Obelisque de Buenos Aires

Argentina: o que fazer, top 18 atrações imperdíveis

Descubra os destinos preferidos dos nossos membros, além de avaliações, informações práticas e fotos de viajantes sobre Argentina.

As 3 cidades mais bonitas para visitar: Argentina

#1 Buenos Aires +121 recomendações

A capital argentina mistura elegância europeia e paixão latino-americana em bairros com identidades muito próprias. Das ladeiras de paralelepípedo de San Telmo ao ritmo do tango, passando pelos arranha-céus de Puerto Madero e pelas áreas verdes de Palermo, a cidade revela contrastes intensos. É o destino certo para quem quer provar um bom asado e estender a noite nas milongas tradicionais.

#2 Ushuaia +4 recomendações

A "cidade mais austral" do planeta, a "Terra do Fogo", o "Fim do mundo"... Sobram qualificativos para descrever Ushuaia. Localizada no extremo sul da Argentina, essa cidade desperta a imaginação de quem viaja. Basta ouvir falar do cabo Horn ou do estreito de Magalhães para pensar em grandes jornadas marítimas. Hoje em dia, Ushuaia é um destino muito procurado e, por isso, bem mais acessível para os turistas.

Uma posição privilegiada

Situada no extremo sul do continente americano, Ushuaia ocupa uma posição estratégica entre o Chile e a Argentina. É também o ponto de partida clássico para excursões até a ilha de Yécapasela, rumo à Antártica. Ushuaia conta com um cenário natural fora do comum que entrega paisagens monumentais. Banhada pelas águas da baía e do canal Beagle de um lado e cercada por altas montanhas nevadas do outro, a cidade oferece ótimas opções de trilhas e passeios.

Antes de explorar os arredores, vale a pena subir aos mirantes na parte alta de Ushuaia para observar as colinas, especialmente no parque do Centenário. Uma visita instrutiva ao Museo Maritimo traz detalhes sobre as embarcações que marcaram a história do arquipélago. Anexada ao museu, uma antiga prisão relembra as condições duras enfrentadas pelos detentos ao longo dos séculos.

Belezas naturais

O Tren del fin del mundo (o trem do fim do mundo) é uma das atrações mais concorridas de Ushuaia. Sua origem é severa: os trilhos foram construídos por prisioneiros encarregados de transportar cargas de madeira. A maria-fumaça não cumpre mais essa função desde 1952, mas agora transporta turistas que aproveitam esse passeio panorâmico.

Outro programa obrigatório em Ushuaia é um cruzeiro pelo canal Beagle, passando pelo farol Les Éclaireurs, pela ilha dos Pássaros e pela ilha dos Lobos. Você também pode chegar perto da ilha Martillo para ver de perto as colônias de pinguins.

O ponto alto de Ushuaia é o parque nacional Tierra del Fuego. Ele se estende por 63.000 hectares no extremo sul da cordilheira dos Andes. Esse lugar impressionante abriga uma fauna e uma flora muito rústicas. É possível conhecê-lo em tours guiados ou por conta própria, alugando um carro. A Senda Costera é uma trilha de 8 quilômetros que liga alguns dos melhores mirantes do arquipélago.

Quando ir

Dá para visitar Ushuaia o ano todo, mas vale lembrar que o período de outubro a março registra menos movimento de turistas. É também a melhor época para fazer trilhas e observar os animais.

Como chegar

Para chegar a Ushuaia saindo de Buenos Aires, a capital da Argentina, existem duas alternativas principais. A primeira é ir de carro pela rodovia nacional 3. Espere pelo menos três dias de viagem, mas com belas paisagens da Patagônia pelo caminho. Outra opção é pegar um avião de Buenos Aires, com um voo que dura de 3 a 5 horas, dependendo da companhia aérea.

#3 Puerto Iguazú +4 recomendações

Imagine o rugido ensurdecedor de centenas de cachoeiras que desabam no vazio, a névoa que envolve você como um abraço tropical e aquela sensação de ser minúsculo diante de uma força descomunal. Bem-vindo ao norte da Argentina, onde a selva subtropical encontra um rio furioso.

