Onde ficar em Estrasburgo: os melhores bairros (2026)
O centro de Estrasburgo cabe numa ilha: o Ill a abraça com seus dois braços antes de correr para o Reno, e toda a geografia de suas noites vem daí, na própria ilha em volta da catedral de arenito rosa, nos cais que a contornam, ou nos bairros que a água separa, a Neustadt imperial ao norte, a Krutenau dos barqueiros a sudeste, a estação a oeste. Aqui você escolhe menos um bairro do que uma relação com o rio.
Os cinco setores abaixo se distinguem antes de tudo pela distância até a água e até a catedral. Referência de bolso: a capital dupla, da Europa e do Natal, mantém preços sensatos fora dos grandes eventos, de 90 a 150 EUR o três estrelas de caráter e de 25 a 40 EUR a cama em hostel; dezembro e as sessões parlamentares embaralham as cartas.
Estrasburgo, capital da Alsácia e da União Europeia, se visita com muita facilidade: bonde, ônibus e bicicletas estão disponíveis por toda parte. Percorrê-la a pé é a melhor ideia
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Grande Île e Catedral O coração na ilha
para a catedral ao acordar e tudo a pé
Primeiro o navio de arenito rosa: a Catedral de Estrasburgo e sua flecha única, o relógio astronômico lá dentro, a plataforma para contar os telhados. Em volta, o palácio Rohan e seus três museus, a Œuvre Notre-Dame com suas oficinas de construtores, e as praças que dão ritmo à ilha, a comercial Kléber, Broglie e sua ópera, Gutenberg e seu carrossel. O revés: a ilha concentra os grupos de passagem, e as winstubs mais visíveis, essas tavernas alsacianas de madeira escura, não são as melhores.
O que ver e fazer no bairro
Onde ficar neste bairro
Sofitel Strasbourg Grande Île Luxo
O primeiro Sofitel da história (1964), repensado como casa silenciosa em volta do seu pátio, na praça Saint-Pierre-le-Jeune: a calma no centro exato da cidade.
Hôtel Gutenberg Custo-benefício
Casarão de 1745 modernizado a cem metros da catedral, quartos limpos e claros, sem firulas.
Hôtel Suisse Econômico
Três estrelas de enxaimel ao pé da própria flecha, do lado da Œuvre Notre-Dame: a localização de um palácio pelo preço de uma pensão.
Prós
- Catedral, museus e praças sem atravessar uma única ponte
- A cidade inteira a pé
Contras
- Grupos de passagem o dia todo
- Restaurantes irregulares bem ao lado da catedral
Petite France e Ponts Couverts Ponta oeste da ilha
para o enxaimel sobre a água e as fotos ao amanhecer
As casas dos curtidores debruçadas sobre os canais, as eclusas, as mesas na beira da água: o cartão-postal absoluto da cidade, num bairro chamado Petite France, a « pequena França ». As quatro torres dos Ponts Couverts, as pontes cobertas, levam ao terraço panorâmico da barragem Vauban, com o museu de Arte Moderna logo atrás e a igreja de São Tomás, o templo luterano de mausoléu impressionante, no caminho de volta. O revés: a multidão do meio do dia na alta temporada, e quartos de frente para o canal às vezes mais barulhentos do que se espera.
O que ver e fazer no bairro
Onde ficar neste bairro
Régent Petite France Luxo
A antiga fábrica de gelo da cidade virou cinco estrelas com os pés no Ill: terraços sobre as eclusas, spa, e o estrondo da água como canção de ninar.
Le Bouclier d'Or Custo-benefício
Quatro estrelas com spa numa casa do século XVI de madeiras restauradas, numa pracinha tranquila da Petite France.
ibis Styles Strasbourg Centre Petite France Econômico
Base simples e bem cuidada nas portas do bairro, café da manhã incluído: o enxaimel a cinco minutos, a conta não.
Prós
- O cenário mais fotogênico da Alsácia
- Canais desertos e luz dourada antes das 9 horas
Contras
- Multidão densa das 11 às 18 horas na alta temporada
- Quartos sobre o canal barulhentos no verão
Neustadt, Orangerie e Bairro Europeu Norte e nordeste
para a arquitetura imperial, os parques e a Europa
A outra Estrasburgo, também tombada: a Neustadt desejada por Guilherme II desdobra a praça da República, o palácio do Reno, a biblioteca monumental e o palácio universitário, até as copas do parque Contades e depois da Orangerie, suas cegonhas e sua fazendinha de bichos; mais longe, o Parlamento Europeu, o Conselho da Europa e a Corte dos Direitos Humanos formam o Bairro Europeu, o bairro das bandeiras. O revés: as distâncias se esticam e a vida noturna é quase nula.
A 20 minutos do centro da cidade de bonde, depois do Parlamento Europeu, o parque da Orangerie se visita com prazer quando o tempo está bom.
O que ver e fazer no bairro
Onde ficar neste bairro
Villa La Florangerie Luxo
A antiga Villa Novarina, uma vila dos anos 1950 de frente para o parque da Orangerie: quatro estrelas, um punhado de quartos e suítes, piscina e spa, espírito de pousada em alto padrão.
