Onde ficar em Bergen: os melhores bairros (2026)
Em Bergen chove cerca de duzentos dias por ano. Não é um detalhe de meteorologia: é isso que comanda a escolha do bairro. Espremida entre sete montanhas e o fiorde, a cidade é apertada, e só uma medida conta de verdade: quantos minutos a pé, debaixo do temporal, separam você do cais, do funicular e da estação?
Some a isso que muitas estadias duram só uma ou duas noites, antes de uma partida cedo rumo aos fiordes. Selecionamos cinco setores, do cais hanseático de Bryggen até os arredores da estação. A Noruega custa caro: um quarto confortável começa em 130 EUR e chega perto de 220, a cama em hostel fica entre 40 e 60.
É possível visitar vários fiordes espetaculares saindo de Bergen. Alguns se visitam em algumas horas e outros exigem o dia inteiro.
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Bryggen e o Vågen O cais hanseático e o porto norte
para uma primeira visita e para as saídas de barco
É a imagem que todo mundo tem da cidade: a fileira de fachadas de madeira de Bryggen, antigo entreposto hanseático tombado como patrimônio mundial, o Mercado do Peixe no fundo da enseada e a estação de baixo do funicular Fløibanen, que sobe ao mirante em oito minutos. Você fica onde saem os barcos para os fiordes, e sob um teto em três minutos: um membro recomenda o museu hanseático porque « é uma ótima ideia de atividade para quando chove ». O revés: de dia é o setor mais movimentado de Bergen, e cama barata aqui não existe.
O que ver e fazer no bairro
Onde ficar neste bairro
Home Hotel Havnekontoret Luxo
A antiga capitania de 1920, no próprio cais, com sua torre e a vista para a enseada. Café da manhã e jantar incluídos, o que suaviza a conta norueguesa.
Thon Hotel Rosenkrantz Bergen Custo-benefício
Logo atrás de Bryggen, a duas ruas do funicular. Conforto de rede sem surpresas e o caminho mais curto possível até os cais de embarque.
Thon Hotel Orion Econômico
Aos pés da fortaleza Bergenhus, na ponta tranquila do cais. É a entrada de gama do setor, o que em Bergen não quer dizer barato.
Prós
- Os cais dos fiordes no fim da rua
- O funicular e o mercado a pé
Contras
- Muito movimentado durante o dia
- Nenhuma cama em conta no setor
O centro e Torgallmenningen Em volta da grande praça, ao sul da enseada
para fazer tudo a pé sem nunca pegar um ônibus
Torgallmenningen, a grande esplanada de pedestres, segura o meio da cidade: o comércio está ali, os museus KODE se enfileiram ao longo do laguinho logo atrás, e o bonde Bybanen que vai ao aeroporto sai do parque ao lado. Daqui, Bryggen fica a sete minutos a pé e a estação de trem a dez, o que faz deste o setor mais versátil para uma primeira estadia. O revés: é um bairro de comércio, meio apagado depois que as lojas fecham, e os preços acompanham os da beira d'água.
Onde ficar neste bairro
Hotel Norge by Scandic Luxo
O grande hotel de Bergen, na praça Ole Bull, todo reformado alguns anos atrás. Ambientes amplos, spa e bar no alto, no centro exato da cidade.
Hotel No 13 Custo-benefício
Um endereço de caráter a dois passos de Torgallmenningen, com terraço na cobertura aberto aos hóspedes. Quartos caprichados, mais para compactos.
Hotel Oleana Custo-benefício
Decoração colorida e acolhedora numa rua tranquila atrás da praça. O melhor custo-benefício do setor quando os grandes hotéis lotam.
Prós
- Comércio, museus e o bonde no mesmo perímetro
- Sete minutos a pé de Bryggen
Contras
- Bairro comercial, calmo à noite
- Poucos quartos abaixo de 130 EUR
Em volta da estação A leste, ao longo da Strømgaten
para as saídas cedo rumo a Flåm e Oslo
É daqui que sai o trem de Bergen, o que leva a Flåm e a Oslo, e essa é a única razão para dormir neste setor: quando a partida é às sete da manhã debaixo de chuva, cinco minutos a pé valem mais que um táxi. O bairro de Marken, viela de madeira entre a estação e o centro, guarda alguns cafés, e a catedral fica logo ao norte. O revés: passado o último trem, os arredores da estação se esvaziam e é preciso subir de volta ao centro para jantar.
Onde ficar neste bairro
Villa Terminus Luxo
Um casarão senhorial transformado em hotel de charme, com jardim fechado e sala de estar com biblioteca. O oposto de um hotel de estação, a cem metros da estação.
Grand Hotel Terminus Custo-benefício
O hotel histórico da estação, aberto em 1928, conhecido pelo bar de uísques e pelo salão de café da manhã de época. O caminho mais curto até a plataforma do trem de Flåm.
Intermission Hostel Econômico
Pequeno hostel numa casa de madeira da Kalfarveien, quartos compartilhados simples e cozinha coletiva. Uma das raras opções realmente econômicas perto do centro.
