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O que fazer em Vaticano: top 5 atrações imperdíveis

Procurando inspiração para visitar Vaticano? Confira o ranking das atividades mais recomendadas pela nossa comunidade de viajantes: pontos históricos, passeios culturais, lugares para caminhar ou relaxar...

Ranking das 3 atividades mais recomendadas pelos nossos membros

#1 Capela Sistina +50 recomendações 4.7/5

A capela Sistina atrai milhões de visitantes todos os anos ao Vaticano. Construída no século XV, o espaço abriga obras-primas da Renascença assinadas por Botticelli, Ghirlandaio e, sobretudo, o teto decorado por Michelangelo com a criação de Adam. É também o local histórico onde os cardeais se reúnem para escolher o novo papa.

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#2 Basílica de São Pedro +16 recomendações 5/5

A Basílica de São Pedro, epicentro do catolicismo erguido sobre o túmulo do apóstolo, impressiona pelas dimensões colossais e tesouros artísticos. Obra-prima de Michelangelo, Bramante e Bernini, abriga a Pietá e um baldaquino barroco monumental. A subida à cúpula revela uma vista panorâmica marcante de Roma e do Vaticano.

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#3 Museus do Vaticano +7 recomendações 4/5

Os Museus do Vaticano reúnem vinte séculos de arte em 54 galerias suntuosas. Da Capela Sistina às Salas de Rafael, passando por obras-primas da estatuária antiga, este complexo monumental oferece uma imersão na história da arte ocidental. Uma parada obrigatória em qualquer viagem a Roma, desde que você reserve com antecedência.

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O que fazer perto de Vaticano

#4 Castelo de Santo Ângelo (Roma) 0.8 km +28 recomendações 4.6/5

O Castelo de Santo Ângelo é um monumento milenar no bairro do Borgo, em Roma. Hoje, seus seis andares abrigam exposições sobre o Mausoléu de Adriano, celas históricas, antigos aposentos pontificais com afrescos de Perin del Vaga e um terraço no topo com vista panorâmica para a cidade e o rio Tibre.

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#5 Piazza Navona (Roma) 1.3 km +18 recomendações 5/5

A Piazza Navona é uma elegante praça barroca erguida sobre o antigo estádio de Domiciano. É famosa por suas três fontes, incluindo a Fontana dei Quattro Fiumi de Bernini. A igreja de Sant'Agnese in Agone, projetada por Borromini, complementa seu apelo arquitetônico. Entre artistas de rua, cafés e movimento constante, o local pulsa em qualquer horário. Bem no coração de Roma, é o cenário ideal para caminhar sem pressa e apreciar a arte barroca ao ar livre.

O mapa das atrações imperdíveis em Vaticano

O menor país do mundo esconde os maiores tesouros da humanidade

Quem chega cedo à praça e vê milhares de pessoas convergindo para o mesmo ponto já percebe a energia no ar. Bem-vindo ao micro-Estado soberano de 44 hectares onde Michelangelo pintou o teto, Bernini esculpiu a perfeição e cada metro quadrado transborda história. Aqui, a visita vai muito além de um simples museu ou igreja: é uma imersão em uma concentração de arte e espiritualidade sem equivalente no planeta.

Um lugar de peregrinação e destino cultural

Se você foge de multidões, melhor evitar a alta temporada ou vir no rigoroso inverno. Mais de 6 milhões de visitantes passam por aqui todos os anos, gerando filas colossais e uma atmosfera de formigueiro humano. Mas se a arte renascentista te fascina, se você sonha em ver de perto a Capela Sistina ou se emocionar na praça São Pedro, prepare-se para disputar cada centímetro.

Este é o destino definitivo para quem ama história da arte, busca espiritualidade ou admira a arquitetura barroca. Em contrapartida, quem procura autenticidade local ou cenas do cotidiano romano vai se decepcionar: aqui, tudo gira em torno do patrimônio religioso e artístico. É impossível viver como um morador local em um país que mal conta com 800 habitantes permanentes, todos ligados à Igreja.