A porta de entrada do espetáculo natural

Esta pequena cidade de 80.000 habitantes tem apenas uma vocação: servir de acesso às cataratas. Mas não se engane, pois é justamente essa pegada funcional que faz dela um excelente ponto de apoio. Sem firulas ou falsas promessas, o objetivo aqui é a natureza, ponto final.

Este destino é perfeito para quem é apaixonado por grandes espaços naturais, fotógrafos em busca do clique perfeito e famílias que querem encantar as crianças sem grandes complicações. A infraestrutura turística é redondinha, o transporte funciona bem e tudo foi pensado para facilitar a visita. Por outro lado, quem busca uma vida noturna agitada ou uma experiência urbana sofisticada vai se decepcionar.

Lado orçamento

Planeje gastar entre 48.000 e 96.000 ARS (cerca de 250 a 500 reais) por dia, dependendo do seu estilo de viagem e incluindo a hospedagem, sabendo que o ingresso para o parque nacional custa cerca de 29.000 ARS (cerca de 150 reais).

A atração principal: o parque nacional e suas cascatas míticas

As cataratas do Iguaçu formam um anfiteatro natural de 275 quedas d'água que se estendem por quase 3 quilômetros. Do lado argentino, três circuitos principais esperam por você. O circuito superior permite caminhar por cima das cachoeiras, oferecendo uma vista panorâmica vertiginosa. Reserve cerca de 1h30 para essa caminhada em passarelas metálicas muito bem estruturadas.

O circuito inferior coloca você literalmente no meio da ação. Aqui, o visitante fica bem na base das quedas, encharcado pela névoa e com os ouvidos tinindo pelo barulho ensurdecedor da água. É visceral, bruto e inesquecível. Separe 2 horas e aceite que vai se molhar, mesmo usando capa de chuva.

Mas o ponto alto é a Garganta del Diablo. Um trem ecológico leva os visitantes até uma passarela que avança sobre essa catarata em formato de ferradura, com 150 metros de largura e 80 metros de altura. A água despenca no abismo com tanta violência que gera uma nuvem permanente de vapor. É hipnotizante, impressionante e monumental.

Dica de amigo: chegue logo na abertura do parque, às 8h. A Garganta del Diablo fica praticamente só para você durante a primeira hora, e a luz da manhã nas quedas é espetacular. Evite a semana de Páscoa e o mês de julho, épocas em que as filas podem chegar a 2 horas.

O lado brasileiro e as experiências complementares

Cruzar a fronteira para o Brasil para ver as cataratas de um ângulo panorâmico é quase obrigatório se você tiver dois dias disponíveis. A perspectiva muda completamente: onde o lado argentino proporciona imersão total, o lado brasileiro entrega uma vista ampla espetacular. Meio dia é suficiente. Lembre-se de conferir as regras de entrada e vistos aplicáveis ao seu passaporte.

Para quem busca aventura, a Gran Aventura combina um passeio de 4x4 pela mata com um trajeto de barco inflável que entra bem debaixo das cachoeiras. Você sai encharcado dos pés à cabeça, mas a adrenalina compensa. Faça a reserva com antecedência, especialmente na alta temporada.

Quem prefere uma pausa cultural pode visitar uma comunidade guarani para conhecer o modo de vida dos povos originários, em uma vivência respeitosa onde o dinheiro vai direto para as famílias. As minas de Wanda, a 40 km, exibem ametistas e quartzos em jazidas a céu aberto, um passeio que costuma agradar bastante às crianças.

Dica de amigo: para uma vivência realmente exclusiva, tente visitar a Garganta del Diablo em noite de lua cheia. O parque abre em datas específicas e permite observar arco-íris lunares na névoa das quedas. Um programa poético e marcante.

Observação de fauna na floresta subtropical

A mata que cerca as cataratas abriga mais de 400 espécies de aves. Os tucanos costumam aparecer para fotos perto das trilhas, enquanto os quatis (parentes dos guaxinins com cauda longa) circulam pedindo comida aos turistas. Evite alimentá-los, por mais simpáticos que pareçam.

