Praia da Galheta

O que fazer em Florianópolis: top 3 atrações imperdíveis 2026

Foto : Petite-Terre

Procurando inspiração para visitar Florianópolis? Confira o ranking das atividades mais recomendadas pela nossa comunidade de viajantes: pontos históricos, passeios culturais, lugares para caminhar ou relaxar...

Ranking das 3 atividades mais recomendadas pelos nossos membros

#1 Praia da Barra da Lagoa +19 recomendações 4.7/5

Barra da Lagoa, na ilha de Florianópolis, é uma praia longa e tranquila, muito procurada por famílias, surfistas iniciantes e viajantes em busca de descanso. O vilarejo mantém uma atmosfera tradicional com seus pescadores, ruas simples e restaurantes de frutos do mar. É uma ótima base para explorar as praias vizinhas e aproveitar uma estadia sossegada, entre o mar, a natureza e o cotidiano local.

#2 Lagoa da Conceição +13 recomendações 5/5

A Lagoa da Conceição é o maior espelho d'água da ilha de Santa Catarina e abriga uma vila charmosa em suas margens. O local fica entre o centro de Florianópolis e praias conhecidas como a Joaquina e a Galheta. Entre morros preservados e vilarejos de pescadores, a região funciona como um refúgio natural com ótimas opções de lazer.

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#3 Catedral Metropolitana de Florianópolis +7 recomendações 4/5

A Catedral Metropolitana de Florianópolis domina a praça XV de Novembro desde 1773. Dedicada a Nossa Senhora do Desterro, abriga um patrimônio notável: órgão alemão de 1924, carrilhão histórico de 5,8 toneladas, escultura em cedro da Fuga para o Egito e vitrais coloridos. Tombada como patrimônio nacional, testemunha séculos da história brasileira.

O mapa das atrações imperdíveis em Florianópolis

Florianópolis, a ilha brasileira que não se resume a um só lugar

Os brasileiros têm um ditado sobre esta ilha: "Floripa não te deixa ir embora." Fundada em 1675 pelo colonizador português Francisco Dias Velho com o nome de Nossa Senhora do Desterro, a capital de Santa Catarina já viveu muitas fases. O nome atual homenageia o ditador Floriano Peixoto.

Hoje em dia, a cidade se divide entre 42 praias, uma lagoa onde o vento nunca para e vilarejos de pescadores açorianos que servem as melhores ostras do país.

Um paraíso balnear de fama crescente

Floripa atrai primeiro os amantes de praia e surfe. Mas a ilha também esconde trilhas espetaculares na Mata Atlântica, uma vida noturna entre as mais animadas do sul do Brasil e uma cena gastronômica focada em frutos do mar. O destino agrada mochileiros, famílias, nômades digitais e os turistas argentinos que desembarcam em peso todos os verões.

Destino indicado para:

  • Surfistas e praticantes de esportes náuticos
  • Aventureiros em busca de trilhas costeiras selvagens
  • Quem quer curtir a vida noturna com intensidade
  • Famílias que procuram praias calmas e seguras no norte da ilha
  • Viajantes de longa duração que querem fincar raiz por algumas semanas

Destino contraindicado para:

  • Quem busca um patrimônio histórico ou arquitetônico monumental
  • Viajantes que não querem alugar carro nem depender de ônibus
  • Quem quer fugir de multidões em janeiro e fevereiro
  • Fãs de grandes centros urbanos e compras de alto padrão

Um orçamento bastante acessível para o que oferece

Comparada às grandes capitais brasileiras, a ilha oferece uma excelente relação custo-benefício. Os preços sobem bastante na alta temporada, de dezembro a fevereiro, quando as diárias podem dobrar. Fora desses meses, é fácil encontrar ótimos preços.

Orçamento indicativo por pessoa e por dia em Florianópolis
Tipo de gasto Faixa de preço
Noite em hostel (quarto compartilhado) R$ 45 a R$ 90 (cerca de 7 a 15 euros)
Noite em hotel ou pousada confortável R$ 210 a R$ 480 (cerca de 35 a 80 euros)
Lanche rápido (pastel, açaí, salgado) R$ 12 a R$ 30 (cerca de 2 a 5 euros)
Refeição em restaurante intermediário R$ 60 a R$ 120 (cerca de 10 a 20 euros)
Transporte e um passeio no dia R$ 50 a R$ 150 (cerca de 8 a 25 euros)
Orçamento mochileiro por dia R$ 150 a R$ 270 (cerca de 25 a 45 euros)
Orçamento confortável por dia R$ 360 a R$ 600 (cerca de 60 a 100 euros)

Uma ilha enorme onde o deslocamento exige planejamento

A armadilha clássica é achar que dá para cruzar uma ilha desse porte em minutos. Floripa tem 54 quilômetros de ponta a ponta. Sem carro, ir de uma praia a outra de ônibus pode levar mais de uma hora. Na alta temporada, os engarrafamentos são pesados, especialmente na direção das praias do norte. Saia com antecedência.

