Onde ficar em Londres: os melhores bairros (2026)
Londres não tem um centro, tem vários, e de um você não enxerga os outros. Conte meia hora de metrô entre Westminster e a Torre de Londres, e uma boa hora entre Kensington e Greenwich. O bairro escolhido decide, portanto, qual cidade você vai ver de verdade.
Depois vem o preço, e ele dói: um três estrelas decente na zona 1 fica entre 140 e 230 EUR, e um albergue, de 20 a 45 EUR. Nenhuma taxa de turismo se soma à conta. Abaixo estão seis bairros, cada um com o que a comunidade Avygeo mais recomenda por lá.
O orçamento..., esse é o problema de Londres, os hotéis são caríssimos.
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O mapa dos bairros em Londres
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Westminster e St James's Margem norte, zona 1
para a Londres oficial e os grandes monumentos
A Londres dos cartões-postais cabe num quadrado: o Big Ben, a Abadia de Westminster, o Palácio de Buckingham e a Tate Britain à beira do rio. Os ministérios se esvaziam no comecinho da noite e as ruas voltam ao silêncio, o que faz do setor um lugar muito calmo para dormir. O revés: janta-se mal e caro por aqui, as boas mesas ficam do lado de Victoria ou do Soho.
O que ver e fazer no bairro
Onde ficar neste bairro
The Goring Luxo
Grande hotel discreto no fundo de uma rua sem saída atrás do Palácio de Buckingham, com um jardim privativo que não tem equivalente neste bairro de ministérios. A estação Victoria fica a dois minutos.
The Resident Victoria Custo-benefício
Quartos compactos e muito bem cuidados, com uma kitchenette que dispensa o café da manhã de hotel. A cinco minutos da estação Victoria e do palácio.
hub by Premier Inn London Westminster Abbey Econômico
Microquartos pensados ao centímetro, a duzentos metros da Abadia. O preço mais baixo do setor, sem outra ambição além de dormir bem no centro.
Prós
- Big Ben, a Abadia e Buckingham a pé
- Ruas silenciosas assim que os escritórios fecham
Contras
- Pouquíssimos restaurantes de bairro à noite
- Tarifas puxadas para cima pelos monumentos
South Bank e Southwark Margem sul, zona 1
para a cultura à beira do rio
Um calçadão contínuo liga Westminster à Ponte da Torre ao longo do rio, com a Tate Modern instalada numa antiga usina elétrica, o Globe de Shakespeare e o Borough Market para almoçar. Da margem sul, basta uma ponte para chegar a Westminster ou a St Paul. O revés: os quartos com vista para o Tâmisa custam bem mais caro, e as ruas atrás da estação de Waterloo ficam sem graça depois que escurece.
O que ver e fazer no bairro
Onde ficar neste bairro
Shangri-La The Shard Luxo
Do 34º ao 52º andar da torre mais alta da cidade: todos os quartos olham Londres de cima, e a piscina ocupa o último nível.
Sea Containers London Custo-benefício
Antigo prédio de uma companhia marítima plantado na margem, entre a Tate Modern e o National Theatre, com um terraço sobre o rio.
Premier Inn London County Hall Econômico
Instalado na antiga sede do governo municipal, literalmente aos pés do London Eye. Quartos padronizados e um preço difícil de bater na zona 1.
Prós
- Tate Modern, o Globe e o rio ao acordar
- Westminster e St Paul a uma ponte de distância
Contras
- A vista para o Tâmisa se paga caro
- Arredores de Waterloo sem vida à noite
A City e a Torre Margem norte, leste, zona 1
para a história e os fins de semana a preço de banana
A Torre de Londres, a catedral de St Paul e o Monument cabem num quarto de hora de caminhada, entre torres de vidro e algumas vielas medievais. Os banqueiros vão embora na sexta à noite e os hotéis liquidam os quartos até domingo: num fim de semana, é o melhor custo-benefício da zona 1. O revés é o mesmo movimento ao contrário, lojas fechadas e calçadas vazias por dois dias.
O que ver e fazer no bairro
Onde ficar neste bairro
The Ned Luxo
Antiga sede de banco monumental transformada em hotel: os restaurantes ocupam o velho salão dos caixas sob as colunas verdes, e a piscina fica na cobertura.
citizenM Tower of London Custo-benefício
Quartos-cabine muito bem resolvidos, e os melhores emolduram a Torre e a Ponte da Torre pela janela. Salão comum aberto dia e noite no térreo.
Motel One London Tower Hill Econômico
Quartos pequenos, camas grandes e um bar embaixo, a cinco minutos a pé da Torre. A melhor relação conforto-preço do setor.
Prós
- A Torre e St Paul a pé
- Tarifas que despencam da sexta à noite até domingo
Contras
- Comércio e restaurantes fechados no fim de semana
- Nenhuma vida de bairro no domingo
Bloomsbury, Covent Garden e Soho Margem norte, centro, zona 1
para fazer tudo a pé, dos museus ao último drinque
O Museu Britânico, a National Gallery, a Royal Opera House e uns trinta teatros cabem num raio de vinte minutos de caminhada. É o único setor de Londres onde dá para dispensar o metrô por completo numa estadia curta. O revés: a multidão nunca se dispersa de verdade, e do lado de Leicester Square as noites seguem barulhentas até altas horas.
Lixo por toda parte, letreiros de neon exagerados, uma multidão de turistas e, no fim das contas, nada de notável para ver.
