Genève et son jet d'eau

Top 8 das cidades mais bonitas de Suíça para visitarClassificação 2026

Descubra as cidades favoritas dos nossos membros em Suíça. Não hesite em publicar as suas próprias avaliações para participar nesta classificação colaborativa.

As cidades de Suíça preferidas dos nossos membros, aprovadas pela redação

#1 Genebra +41 recomendações

Genebra quebra a fama de Suíça fria e careta. De frente para o lago Léman e para o Mont Blanc, a cidade reúne um centro histórico de ruas de pedra, parques arborizados com museus de entrada gratuita e uma cena alternativa surpreendente. Do clássico jato d'água aos bastidores da ONU no Palais des Nations, passando pelos Bains des Pâquis onde o mergulho rola o ano todo e pelas chocolaterias tradicionais, a cidade mistura a precisão suíça com o charme francês.

Imperdíveis

#2 Berna +10 recomendações

Apesar do seu tamanho relativamente compacto para uma capital europeia, com menos de 150.000 habitantes, Berna concentra todas as instituições do governo federal suíço. Banhada suavemente pelo rio Aar, a cidade preserva tesouros históricos como o seu centro antigo, reconhecido como patrimônio mundial pela Unesco. Próxima aos Alpes e ao suntuoso Parc Naturel du Gantrish, Berna tem uma localização privilegiada e reúne várias atrações para quem planeja explorar a Suíça.

 

A elegante cidade velha de Berna

A maioria das ruelas e dos seis quilômetros de arcadas que compõem o centro histórico de Berna remonta ao século XIV. A região concentra edifícios antigos de arenito, como a Collégiale de Berne, uma igreja iniciada em 1421 com ricos detalhes góticos. O portal da fachada chama a atenção pela imponência: esculpido por Erhart Kung, ele reúne 294 figuras que retratam cenas e personagens do juízo final. Vale a pena subir os 312 degraus da torre para garantir uma vista panorâmica de tirar o fôlego da cidade, com os Alpes ao fundo.

Outro ponto marcante de Berna é a ampla Bundesplatz, com seus 26 jatos d'água que homenageiam os cantões da Suíça. É ali que fica o Palácio Federal, sede do poder político suíço, facilmente reconhecido por suas cúpulas verdes características. Caminhando pelo calçadão, você logo avista a Zytglogge, a famosa Torre do Relógio. A cada hora cheia, bonecos mecânicos em formato de urso, galo dourado, bobo da corte e o deus Cronos entram em ação na fachada.

 

O que fazer em Berna

Se você gosta de áreas verdes, siga direto para a Roseraie de Berna. Além de centenas de variedades de rosas e íris, o parque oferece belos ângulos visuais da cidade logo abaixo. O jardim fica situado bem acima do Fosse aux Ours, o fosso dos ursos que são o símbolo vivo da cidade. Para quem viaja em família, o zoológico Dählhölzli é uma ótima pedida para observar espécies variadas, incluindo leopardos, lobos e aves marinhas.

No aspecto cultural, Berna reserva surpresas marcantes. Vale a pena conhecer o centre Paul Klee, instalado em uma chamativa estrutura ondulada projetada pelo arquiteto Renzo Piano. O Museu de Belas Artes também guarda obras de artistas renomados em um acervo aberto ao público desde 1879. Já a Maison d'Einstein, instalada no apartamento onde o físico morou durante seus anos cruciais na cidade, permite entender mais sobre a rotina e a genialidade do cientista mais famoso do século XX.

 

Quando ir?

Qualquer época do ano funciona bem para visitar Berna. Se puder programar a viagem para a última segunda-feira de novembro, você vai presenciar o tradicional mercado das cebolas, uma celebração popular bem peculiar que toma conta das ruas para exaltar o ingrediente em receitas e arranjos artísticos.

 

Como chegar?

A forma mais prática de chegar à capital suíça é voar até Zurique, Genebra ou Lausanne e completar o trajeto até Berna de trem, aproveitando a eficiência do sistema ferroviário do país.

Imperdível

#3 Lugano +5 recomendações

Lugano fica no canton du Tessin, na região de idioma italiano no sul da Suíça. Cercada pelos Monts Brè e San Salvatore, a cidade se estende às margens do lago de Lugano, bem na divisa entre a Suíça e a Itália. Estamos falando de um polo financeiro e de congressos de peso no país. O clima é ameno, quase mediterrâneo, graças à localização ao sul dos Alpes. Isso garante uma vegetação exuberante e subtropical, que você pode conferir de perto no parc Ciani, um jardim paisagístico à beira d'água. Aproveite a caminhada para incluir um pouco de cultura no roteiro: o parque abriga a Villa Ciani, com exposições de belas-artes, e o musée cantonal d'histoire naturelle.

