, que costumam lotar de famílias da região. Quem busca um roteiro completo pela natureza pode incluir uma parada no Kingfisher Park, onde um passeio de kayak pelos manguezais ao anoitecer permite observar vagalumes.

 

Quando ir

A melhor época para conhecer as Filipinas vai de janeiro a abril, período que corresponde à estação seca e registra volumes menores de chuva.

 

Como chegar

Existem diferentes maneiras de chegar a Coron. Há voos diretos ligando Manille à ilha de Busuanga. A partir do aeroporto, basta pegar um tricycle, um jeepney ou alugar uma scooter para completar o trajeto até Coron. Outra alternativa é viajar de balsa a partir de Manille ou, em um trajeto muito mais curto, saindo da cidade de El Nido.

#9 Panglao +4 recomendações

Panglao é a cidade principal da ilha de mesmo nome, situada no arquipélago das Visayas nas Filipinas. A ilha de Panglao tem fácil acesso, estando ligada a Bohol por dois pontes. Embora Panglao seja sinônimo de praias paradisíacas, o destino também conta com uma vida noturna agitada e opções infinitas de esportes aquáticos, como caiaque, paddle, mergulho com snorkel ou apneia, e passeios de barco.

A ilha de Panglao: entre praias paradisíacas e passeios de barco

Panglao é muito procurada por causa da sua praia principal, a praia de Alona. Com 1,5 quilômetro de extensão, ela concentra toda a animação da ilha, reunindo restaurantes, bares, casas noturnas, escolas de mergulho e agências de aluguel de barcos. Para quem prefere tranquilidade, o lado leste da praia é mais sossegado e preserva um visual charmoso. Outra alternativa é a praia de Dumaluan, uma faixa de areia branca com águas mornas e rasas. Já a praia de Doljo costuma receber menos visitantes e funciona perfeitamente para assistir ao pôr do sol.

As atividades favoritas em Panglao continuam sendo os passeios de barco rumo às ilhas de Virgin Island e Balicasag. Balicasag é uma ilha protegida que recebe no máximo 150 pessoas por dia. Suas águas abrigam corais, peixes e tartarugas, sendo um ponto obrigatório para mergulhar nas Filipinas. Por sua vez, Virgin Island é um banco de areia imaculado que parece flutuar no oceano.

Entre as atrações naturais da ilha, destacam-se as cavidades naturais de Hinagdanan e Cambagat. Essas cavernas alagadas, repletas de estalactites e estalagmites, escondem lagos internos onde é permitido nadar.

Panglao cultural

Além do turismo de praia, o forte de Panglao são as experiências gastronômicas, com destaque para a Bohol Bee Farm, que valoriza produtos locais e orgânicos enquanto serve receitas filipinas saborosas. O Shell Museum é outra parada interessante na ilha, pois abriga uma das maiores coleções de conchas do mundo.

Se você se interessa pela herança da colonização espanhola nas Filipinas, vale a pena visitar a igreja de Nossa Senhora da Assunção, também conhecida como igreja de Dauis. Construída em 1753, ela sofreu danos em várias ocasiões por causa de fenômenos naturais, o que resultou em um estilo eclético que mistura referências clássicas e góticas. Durante muito tempo, o templo protegeu os moradores contra ataques de corsários e piratas. A lenda local diz que a reserva de água situada sob o altar principal surgiu por milagre quando os habitantes estavam sem suprimentos.

Quando ir?

A estação seca é a melhor época para visitar Panglao, concentrada entre janeiro e abril. Um detalhe importante é que as Filipinas registram o pico de turismo em fevereiro, durante as comemorações do Ano Novo Chinês.

Como chegar?

Partindo do aeroporto de Cebu, pegue um ferry até o porto de Tagbilarán, na ilha vizinha de Bohol. A partir dali, você chega a Panglao de táxi, triciclo ou jeepney, de acordo com o seu tempo e orçamento.

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