Visitar o Coliseu
Maior anfiteatro do Império Romano, o Coliseu, símbolo da capital da Itália, continua sendo o monumento mais visitado do país. Inscrito como patrimônio mundial da Unesco, ele atrai anualmente mais de 6 milhões de visitantes. Também chamado de anfiteatro Flaviano, em homenagem aos imperadores Vespasiano e Domitênio que iniciaram sua construção no ano 72 da nossa era, ele vai impressionar você pelo tamanho considerável (são 188 metros de comprimento por 150 de largura e 50 metros de altura) e pela beleza.
Uma arena fora do padrão
Embora a gente pense logo nos combates de gladiadores, caminhar por suas ruínas ensina muito sobre como ele foi erguido e utilizado ao longo dos séculos. Milhares de escravos o construíram em cerca de uma década. Com um sistema engenhoso de 80 portas que não fica devendo nada aos modernos estádios de futebol, o local abrigava, segundo estimativas, de 50.000 a 80.000 espectadores, divididos em quatro categorias conforme a classe social. Uma imensa lona de tecido era estendida para proteger o público do sol forte. Jogos tradicionais, lutas contra animais selvagens e execuções de condenados faziam parte dos espetáculos que os imperadores ofereciam ao povo, durando às vezes vários dias. No século IV, quando Roma se tornou cristã, essas práticas foram proibidas, sobretudo por falta de recursos.
Um monumento salvo da ruína
Mais tarde, o Coliseu funcionou como fortaleza e depois virou pedreira para fornecer material de construção para a basílica de São Pedro e a igreja de São Marcos. Apenas em 1753 o papa Bento XIV proibiu o uso do local para esses fins. Em 2011, um patrocínio da marca de calçados Tods financiou obras de restauração no valor de 25 milhões de euros (cerca de 155 milhões de reais). Hoje, apenas 35% da estrutura original pode ser visitada, principalmente a arena central, que transmite uma forte sensação de imponência e harmonia. Vale a pena subir até o último andar para ver a capital do alto. A vista para o monte Palatino e o Fórum Romano é imperdível.
Horários
*Informações sujeitas a variação
Je suis d'accord avec l'image surprenante des voitures roulant juste autour du Colisée (qui se trouve en plein centre ville). Dans la même idée, j'ai été aussi très surpris de voir les Pyramides de Gizeh côtoyées par les bidonvilles du Caire