Rue d'Alger

O que fazer em Argel: top 6 atrações imperdíveis

Procurando inspiração para visitar Argel? Confira o ranking das atividades mais recomendadas pela nossa comunidade de viajantes: pontos históricos, passeios culturais, lugares para caminhar ou relaxar...

Ranking das 6 atividades mais recomendadas pelos nossos membros

#1 Monumento aos Mártires de Argel +7 recomendações 4/5

O Monumento aos Mártires de Argel, inaugurado em 1982, honra os heróis da guerra de independência da Argélia. Com suas três imponentes folhas de palmeira em concreto, o marco domina a paisagem a partir das colinas locais. O local abriga um museu subterrâneo com acervo histórico marcante e proporciona uma vista panorâmica de tirar o fôlego sobre a baía e o mar Mediterrâneo.

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#2 Grande Mesquita de Argel +6 recomendações 4/5

A Grande Mesquita de Argel, inaugurada em 2024, é uma das maiores do mundo e abriga o minaret mais alto do planeta, com 265 metros. Localizada no bairro de Mohammadia, o complexo comporta até 120.000 fiéis. Além das funções religiosas, o espaço conta com um centro cultural, uma biblioteca, um museu de arte islâmica e um mirante no topo da torre, abertos a visitantes mediante código de vestimenta.

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#3 Museu Nacional de Belas Artes +6 recomendações 4.5/5

O Museu Nacional de Belas Artes, um dos maiores da África, abriga uma coleção variada de obras que vão da arte medieval à moderna, com peças de mestres europeus como Delacroix e Renoir, além de artistas argelinos renomados. Localizado nas alturas do bairro Hamma, o museu oferece vista panorâmica para a baía de Argel e o jardim d'Essai, além de exposições temporárias de arte contemporânea.

#4 Estádio 5 de Julho de 1962 +4 recomendações 5/5

Inaugurado em 1972, o Estádio 5 de Julho de 1962 é um dos grandes símbolos do esporte na Argélia. Localizado em Argel, dentro do complexo olímpico Mohamed-Boudiaf, o estádio recebe partidas de futebol e competições de atletismo. O local costuma abrigar as finais da Copa da Argélia e jogos da seleção nacional, reunindo regularmente mais de 60.000 torcedores, com capacidade máxima de até 85.000 pessoas.

#5 Jardim de Testes de Hamma +1 recomendação 5/5

Criado em 1832, o Jardim de Testes de Hamma fica no bairro de mesmo nome em Argel. É um espaço verdejante aos pés do museu nacional de Belas-Artes, considerado um dos jardins de aclimatação mais importantes do planeta. Além da flora norte-africana, abriga um zoológico com animais da região, incluindo o famoso feneco.

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#6 Catedral de Nossa Senhora da África pas encore de reco

A Catedral de Nossa Senhora da África, em Argel, impressiona pela mistura de arquitetura bizantina e mourisca. No alto de Bologhine, o templo oferece vista panorâmica para a baía e o mar Mediterrâneo. Concluída em 1872, a basílica traz uma mensagem de tolerância religiosa na fachada e atrai quem viaja em busca de história e espiritualidade.

O mapa das atrações imperdíveis em Argel

Argel, a branca, a bela que não se entrega de primeira

O cheiro de café preto e jasmim flutua no ar da manhã. Nas ladeiras íngremes da Casbah, um vendedor de rosquinhas arruma sua barraca enquanto a cidade acorda lá embaixo, esparramada entre colinas e o mar Mediterrâneo.

Capital da maior nação da África, esta metrópole de quatro milhões de habitantes fascina tanto quanto desafia. É chamada de "a Branca" pelas fachadas cor de giz que descem em direção ao porto, ou de "a Alegre" pela energia bruta de seus moradores. Os dois apelidos caem muito bem.

Um destino que exige um pouco de ousadia

Vamos ser francos: esta cidade não é moldada para o turismo de massa, e é exatamente isso que a torna interessante. Você vai cruzar com poucos visitantes estrangeiros nas ruas. A infraestrutura turística continua modesta se comparada às capitais vizinhas. Mas para quem aceita sair do circuito tradicional, a recompensa é imensa. A medina tombada pela UNESCO, os palácios otomanos esquecidos, a acolhida calorosa dos argelinos, a culinária farta: tudo isso ainda pertence a uma forma de descoberta sincera.