O que ver e fazer no bairro
Onde ficar neste bairro
Covent Garden Hotel Luxo
Casarão da Monmouth Street forrado de tecidos ingleses até o teto, com sala de cinema privativa. Os teatros ficam a uma rua.
The Bloomsbury Custo-benefício
Prédio neogeorgiano com quartos silenciosos voltados para o pátio interno e um bar de coquetéis de boa fama no térreo. O Museu Britânico fica a três ruas.
The Z Hotel Soho Econômico
Quartos minúsculos, alguns sem janela, pelo melhor preço do centro. Em pleno Soho: você larga as malas e a cidade faz o resto.
Prós
- Museu Britânico, West End e Soho a pé
- O único setor onde o metrô vira opcional
Contras
- Multidão constante de dia e de noite
- Noites barulhentas em volta de Leicester Square
Kensington e Hyde Park Margem norte, oeste, zona 1
para famílias e três grandes museus gratuitos
O Natural History Museum, o Science Museum e o Victoria and Albert se sucedem na mesma calçada, todos gratuitos, e o Hyde Park começa duas ruas acima. As ruas brancas com colunatas são tranquilas, e é aqui que se concentram os quartos familiares e os apartamentos com cozinha, raros no resto do centro. O revés: o West End fica a vinte minutos de metrô, e à noite tudo fecha cedo.
Nem sempre é fácil achar um museu que agrade a todos os gostos e a todas as idades. O Museu da Ciência é um deles.
O que ver e fazer no bairro
Onde ficar neste bairro
The Ampersand Hotel Luxo
Cada categoria de quarto segue um tema emprestado dos museus vizinhos, da astronomia à botânica, e uma suíte familiar é dedicada às ciências. O Natural History Museum fica a dois minutos.
Citadines South Kensington Custo-benefício
Estúdios e apartamentos com cozinha equipada, para até quatro pessoas, e itens de bebê sob solicitação. A estação Gloucester Road fica embaixo do prédio.
ibis Styles London Gloucester Road Econômico
Prédio vitoriano da Cromwell Road reconvertido em hotel de rede, a quinhentos metros dos grandes museus e dois minutos do metrô.
Prós
- Três grandes museus gratuitos na mesma calçada
- Quartos familiares e apartamentos com cozinha
Contras
- West End a vinte minutos de metrô
- Nenhum hostel aberto a famílias no setor
Greenwich Margem sul, leste, zonas 2-3
para um vilarejo à beira do rio e preços mais macios
Um vilarejo de verdade a oito quilômetros do centro: o Observatório Real no alto do seu parque, o Cutty Sark sobre a base de vidro e um mercado coberto nos fins de semana. Você volta em vinte minutos de DLR, ou de barco pelo Tâmisa, o que compensa de sobra a travessia. O revés: tudo fecha depois do jantar, e o trajeto diário acaba pesando se você visitar o centro todo dia.
Onde ficar neste bairro
InterContinental London - The O2 Luxo
Grande hotel moderno na península, a um quilômetro e meio do vilarejo, com quartos bem mais espaçosos que a média londrina e um translado fluvial.
Novotel London Greenwich Custo-benefício
Aposta segura da Greenwich High Road, com quartos familiares. O mercado coberto fica a dez minutos a pé.
ibis London Greenwich Econômico
Hotelzinho de trinta e oito quartos na Stockwell Street, a três minutos do Cutty Sark: o endereço mais barato do setor.
Prós
- Observatório, parque e mercado num cenário de vilarejo
- Tarifas de zona 2 e volta de barco
Contras
- Vinte minutos de DLR até o centro
- Nada aberto depois do jantar
Nossas dicas para reservar bem
- Cada zona atravessada derruba a conta: O preço de um quarto londrino segue o mapa do metrô: a mesma rede costuma custar de 50 a 70 EUR menos na zona 2, em troca de dez minutos a mais de trajeto. Mire um endereço a menos de cinco minutos a pé de uma estação e pague as viagens aproximando o cartão de crédito sem contato: o teto diário funciona como um passe, sem comprar nada. O cartão Oyster faz a mesma coisa, se você preferir recarregar.
- O café da manhã do hotel custa o preço de uma refeição: Ele raramente está incluído e costuma ser cobrado de 20 a 25 GBP. O café ou o pub ao lado serve um english breakfast mais reforçado pela metade do preço, e os grandes museus, gratuitos, mantêm a lanchonete aberta o dia inteiro. O imposto, esse sim, já vem embutido na tarifa anunciada: o que você vê é o que você paga.
- Olhe o calendário antes de fechar as datas: Wimbledon, uma semana de moda ou um show num grande estádio bastam para fazer um setor inteiro disparar por algumas noites. Na direção contrária, de janeiro a março e em novembro os mesmos quartos saem de 20 a 40 % mais baratos, e os museus gratuitos tornam a chuva irrelevante.
- Os hotéis vendidos como «London» em Heathrow, Gatwick ou Luton, salvo para uma noite de conexão: você vai dormir à beira de um anel viário, a uma hora do primeiro monumento.
- As janelas para a rua em volta de Leicester Square e em pleno Soho, se você tem sono leve: a festa por ali segue até de manhã cedo.
- Os endereços muito baratos na zona 4 ou 5, longe de qualquer estação: o que você economiza no quarto volta a sair em deslocamentos e horas perdidas.
Perguntas frequentes: onde ficar em Londres
Qual bairro escolher para a primeira vez em Londres?
Onde ficar barato em Londres?
Qual bairro para as famílias?
Qual bairro para sair à noite?
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