 

Os pontos fortes de Lugano

Com seus prédios renascentistas concentrados ao redor da Piazza della Riforma e um centro histórico totalmente peatonal com a cara da Lombardie, Lugano mantém um forte sotaque do norte da Itália. Vale a pena admirar a imponente cathédrale San Lorenzo antes de descer para a orla do lago, onde o calçadão passa por arcadas charmosas repletas de lojas e restaurantes. Se a ideia é fazer compras de alto padrão, rume direto para a Via Nassa.

A poucos passos dali fica a église Sainte-Marie des Anges, famosa pela impressionante pintura da Paixão e da Ressurreição assinada por Bernardino Liuni, discípulo de Léonard de Vinci. Para quem curte arte, a cidade conta com o Museo d'arte della Svizzera Italiana (MASI), focado em belas-artes, e o LAC, um espaço dedicado à criação contemporânea.

Quem gosta de museus também vai curtir o Musée des Cultures, que reúne um panorama etnográfico de culturas da Europa, da Ásia e da África. Já o Musée Herman Hesse, instalado em uma casa tradicional bem perto de Lugano, explora a trajetória e a obra do escritor alemão.

 

Um cenário natural de tirar o fôlego

O grande trunfo de Lugano é a geografia. Além do lago convidativo para um mergulho nos dias quentes, a cidade é abraçada por montanhas, como o Mont San Salvatore, que lembra o Pão de Açúcar do Rio de Janeiro. Para subir e ver tudo de cima, há duas opções de funiculares. Um deles parte de Cassarate rumo ao Monte Brè, ideal para trilhas e para percorrer o caminho dos oliveiras à beira do lago. O outro sai de Lugano-Paradiso com destino ao Mont San Salvatore, de onde se avista toda a cidade e os picos mais altos dos Alpes a oeste.

 

Quando ir?

O clima na região é convidativo o ano todo, mas vale a pena fugir de janeiro e de fevereiro, que costumam ser os meses mais frios e chuvosos.

 

Como chegar?

Chegar de trem ou de ônibus é simples e rápido, com conexões diretas em menos de duas horas a partir de Zurich e de Milan, o que faz da cidade uma base excelente para explorar a região.

#4 Zurique +4 recomendações

Muito além da fama de praça financeira e polo de grifes de alto padrão, Zurique é uma cidade extremamente agradável e perfeita para uma viagem de fim de semana. A charmosa cidade suíça conta com um centro histórico preservado e uma localização privilegiada, espremida entre o lago e as montanhas.

História, gastronomia e arte

O centro histórico de Zurique merece prioridade no roteiro. Ele se divide em duas partes cortadas pelo rio Limmat. Na margem direita, destaca-se a imponente catedral Grossmünster, em estilo neogótico, com suas torres gêmeas que dominan a paisagem urbana. Do lado esquerdo, vale caminhar pelas ruelas medievais de Schipfe, observar as construções antigas com fachadas trabalhadas e conferir as lojinhas de artesanato. A igreja Fraumünster chama atenção pelos vitrais criados por Marc Chagall e Augusto Giacometti, primo do famoso escultor. Já na esplanade de Lindenhof, cercada por noventa tilias, avista-se toda a cidade lá embaixo.

A região também é o endereço perfeito para saborear um fondue de queijo bem reconfortante em uma casa típica. Quem gosta de gruyère, vacherin e appenzell vai se fartar. Para fechar a refeição, os mais gulosos podem provar os emblemáticos chocolates suíços. A confeitaria Sprüngli é uma das mais tradicionais de Zurique e de toda a Suíça. Depois disso, vale queimar as calorias visitando as termas locais ou explorando os vários museus da cidade. O Museu Nacional Suíço guarda um acervo imenso de artefatos históricos do país, enquanto o Museu de Belas-Artes é conhecido por suas coleções que vão do século dezoito aos dias de hoje. Para quem busca algo diferente, há opções curiosas como o museu do futebol mundial e o de arte digital.

