Castelo de Chantilly: avaliações, preço 2026 e Código Promo Exclusivo

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4.8/5 5 avaliações
7 rue du Connétable, 60500 Chantilly, França
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Ingresso fura-fila para o Castelo e os jardins a partir de € 18 (cerca de R$ 110)*
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Château de Chantilly

O castelo de Chantilly, o rival esquecido de Versailles

As torres refletem-se no fosso como uma miragem sobre a água. A 40 km ao norte de Paris, este domínio de 115 hectares abriga a segunda maior coleção de pinturas antigas da França, perdendo apenas para o Louvre, além de jardins projetados por Le Nôtre e as maiores cavalariças principesiras da Europa. Tudo isso em uma atmosfera bem mais íntima que a de seu vizinho famoso.

Por que visitar o castelo de Chantilly?

A história do lugar parece coisa de romance. Antiga fortaleza medieval transformada em residência renascentista por Anne de Montmorency, companheiro de armas de Francisco I, o domínio passou depois para as mãos dos príncipes de Condé. Foi Louis II de Bourbon-Condé, conhecido como o Grande Condé e primo de Luís XIV, que lhe deu sua grande esplendor no século XVII. Rivalidade principesira exigia altura: o canal de Chantilly foi desenhado para rivalizar com o de Versailles.

Destruído durante a Revolução Francesa, o castelo principal foi inteiramente reconstruído a partir de 1876 por Henri d'Orléans, duque d'Aumale, filho do último rei da França. Colecionador voraz, ele reuniu ali um acervo de arte colossal. Ao morrer, deixou tudo para o Institut de France (instituto nacional de letras e ciências da França) com uma condição estricta: nenhuma obra poderia deixar Chantilly ou ser emprestada. O que você vê aqui não existe em nenhum outro lugar.

O museu Condé e suas obras-primas intocadas

Mais de 800 pinturas, 2.500 desenhos e 30.000 livros compõem as coleções. É possível ver obras de Rafael, Botticelli, Poussin, Ingres e Delacroix, dispostas exatamente como o duque ordenou no século XIX. As salas quase não mudaram desde a inauguração do museu em 1898. Essa cenografia congelada no tempo, bem diferente dos padrões museográficos modernos, tem um encanto particular: visita-se tanto um museu quanto o gabinete de um colecionador.

Entre os destaques imperdíveis:

  • As Três Graças, de Rafael, e o Retrato de Simonetta Vespucci, de Piero di Cosimo
  • O Gabinete dos Livros, que guarda o manuscrito iluminado das Très Riches Heures du duc de Berry, obra-prima do século XV raramente expuesta ao público
  • A Grande Singerie, um salão decorado por Christophe Huet por volta de 1737, onde macacos vestidos com a libré da família Condé satirizam as atividades de seus donos. Os seis painéis pintados retratam os cinco sentidos, os quatro continentes e as artes

Os jardins: quatro séculos de paisagismo em um só parque

O jardim à francesa

Desenhado por André Le Nôtre antes mesmo de seu trabalho em Versailles, o espaço exibe canteiros ornamentais, fontes e um Grande Canal com mais de um quilômetro de extensão. A luz do fim de tarde é particularmente bonita por ali, quando os reflexos dourados correm sobre a água calma.

O jardim inglês e o Hameau

Criado no século XVIII, oferece um contraste marcante com a geometria rígida do jardim à francesa. Ali ficam o Templo de Vênus, a Ilha do Amor e o Hameau, um conjunto de sete pequenas casas rústicas construídas antes do famoso refúgio de Maria Antonieta em Versailles. Uma delas abriga hoje um restaurante onde é possível provar o tradicional creme Chantilly.

As Grandes Cavalariças e a lenda de Vatel

Construídas entre 1719 e 1740 pelo arquiteto Jean Aubert, as Grandes Cavalariças estendem-se por 186 metros de comprimento. O idealizador, Louis IV Henri de Bourbon-Condé, estava convencido de que reincarnaria em cavalo, então quis garantir uma moradia à altura. Hoje o espaço abriga o museu do Cavalo e recebe espetáculos equestres regulares, com 27 cavalos e 10 pôneis residentes.

Histórias e curiosidades

Foi também em Chantilly que aconteceu o episódio trágico de François Vatel, mestre-cerimonial do Grande Condé. Em abril de 1671, durante um banquete para 2.000 convidados em homenagem a Luís XIV, a entrega de peixe fresco demorou a chegar. Temendo a desonra, Vatel tirou a própria vida ao amanhecer. As carruagens com o peixe chegaram logo depois.

O creme Chantilly nasceu mesmo no castelo de Chantilly?

Quanto à invenção do creme Chantilly que frequentemente lhe é atribuída, os historiadores são claros: o creme batido adoçado já existia na Europa desde o século XVI, muito antes do famoso banquete.

Dica de amigo: compre seu ingresso com horário marcado pela internet para garantir 10% de desconto e fugir da fila na bilheteria. Prefira ir durante a semana e chegue logo na abertura, pois as salas do museu Condé enchem rápido depois das 11h, especialmente nos fins de semana. Reserve o dia inteiro para aproveitar o domínio sem pressa.