Prós
- O trem de Flåm e de Oslo a cinco minutos a pé
- Dez minutos do centro e de Bryggen
Contras
- Deserto à noite em volta da estação
- Poucos restaurantes por perto
Nordnes e a Strandgaten A península a oeste da enseada
para o sossego a dez minutos do centro
A língua de terra que fecha o porto a oeste é um bairro de moradia de verdade: casas de madeira pintadas, ruelas estreitas, o mar dos dois lados e um parque na ponta, com o aquário no fim. O terminal Hurtigruten, de onde saem os barcos que sobem a costa, fica no flanco sul. Aqui se dorme bem mais sossegado do que na beira da enseada, em troca de dez minutos a mais de caminhada. O revés: pouquíssimos restaurantes, e o vento oeste se faz sentir quando sopra.
Onde ficar neste bairro
Hotel Heimen Custo-benefício
Endereço antigo da Strandgaten, tocado com simplicidade, no meio do caminho entre a península e o centro. Quartos sóbrios e bem isolados do barulho.
Comfort Hotel Bergen Custo-benefício
Hotel grande de rede plantado na Strandgaten, do lado residencial. Quartos funcionais, áreas comuns amplas e o porto a dez minutos a pé.
Klosterhagen Hotell Econômico
Quinze quartos num casarão da década de 1880, em silêncio total. A casa é tocada por uma empresa social, o que explica tarifas baixas para Bergen.
Prós
- Bairro residencial, realmente calmo à noite
- O aquário e o parque da ponta a pé
Contras
- Pouquíssimos restaurantes por perto
- Dez bons minutos a pé do centro
Nygård, a universidade e o sul Ao sul, ao longo do Bybanen
para os orçamentos apertados e os museus
A colina de Nygårdshøyden abriga a universidade e seus museus, e é de lá que o bonde Bybanen desce para o sul. É o setor em que os preços voltam a ser suportáveis, e a linha atende dois lugares que muita gente vem ver: a igreja de madeira de Fantoft e Troldhaugen, a casa de Edvard Grieg. Um membro observa que Fantoft fica « situada um pouco afastada do centro de Bergen », o que vale para todo este lado. O revés: quinze a vinte minutos de subida para voltar a pé desde Bryggen, e à noite não há nada para fazer por aqui.
O que ver e fazer no bairro
Onde ficar neste bairro
Hotel Park Bergen Custo-benefício
Dois casarões burgueses reunidos num pequeno hotel familiar de trinta e cinco quartos, na colina da universidade. Móveis antigos e recepção de casa de família.
Citybox Bergen Econômico
Quartos limpos e sem firulas, reserva e check-in automatizados. É o endereço que quebra os preços da cidade sem sair da área de pedestres.
HI Bergen Hostel Montana Econômico
O grande hostel de Bergen, encostado na encosta do Ulriken, com vista para a cidade. A cama mais barata, mas para descer ao centro precisa de ônibus.
Prós
- Os únicos preços realmente acessíveis da cidade
- O bonde rumo a Fantoft e ao aeroporto
Contras
- Sobe muito para voltar a pé do centro
- Bairro residencial, apagado à noite
Nossas dicas para reservar bem
- O bonde resolve o aeroporto, suas pernas fazem o resto: A linha do Bybanen liga o aeroporto de Flesland ao centro em três quartos de hora, pelo preço de uma passagem comum, e é bem mais simples que um táxi. Já na cidade, todo o núcleo histórico cabe num raio de vinte minutos a pé. O ônibus só se torna útil para Gamle Bergen, ao norte, e para o hostel Montana, lá em cima.
- O 17 de maio e os festivais lotam a cidade antes do verão: A festa nacional norueguesa e os grandes encontros musicais de maio e junho esgotam os hotéis muito antes da alta temporada turística, e as tarifas às vezes dobram nessas datas. Se sua viagem cair nessa janela, reserve com bastante antecedência ou mude alguns dias: o resto da primavera sai bem mais em conta.
- Confira o que dá para alcançar a pé debaixo de chuva: É o critério que mais pesa aqui. De Bryggen, três museus e a torre Rosenkrantz ficam a cinco minutos; do centro, as coleções KODE margeiam o lago; de Nygård, os museus da universidade ficam no fim da rua. De um hotel afastado, um dia de chuva se passa esperando a água parar.
- Reservar do lado do aeroporto para pagar menos: Flesland e Sandsli ficam a três quartos de hora de bonde do centro, na ida e na volta, e você perde justamente aquilo que se vem buscar em Bergen, isto é, a cidade a pé. A economia é real, mas se paga em horas de transporte.
- Pegar um quarto de frente para Bryggen contando com sossego: os navios de cruzeiro desembarcam bem ali, o cais é um vaivém contínuo de manhã à noite, e as mesas na calçada da enseada seguram até tarde no verão. É uma localização notável, não é uma localização tranquila.
- Escolher um endereço « com vista para o Fløyen » sem olhar o caminho que leva até lá: a encosta leste da cidade sobe rápido e várias ruas do bairro de Fjellsiden terminam em escadarias. É lindíssimo e é puxado com mala na mão, ainda mais debaixo de chuva.
Perguntas frequentes: onde ficar em Bergen
Qual setor escolher para uma primeira visita a Bergen?
Onde ficar gastando pouco em Bergen?
Bergen é boa para famílias?
Onde sair à noite em Bergen?
Precisa de carro em Bergen?
Quanto custa uma diária de hotel em Bergen?
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