Port de Saint-Tropez

Onde ficar em Saint-Tropez: os melhores bairros (2026)

A península tem uma única estrada, e no verão ela entope. Uma associada da Avygeo resolveu isso há muito tempo: ela chega no bateau vert, a barca que atravessa o golfo desde Sainte-Maxime. Aqui se escolhe primeiro o jeito de chegar e só depois o bairro.

Depois vem o calendário. No hotel mais modesto da vila, o mesmo quarto custa cerca de 165 EUR fora de temporada e quase 700 EUR em agosto; já os palaces do porto jogam em outro campeonato o ano inteiro. Vêm a seguir a vila, as praias e a outra margem do golfo.

Saint-Tropez: seus iates, seus engarrafamentos, seus cafés caros no porto... mas não só isso! Adoro ir para lá de barco verde, e passear pelo porto e por suasruas estreitas (super bem cuidadas).

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A vila, do porto à cidadela Entre o quai Jean Jaurès e a place des Lices

para fazer tudo a pé e sair à noite

A velha Saint-Tropez cabe em algumas centenas de metros: o porto e suas fachadas ocre onde os iates se alinham diante dos barcos de pesca, as vielas da Ponche atrás, a place des Lices e sua feira de terça e sábado, e a cidadela dominando tudo. Tudo se faz a pé, e é o único setor de onde dá para jantar e voltar sem pegar o carro. O reverso é conhecido: é o mais caro, o mais movimentado, e os terraços do porto cobram pelo cenário.

Eu tinha um certo preconceito com esse porto, mas ele é muito agradável e até bem típico, se a gente esquecer os iates.

O que ver e fazer no bairro

Porto de Saint-Tropez

Porto de Saint-Tropez

+20 recomendações

Onde ficar neste bairro

Le Byblos Luxo

A instituição da vila desde 1967, na avenue Paul Signac, a dois passos da place des Lices. Um povoado provençal de fachadas coloridas, com pátio, piscina e a boate que criou sua lenda.

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Hôtel La Ponche Luxo

No bairro de pescadores que deu nome ao hotel, encostado na rocha acima da praiazinha. Cinco estrelas, mas em casas de vila encaixadas umas nas outras em vez de um palace: o endereço mais discreto do alto padrão tropeziano.

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Lou Cagnard Econômico

Uma casa provençal de dezoito quartos na avenue Paul Roussel, com jardim, piscina e estacionamento privativo, a poucos passos da place des Lices. É o endereço mais acessível da vila, o que aqui significa cerca de 165 EUR fora de temporada e bem mais em agosto.

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Prós

  • A feira da place des Lices, terça e sábado
  • O único setor de onde se janta e se volta a pé

Contras

  • As tarifas mais altas da península
  • Multidão e trânsito de junho a setembro
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As praias: Salins, Canebiers e Pampelonne A leste e ao sul, entre vinhas e areia

para acordar a cinco minutos da água

Passada a cidadela, a península se desdobra em vinhas, pinheiros e praias. Les Salins e Les Canebiers, a leste, são familiares e abrigadas; Pampelonne, ao sul, alinha seus clubes de praia por cinco quilômetros de areia, no município de Ramatuelle. Os hotéis daqui têm piscina, jardim e estacionamento, o que a vila quase nunca oferece. O reverso: o carro se torna indispensável, e a ida e volta ao porto pode levar meia hora em agosto.

Infelizmente, no verão, lota de gente. Recomendo ir fora de temporada, bem cedo de manhã ou no fim do tarde. Boa dica, os estacionamentos são gratuitos antes das 10h e depois das 19h.

Onde ficar neste bairro

Airelles Saint-Tropez, Château de la Messardière Luxo

Um castelo do fim do século XIX numa colina acima da baía de Pampelonne, num parque de vários hectares. É o palace da península, com as tarifas e a vista que isso implica.

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Hôtel Le Pré de la Mer Custo-benefício

Uma casa baixa de venezianas azuis na route des Salins, cercada de jardim, a poucos minutos a pé da praia dos Canebiers. Dorme-se em paz, com a vila a um quarto de hora pela trilha do litoral.

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Hôtel Saint André Custo-benefício

Três estrelas no município de Ramatuelle, entre as vinhas e a estrada de Pampelonne, com piscina e estacionamento. O meio-termo para ficar perto da areia sem pagar as tarifas de frente para a praia.

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Prós

  • Piscina, jardim e estacionamento, raros na vila
  • Les Salins e Les Canebiers, mais calmas que Pampelonne

Contras

  • Carro indispensável para tudo
  • Meia hora até o porto nos piores horários de agosto
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Em frente, Sainte-Maxime Do outro lado do golfo, a um quarto de hora de barco

para chegar de barco e pagar menos

A cidade em frente olha Saint-Tropez da outra margem, e a barca liga os dois portos em um quarto de hora, sem um metro de engarrafamento. Ali há uma praia de areia de verdade no centro, comércio aberto o ano todo e hotéis com preços de estação balneária do Var, sem o acréscimo tropeziano. O reverso: você não está em Saint-Tropez, a última barca sai cedo fora de temporada, e aí resta dar a volta em todo o golfo de carro.

Onde ficar neste bairro

Hostellerie de la Belle Aurore Luxo

Com os pés na água no boulevard Jean Moulin, com piscina de frente para o golfo e a vista de Saint-Tropez de brinde. O alto padrão da margem norte, por uma fração das tarifas de lá.

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Les Santolines Custo-benefício

Um endereço tranquilo nas alturas da Croisette, com piscina e vista para a baía. É preciso carro, ou dez minutos a pé, para descer até o porto e a barca.