Esta viagem combina com os curiosos pacientes, com os apreciadores de história e arquitetura, com os viajantes que preferem o imprevisto ao conforto padronizado. Vai decepcionar quem espera um serviço hoteleiro impecável ou quem lida mal com improvisos. Obter o visto exige alguma burocracia, o trânsito na cidade pode ser caótico e alguns bairros pedem que você ande acompanhado. Mas, desde 2022, o visto na chegada facilita o acesso para turistas que viajam por meio de uma agência credenciada.

Um orçamento muito acessível

Espere gastar entre 50€ (cerca de 315 reais) e 100€ (cerca de 630 reais) por noite em um hotel decente no centro, enquanto os estabelecimentos de alto padrão como o Hotel El Aurassi ou o Hyatt Regency giram em torno de 150€ (cerca de 950 reais) a 200€ (cerca de 1.260 reais). Uma refeição reforçada em um restaurante tradicional custa de 5€ (cerca de 30 reais) a 15€ (cerca de 95 reais), e as passagens de metrô ou bonde não passam de 0,50€ (cerca de 3 reais). A entrada nos museus continua simbólica.

A Casbah: a alma milenar de uma cidade

Este labirinto de ruas íngremes declarado patrimônio mundial da UNESCO concentra a essência da capital. Construída em uma colina que chega a 120 metros de altitude, a medina se espalha por 50 hectares onde ainda vivem 50.000 pessoas. A Place des Martyrs é o ponto de partida ideal, onde escavações recentes revelaram vestígios fenícios. A baixa Casbah, a mais agitada, transborda mercados, lojinhas de artesanato e pequenas biroscas onde se almoça por alguns dinares.

Quanto mais você sobe, mais o silêncio toma conta. A mesquita Jemaa-Kebir, erguida em 1097, é a mais antiga da cidade. A mesquita Ketchaoua, com seus dois minaretes, e a mesquita Jamaa al-Jdid, de estilo otomano, merecem uma visita demorada. Os palácios Dar Aziza e Jenina testemunham o luxo das residências do século XVI. Pelas ruas históricas, você vai passar em frente à casa onde os combatentes da resistência se escondiam durante a batalha de Argel em 1957, hoje transformada em museu.

Dica de amigo: contrate um guia local para a sua primeira visita. Os jovens guias nascidos no bairro conhecem cada canto e cada história. Espere gastar cerca de 1.200 dinares por pessoa para um passeio de 4 a 5 horas.

O centro da cidade: herança francesa e vida argelina

A parte moderna se espalha mais abaixo, ao longo da orla. A Grande Poste é o símbolo arquitetônico da cidade com seu estilo neomourisco de arcadas brancas imaculadas. Entre sem rumo, apenas para admirar os mosaicos e as abóbadas. A rue Didouche Mourad, antiga rue Michelet, continua sendo a principal via comercial onde os moradores se encontram para tomar um café e fazer compras.

O bairro de Bab El Oued, eternizado pelo cinema argelino, encarna o espírito popular da cidade. Sua Place des Trois Horloges é o coração pulsante dali. A orla revitalizada convida a belas caminhadas no fim da tarde. As confeitarias do bairro mantêm receitas ancestrais: bombas de chocolate, mil-folhas, além de quitutes doces do Ramadã como a zlabiya e o kalb ellouz.

Nas alturas: basílica e jardins

A basílica Notre-Dame d'Afrique domina a baía a partir de seu penhasco, empoleirada a 124 metros. Sua arquitetura lembra a Notre-Dame de la Garde em Marselha, fazendo com que os viajantes franceses encontrem referências familiares. A vista para a baía e para a cidade baixa já vale a subida. O bairro de Télemly, com seus edifícios dos anos 1950, oferece outro panorama da metrópole.

O Jardin d'Essai du Hamma, criado em 1832, firma-se como o pulmão verde da capital. Este jardim botânico de 32 hectares abriga mais de 3.000 espécies vegetais. É possível caminhar entre um jardim francês, um jardim inglês e um parque zoológico. Bem ao lado, o Musée national des Beaux-Arts exibe mais de 8.000 obras, sendo o museu de arte mais importante do continente africano.

Locais que merecem atenção

  • O Memorial do Mártir e sua vista panorâmica da baía
  • O Museu do Bardo, antigo palácio otomano dedicado à pré-história e à etnografia
  • As ruínas romanas de Tipaza, a 70 km a oeste, para uma viagem de um dia
  • O porto e o boulevard Che Guevara ao longo da orla marítima

Onde comer e beber em Argel?