Ingresso fura-fila para o Castelo e os jardins a partir de € 18 (cerca de R$ 110)*Reserva recomendada
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Horários

Aberto todos os dias, exceto às terças-feiras, nos seguintes horários: - Alta temporada (abril a outubro): castelo das 10h às 18h, parque das 10h às 20h, Grandes Écuries das 10h às 18h. - Baixa temporada (novembro a março): castelo das 10h30 às 17h, parque das 10h30 às 18h, Grandes Écuries das 12h às 17h.
Horários indicativos sujeitos a alterações

*Informações sujeitas a variação

Avaliações sobre Castelo de Chantilly

Resumo de 5 avaliações
4.8/5
Nota média
+26 recomendações +26 -0 Pontuação ponderada pelo nível de experiência dos colaboradores: a recomendação de um membro nível 3 vale por 3.
Recomendações totais

Notas por tipo de visita

Em família
4.8
Em casal
4.8
Com amigos
4.6

Classificação Avygeo

#82
no mundo
#78
em Europa
#46
em França
#1
em Chantilly

Um domínio magnífico

Menos lotado de turistas do que Versalhes, este lugar continua sendo um dos meus favoritos para um bate-volta de um dia saindo de Paris. Se a arquitetura do castelo não é tão impressionante, o cenário com a água ao redor do edifício e os jardins franceses são sublimes. Fiz um passeio a cavalo super gostoso por lá. Não precisa ser nenhum cavaleiro experiente, porque os cavalos, já acostumados com o trajeto, vão praticamente sozinhos. Depois almocei no restaurante da propriedade, o Auberge du Jeu de Paume. É meio caro, mas os pratos e as sobremesas são bons. E claro, você não pode deixar de provar o chantilly caseiro!

47
Recomenda :
Nota geral :
Em família :
A dois :
Com amigos :

Castelo muito bonito

Embora continue menos impressionante do que o de Versailles, o castelo de Chantilly é lindo. O prédio é impressionante com todos os seus detalhes. A visita ao interior é interessante, tem muitos quadros. Não deixe de passar um tempo no parque que é perfeitamente cuidado. Perfeito para passar o dia.

35
Recomenda :
Nota geral :
Em família :
A dois :
Com amigos :

Alternativa menor a Versailles

Me apresentaram o Castelo de Chantilly como uma alternativa menos conhecida, mas tão grandiosa quanto o de Versailles. Sabe, naquele estilo "segredo de iniciados".
Então, sim, o castelo é lindo, com cômodos bacanas para visitar. O mesmo vale para os jardins, onde dá até para ver alguns animais raros como cangurus.

Mas não vamos exagerar, se você tiver que visitar apenas um castelo perto de Paris, comece por Versailles, que é maior, mais chamativo, mais impressionante e até mais bucólico com o Trianon.

33
Recomenda :
Nota geral :
Em família :
A dois :
Com amigos :

Belo castelo, pinturas e jardim

O domínio é visualmente muito bem concebido, entre o castelo, os espelhos d'água, as cocheiras reais e o grande jardim. No interior do castelo, você pode observar quadros que retratam momentos e personagens históricos da França. Outra maneira de revisar a história.
Também é possível sentar em um terraço e saborear uma sobremesa com o verdadeiro creme chantili.
O jardim é espetacular, com diferentes temas, e alguns animais lá no fundo

9
Recomenda :
Nota geral :
Em família :
A dois :
Com amigos :

Belo dia a uma hora de Paris

O domaine de Chantilly oferece o suficiente para ocupar você por um bom dia a uma hora de Paris. Custa 44 euros (cerca de 264 reais) para uma família com uma criança de 3 anos para acessar o castelo e seu parque, e 5 euros (cerca de 30 reais) para estacionar o carro no estacionamento localizado na entrada o dia todo.

Os audioguides estão à disposição para visitar o interior do castelo. Conte com 2 a 3 boas horas para passar por todas as salas sem precisar correr. Pinturas, móveis, tapeçarias, decorações e objetos de época esperam por você. A sala dos guardas expõe armas de fogo, sabres e peças de armadura dos séculos XVII e XVIII. Eu gostei especialmente dos quadros que retratam eventos históricos (batalhas, rendições, assassinato do duc de Guise...). Os apaixonados por história e principalmente por história militar vão adorar.

Durante a minha visita em abril de 2018, havia uma exposição temporária sobre esboços e pranchas de Rembrandt. Em criações bem pequenas, já é possível observar um talento louco no artista.

Em um dia ensolarado, você pode tranquilamente planejar aproveitar o parque por várias horas. Dar a volta nele vai levar pelo menos 2 horas. Ele é dividido em várias partes. Um jardim à francesa assinado por Le Nôtre, com gramados e espelhos d'água, jardins à inglesa com flores e pequenos cursos d'água, um parquinho infantil, um labirinto (em restauração durante a minha passagem), um cercado com cangurus, outro com pavões, colmeias de abelhas, áreas arborizadas onde você pode cruzar com esquilos e talvez até cervos...

Para completar, a arquitetura externa do castelo é muito bonita de se ver.

Saiba que o recinto conta com um restaurante. Eu não testei, mas ele permite comer no local (com horários alinhados aos do castelo). Imagino que dê para provar a "verdadeira" chantilly lá :)
10
Recomenda :
Nota geral :
Em família :
A dois :
Com amigos :