Onde ficar em Dijon: os melhores bairros (2026)
O seu centro histórico e os monumentos em pedra da Borgonha mostram o prestígio que Dijon tinha na época dos duques da Borgonha. Dá para visitar todo o centro a pé tranquilamente.
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O mapa dos bairros em Dijon
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O coração ducal Centro histórico, ao redor do Palais des ducs
para uma primeira viagem, no meio dos monumentos
O Palais des ducs de Bourgogne fecha a place de la Libération, um semicírculo de fachadas do século XVII onde a cidade monta seus terraços de bares e cafés. Atrás começam as ruas de enxaimel da Forges, da Vannerie e da Verrerie, reduto dos antiquários. O musée des Beaux-Arts ocupa uma ala do palácio, e suas coleções permanentes são gratuitas, assim como em todos os museus municipais. O lado negativo: há poucos hotéis e eles são pequenos, e nenhum endereço de alto padrão tem quartos nessas ruas.
A partir dessa praça, você consegue chegar facilmente aos pontos de interesse de Dijon, principalmente o Palais e a Église Notre-Dame.
O que ver e fazer no bairro
Onde ficar neste bairro
Hôtel des Ducs Custo-benefício
Um endereço com 34 quartos na rue Lamonnoye, a 100 metros do musée des Beaux-Arts, com garagem fechada e café da manhã sob claraboia. Nenhum outro hotel do guia fica mais perto do palácio.
Hôtel du Palais Custo-benefício
Uma mansão do século XIX transformada em 9 quartos na rue du Palais. Tetos de época, escada de pedra e degustações na adega abobadada.
Hôtel Le Chambellan Econômico
Um hotel 2 estrelas com 21 quartos na rue Vannerie, sendo 7 com ar-condicionado, instalado em uma casa antiga. O quarto mais barato da região, a poucas ruas do palácio.
Prós
- O palácio, os museus e a Notre-Dame a pé
- Ruas de pedestres, tranquilas à noite
Contras
- Poucos quartos, esgotam rápido
- Nenhuma opção de alto padrão nessas ruas
- Estacionamento difícil e pago
Les Halles e a rue Musette Norte do centro, ao redor do mercado coberto
para comer e beber em Dijon
As Halles, estrutura metálica do século XIX, dominam o norte do centro. Ao redor, a rue Musette, a rue Bannelier e a place Grangier reúnem adegas, queijarias e restaurantes. Um membro da Avygeo resume a essência da cidade nesses endereços: « Ao redor, as ruas comerciais convidam a um passeio sem pressa e a descobertas gastronômicas! » Ficar por aqui significa sair para jantar sem precisar andar muito e acordar bem no meio do mercado aos sábados. O lado negativo: as entregas começam cedo, e o bairro fica bem vazio no domingo à tarde.
Onde ficar neste bairro
Chapeau Rouge par William Frachot Luxo
Um hotel 4 estrelas com 28 quartos na rue Michelet, ocupando um edifício de 1863, com um restaurante comandado por um chef no térreo. O endereço gastronômico de destaque na cidade.
Hôtel des Halles Custo-benefício
Um hotel 3 estrelas com 37 quartos na rue Montigny, a 100 metros do mercado coberto. Decoração contemporânea e quartos adaptados para pessoas com mobilidade reduzida.
Ibis Styles Dijon Central Econômico
Um prédio Art Déco na place Grangier, cujo restaurante ocupa o térreo. Quartos reformados, mercado coberto a 3 minutos e preços de rede de hotéis.
Prós
- O mercado, as adegas e os restaurantes logo abaixo
- A 5 minutos tanto do palácio quanto da place Darcy
Contras
- Entregas logo cedo pela manhã
- Bairro deserto no domingo à tarde e na segunda-feira
Darcy e a Porte Guillaume Entrada oeste do centro, na rue de la Liberté
para chegar de bonde e dormir com estilo
A Porte Guillaume, arco do triunfo do século XVIII, abre caminho para a rue de la Liberté e todo o centro de pedestres; logo atrás, o jardin Darcy e sua fonte formam a única área verde do calçadão. A praça é o ponto de cruzamento de bondes e ônibus, o que explica por que os hotéis mais conhecidos de Dijon se instalaram ali. O lado negativo: é também o ponto mais movimentado do centro, e diárias baratas não existem por aqui.