Para os entusiastas de birdwatching, passeios guiados especializados saem bem cedo em diferentes setores do parque. O Biocentro Iguazú funciona como um centro de conservação onde é possível ver de perto borboletas, répteis e animais resgatados.

Onde comer e beber em Puerto Iguazú?

A grande estrela dos pratos locais é o surubí, um peixe de água doce do rio Paraná que pode chegar a 50 quilos. Sua carne branca e delicada combina com diferentes preparos, mas vale a pena prová-lo grelhado na chapa com molho cremoso. O bife de chorizo também marca presença em todo lugar, tenro e saboroso como manda a tradição do país.

Entre os endereços recomendados, o La Rueda funciona como uma instituição local desde 1975. O surubí garganta del diablo deles, coberto com molho de camarão, já vale a visita. Espere gastar cerca de 24.000 ARS (cerca de 130 reais) em um prato principal. O El Quincho del Tío Querido é o templo das carnes na brasa, com miúdos que agradam aos aficionados. O AQVA aposta em uma culinária mais criativa, misturando peixes da região e técnicas contemporâneas em um ambiente elegante perto da rodoviária.

Para um clima mais descontraído, siga para a La Feirinha, um mercado de rua na avenida Brasil. Mesas de plástico, cervejas a preços acessíveis, tábuas de frios caprichadas e clima autêntico garantido. O La Docta, instalado ali mesmo, serve excelentes empanadas e grelhados sem frescura.

Onde dormir em Puerto Iguazú e arredores?

Há três opções principais de hospedagem. No centro, nas proximidades da avenida Victoria Aguirre e da rodoviária, ficam a maioria dos hotéis de categoria intermediária. É prático para acessar os restaurantes e o ônibus para as cataratas, que passa a cada 20 minutos. O Hotel Saint George oferece um dos melhores custos-benefícios, contando com uma piscina muito bem-vinda após um dia de calor úmido.

Os lodges na selva, concentrados na reserva Iryapú a poucos quilômetros da cidade, proporcionam uma imersão total na natureza. Bangalôs sobre palafitas, som de macacos ao amanhecer e piscinas com vista para a copa das árvores. O Loi Suites e o Aldea de la Selva são escolhas certeiras, com spa e restaurante próprios. Espere diárias a partir de 144.000 ARS (cerca de 780 reais).

Por fim, para uma experiência exclusiva, o Gran Meliá Iguazú é o único hotel instalado dentro do Parque Nacional Argentino. Ele permite entrar nas cataratas antes e depois do horário de visitação pública, quando os caminhos ficam vazios. É caro, a partir de 288.000 ARS (cerca de 1.560 reais) a diária, mas exclusivo.

Como chegar e circular em Puerto Iguazú?

O aeroporto internacional Cataratas (código IGR) fica a 20 quilômetros do centro. Há voos diários partindo de Buenos Aires operados por Aerolíneas Argentinas, Flybondi e JetSmart, com duração de 1h45. Vans compartilhadas fazem o traslado do aeroporto por cerca de 9.600 ARS (cerca de 50 reais) em 30 a 45 minutos, enquanto os táxis cobram por volta de 14.400 ARS (cerca de 80 reais) pela corrida direta.

Para chegar ao parque nacional, ônibus públicos partem da rodoviária a cada 20 ou 30 minutos, das 7h15 às 20h15. O trajeto dura 20 minutos e custa menos de 1.000 ARS (cerca de 5 reais). Dentro do parque, um trem ecológico gratuito transporta os visitantes entre os circuitos. Não é necessário alugar carro, a menos que você queira explorar os arredores, como as minas de Wanda ou as missões jesuíticas de San Ignacio.

Para cruzar ao lado brasileiro, há linhas de ônibus que saem da rodoviária ou você pode contratar um táxi que ajude com os trâmites aduaneiros, por cerca de 28.800 a 38.400 ARS (cerca de 155 a 210 reais). Mantenha sempre o passaporte em mãos.

Quando ir?