Ciarus Econômico
O hostel histórico da cidade, na rua Finkmatt: quartos de uma a cinco camas, cafeteria grande e preços imbatíveis a quinze minutos da catedral.
Prós
- Fachadas imperiais e parques para caminhar sem rumo
- Cegonhas e fazendinha da Orangerie para as crianças
Contras
- Os pontos do centro a 15-25 minutos a pé
- Noites muito paradas
Krutenau e Esplanade Sudeste
para os restaurantes, os estudantes e os cais tranquilos
O antigo subúrbio dos barqueiros virou o bairro que janta fora: ruas estreitas semeadas de restaurantes e adegas, a praça de Austerlitz como terraço gigante, os cais ao sul para voltar a pé pela beira da água, e o campus da Esplanade que mantém o conjunto jovem. A península Malraux e sua Cité de la Musique prolongam o passeio pelas docas requalificadas. O revés: poucos monumentos no local, a catedral se conquista em dez minutos de caminhada.
Onde ficar neste bairro
Cour du Corbeau Luxo
Estalagem de 1580 em enxaimel e galerias de madeira em volta do pátio interno, hoje MGallery: um dos hotéis históricos mais bonitos da França, a um passo da ponte do Corbeau.
Hôtel Diana Dauphine Econômico
Quatro estrelas discreto entre o centro e a Krutenau, estacionamento privativo e bonde na porta: o prático-elegante à moda alsaciana.
Hôtel du Dragon Custo-benefício
Casa do século XVII de decoração contemporânea sóbria, numa rua calma entre o Ill e a Krutenau: o bom custo-benefício de localização.
Prós
- A melhor densidade de boas mesas
- Bairro vivo sem ser barulhento em todo canto
Contras
- Poucos monumentos no próprio bairro
- Quartos escassos na volta às aulas da universidade
Estação e Halles Oeste
para os trens ao amanhecer e os orçamentos espertos
A cúpula de vidro contemporânea pousada sobre a estação de 1883 dá o tom: um bairro de passagem, direto e eficiente, cujos hotéis se enchem de viajantes a negócios e de caminhantes dos Vosges. A Petite France começa a oito minutos a pé, as Halles alinham suas lojas, e a Commanderie Saint-Jean lembra que a ENA teve aqui seu endereço por muito tempo. O revés: uma estética de esplanada de estação, animada de dia, sem graça à noite.
O que ver e fazer no bairro
Onde ficar neste bairro
Hôtel D Luxo
Quatro estrelas de design no faubourg National, roupa de cama séria, sauna e academia, no meio do caminho entre a estação e a Petite France.
Graffalgar Custo-benefício
Cada quarto entregue a um artista diferente: o hotel-galeria de arte de rua da rua Déserte, a três minutos da esplanada e dos cais.
Le Grillon Econômico
O endereço econômico histórico em frente à estação, do quarto compartilhado ao familiar, com bar de viajantes no térreo.
Prós
- TGV, trens regionais dos vinhedos e bondes ao pé da cama
- As tarifas mais suaves do centro ampliado
Contras
- Pouco charme na esplanada
- A animação cai à noite
Nossas dicas para reservar bem
- Tudo a pé, o bonde para as bandeiras: O centro se atravessa em vinte minutos de caminhada: o bonde da CTS só fica realmente útil para o Bairro Europeu ou para o Reno. De bicicleta, a cidade reivindica a maior rede cicloviária da França: as locadoras são muitas, o aluguel sai barato e as margens do Ill valem mais do que qualquer ônibus turístico.
- Dezembro é uma estação à parte: Capital do Natal desde 1570: os fins de semana do Advento se reservam com três a quatro meses de antecedência e os preços dobram. Se as barraquinhas não forem seu objetivo, janeiro entrega a cidade coberta de geada sem a multidão; e se você vier por elas, durma na ilha para aproveitar o mercado de Natal antes das 10 e depois das 20 horas, quando os ônibus de excursão já foram embora.
- Consulte o calendário do Parlamento: Uma semana por mês, eurodeputados e jornalistas enchem a cidade de segunda a quinta: os preços sobem no meio da semana e caem no fim de semana, o contrário do resto do mundo. O calendário das sessões plenárias é público: desloque sua viagem em uma semana ou mire exatamente a sexta-domingo.
- As ruas logo a sudoeste da estação à noite: nada de alarmante, mas um cenário de estacionamentos e trilhos sem nenhum interesse para se hospedar.
- Os quartos « vista canal » da Petite France sem isolamento confirmado: os terraços lá embaixo vivem até tarde nas noites de verão.
- Dormir do lado de Kehl, na outra margem do Reno, para economizar: as tarifas alemãs tentam, mas os últimos bondes passam antes de suas noites terminarem, e o charme não está lá.
Perguntas frequentes: onde ficar em Estrasburgo
Qual bairro escolher para uma primeira vez em Estrasburgo?
Onde ficar gastando pouco em Estrasburgo?
Qual bairro para famílias?
Qual bairro para sair à noite?
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