Uma cidade privilegiada pela natureza

Deixando de lado o agito das lojas e das ruas comerciais, Zurique exibe o melhor da beleza natural da Suíça. A cidade fica às margens de um lago com 42 quilômetros de extensão, muito procurado pelos moradores para um mergulho nos dias quentes. Um calçadão de 3 quilômetros à beira d'água atrai tanto quem quer caminhar com calma quanto praticantes de corrida. Também dá para passear de barco pelo lago em minicruzeiros. Se você viajar em novembro, não perca a Expovina, uma feira de vinhos montada diretamente sobre embarcações atracadas. Para quem prefere ar puro e montanha, vale separar pelo menos um dia para explorar os Alpes suíços. Há dezenas de trilhas disponíveis, mas quem busca um passeio leve pode subir o Uetliberg, a 869 metros de altitude, a pé ou de funicular.

Quando ir

A melhor época para visitar Zurique vai de junho a agosto, quando os dias são longos e ensolarados. O período entre novembro e março traz as temperaturas mais baixas, embora o frio raramente seja extremo por lá.

Como chegar

Saindo do Brasil, o mais comum é voar para Zurique com conexões em capitais europeias. Quem já está na Europa encontra diversas opções de voos e trens rápidos para a cidade, com excelente conectividade ferroviária a partir de países vizinhos como França, Alemanha e Áustria.

Imperdível

#5 Lucerna +2 recomendações

Lucerna é uma cidade na Suíça central, situada às margens do Lago dos Quatro Cantões. O centro histórico de Lucerna é particularmente bem preservado, com vários elementos herdados da Idade Média, como o Museggmauer, uma grande muralha de 870 metros de comprimento que antigamente protegia a cidade contra invasores. Símbolo maior de Lucerna, a Ponte da Capela ou Kapellbrücke, que atravessa o rio Reuss, é uma magnífica ponte coberta de madeira adornada com diversas pinturas murais do século XVII. No centro da ponte ergue-se a Wasserturm, uma torre medieval de 34 metros de altura.

 

Uma bela cidade no coração da Suíça

Caminhe pelas ruas sinuosas do centro histórico e explore suas praças para admirar as heranças de Lucerna. O Weinmarkt, por exemplo, é uma praça elegante com uma bela fonte cuja construção remonta a 1481. Logo ao lado, a Hirschenplatz impressiona pela qualidade de suas fachadas ornamentadas, muitas delas tombadas como patrimônio.

Atravesse em seguida a histórica Ponte da Dança Macabra ou Spreuerbrücke, que também liga as duas margens do Reuss para o lado sul. Ali, você descobrirá a esplêndida igreja barroca dos Jesuítas de Lucerna. Você também terá a oportunidade de conhecer a Coleção Rosengart, que expõe obras marcantes dos pintores Picasso e Klee, entre outros. Siga para o leste em direção às margens do lago para admirar o Centro de Convenções e Cultura de Lucerna ou KKL, projetado pelo renomado arquiteto Jean Nouvel em 1999. Um trabalho acústico minucioso foi realizado no interior do edifício, especialmente para isolar o som da sala de concerto, com o apoio do acústico norte-americano Russell Johnson. É também nessa região que ficam os pontos de partida para os passeios de barco a vapor pelo lago.

Conexão com a montanha em Lucerna

Lucerna é cercada por montanhas imponentes. Não perca a chance de subir o Monte Pilatus e o Monte Rigi. Eles são acessíveis por teleférico e oferecem ótimas trilhas para caminhada, além de vistas impressionantes de Lucerna e do vale ao redor.

Para entender melhor a era glacial que moldou a geografia peculiar do país, vale a pena visitar o Jardim das Geleiras.

 

Um olhar sobre a história da Suíça

Se quiser aprofundar seu conhecimento sobre os valores humanistas que marcam a história da Suíça, dois monumentos merecem sua atenção. O primeiro é o Leão de Lucerna, um monumento esculpido diretamente na rocha de uma antiga pedreira em homenagem aos guardas suíços que perderam a vida para proteger o rei da França Luís XVI. Bem perto dali, visite o Panorama Bourbaki, uma das raras pinturas circulares panorâmicas do mundo, que retrata um episódio dramático da guerra entre a França e a Prússia no século XIX.

 

Quando ir?

Tanto o verão quanto o inverno são ótimas épocas para explorar Lucerna. Se possível, programe sua viagem para coincidir com o Festival de Lucerne. Dedicado à música clássica, ele acontece em diferentes períodos do ano.

 

Como chegar?