Os períodos mais recomendados são abril e maio e setembro e outubro. As temperaturas ficam agradáveis, em torno de 25°C, há menos movimento nas passarelas e o volume de água das quedas está ideal. O verão austral (de dezembro a fevereiro) traz calor intenso e umidade alta, com termômetros entre 30°C e 35°C, além de chuvas frequentes e muitos turistas. O inverno (de junho a agosto) é mais ameno, com 20°C a 24°C durante o dia, mas atrai grandes grupos de visitantes argentinos durante as férias escolares de julho.

Evite feriados prolongados e as duas semanas de julho se você quiser fugir de filas. A estação chuvosa, entre novembro e março, pode elevar o nível do rio a ponto de suspender alguns passeios de barco, embora proporcione um visual ainda mais avassalador das quedas.

Ranking das 15 atividades selecionadas pela redação: Argentina

#1 Catedral Metropolitana de Buenos Aires (Buenos Aires) +8 recomendações 4.5/5

Se há um monumento argentino nada convencional, é sem dúvida a Catedral Metropolitana de Buenos Aires. Por fora, ela lembra um templo clássico com suas colunas neoclássicas. O edifício funciona como a principal igreja católica da cidade e sede do arcebispado. Assim como o Panteão em Paris, guarda túmulos de heróis nacionais. Curiosidade: o papa Francisco foi arcebispo ali entre 1998 e 2013.

#2 Obelisco de Buenos Aires (Buenos Aires) +7 recomendações 4.5/5

Imponente no centro da Plaza de la República, o Obelisco de Buenos Aires é um dos cartões-postais mais marcantes da capital da Argentina. Erguido em 1936 para celebrar os quatrocentos anos da cidade, ele funciona como ponto de encontro tradicional para manifestações populares, assim como a Plaza de Mayo, sendo o símbolo máximo da identidade local.

#3 Casa Rosada (Buenos Aires) +7 recomendações 4.5/5

Situada no centro de Buenos Aires, a Casa Rosada é a sede do poder executivo da Argentina. O edifício deve seu nome à cor rosa das fachadas, obtida no século XIX com uma mistura de cal e sangue bovino. De frente para a Plaza de Mayo, o local abriga protestos históricos, como as marchas semanais das Mães da Praça de Mayo.

#4 Cemitério da Recoleta (Buenos Aires) +6 recomendações 5/5

A princípio, visitar um cemitério pode parecer um programa um tanto sombrio. No entanto, o Cemitério da Recoleta merece a visita. Situado no bairro homônimo, este é um dos pontos mais curiosos da capital argentina. Com mais de 4.000 túmulos de figuras históricas, ele funciona como um verdadeiro museu a céu aberto que narra a trajetória do país de forma singular. Além disso, assim como a região ao redor, o local exala elegância e conta com jardins arborizados que oferecem um refúgio de tranquilidade bem no meio da cidade.

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#5 Café Tortoni (Buenos Aires) +6 recomendações 5/5

Herança italiana em alta, o café é uma instituição na Argentina. O Café Tortoni é parada obrigatória para quem visita Buenos Aires. Com forte pegada nostálgica e tradicional, o espaço recria a atmosfera do século passado. É o programa ideal para quem viaja com passaporte brasileiro e quer mergulhar na história local, combinando pausa relaxante e imersão cultural autêntica.

#6 Palácio Barolo (Buenos Aires) +6 recomendações 4/5

Em uma viagem a Buenos Aires, todo visitante para em frente ao Palácio Barolo. O edifício surpreende pelo visual geométrico, cheio de linhas e curvas. Com cem metros de altura e dezoito andares, o monumento já foi o prédio mais alto da América do Sul. O design incomum tem explicação: o arquiteto se inspirou na Divina Comédia de Dante.

#7 Cabildo de Buenos Aires (Buenos Aires) +6 recomendações 5/5

Situado na Plaza de Mayo, o Cabildo é um monumento colonial emblemático e um museu que reconta a história da Argentina. Ele expõe artefatos, pinturas e documentos da época colonial, com relatos marcantes sobre a revolução de maio de 1810. Do andar superior, aproveite uma vista magnífica da Plaza de Mayo. Este local histórico é uma visita essencial para compreender o passado cultural e político de Buenos Aires, e de toda a Argentina.