A culinária argelina mistura influências berberes, otomanas e mediterrâneas em pratos fartos e aromáticos. A chorba, sopa de legumes e carne temperada com coentro, abre tradicionalmente cada refeição durante o Ramadã. A rechta argelina, finos fios de macarrão de sêmola servidos com frango, nabos e grão-de-bico em um caldo temperado com canela, está entre os pratos emblemáticos da capital.

O cuscuz aparece aqui em dezenas de versões: com legumes, carne seca, favas, às vezes adocicado com uvas-passas e canela. Os boureks, charutos fritos recheados com carne ou queijo, são saboreados como entrada ou lanche rápido. No lado doce, os makroudhs de tâmara, as dziriettes de amêndoa e os chifres de gazela acompanham o chá de menta.

O restaurante Dar El Sultan, antigo banho turco do século XVIII transformado em casa tradicional, oferece um ambiente tipicamente argelino. A Maison du Couscous, na rue Ernest Zeys, serve pratos tradicionais fartos por cerca de 1.500 dinares. Para uma cozinha mais refinada, o Tantra Restaurant mistura sabores mediterrâneos e franceses em uma decoração elegante.

Onde dormir em Argel e arredores?

O bairro de Alger-Centre, ao redor da Grande Poste e da rue Didouche Mourad, permite fazer tudo a pé. Os hotéis por lá são numerosos, desde um 3 estrelas funcional como o City Hotel até estabelecimentos mais luxuosos. O metrô e os ônibus atendem bem a região. É a escolha perfeita para uma primeira visita.

O bairro de Hydra, nas alturas, abriga residências de alto padrão e embaixadas. Mais calmo, atende bem a viagens de negócios ou a quem busca conforto. Para uma imersão completa, algumas pousadas oferecem quartos na própria Casbah, com terraços panorâmicos de frente para a baía. Os preços começam em 30€ (cerca de 190 reais) a diária.

Como chegar e circular em Argel?

Os voos diretos partindo de Paris duram cerca de 2h15. Air Algérie, Air France e Transavia operam vários voos diários. As tarifas ficam entre 150€ (cerca de 950 reais) e 300€ (cerca de 1.900 reais) na baixa temporada, mas podem dobrar ou triplicar no verão e nos feriados. Faça reservas com dois a três meses de antecedência para garantir os melhores preços. O aeroporto Houari Boumédiène fica a 20 km do centro, exigindo cerca de 30 minutos de táxi.

Na cidade, o metrô liga os bairros do sul ao centro histórico, chegando até a estação Place des Martyrs, nos portões da Casbah. O bonde atende a zona leste da região metropolitana ao longo de 23 km. Uma passagem única que serve para metrô e bonde custa 70 dinares. Os táxis amarelos continuam sendo a opção mais prática para trajetos específicos; combine o valor da corrida antes de embarcar ou exija o uso do taxímetro. Vários teleféricos conectam a parte baixa às colinas da cidade, garantindo vistas espetaculares.

Quando ir?

A primavera e o outono oferecem as condições ideais: temperaturas amenas entre 15°C e 25°C e uma luz incrível na baía. O verão pode ser sufocante, com picos de 35°C em julho e agosto. O inverno costuma ser ameno, mas com episódios de chuva.

Evite ao máximo o período do Ramadã se você planeja comer bastante durante o dia, mas essa época traz noites festivas e uma atmosfera única assim que o sol se põe.

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Top das fotos publicadas pelos membros

Rue d'Alger
Jardin d'Essai et le mémorial du martyr
Monument aux Martyrs d'Alger

Avaliações de viajantes sobre Argel

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Resumo das avaliações

Sobre a cidade

4 avaliações
+12
recomendações
  • Geral 4/5
  • Em família 3.7/5
  • A dois 3.3/5
  • Com amigos 4.3/5

Sobre as atividades

16 avaliações
+24
recomendações
  • Monumentos +7 recomendações
  • Museus +6 recomendações
  • Mesquitas +6 recomendações
  • Estádios +4 recomendações

Cidade com patrimônio

Finalmente consegui visitar a capital argelina, pelo tempo de um dia. Fui agradavelmente surpreendido, muitos edifícios históricos da era colonial, bairros bem diferentes, restaurantes, relevo...