Lucerna tem excelentes conexões de trem e ônibus com as principais cidades suíças. Além disso, a rodovia A4 liga Lucerna a Zurique em apenas cinquenta minutos.

#6 La Chaux-de-Fonds +1 recomendação

La Chaux-de-Fonds fica situada no Jura, na Suíça, a cerca de 1.000 metros de altitude, perto de Neuchâtel. A cidade possui um interesse urbanístico e arquitetônico marcante, tendo sido reorganizada após um grande incêndio em 1794 seguindo um plano em xadrez elaborado e implementado por Charles-Henri Junod. A nova organização urbana favoreceu a indústria relojoeira, muito avançada nesta região da Suíça. La Chaux-de-Fonds é também a cidade natal do célebre arquiteto e urbanista Le Corbusier, que construiu ali várias residências, entre as quais a Maison Blanche, uma casa pensada e decorada para os seus pais.

 

Cidade relojoeira da Suíça

Uma parte de La Chaux-de-Fonds está inscrita no patrimônio mundial da Unesco pelo seu urbanismo relojoeiro. A cidade foi inteiramente reconstruída no final do século XVIII para impulsionar a arte da relojoaria. Encontramos vestígios desse planejamento moderno tanto na concepção e orientação das antigas oficinas quanto na criação de avenidas e amplas praças públicas projetadas para facilitar a circulação dos trabalhadores.

La Chaux-de-Fonds é uma parada na rota da relojoaria suíça, que se estende entre Genebra e Basileia através das montanhas do Jura. Para saber mais sobre a concepção e o design da indústria relojoeira, vale a pena ir ao Musée International d’Horlogerie, que abriga cerca de 4.500 peças desde o século XVII até os dias de hoje.

La Chaux-de-Fonds é também um local onde a Art Nouveau ganhou força, com várias construções do início do século XX. O movimento ganhou uma vertente local chamada style sapin, que valoriza ornamentos inspirados na fauna e na flora da região do Jura.

 

O lazer em La Chaux-de-Fonds

No aspecto cultural, vale visitar o Musée des Beaux-Arts de La Chaux-de-Fonds, que exibe um acervo importante de artistas suíços e internacionais, incluindo obras de Matisse, Le Corbusier, Van Gogh e Pissarro. O Quartier Général, instalado nos antigos matadouros da cidade, funciona como um centro de arte contemporânea. Por fim, o Musée Paysan et Artisanal retrata o cotidiano típico das famílias camponesas que deram origem à fabricação dos primeiros relógios e Pêndulos.

Em família ou com amigos, não deixe de visitar o zoo du Bois du Petit-Château. É um espaço verde de acesso gratuito onde é possível caminhar entre animais, répteis e anfíbios do vivário. Um pequeno museu anexo também expõe elementos da fauna africana.

 

Quando ir?

Se você gosta de neve, escolha o inverno para visitar La Chaux-de-Fonds. O período mais recomendado para aproveitar todas as atrações da cidade compreende a primavera e o verão, entre junho e setembro.

 

Como chegar?

Para chegar a La Chaux-de-Fonds, planeje um trem ou um voo até Genebra, seguido de uma conexão de trem até Neuchâtel antes de alcançar o seu destino. Vale notar que um trem regional direto liga as cidades de Besançon e La Chaux-de-Fonds em cerca de 1h45!

#7 Saignelégier +1 recomendação

Saignelégier é um vilarejo suíço empoleirado sobre a vallée du Doubs, bem na divisa com a França, bem no centro do cantão das Franches-Montagnes. Trata-se de um vasto planalto com cerca de 200 km² situado nas alturas do Jura. O cantão ganhou esse nome por causa de um período histórico em que o território ficou isento de impostos, uma estratégia do príncipe-bispo para atrair moradores para uma região considerada hostil por causa do rigor do clima. Ao redor de Saignelégier, a paisagem mistura pastagens imensas, florestas densas de abetos e uma sensação de fim do mundo que lembra a serra gaúcha em dias de cerração.

 

Um belo vilarejo de montanha no Jura

Durante o século XVII, Saignelégier esteve sob o domínio dos castelãos da Seigneurie de la Franche-Montagne, herança que deixou belas construções antigas e uma igreja neobarroca sóbria, porém elegante.