Um orçamento de museu que pode pesar no bolso

A entrada nos Museus do Vaticano custa 20 € (cerca de 125 reais), ou 13 € (cerca de 80 reais) com reserva antecipada no site oficial, aos quais se somam 5 € (cerca de 30 reais) pelo serviço de fura-fila, que é indispensável. Conte com cerca de 40 a 50 € (cerca de 250 a 310 reais) por pessoa para uma visita guiada que poupa de 2 a 3 horas de espera. A boa notícia é que a Basílica de São Pedro tem entrada gratuita, assim como a praça. Para subir à cúpula, espere pagar 10 € (cerca de 60 reais) com elevador parcial ou 8 € (cerca de 50 reais) a pé, vencendo exatos 551 degraus.

Os tesouros imperdíveis: uma odisseia artística

O roteiro clássico começa nos Museus do Vaticano, um labirinto de 7 quilômetros de galerias repletas de obras-primas. A Galeria dos Mapas Geográficos, com seus 120 metros de extensão e um teto dourado impressionante, deixa qualquer um sem palavras. As Salas de Rafael deslumbram com afrescos monumentais, especialmente a Escola de Atenas, que reúne Platão, Aristóteles e os maiores pensadores da Antiguidade.

Em seguida vem o ápice da visita: a Capela Sistina. O silêncio é obrigatório e a contemplação, intensa. O teto pintado por Michelangelo entre 1508 e 1512 retrata o Gênesis em uma superfície de 1.100 metros quadrados. Bem na sua frente, o Juízo Final domina toda a parede do altar. Embora a experiência possa ser um pouco prejudicada pela massa de visitantes e pelos guardas repetindo o aviso de proibição de fotos, vale a pena erguer os olhos e absorver a grandiosidade do momento.

O conselho de amigo: reserve o horário das 8h, bem na abertura. Você terá a Sistina quase vazia por 15 preciosos minutos antes da chegada dos grupos de turismo. As tardes costumam ser caóticas devido ao excesso de gente.

A Basílica de São Pedro: grandiosidade barroca de tirar o fôlego

Depois dos museus, siga direto para a Basília de São Pedro, considerada a maior igreja do mundo. Com 186 metros de comprimento e uma cúpula que chega a 136 metros de altura, o espaço abriga obras que deixam qualquer um boquiaberto. A Pietà de Michelangelo, esculpida quando ele tinha apenas 24 anos, fica logo à direita na entrada, protegida por um vidro blindado. Um pouco mais adiante, o imponente baldaquino de bronze do Bernini, com seus 29 metros de altura, marca o local exato onde repousa o túmulo de São Pedro.

Não deixe de subir até a cúpula. A subida exige esforço: mesmo pegando o elevador até a metade do caminho, ainda restam 320 degraus em uma escada em caracol que vai se estreitando cada vez mais. Os últimos metros causam certa claustrofobia e as paredes inclinadas dão a sensação de andar torto. No topo, porém, Roma se revela em 360 graus, mostrando a praça São Pedro com as colunatas do Bernini em um abraço gigante, os jardins do Vaticano de acesso restrito e toda a cidade eterna ao fundo.

O conselho de amigo: chegue à basílica por volta das 7h da manhã, bem antes de os museus abrirem. Sem filas ou aglomerações, você aproveita a imensidão barroca em total tranquilidade.

Experiências secretas para curiosos

As Grutas Vaticanas, situadas logo abaixo da basílica, guardam os túmulos de vários papas, incluindo João Paulo II. O acesso é gratuito, mas costuma ser ignorado por quem anda com pressa. Ainda mais exclusiva é a visita ao Scavi, o sítio arqueológico que leva o visitante fundo nas entranhas da basílica até uma necrópole romana do século I, onde supostamente estaria o túmulo de São Pedro. Essa visita exige reserva com muitos meses de antecedência pelo site oficial e custa cerca de 15 € (cerca de 90 reais).

Para um momento de contemplação longe das multidões, vale a pena reservar um tour pelos Jardins do Vaticano. Com 23 hectares, eles ocupam mais da metade do território do país. O passeio de micro-ônibus aberto dura 45 minutos e revela ângulos únicos da cúpula de São Pedro. É importante planejar com antecedência, pois as vagas esgotam com dias de antecedência.

O conselho de amigo: no último domingo de cada mês, a entrada nos museus é gratuita das 9h às 12h30. É ótimo para o bolso, mas péssimo para a paciência, já que a fila costuma passar de 2 horas. Pese bem se a economia compensa o estresse.

A audiência papal: momento de graça ou provação?