#8 Parque Centenário de Buenos Aires (Buenos Aires) +6 recomendações 5/5

Quer caminhar por Buenos Aires? Uma passada pelo Parque Centenário é quase indispensável.
Este gigantesco espaço verde de dez hectares é um verdadeiro refúgio na megacidade argentina com quase 13 milhões de moradores. Além de momentos de descanso na grama e à beira da água, você pode conferir monumentos marcantes, como o indicador meteorológico e um anfiteatro para eventos culturais.

#9 Plaza Dorrego (Buenos Aires) +6 recomendações 5/5

No coração do animado bairro de San Telmo, a Plaza Dorrego é um dos pontos mais famosos de Buenos Aires. No século XIX, ela funcionava como o centro da principal área residencial da capital argentina. Hoje, o espaço é visto principalmente como um local de descanso onde é possível relaxar observando dançarinos de tango, que atraem muitos turistas.

#10 Usina del Arte de Buenos Aires (Buenos Aires) +6 recomendações 5/5

Instalada no bairro de La Boca, a Usina del Arte é um centro cultural que ocupa uma antiga usina elétrica restaurada. O espaço oferece uma programação variada com shows de tango, jazz e música clássica, além de exposições de arte contemporânea e oficinas infantis. Com arquitetura marcante e espaços convidativos, é parada certa para vivenciar a cena cultural de Buenos Aires.

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#11 La Bombonera (Buenos Aires) +3 recomendações 4.5/5

Sede do famoso clube Boca Juniors, a icônica La Bombonera (literalmente "caixa de bombons" em espanhol) fica no bairro de La Boca, em Buenos Aires. Além de sua estrutura em formato de ferradura, o estádio ferve com uma paixão mundialmente conhecida. Nos dias de jogo, os torcedores pintam o local de azul e amarelo para apoiar o clube que consagrou Diego Armando Maradona.

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#12 Ponte da Mulher (Buenos Aires) +3 recomendações 3/5

Buenos Aires tem seis pontes, mas a da "Mulher" é sem dúvida uma das mais famosas da capital argentina. Mais do que uma simples travessia, o Puente de la Mujer é um monumento incomum ótimo para caminhar com os olhos grudados em suas curvas marcantes. O edifício homenageia as mulheres, especialmente as militantes, que marcaram a história da Argentina.

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#13 Cataratas do Iguaçu (lado argentino) (Puerto Iguazú) +3 recomendações 5/5

Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1984, as Cataratas do Iguaçu (lado brasileiro) ficam em meio à floresta tropical de mesmo nome. Esse conjunto impressionante reúne 275 quedas d'água que formam uma extensão de 3 quilômetros. O espetáculo é grandioso, com imensas colunas d'água saindo da vegetação e despencando na famosa Garganta do Diabo, com mais de 80 metros de profundidade.

#14 Museu da Rua Caminito (Buenos Aires) +3 recomendações 5/5

As cidades latino-americanas se destacam por construções de formas atípicas e cores vibrantes. O Museu da Rua Caminito retrata exatamente esse estilo peculiar de arquitetura urbana. Inspirado nas casas de um antigo bairro portuário, este espaço em Buenos Aires é perfeito para mergulhar no passado italiano da capital da Argentina, exibindo edifícios coloridos em tamanho real.

#15 Parque Nacional do Iguaçu (Puerto Iguazú) +1 recomendação 5/5

Refúgio de descanso e natureza, o Parque Nacional do Iguaçu ocupa mais de 67.620 hectares no extremo nordeste da Argentina, na província de Misiones. Criado em 1934, este santuário verde é famoso no mundo todo. Visitantes chegam para admirar o espetáculo das Cataratas do Iguaçu e explorar a rica biodiversidade da floresta subtropical, que continua do lado brasileiro.

