Onde ficar em Florença: os melhores bairros (2026)
O centro de Florença cabe num quadrado de dois quilômetros, tombado por inteiro. Onde quer que você durma, o Duomo, a Galeria Uffizi e o Ponte Vecchio ficam a vinte minutos a pé. O cenário, portanto, não decide nada: é bonito em toda parte.
O que separa os setores é o que sobra depois que os grupos vão embora. Algumas ruas se esvaziam e só reabrem para as lojas de souvenir; outras mantêm seu mercado, sua mercearia e seus moradores. São seis setores aqui, do mais fotografado ao mais tranquilo. Um quarto de três estrelas bem localizado sai por 130 a 210 EUR, a cama em hostel por 35 a 70, e tudo sobe na primavera e em setembro.
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O Duomo e a Praça da Senhoria O coração do centro histórico
para uma primeira visita, sem concessões nas distâncias
Tudo o que você vem ver está aqui, num punhado de ruas: o Duomo, a Praça da Senhoria, a Galeria Uffizi, o Ponte Vecchio no fim da rua. Você sai do hotel e já chegou. O revés cabe numa palavra, a multidão: ValNomad conta que na ponte velha « a gente esquece que está numa ponte, de tão tomada de gente que ela fica ». Some a isso as entregas de manhã cedo em ruas onde o barulho quica entre as fachadas, e os preços mais altos da cidade.
O que ver e fazer no bairro
Onde ficar neste bairro
Hotel Brunelleschi Firenze Luxo
Instalado numa torre bizantina do século VI, numa pracinha só de pedestres entre o Duomo e a Praça da Senhoria. Quartos de pé-direito alto, um silêncio raro para a região e um pequeno museu arqueológico no térreo.
Hotel Orafi Custo-benefício
Na beira do rio, a cinquenta metros do Ponte Vecchio e a um minuto da entrada da Galeria Uffizi. Peça um quarto voltado para o Arno pela vista; os que dão para o pátio são bem mais silenciosos.
Albergo Firenze Econômico
Um endereço pequeno e sem pretensão na Piazza dei Donati, a cem metros do Duomo. O conforto é simples, mas é o preço mínimo para dormir no meio do cartão-postal.
Prós
- Tudo a pé, inclusive de manhã cedo
- A melhor escolha se você fica dois dias
Contras
- A multidão a partir das dez e os preços que vêm junto
- Ruas barulhentas à noite e na hora das entregas
San Lorenzo e San Marco Ao norte do Duomo, lado mercado e museus
para os museus de manhã e a vida estudantil à noite
O bairro do Mercado Central, das Capelas dos Médici e da Galeria da Academia, onde fica o Davi de Michelangelo. É também a zona da universidade, portanto aquela em que se janta por um preço normal. A vantagem é uma questão de horário: MathildeFlor avisa que « no fim da manhã, o museu fica tomado de turistas », e daqui o primeiro horário do dia fica a cinco minutos a pé. Em troca, as ruas em volta do mercado são cheias de lojas de couro e barulhentas durante o dia.
O que ver e fazer no bairro
Onde ficar neste bairro
Il Loggiato dei Serviti Luxo
Sob os arcos da Piazza Santissima Annunziata, a praça mais bonita de Florença e uma das mais calmas. Um prédio do século XVI, quartos com vigas aparentes, nenhum carro embaixo da janela.
Il Guelfo Bianco Custo-benefício
Na Via Cavour, no meio do caminho entre o Duomo e a Academia. Duas casas do século XV unidas, um pátio para o café da manhã e vidros duplos que fazem seu trabalho nesse eixo movimentado.
Prós
- Os grandes museus no primeiro horário, a pé
- Restaurantes de estudante, preços razoáveis
Contras
- As ruas do mercado ficam saturadas durante o dia
- A Via Cavour aguenta muito trânsito
Santa Maria Novella e a estação A oeste, em volta da praça e da estação
para chegar de trem e para orçamentos apertados
A estação fica aqui, e com ela a maior concentração de quartos da cidade: é onde a relação preço-localização é a melhor. A Praça Santa Maria Novella foi devolvida aos pedestres e sua basílica merece a visita; o parque das Cascine se abre a oeste para correr ou respirar. O revés é claro: quanto mais você se aproxima dos trilhos, mais banal fica o cenário, e algumas ruas atrás da estação são desagradáveis depois que escurece.