O português é a língua de todos os dias. Pouca gente fala inglês ou francês fora dos hostels, então saber o básico faz diferença. O clima é subtropical, com verões quentes e úmidos, invernos amenos mas frios, e chuva possível o ano todo.

É seguro viajar para Florianópolis?

A cidade é considerada uma das capitais mais seguras do Brasil. Os índices de criminalidade ficam bem abaixo dos de Rio de Janeiro ou São Paulo. Valem as regras de bom senso: fique de olho nas bolsas nas praias cheias, evite áreas desertas à noite e não dê bobeira com o celular na rua. Nada além disso.

O centro e a ponte Hercílio Luz: a memória colonial da ilha

Comece pelo centro histórico. A ponte suspensa Hercílio Luz, maior estrutura do tipo no país com seus 340 metros de vão central, liga o continente à ilha. Dá para atravessar a pé e a vista no fim de tarde é imperdível. Do outro lado, as ruas de paralelepípedo guardam construções do período colonial.

Na Praça XV de Novembro, o Palácio Cruz e Sousa funciona como museu da história catarinense. Bem perto fica o mercado público, um galpão com dezenas de bancas onde você pode comer pastéis fritos na hora e tomar um caldo de cana por poucos reais. O Box 32, dentro do mercado, é ponto obrigatório para almoçar.

Dica de amigo: no fim do dia, caminhe pela Avenida Beira Mar Norte. O calçadão beira-mar reúne moradores correndo, passeando com cachorros e aproveitando as academias ao ar livre. É o melhor termômetro do ritmo da cidade.

As praias do leste e a Lagoa da Conceição: o coração de Floripa

A Lagoa da Conceição é o ponto de encontro natural de quem visita a cidade. Essa lagoa de água salgada, cercada por dunas e morros verdes, concentra bares, restaurantes, pousadas e lojas de surfe. O lugar ferve à noite na alta temporada e venta o bastante para atrair velejadores e praticantes de kitesurfe.

A poucos minutos dali, a Praia Mole tem ondas fortes e fica emoldurada por morros cobertos de vegetação. É o reduto dos surfistas e da galera jovem. Logo ao lado, a Praia da Joaquina se estende por três quilômetros, tendo ao fundo dunas de areia gigantes onde o pessoal pratica sandboard.

Nós avisamos sem rodeios na Avygeo: Barra da Lagoa é a nossa principal indicação para uma primeira viagem. Esse bairro de pescadores na costa leste mantém um clima sossegado, com ótimos restaurantes de peixe fresco e trilhas costeiras fáceis de acessar.

O sul selvagem: trilhas e praias desertas

É na porção sul que a ilha mostra seu lado mais bruto. A trilha da Lagoinha do Leste, com saída pelo Pantano do Sul, é a mais bonita de Floripa. Reserve pelo menos três horas de caminhada ida e volta para chegar a uma praia isolada entre o oceano e a mata nativa. O esforço físico é real, mas a paisagem compensa cada gota de suor.

Partindo da praia do Campeche, barcos levam em dez minutos até a Ilha de Campeche, área de preservação arqueológica. As águas cristalinas e as inscrições rupestres milenares atraem muita gente, por isso as vagas diárias são limitadas. Garanta seu lugar com antecedência no verão.

Dica de amigo: vá até o vilarejo de Ribeirão da Ilha, no litoral sudoeste. O antigo reduto açoriano tem casinhas coloridas, ruas estreitas de pedra e fazendas de cultivo de ostras. É o melhor lugar para comer ostras fresquíssimas do litoral catarinense pagando pouco.

O norte balnear e o legado açoriano

As praias do norte, como Canasvieiras, Jurerê e Praia dos Ingleses, têm as águas mais mornas e a melhor infraestrutura de hotéis, restaurantes e comércio. Jurerê Internacional é a área mais luxuosa, famosa pelos beach clubs e frequentada por celebridades e carros importados. Prepare-se para encontrar tudo lotado no verão.

Para uma experiência completamente diferente, o distrito de Santo Antônio de Lisboa preserva a herança dos imigrantes que chegaram em 1747. As ladeiras, a igrejinha de frente para a baía e os restaurantes tradicionais formam o cenário perfeito para ver o sol se pôr. Perto dali, a fortificação restaurada de São José da Ponta Grossa oferece uma vista panorâmica incrível da costa norte.

Onde comer e beber em Florianópolis?

A ilha é a capital nacional da ostra, com milhões de unidades cultivadas todos os anos nas águas de Ribeirão da Ilha e do sul municipal. Outro prato típico imperdível é a sequência de camarão, um banquete que inclui camarões preparados de várias formas, além de peixe, siri e polvo. Os estabelecimentos em Barra da Lagoa e Santo Antônio de Lisboa servem as melhores versões dessas receitas.

Para refeições rápidas, os pastéis do mercado público e os copos de açaí vendidos nas praias custam menos de R$ 18 (cerca de 3 euros) e salvam qualquer dia de passeio. Quando o sol se põe, a região da Lagoa da Conceição fica cheia de bares servindo caipirinha e cervejas artesanais locais, como a Cerveja Sambaqui.