353
Recomenda :
Nota geral :
Em família :
A dois :
Com amigos :

Uma cidade única

Uma região cosmopolita e aberta ao mundo que soube manter todo o seu charme.
Tem vários locais históricos e culturais para visitar, como:
- A mítica Casbá
- O Jardim de Ensaio de Hamma
- A Basílica de Argel (Nossa Senhora da África)
- A gruta de Cervantes (o criador de Dom Quixote)
- O Museu Nacional de Belas Artes

25
Recomenda :
Nota geral :
Em família :
A dois :
Com amigos :

Um potencial subutilizado

Passei uma semana em Argel a trabalho. Primeira constatação, a conservação da cidade em alguns bairros deixa a desejar. Em certos lugares, não em todos é claro, as ruas são sujas e os prédios precisariam de uma reforma na fachada. Argel, a branca, precisa dar uma repaginada.

Outra constatação: nossas saídas foram muito controladas. Tínhamos a instrução de ficar no hotel fora do horário de trabalho. Paranoia do meu empregador? Mesmo assim, saí para passear um pouco, acompanhado por colegas argelinos. Uma pena, visitar a cidade livremente não deveria ser um problema.

Fora isso, acho que a capital argelina tem muito potencial: belos edifícios históricos com arquitetura caprichada, uma cidade velha surpreendente e animada, uma juventude sorridente, uma baía esplêndida, e me apaixonei pelo Jardim de Testes. Tudo isso poderia ser mais bem valorizado.

25
Recomenda :
Nota geral :
Em família :
A dois :
Com amigos :

Quem já visitou Argel

Estou procurando informações sobre Argel, alguém poderia me ajudar?
Gostaria de saber qual é o melhor bairro para se hospedar.
Estou procurando um lugar com restaurantes legais e um bairro que não seja muito agitado à noite.
Obrigado(a)

13
11/02/2015

Hello Mister. Je ne connais d'Alger que la route qui va de l'aéroport à la la Kabylie vers l'est. Mais j'ai de la famille à Alger. Le quartier hyper sécurisé, aux infrastructures modernes et bien entretenues se trouve à une vingtaine de km à l'ouest du centre ville, vers le Club des Pins et Sidi Fridj. Attention toutefois, il faut te renseigner sur l'accessibilité. Les hauts gradés de l'armée et les hauts fonctionnaires y habitent et certaines zones ne sont ouvertes que sur laisser passer. Plus proche du centre et plus accessible, je sais que le quartier de Ben Aknoun est présenté comme calme. Mais je ne sais pas si tu peux y trouver des hôtels. D'ailleurs, c'est un problème le manque d'hôtels : les rares qui existent se permettent de pratiquer des prix abusivement élevés.

11/02/2015

Hello Mister. Je ne connais d'Alger que la route qui va de l'aéroport à la la Kabylie vers l'est. Mais j'ai de la famille à Alger. Le quartier hyper sécurisé, aux infrastructures modernes et bien entretenues se trouve à une vingtaine de km à l'ouest du centre ville, vers le Club des Pins et Sidi Fridj. Attention toutefois, il faut te renseigner sur l'accessibilité. Les hauts gradés de l'armée et les hauts fonctionnaires y habitent et certaines zones ne sont ouvertes que sur laisser passer. Plus proche du centre et plus accessible, je sais que le quartier de Ben Aknoun est présenté comme calme. Mais je ne sais pas si tu peux y trouver des hôtels. D'ailleurs, c'est un problème le manque d'hôtels : les rares qui existent se permettent de pratiquer des prix abusivement élevés.

12/02/2015

Ce serait cool si on pouvait avoir les hotels sur avygeo, je pourrais regarder par moi-meme les avis. En tout cas merci, je vais regarder Ben Aknoun.
Comment est la Kabylie ? Qu est ce qu il y a a visiter ?

12/02/2015

Ce serait cool si on pouvait avoir les hotels sur avygeo, je pourrais regarder par moi-meme les avis. En tout cas merci, je vais regarder Ben Aknoun.
Comment est la Kabylie ? Qu est ce qu il y a a visiter ?

18/02/2015

Mon petit doigt me petit qu'on pourra bientôt chercher des hôtels sur Avygeo :)
POur ce qui est de la Kabylie, j'aurais bien suggéré des randonnées sur la chaine montagneuse du Djurdjura, mais vu l'actualité récente, pas pour tout de suite. Sinon, plus classique, la plage de Tichy vers Bejaia

Recomenda :
Nota geral :
Em família : N/A
A dois : N/A
Com amigos : N/A

Já viu todas as opiniões.

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