Fiquei surpreendida ao descobrir esta praça ao sair da estação de trem. Com sua arquitetura haussmanniana e a Porte Guillaume, que se parece com um pequeno arco do triunfo, tive a impressão de ainda estar em Paris.
O que ver e fazer no bairro
Onde ficar neste bairro
Grand Hôtel La Cloche Luxo
Um hotel 5 estrelas instalado na place Darcy, com spa, restaurante e bar de vinhos. Um prédio histórico que hoje integra a rede MGallery.
Vertigo Hôtel Spa Luxo
Um hotel cheio de personalidade na rue Devosge, a 200 metros da praça, com spa e decoração contemporânea. O conforto de alto nível sem a pompa de um grande hotel.
Mama Shelter Dijon Custo-benefício
Um hotel de 120 quartos na rue Docteur Maret, entre a place Darcy e as Halles, com restaurante, pátio e estacionamento pago. A maior capacidade do centro, a uma tarifa de categoria intermediária.
Prós
- O bonde e os ônibus na praça
- Dois hotéis com spa em um raio de 200 metros
Contras
- Praça muito movimentada, de dia e de noite
- Nenhuma opção econômica por aqui
A estação e Saint-Bénigne Oeste do centro, ao redor da estação Dijon-Ville
para chegar de trem de alta velocidade e pagar menos
Paris fica a 1h35 de trem de alta velocidade, e a estação Dijon-Ville deixa o viajante a 15 minutos a pé da place de la Libération. Ao redor, a catedral Saint-Bénigne e sua cripta do século XI, o jardin de l'Arquebuse e suas estufas, além de boa parte dos hotéis da cidade, incluindo redes. O lado negativo: as avenidas que levam à estação não têm nenhum charme, e há poucos restaurantes abertos à noite por ali.
O que ver e fazer no bairro
Onde ficar neste bairro
Nomad Hotel Dijon Custo-benefício
Um hotel recente de 105 quartos na rue des Perrières, ao pé da estação, com piscina de natação, academia e fachadas com vegetação. Mais confortável do que a média da região.
Ibis Dijon Gare Custo-benefício
Uma rede a 3 minutos da estação, na avenue Albert 1er, com estacionamento privativo gratuito e restaurante à noite. Prático para um trem tarde da noite ou uma partida ao amanhecer.
Hôtel de Paris Econômico
Um hotel 2 estrelas de 37 quartos na avenida que liga a estação ferroviária à place Darcy. Não espere nada além da localização e do preço.
Prós
- A estação a pé, com as malas
- Os quartos mais baratos a uma distância caminhável
- Estacionamentos, o que as ruas estreitas ducais não têm
Contras
- Avenidas sem charme
- Poucos restaurantes abertos à noite
Berbisey, Monge e a Cité de la gastronomie Sul do centro, em direção ao faubourg Raines
para sair à noite
A rue Berbisey e a rue Monge concentram bares e pequenos restaurantes. É aqui que Dijon agita as noites, a 5 minutos do palácio. Mais abaixo, a Cité internationale de la gastronomie et du vin, inaugurada em 2022 no antigo hospital geral, trouxe ao bairro um cinema, lojas e uma escola de culinária. O contraponto é o barulho que toma conta das noites de sexta e sábado ao redor da place Émile Zola, além de o sul da região ficar bem distante dos monumentos.
Onde ficar neste bairro
Maison Philippe le Bon Luxo
Um hotel 4 estrelas de 40 quartos na rue Sainte-Anne, estruturado ao redor de um pátio gótico, com restaurante e bar. O endereço elegante do sul do centro.
Hôtel Wilson Custo-benefício
Um hotel 3 estrelas de 27 quartos na place Wilson, instalado em um antigo posto de correios em enxaimel. Estacionamento no pátio cobrado à parte e parada de bonde na praça.
Mustard Hostel Econômico
Um albergue com 113 leitos distribuídos em 19 quartos na rue Monge, oferecendo dormitórios de 4 a 10 camas, alguns exclusivos para mulheres, e quartos privativos. A opção mais econômica do centro, a 10 minutos do palácio.