Onde ficar em Florianópolis e arredores?

A Lagoa da Conceição é o endereço mais prático: fica no centro geográfico, tem vida noturna intensa e acesso rápido às praias do leste. Mochileiros encontram ótimas opções como o Geckos Hostel. Famílias com crianças costumam preferir os hotéis à beira-mar no norte da ilha. Já o sul, mais tranquilo, funciona bem para quem quer isolamento e não se importa em dirigir mais.

Como chegar a Florianópolis?

Quem vem de fora do país geralmente faz conexão em São Paulo ou Rio de Janeiro, pegando em seguida um voo doméstico de 1h a 1h40 operado por Gol, Azul ou LATAM.

O Aeroporto Internacional Hercílio Luz fica a 12 km do centro. Partindo de São Paulo de ônibus, a viagem rodoviária leva cerca de 12 horas. De Porto Alegre, conte com 6 a 7 horas de estrada. Há também voos diretos de países vizinhos como Argentina e Chile.

Como circular por Florianópolis?

A rede de ônibus conecta toda a ilha, mas as viagens podem ser demoradas e exigem balbúrdias nos terminais integrados: o TCEN no centro, o TLAG na Lagoa e o TIRIO no Campeche. Uma passagem custa cerca de R$ 10 (cerca de 1,80 euro). Os executivos (amarelinhos) são mais rápidos e um pouco mais caros. O Google Maps ajuda bastante a traçar as rotas.

Aplicativos como Uber e a brasileira 99 funcionam muito bem e saem mais em conta que os táxis tradicionais. Uma corrida do aeroporto até Canasvieiras custa em torno de R$ 90 a R$ 120 (cerca de 15 a 20 euros). Alugar um carro é a alternativa ideal para explorar cada canto no seu próprio ritmo, mas lembre-se de que estacionar e enfrentar o trânsito no verão exige paciência.

Quando ir?

A alta temporada vai de dezembro a março, com termômetros batendo 27°C a 30°C, praias cheias e festas todos os dias. O Carnaval agita a ilha inteira com blocos de rua e eventos em todos os bairros.

Se quiser curtir o litoral com calmaria, março e abril mantêm temperaturas agradáveis e praias mais vazias. É melhor evitar os meses de junho e julho se você não gosta de dias curtos, umidade e chuvas frequentes.

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Praia da Galheta
A Praia
Praia Mole

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Resumo das avaliações

Sobre a cidade

3 avaliações
+19
recomendações
  • Geral 5/5
  • Em família 4.7/5
  • A dois 4.7/5
  • Com amigos 5/5

Sobre as atividades

36 avaliações
+90
recomendações
  • Praias +57 recomendações
  • Locais naturais +25 recomendações
  • Castelos e palácios +7 recomendações
  • Igrejas e catedrais +7 recomendações

Dunas, praias e surfe

Florianópolis é um destino maravilhoso no sul do Brasil. Você pode ir para lá antes ou depois das cataratas do Iguaçu ou do Rio de Janeiro, por exemplo. A gente vai principalmente para surfar. O ideal é alugar um carro para conhecer as várias praias (difíceis de acessar de ônibus, mas não impossível). Muitos brasileiros ricos passam as férias lá. É um lugar para relaxar e curtir a praia, parecendo um pouco com uma mini Ibiza.

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Recomenda :
Nota geral :
Em família :
A dois :
Com amigos :

Amei!

Vale a pena passar vários dias por aqui. Não fique só no centro, aventure-se pela ilha e suas praias de águas e areias brancas sem fim, suas florestas verdes que sobem pelas colinas e suas belas lagoas azuis. Várias trilhas de caminhada bem sinalizadas.

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Recomenda :
Nota geral :
Em família :
A dois :
Com amigos :

A ilha da magia

Eu não conheço a Córsega, tampouco conheço Ouessant, que fica perto da cidade da minha infância, Brest, mas conheço Florianópolis. Os locais ou os mais íntimos a chamam de Floripa. Então, o que é Floripa?

Uma pequena parte da cidade fica no continente, mas o essencial está na Ilha de Santa Catarina. A maioria dos moradores vive na saída da ponte, que é o centro econômico da cidade, e o resto em diferentes vilarejos e grandes bairros, muitas vezes no litoral. No meu caso, estou nos bairros do leste da cidade, perto dos lagos e do canal, como a Lagoa da Conceição e a Barra da Lagoa. Tem muita coisa para fazer, entre esportes náuticos, trilhas, mountain bike e até sandboard. Confesso que não sou muito fã do centro da cidade, mas o mercado público é bem legal. É bom saber que a ilha fica cheia de argentinos no verão. Para os amantes da natureza, entre tartarugas, iguanas e pássaros de todas as cores, o visual é incrível. Se você ouvir alguém falando francês, vire-se, pode ser eu!

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Recomenda :
Nota geral :
Em família :
A dois :
Com amigos :

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