Visitar a Argentina: entre imensidão e diversidade cultural

A Argentina conquista com suas paisagens contrastantes, que vão dos picos andinos às planícies infinitas da pampa, passando pelos glaciares da Patagônia e pelo ritmo de suas cidades animadas. Este país sul-americano, repleto de história e tradições, oferece uma experiência rica para quem viaja em busca de autenticidade.

Buenos Aires: uma capital viva e cosmopolita

Cidade dinâmica com forte influência europeia, Buenos Aires é o coração cultural e econômico do país. Bairros como San Telmo, com suas ruas de paralelepípedos e feiras de antiguidades, ou Palermo, conhecido pelos bares badalados e pelo grafite nas ruas, entregam uma atmosfera única. A Plaza de Mayo, dominada pela Casa Rosada, é uma parada essencial para entender a história do país, enquanto os entusiastas da dança encontram facilmente um bom espetáculo de tango.

Patagônia: terras selvagens e glaciares imponentes

No sul, a Patagônia revela cenários espetaculares. O Parque Nacional dos Glaciares, lar do famoso Perito Moreno, impressiona com seus paredões de gelo em constante movimento. Mais ao sul, a cidade de Ushuaia, conhecida como a fim do mundo, serve de ponto de partida para passeios pelo canal de Beagle e rumo à Antártica. Para quem gosta de trilhas, o maciço do Fitz Roy, em El Chaltén, abriga alguns dos percursos mais marcantes do continente.

As Cataratas do Iguaçu: um espetáculo natural colossal

Na fronteira com o Brasil, as chutes d'Iguazú figuram entre as mais impressionantes do planeta. Formadas por mais de 270 quedas d'água, elas se estendem por quilômetros em meio a uma vegetação exuberante. A Garganta do Diabo, principal salto do complexo, despenca em meio a um estrondo ensurdecedor. O parque nacional ao redor abriga uma fauna rica, onde é comum avistar tucanos e quatis.

A região vinícola de Mendoza: entre vinhedos e os picos andinos

A oeste, a província de Mendoza é referência mundial em vinhos, especialmente pelo malbec, casta símbolo da Argentina. Diversas bodegas abrem as portas para visitas e degustações tendo a cordilheira dos Andes como pano de fundo. Além da produção vinícola, a região atrai montanhistas por abrigar o Aconcágua, o ponto mais alto das Américas, com seus 6.961 metros de altitude.

Uma gastronomia onde a carne é protagonista

A culinária argentina gira em torno do asado, o tradicional churrasco preparado com cortes bovinos grelhados lentamente sobre as brasas. Entre os preparos clássicos estão as empanadas, pastéis assados ou fritos recheados com carne ou queijo, e a milanesa, bife à pané de herança italiana. No dia a dia, o mate, infusão amarga consumida em todo o território, funciona como um verdadeiro ritual de convívio, enquanto os tintos de Mendoza completam a refeição.

Quando ir?

O clima argentino muda drasticamente conforme a região. O verão austral (de dezembro a fevereiro) é a época ideal para explorar a Patagônia, ao passo que o outono (março e abril) pinta a região de Mendoza com tons avermelhados. Para Buenos Aires e o norte, a primavera e o outono oferecem temperaturas mais amenas. Em outubro, a festa nacional da Fiesta de la Tradición, em San Antonio de Areco, celebra a cultura dos gauchos.

Como chegar?

Para quem sai do Brasil, há voos diretos frequentes para Buenos Aires, com duração média de 3 horas saindo de São Paulo. Os preços variam bastante conforme a temporada, mas é possível encontrar passagens a partir de 1.500 ARS (cerca de 8 reais) em tarifas promocionais. Também é viável voar direto para Córdoba ou Mendoza dependendo da companhia aérea escolhida.

Como se deslocar?

As distâncias na Argentina são continentais, tornando o avião a alternativa mais prática para saltar entre grandes cidades. Os ônibus de longa distância, chamados de colectivos, são confortáveis e contam com poltronas que reclinam bastante para viagens noturnas. Nos centros urbanos, táxis e aplicativos facilitam o transporte, enquanto o aluguel de carro se mostra indispensável para explorar estradas cênicas e áreas isoladas.

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Obelisque de Buenos Aires
Interior
Patio del museo

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