Todas as quartas-feiras às 10h30 (exceto em julho e agosto), o papa Francisco realiza sua audiência na praça São Pedro ou no auditório Paulo VI, dependendo da época do ano. A entrada é gratuita, mas exige retirada prévia de bilhetes no site da Prefeitura da Casa Pontifícia. Milhares de fiéis se reúnem, criando uma atmosfera vibrante que mistura fervor religioso e energia de grande evento.

Nesses dias, toda a região ao redor fica lotada logo às 8h da manhã. Se o seu plano é visitar os museus com calma, fuja das quartas-feiras. Por outro lado, para quem busca vivenciar esse momento de comunhão coletiva, a experiência é marcante.

Onde comer e beber nos arredores?

Vale ser sincero: ninguém vem aqui pela gastronomia. Dentro do micro-Estado, as opções se resumem a lanchonetes básicas nos museus, onde um sanduíche custa 8 € (cerca de 50 reais) e um cappuccino sai por 4 € (cerca de 25 reais). Dizem que o leite vem do rebanho papal de Castel Gandolfo, mas isso não chega a justificar o preço.

A verdadeira cena culinária acontece nos bairros romanos vizinhos, especialmente em Prati e Borgo. Em Prati, vale a pena ir ao Pizzarium, na Via della Meloria, famoso pelas fatias de pizza de Gabriele Bonci. Espere gastar uns 15 € (cerca de 90 reais) em uma refeição caprichada e prepare-se para encarar fila. Para uma trattoria tradicional sem turistas, a Osteria delle Commari (na Via Silla 26) serve clássicos romanos impecáveis como cacio e pepe, amatriciana e saltimbocca. O gasto médio fica entre 25 e 35 € (cerca de 150 a 210 reais) por pessoa.

Perto da basílica, o Il Sorpasso (na Via Properzio 31) oferece excelente custo-benefício com um brunch reforçado e bons vinhos em taça. Já o mercado Trionfale, a 5 minutos a pé dos museus, é o melhor endereço para comer como um morador local: um sanduíche de porchetta por 4 € (cerca de 25 reais), frutas frescas e queijo pecorino bem curado. O clima é de mercado popular genuíno, frequentado por romanos fazendo compras.

O conselho de amigo: evite a todo custo os restaurantes da Via della Conciliazione, a grande avenida que leva a São Pedro. É uma verdadeira armadilha para turistas, com cardápios ilustrados por 15 €, massas requentadas e contas salgadas. Caminhe dez minutos a mais para comer muito melhor pagando menos.

Onde ficar perto da sede papal?

Dormir dentro do território do Vaticano é privilégio exclusivo de cardeais. Seu hotel ficará inevitavelmente em Roma, de preferência no elegante e residencial bairro de Prati, que conta com excelentes restaurantes e fácil acesso à linha A do metrô. O Hotel Vespasiano, a apenas 300 metros da entrada dos museus, oferece ótima estrutura moderna a partir de 120 € (cerca de 740 reais) a diária.

Para quem busca economia, a região de Borgo, logo ao sul da praça São Pedro, é uma boa escolha. As acomodações são mais simples, mas a localização a 5 minutos a pé da basílica compensa. O Hotel Museum (na Via Tunisi 8) é funcional, limpo e imbatível na localização, com quartos duplos a partir de 80 € (cerca de 490 reais). É essencial reservar com muita antecedência, pois é o favorito de peregrinos experientes.

Outra alternativa interessante é se hospedar no Trastevere, na margem oposta do rio Tibre. O bairro é boêmio, cheio de ruelas de paralelepípedo e trattorias de bairro. Para chegar aos locais papais, são necessários cerca de 20 minutos de caminhada ou uma viagem de ônibus. Há boas opções de apartamentos no Airbnb com diárias entre 70 e 150 € (cerca de 430 a 920 reais) conforme a temporada.

Como chegar e circular pelo destino?

A partir do aeroporto de Fiumicino, pegue o trem Leonardo Express até a estação Termini (14 €, cerca de 85 reais, 30 minutos de viagem) e depois embarque na linha A do metrô sentido Battistini. Desça na estação Ottaviano-San Pietro para ir à basílica ou em Cipro-Musei Vaticani para os museus. No total, gasta-se cerca de 15 € (cerca de 90 reais) e uma hora de trajeto. Um táxi oficial direto do aeroporto tem tarifa fixa de 48 € (cerca de 300 reais), o que compensa bastante para grupos de três ou quatro pessoas.