Onde ficar neste bairro
Grand Hotel Minerva Luxo
Na praça, com piscina na cobertura aberta de abril a outubro e vista para a fachada da basílica. É o endereço mais bonito do setor, e o único que dá vontade de voltar no meio da tarde.
Hotel Universo Custo-benefício
Também na praça, num registro bem mais sóbrio. Quartos corretos, casa bem cuidada, cinco minutos da estação a pé com as malas: o meio-termo razoável do bairro.
Archi Rossi Hostel Econômico
Na Via Faenza, a três minutos da estação, o hostel mais conhecido de Florença. Murais pintados pelos viajantes, cozinha coletiva, quartos compartilhados e privativos. Reserve cedo, ele lota com semanas de antecedência.
Prós
- A melhor relação preço-localização da cidade
- A estação e os ônibus regionais na porta
Contras
- Cenário sem graça perto dos trilhos
- Algumas ruas atrás da estação são desagradáveis à noite
Santa Croce e Sant'Ambrogio A leste, entre a basílica e as praças residenciais
para dormir numa cidade que ainda é habitada
Passada a basílica de Santa Croce, a cidade muda de natureza: o mercado coberto de Sant'Ambrogio alimenta os florentinos, não os visitantes, e as praças se alargam em bairro residencial do lado da Piazza d'Azeglio. É o que Pedro descreve numa avaliação: « você vai compartilhar as ruas, o comércio e os restaurantes com os florentinos que moram e trabalham ali ». Uma ressalva: a própria Piazza Santa Croce é ponto de saída noturna, e o barulho ali dura até tarde.
Onde ficar neste bairro
Hotel Regency Firenze Luxo
Duas vilas do século XIX na Piazza d'Azeglio, uma praça arborizada onde brincam as crianças do bairro. Jardim, restaurante e uma calma que o centro histórico não sabe oferecer.
Plaza Hotel Lucchesi Custo-benefício
Na beira do rio, atrás de Santa Croce, com um terraço na cobertura que olha para San Miniato. Os quartos voltados para o Arno valem o acréscimo; os dos fundos são mais silenciosos.
Hotel Balestri Econômico
Endereço familiar à beira da água, entre a Galeria Uffizi e Santa Croce, tocado pela mesma família há muito tempo. Simples, bem localizado, e um dos poucos preços contidos a essa distância do rio.
Prós
- Mercado, mercearias e restaurantes de bairro
- Bem mais calmo já a duas ruas da basílica
Contras
- A Piazza Santa Croce vai até tarde
- Conte dez a quinze minutos a pé até o Duomo
O Oltrarno: Santo Spirito e San Frediano Margem esquerda, em frente ao centro
para os ateliês de artesãos e as noites de bairro
Do outro lado do rio, os térreos ainda são oficinas: douradores, marceneiros, encadernadores, molduradores. O Palácio Pitti e o Jardim de Boboli ocupam a parte alta do setor, e MathildeFlor descreve esse jardim como « um verdadeiro refúgio de paz dentro da cidade de Florença », o que vale também para as ruas em volta. Atravessa-se em cinco minutos pelo Ponte Vecchio ou pelo Ponte Santa Trinita. Bom saber: a Piazza Santo Spirito é o terraço preferido da cidade e não se cala antes de uma da manhã.
O que ver e fazer no bairro
Onde ficar neste bairro
Hotel Lungarno Luxo
No Borgo San Jacopo, com os pés no Arno e quartos que olham o Ponte Vecchio de viés. Coleção de arte nas paredes e serviço muito caprichado: é o endereço da margem esquerda.
Hotel Palazzo Guadagni Custo-benefício
Um palácio do século XVI na Piazza Santo Spirito, cuja loggia do último andar serve de terraço. Quartos sóbrios e grandes. Pegue um que dê para o pátio se quiser dormir antes da meia-noite.
Ostello Santa Monaca Econômico
Um hostel instalado num antigo convento de San Frediano, a dois passos da Capela Brancacci. Quartos compartilhados, cozinha coletiva e tarifas entre as mais baixas do centro para uma localização que não tem nada de periférica.
