Plage d'Amalfi

O que fazer em Amalfi: top 3 atrações imperdíveis

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#1 Praia de Amalfi -2 recomendações 2/5

Desenhada por montanhas escarpidas que vigiam as águas reluzentes do mar Tirreno, a costa amalfitana é uma das mais espetaculares da Itália e é patrimônio mundial da UNESCO. Amalfi, antigo vilarejo de pescadores, não foge à regra e é um dos destinos mais cobiçados do golfo de Salerno. Construída na encosta, ela parece se jogar na água e sua praia principal fica a poucos metros da Piazza Duomo. Uma faixa de areia bem no coração da cidade muito disputada, onde, ao longo de 200 m, espreguiçadeiras recebem os turistas, numerosos convenhamos.

O que fazer perto de Amalfi

#2 Sítio Arqueológico de Pompeia (Pompéia) 16.2 km +20 recomendações 4.7/5

Pompéia é a história de uma tragédia absoluta transformada em um precioso patrimônio. No outono do ano 79, a cidade aos pés do Vesúvio foi soterrada pela erupção do vulcão que durou 20 horas. Congelada nas cenas cotidianas daquele dia, ficou escondida sob cinzas até o século XVI. Desde 1748, as escavações revelam cada canto do Sítio Arqueológico de Pompéia, uma imersão na Roma Antiga.

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#3 Porto de Sorrento (Sorrento) 19.2 km +9 recomendações 4.5/5

Construída na encosta, Sorrento ergue-se entre falaises e o mar Tirreno, com uma península famosa entre navegadores. Com três marinas, o Porto de Sorrento é parada obrigatória no golfo de Nápoles. É nesse cenário que os ferries circulam, enquanto partidas para a costa Amalfitana e ilhas como Capri agitam a rotina a poucos passos do centro histórico.

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O mapa das atrações imperdíveis em Amalfi

Visitar Amalfi

Entre as maravilhas que colocaram a costa Amalfitana no patrimônio mundial da humanidade, aquela que emprestou seu nome à região não poderia deixar de brilhar. Já no século VI, Amalfi e seu porto se destacavam graças aos marinheiros que apostavam na bússola e no Oriente. O apogeu da primeira República Marítima da Itália durou até 1343, quando um maremoto mudou o seu destino. Foi preciso esperar o crescimento do turismo no século XIX para que a joia da província de Salerno recuperasse o seu brilho. Estância balneária de muito charme, seu cenário natural conquista tanto quanto o centro histórico. Entre rochas, mar e vegetação, Amalfi é única.

Sob as casas na encosta, a praia

Caminhar por Amalfi é avançar por um dedalo urbano digno da Idade Média. As ruelas sobem, se entrecruzam e são pontuadas por passagens e escadarias cujo destino nem sempre é óbvio. A catedral de Santo André, na Piazza Duomo, serve como ponto de referência ideal. A imponência de seus 62 degraus leva a um edifício de beleza marcante, com inspiração na arte árabe e reformas ao longo dos séculos. Essa construção de 987 impressiona pela porta bizantina, fachada colorida e influências neogóticas, românicas e barrocas. A cripta é indispensável e, bem ao lado da catedral, o claustro do Paraíso, do século XIII, com arcos cruzados e colunas, esconde palmeiras imensas que reforçam o clima mourisco. Um museu diocesano completa o conjunto.

No sopé da escadaria ficam os terraços dos restaurantes, a fonte dedicada também a Santo André e o núcleo histórico, com o incrível bairro Vagliendola. O local é típico, com passagens elevadas entre os prédios. Na rua principal, a Via Lorenzo, as lojas se sucedem sem outro tema além do charme: artesanato, pizzarias, sorveterias, lembranças de viagem e roupas. O passeio passa por praças pitorescas com fontes, como a Fontana de Cape E Ciucci, um pequeno mundo à parte que representa a natividade em figuras de mármore do século XVIII. O porto de lazer e sua marina de frente para o Golfo de Salerno ficam no fim do centro urbano. De lá, balsas levam a outras localidades da região, como a ilha de Capri.

A praia fica bem aos pés da cidade, sob o olhar de encostas onde as casas brancas parecem vigiar a costa. O local oferece areia fina, água transparente e, acima de tudo, um cenário escorado em falésias. Bastante popular, a Marina Grande tem apenas 184 metros de extensão. Quem busca calmaria costuma preferir a praia de Astrani, menos movimentada.

Limões, natureza e papel de alta qualidade

Amalfi também tem fama pela produção artesanal de papel, cuja qualidade excepcional é celebrada desde o século XII. O Museu do Papel revela os segredos dessa tradição e das 16 fábricas que ocupavam a via delle Cartiere. Esta antiga fábrica do século XIV é a única que preserva máquinas e moinhos da época. Os vestígios do antigo Arsenal, que abriga o museu da bússola e do ducado marítimo, também merecem a visita. Igualmente famoso, o limão cultivado nos terraços agrícolas é um emblema saboroso que a gastronomia local valoriza no cremoncello, um creme de aroma marcante, e no limoncello, o clássico licor da região. O litoral favorece pratos de peixe e frutos do mar, mas a mozzarella di buffala, o canelone e os antepastos são imperdíveis.

A região serrana, com uma vegetação à altura da costa, funciona como um paraíso para quem gosta de caminhar. Entre cachoeiras e flora exuberante, o Vallone delle Ferriere forma um cenário de aventura com antigos moinhos de água e pés de limão.

Quando ir

Da Páscoa até o fim de outubro, a temporada turística movimenta a cidade, com pico de lotação no verão. Junho e setembro são os meses ideais para aproveitar as temperaturas agradáveis do clima mediterrâneo sem enfrentar o excesso de turistas, embora a floração de abril e maio seja um espetáculo à parte. Entre novembro e fevereiro, muitos estabelecimentos fecham as portas. No calendário festivo, a cidade celebra datas especiais em 27 de junho e 30 de novembro.

Como chegar

O aeroporto mais próximo é o de Nápoles-Capodichino, a 65 km de distância. Ônibus fazem o trajeto até Sorrento e, de lá, continuam até Amalfi. De carro, o acesso é feito pelas rodovias E45 ou A30. Barcos e balsas também ligam as cidades da costa, mas Amalfi não conta com estação de trem. Os trilhos chegam apenas até Sorrento ou Salerno.

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