Saindo do centro de Roma, dá para fazer tudo a pé. Da Piazza Navona ou do Panteão, conte com uma caminhada agradável de 20 a 25 minutos margeando o rio Tibre. Os ônibus 40 e 64 ligam a estação Termini à zona papal, mas convém ficar atento a batedores de carteira nessas linhas bastante movimentadas. O metrô (linha A) continua sendo a melhor opção: frequente, confiável e com passagens baratas a 1,50 € (cerca de 10 reais) com validade de 100 minutos.

Na área do Vaticano, tudo é percorrido a pé. Os dois principais pontos de interesse (os museus e a basílica) distam 500 metros um do outro, mas as entradas oficiais exigem uma volta de 15 minutos ao redor das muralhas. Existe uma passagem direta da Capela Sistina para a basílica, mas ela é restrita a grupos com guia oficial. Conclusão: use sapatos confortáveis.

Quando ir?

Os meses de abril a maio e de setembro a outubro oferecem o equilíbrio ideal, com temperaturas agradáveis entre 15°C e 25°C e um fluxo de turistas um pouco menor que no verão. Julho e agosto devem ser evitados, a menos que você goste de transpirar em salas lotadas a 35°C cercado por milhares de paus de selfie. No inverno (de novembro a fevereiro), as filas diminuem bastante, embora o tempo possa ficar fresco e chuvoso.

Fuja das quartas-feiras para qualquer tipo de visita turística tranquila, pois a audiência papal paralisa a região. Sábados e domingos costumam atrair muitos visitantes de outras regiões da Itália. Já no último domingo do mês, a entrada gratuita nos museus provoca um verdadeiro tumulto. Terças e quintas-feiras continuam sendo as melhores escolhas, de preferência logo nos horários de abertura.

Vale destacar que o ano de 2025 é especial por ser um ano jubilar, o Jubileu que ocorre a cada 25 anos. Espere um movimento histórico e faça todas as suas reservas com meses de antecedência.

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Resumo das avaliações

Sobre a cidade

4 avaliações
+18
recomendações
  • Geral 5/5
  • Em família 3.8/5
  • A dois 5/5
  • Com amigos 5/5

Sobre as atividades

40 avaliações
+80
recomendações
  • Igrejas e catedrais +66 recomendações
  • Museus +7 recomendações
  • Praças +7 recomendações

Um mundo à parte

Eu acho que dá para dizer tranquilamente que o Vaticano é um mundo um pouco à parte. Só de ver os guardas suiços com seus uniformes anacrônicos, já dá para perceber. De qualquer forma, continua sendo um passeio imperdível (se você curte arte religiosa e história). E isso tanto faz se você é crente ou não! Eu recomendo ver pelo menos a Basílica de São Pedro. Atenção, não dá para ter alergia a multidão!

7
Recomenda :
Nota geral :
Em família :
A dois :
Com amigos :

Cidade papal grandiose

Com sua basílica suntuosa e seu museu imenso, o menor Estado do mundo exige um bom dia de visita. A chegada à fenomenal praça de São Pedro é espetacular. O icônico edifício religioso abriga verdadeiros tesouros arquitetônicos e artísticos, e oferece uma vista impressionante a partir de sua cúpula de tirar o fôlego. Indispensável, o museu do Vaticano transborda obras-primas da Antiguidade e da pintura italiana, especialmente a fabulosa capela Sistina. Imperdível em Roma.

7
Recomenda :
Nota geral :
Em família :
A dois :
Com amigos :

Pequeno mas imperdível

Pequenino Estado encravado em Roma, um lugar imperdível para visitar, mesmo se você não for religioso.

7
Recomenda :
Nota geral :
Em família :
A dois :
Com amigos :

Uma riqueza artística e arquitetônica

O que você pode ver em termos artísticos e arquitetônicos na cidade santa merece muito uma visita ao Vaticano durante uma viagem a Roma, seja você crente ou não, católico ou não.
A Basílica é tão impressionante quanto majestosa, por dentro e por fora. O mesmo vale para o museu do Vaticano, que na verdade fica nas salas e corredores do Palácio.
No entanto, prepare-se com paciência para fazer as visitas, pois há filas enormes.

6
Recomenda :
Nota geral :
Em família :
A dois :
Com amigos :

Já viu todas as opiniões.

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