Prós
- Ateliês, trattorias e preços de bairro
- O centro a cinco minutos pelas pontes
Contras
- A Piazza Santo Spirito é barulhenta até tarde
- Poucos hotéis grandes, é preciso reservar cedo
San Niccolò e o Piazzale Michelangelo A colina ao sul do Arno
para a vista, se a subida não incomodar você
Embaixo, San Niccolò é um vilarejo de duas ruas com seus bares de vinho, encaixado entre o rio e a colina. Em cima, o Piazzale Michelangelo e a igreja de San Miniato al Monte dão a vista que todo mundo traz de Florença. As vilas do Viale dei Colli oferecem jardins e um silêncio de verdade. O revés é simples e convém medi-lo antes de reservar: cada volta do jantar é uma subida, e não há nenhum hostel na colina.
A igreja de San Miniato fica afastada do centro da cidade. Para chegar lá, você vai ter que subir até um dos pontos mais altos de Florença.
O que ver e fazer no bairro
Onde ficar neste bairro
Hotel Villa Cora Luxo
Uma vila do século XIX no Viale Machiavelli, com parque, piscina e transfer para o centro. Calma total, a quinze minutos a pé da Porta Romana, ladeira abaixo.
Hotel Silla Custo-benefício
À beira da água em San Niccolò, com um terraço no primeiro andar que olha para os cais em frente. No pé da colina, portanto sem a subida diária, e o centro a dez minutos pelo Ponte alle Grazie.
Hotel David Custo-benefício
Uma vila familiar no pé do Viale Michelangiolo, a leste, com jardim e estacionamento, o que é raro por aqui. Conte vinte minutos a pé até Santa Croce, ou o ônibus.
Prós
- A vista da cidade e um silêncio de verdade à noite
- O único setor em que estacionar é simples
Contras
- Sobe, a cada volta
- Nenhum hostel, pouca escolha abaixo de 120 EUR
Nossas dicas para reservar bem
- Os horários de entrada se reservam antes do quarto: A Galeria Uffizi, a Galeria da Academia e a cúpula do Duomo se visitam com hora marcada, e os horários costumam esgotar semanas antes na alta temporada. Reserve esses horários primeiro e escolha o hotel depois: é a ordem lógica, já que suas manhãs vão estar fixadas. Nossos membros voltam todos a esse ponto, como Ariane, que aconselha reservar as visitas com antecedência para evitar as filas intermináveis.
- De carro, a zona de tráfego limitado se paga: Todo o centro histórico é zona de tráfego limitado, vigiada por câmeras: uma entrada não autorizada vira uma multa que chega meses depois, uma por passagem. Se você chega de carro, informe a placa ao hotel antes de rodar para o centro, ou deixe o veículo num estacionamento na periferia. Na colina e do lado da estação, vários endereços têm estacionamento de verdade.
- Olhe o andar, o elevador e para onde dá a janela: O centro é tombado, então os hotéis ocupam andares de palácios antigos que não se pode transformar. O elevador não é garantido, as escadas são íngremes e as janelas seguram pouco do barulho da rua. Três perguntas antes de pagar: qual andar, se há elevador, e se o quarto dá para a rua ou para o pátio. A resposta da terceira decide suas noites.
- Pegar um quarto na Piazza Santo Spirito ou na Piazza Santa Croce pelo clima, sem saber que essas duas praças são as mesas noturnas de Florença. O barulho segura até o meio da noite. Os mesmos setores são perfeitos uma rua adiante: basta pedir um quarto que dê para o pátio.
- Reservar nas ruas logo atrás da estação achando que está fazendo negócio. A estação em si é bem localizada, mas algumas ruas ao norte dos trilhos são apagadas e pouco agradáveis depois que escurece. Por preço quase igual, a Praça Santa Maria Novella ou a Via Faenza são uma escolha bem melhor.
- Economizar dormindo fora do centro, em Novoli, Rifredi ou Campo di Marte, quando a cidade inteira se percorre a pé. Você ganha trinta ou quarenta euros por noite e devolve isso em deslocamentos e noites encurtadas. Sair do centro aqui só se justifica se você tiver carro e dias na Toscana.
Perguntas frequentes: onde ficar em Florença
Qual bairro escolher para uma primeira visita a Florença?
Onde ficar gastando pouco em Florença?
Florença é boa para famílias?
Onde sair à noite em Florença?
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