A grande estrela da região, no entanto, é a natureza ao redor, com seus lagos, trilhas e a proximidade com o parc naturel régional du Doubs. Uma caminhada imperdível parte do vilarejo em direção à turfeira do l’étang de la Gruère, um recanto preservado que destaca a rica ecologia local. Pelo caminho, você passa pelo Centre Nature Les Cerlatez, que explica o funcionamento das zonas úmidas tão comuns nessa parte da Suíça, formadas após o período das últimas glaciações. O étang des Royes, um espelho d’água mais calmo e selvagem também localizado no município, merece a visita.

 

Um verdadeiro paraíso para os cavalos

Quem gosta de montaria vai se sentir em casa em Saignelégier. O cantão das Franches-Montagnes conta com mais de 200 quilômetros de trilhas exclusivas para cavalos. No vilarejo, várias empresas oferecem passeios de charrete. Para entender mais sobre as raças equinas típicas do Jura, vale a pena visitar a Fondation pour le Cheval, em Le Roselet, um vilarejo vizinho que abriga cavalos idosos, pôneis, burros e éguas com seus filhotes. E para quem viaja em agosto, o ponto alto do ano é o Marché-Concours national de chevaux, o maior evento equestre da Suíça, sediado ali mesmo.

 

Quando ir?

Tudo depende do seu estilo de viagem. No inverno, o cenário convida para o esqui cross-country e caminhadas com raquetes de neve. Já na primavera e no verão, o forte são as trilhas longas em meio a fazendas isoladas, prados verdes e florestas de abetos.

 

Como chegar?

De carro, o acesso é feito pela route 18, que corta o vilarejo. Há também uma linha de trem regional que liga Saignelégier a La Chaux-de-Fonds em quarenta minutos.

Imperdível

#8 Lausanne

Capital do canton de Vaud, Lausanne é a quarta maior cidade da Suíça, situada ao norte do lac Léman. Construída sobre colinas e cortada por vários cursos d'água, a cidade deve seu charme tanto à preservação da cidade velha medieval quanto ao famoso lago que a margeia. No século XX, tornou-se progressivamente sede de várias instituições esportivas internacionais, incluindo o Comitê Olímpico Internacional em 1915. Hoje, abriga um musée Olympique que revisita a origem, a história e os valores dos jogos. Ao mesmo tempo um nó ferroviário e cidade universitária, Lausanne seduz pelo dinamismo cultural e pelas inúmeras atividades ao ar livre.

 

As paisagens de Lausanne

Lausanne é uma cidade de panoramas. Devido ao relevo, ela transborda de pontos de vista sobre o lac Léman lá embaixo, tendo os Alpes como pano de fundo. Você perceberá isso ao subir até a esplanade de Montbenon, que oferece uma vista impressionante, entre as mais belas de Lausanne.

A cidade velha medieval é notável, destacando-se a suntuosa cathédrale gothique Notre-Dame, dedicada ao culto protestant desde 1536. Por dentro, afrescos antigos e conjuntos policromáticos do século XIII chamam a atenção. Continue por ali depois das 22h se quiser ouvir o vigia gritar as horas, uma tradição antiga que se mantém viva. Bem perto, vá até a place de la Palud, cercada por construções antigas e enfeitada pela bela fonte da Justiça. Foi ali que se proclamou a independência de Lausanne em relação a Berne, em 1798. Não muito longe, o Palais de Rumine também merece a visita.

Desça até a beira do lago para aproveitar paisagens bucólicas. Os quais d'Ouchy, construídos em 1901, convidam a um passeio agradável à beira d'água entre praias, esportes náuticos, píeres e áreas verdes, como a roseraie de la place du général Guisan ou o Parc du Denantou.

 

As atividades culturais de Lausanne

Outro ponto forte de Lausanne são os diversos espaços culturais para explorar, cobrindo temas tão variados quanto arte bruta, queijo gruyère, arquitetura contemporânea e ciências. Não perca o quartier culturel Plateforme 10, que reúne várias fundações, o musée des Beaux-Arts, o Musée du Design et des Arts Appliqués e o renomado Musée de l'Elysée, dedicado à fotografia. Com um único ingresso, é possível transitar entre os acervos e deixar diferentes formas de arte dialogarem no seu próprio ritmo.

 

Quando ir?

Prefira os meses mais quentes para visitar Lausanne, pois o mau tempo do inverno pode atrapalhar o passeio.

 

Como chegar?

O ideal é ir de trem. A linha do TGV Lyria leva você de Paris a Lausanne em quatro horas. Como alternativa, você pode voar até Genève e seguir de trem até o destino final. Pela cidade, duas linhas de metrô levam você a qualquer lugar.

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