Prós
- Bares e pequenos restaurantes na mesma rua
- A Cité de la gastronomie a pé
Contras
- Barulho da vida noturna às sextas e sábados
- O sul da região fica longe dos monumentos
De Marsannay-la-Côte a Gevrey-Chambertin Rota dos Grands Crus, 8 a 15 km ao sul
para a rota dos Grands Crus, de carro
A route des Grands Crus começa em Marsannay-la-Côte, a 8 quilômetros do centro, e segue em direção a Gevrey-Chambertin e Vougeot. Dormir por lá muda a viagem inteira: você acorda cercado pelos vinhedos, visita as vinícolas de manhã e volta para Dijon à noitinha. Um dos nossos membros sugere justamente combinar os dias em Dijon com um passeio pela rota dos vinhos. Sem carro, no entanto, essa região fica fora de cogitação, exigindo que você pegue a estrada de novo só para jantar.
Onde ficar neste bairro
Les Deux Chèvres Luxo
Um antigo restaurante transformado em um pequeno hotel de charme, na rue de l'Église em Gevrey-Chambertin, com cerca de dez quartos e uma piscina ao ar livre. Os vinhedos começam no fim da rua.
Hôtel l'Ormichal Dijon Sud Custo-benefício
Um hotel 3 estrelas com 47 quartos na route de Beaune, em Marsannay-la-Côte, com estacionamento gratuito, restaurante de segunda a sábado e piscina aquecida de maio a setembro. O primeiro quilômetro da rota dos vinhos.
Hôtel l'Escargotière Econômico
Um hotel de 41 quartos em Chenôve, bem na entrada sul de Dijon, com recepção 24 horas. A opção mais econômica da região, situada em área urbana e não no meio das videiras.
Prós
- Os vinhedos e os terroirs logo na porta
- Piscina e estacionamento, coisas que o centro não oferece
Contras
- Carro indispensável, inclusive para jantar
- Nenhuma opção barata nos vilarejos vinícolas
Nossas dicas para reservar bem
- O centro a pé e a diferença que isso faz: Nossos membros resumem bem: o centro histórico pode ser inteiramente percorrido a pé. Isso muda a lógica na hora de escolher um hotel, já que a distância entre dois pontos se mede em minutos de caminhada e não em deslocamentos de transporte. O bonde serve principalmente para conectar a estação ferroviária, a place Darcy e os bairros periféricos. Além disso, um trajeto sinalizado no chão com placas de bronze com a cabeça de uma coruja conecta os principais monumentos a partir do posto de turismo.
- Novembro, o mês em que tudo lota: A Foire internationale et gastronomique ocupa o centro de exposições por 11 dias em torno do feriado de Finados e atrai mais de 200.000 visitantes. No mesmo mês, o leilão de vinhos dos Hospices de Beaune atrai os entusiastas a 40 quilômetros dali, no terceiro fim de semana. Se a sua viagem cair nessa época, garanta seu quarto com várias semanas de antecedência; no restante do ano, Dijon é uma cidade onde achar hospedagem é tranquilo.
- Os museus gratuitos e a coruja: O acervo permanente dos museus municipais tem entrada gratuita, algo que dois de nossos membros destacam com surpresa nas avaliações sobre o museu de Belas Artes. A regra vale também para o museu da Vida Borguinhona e o museu de Arte Sacra, vizinhos na rue Sainte-Anne. E se você passar pela coruja esculpida na lateral de Notre-Dame, uma de nossas viajantes lembra o costume local: deve-se acariciá-la com a mão esquerda.
- Reservar um hotel cujo nome inclua "Dijon" sem verificar o município: Longvic, Quetigny, Chenôve, Saint-Apollinaire e Marsannay-la-Côte têm hotéis com esse tipo de nome, a 5 ou 10 quilômetros do centro. São opções honestas para pegar a estrada no dia seguinte, mas não para explorar a cidade.
- As zonas comerciais da região norte, nos arredores da Toison d'Or e de Valmy: os preços são mais baixos, mas tudo exige o uso de tram ou carro, e a área fica deserta à noite.
- A região de Clemenceau e o parque de exposições para quem visita Dijon: esses hotéis atendem a congressos, feiras e shows do Zénith, com o centro a 2 quilômetros de distância e praticamente nada ao redor. Para um evento corporativo, por outro lado, é exatamente ali que vale a pena se hospedar.
Perguntas frequentes: onde ficar em Dijon
Em qual bairro ficar em Dijon na primeira viagem?
Onde encontrar hospedagem econômica em Dijon?
Dijon é uma boa escolha para viagens em família?
Onde curtir a noite em Dijon?
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Quanto custa uma diária de hotel em Dijon?
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