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Les Jardins de Sainte-Maxime Custo-benefício

Um três estrelas com piscina e jardim, a poucos minutos do centro e do embarcadouro. Sem caráter especial, mas exatamente o tipo de endereço que já não existe do outro lado do golfo.

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Prós

  • A barca, que evita a única estrada de acesso
  • Tarifas sem qualquer comparação com as da vila

Contras

  • Você não dorme em Saint-Tropez, e à noite isso se sente
  • Última barca cedo fora de temporada, senão a volta pelo golfo

Nossas dicas para reservar bem

  • Chegar pelo mar em vez da estrada: A península é servida por uma única estrada departamental que, de junho a setembro, satura. As barcas atravessam o golfo desde Sainte-Maxime em um quarto de hora e também atendem Port-Grimaud e Les Marines de Cogolin. Uma associada da Avygeo conta que vai assim há anos, e é o melhor conselho de logística que se pode dar aqui: a travessia custa o preço de uma passagem de barco, enquanto um dia de estacionamento em Saint-Tropez costuma custar mais.
  • O calendário pesa mais que o endereço: A mesma cama pode quadruplicar de preço entre novembro e meados de agosto. Fora de temporada encontram-se quartos na vila por volta de 165 EUR; em plena temporada esse número chega perto de 700 EUR pelo mesmo quarto. Duas consequências: reserve bem cedo se suas datas forem fixas e, se não forem, mire maio, junho ou setembro, quando o mar está bom, os terraços abertos e a estrada livre. Vários associados da Avygeo, sem combinar, dão exatamente esse conselho.
  • Pampelonne se pega antes das dez: A grande praia fica no município de Ramatuelle, a cinco quilômetros da vila, e no verão lota rápido. Uma associada da Avygeo dá a dica exata: os estacionamentos são gratuitos antes das dez e depois das dezenove horas, e são também os horários em que a areia fica suportável. No resto do dia, melhor mirar Les Salins ou Les Canebiers, menores mas bem mais calmas.
Onde evitar ficar em Saint-Tropez (sinceramente)
  • Reservar na vila de carro sem conferir o estacionamento: as vielas são proibidas ou impraticáveis, e os estacionamentos públicos são caros e lotam no meio da manhã em temporada. Os hotéis que anunciam estacionamento privativo cobram por ele, mas poupam uma hora de rodar em círculos.
  • Escolher um endereço « em Saint-Tropez » sem olhar o município: parte dos hotéis vendidos com esse nome fica em Ramatuelle, Gassin ou Cogolin, às vezes a dez quilômetros. Não é um defeito em si, desde que você saiba antes de reservar e tenha carro.
  • Contar com a vila para uma viagem econômica: simplesmente não há albergue nem hotel barato, e o endereço mais modesto supera de longe as tarifas de uma cidade litorânea comum. Com orçamento apertado, a outra margem do golfo é a resposta real.

Perguntas frequentes: onde ficar em Saint-Tropez

Que setor escolher para uma primeira visita a Saint-Tropez?
A vila, entre o porto e a place des Lices: a feira, a cidadela, o museu da Annonciade e as vielas da Ponche cabem em um quarto de hora a pé, e é o único setor de onde dá para jantar e voltar caminhando. Em troca, é onde as tarifas são mais altas.
Onde dormir barato em Saint-Tropez?
Sinceramente, em lugar nenhum da vila: o endereço mais modesto começa em cerca de 165 EUR fora de temporada e sobe para quase 700 EUR em agosto. A resposta real é a outra margem do golfo, em Sainte-Maxime ou Port-Grimaud, de onde a barca deixa você no porto em um quarto de hora. Na península não há albergue nem dormitório coletivo.
Saint-Tropez é boa para famílias?
Sim, escolhendo as praias do leste: Les Salins e Les Canebiers são abrigadas e bem mais calmas que Pampelonne, e os hotéis do setor costumam ter piscina, jardim e estacionamento. Já a vila é incômoda com crianças pequenas, entre vielas, multidão e falta de vaga.
Quando ir a Saint-Tropez?
Em maio, junho ou setembro. O mar já está ou ainda está bom, os terraços abertos, a estrada livre e os preços caem um degrau. Vários associados da Avygeo recomendam explicitamente a baixa temporada para reencontrar um clima mais local, tanto no porto quanto em Pampelonne. Em julho e agosto, tudo se reserva com muita antecedência.
Precisa de carro em Saint-Tropez?
Não se você dorme na vila: tudo se faz a pé e a barca substitui a estrada para chegar. Ele passa a ser indispensável assim que você dorme do lado das praias ou das vinhas, onde nada se alcança de outro jeito. Como estacionar na vila é raro e caro, o ideal costuma ser vir sem carro e alugar uma scooter ou uma bicicleta no local.
Quanto custa uma noite de hotel em Saint-Tropez?
O piso da vila gira em torno de 165 EUR fora de temporada, e o mesmo quarto se aproxima de 700 EUR no auge do verão. Os hotéis das praias e das vinhas costumam ficar entre esses dois extremos, e os palaces da península são uma categoria à parte o ano inteiro. Em Sainte-Maxime, em frente, encontram-se as tarifas de uma estação balneária comum do Var.

Sobre o autor

Bill
Bill
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Membro desde 02/2013

Il fut un temps où je rêvais d’être digital nomad. C’est à cette période que j’ai imaginé et créé la première version d’Avygeo (anagramme de voyage), avec l’envie de mieu…

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