Plaza de la Liberacion à Guadalajara

Onde ficar em Guadalajara: os melhores bairros (2026)

Todo mundo vem a Guadalajara pelos mariachis e imagina que precisa dormir perto da Plaza de los Mariachis. É o erro clássico da primeira viagem: hoje a praça está espremida entre duas avenidas enormes, e é em Tlaquepaque, nove quilômetros a sudeste, que os músicos ainda tocam embaixo de um coreto.

Fica de pé a escolha de verdade: os monumentos do centro, as mesas na calçada da Colonia Americana ou a calma dos povoados engolidos pela metrópole. Cinco setores, dois deles avançando sobre municípios vizinhos. Os preços continuam gentis: 350 pesos a cama em quarto compartilhado, menos de 20 EUR, e de 850 a 1.150 pesos o quarto individual bem cuidado, ou seja, de 45 a 60 EUR.

Embora um dia tenha sido o coração dos shows de mariachis, hoje a praça está bastante deserta e, sobretudo, espremida entre a gigantesca e barulhentíssima avenida Independencia e a grande avenida Javier Mina.

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O mapa dos bairros em Guadalajara

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1

Centro Histórico O quadrado das quatro praças

para uma primeira visita, tudo a pé

A catedral de duas torres abre para quatro praças em fila: a Plaza de Armas, pequena e acolhedora, a ampla Plaza de la Liberación entre o palácio do governo e o Teatro Degollado, e depois a Plaza Tapatía, que segue até o Hospício Cabañas e seus murais de Orozco. Tudo cabe em vinte minutos de caminhada, e é aqui que a escolha de hotéis é maior. O revés: a esplanada do Cabañas tem pouco charme, e o Mercado Libertad, ao lado, é um labirinto em que convém entrar acompanhado.

O que ver e fazer no bairro

Catedral Metropolitana de Guadalajara

+7 recomendações
Plaza de Armas

+7 recomendações
Praça da Libertação

+7 recomendações
Palácio do Governo

+7 recomendações

Onde ficar neste bairro

Hotel Morales Historical & Colonial Downtown Luxo

Um prédio colonial do século XIX na avenida Ramón Corona, com pátio coberto por um vitral e 98 quartos. O endereço de caráter do centro, a cinco minutos da catedral.

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Hotel Francés Custo-benefício

Aberto em 1610, é o hotel mais antigo da cidade e monumento nacional desde 1982: pátio de colunas, elevador antigo, três estrelas. Logo atrás do palácio do governo.

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Hostel Hospedarte Centro Econômico

Hostel da rua Maestranza, a cem metros do Francés, com café da manhã continental e terraço. O preço mínimo para dormir no meio dos monumentos.

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Prós

  • Catedral, Degollado e Hospício Cabañas nas mesmas ruas
  • Todos os orçamentos, da cama em quarto compartilhado ao casarão colonial restaurado

Contras

  • As praças se esvaziam cedo durante a semana
  • Os arredores do Mercado Libertad pedem atenção
2

Colonia Americana Lafayette e Chapultepec

para as mesas na calçada e a vida de bairro

Casarões art déco viraram cafeterias de café especial, bares de mezcal e cozinhas abertas até tarde: é aqui que a cidade sai. Dois marcos se destacam, o Templo Expiatorio neogótico e, em frente, o Paraninfo da universidade, cuja cúpula traz murais de Orozco. O resto se vive na calçada, entre a avenida Chapultepec e a rua Lafayette. O revés: pouca coisa para visitar e noites barulhentas de quinta a sábado.

Onde ficar neste bairro

Casa Habita Luxo

A antiga Casa Fayette, rebatizada: uma casa dos anos 1940 na rua Lerdo de Tejada, 37 quartos, piscina e bar na cobertura, spa no nono andar. O endereço mais bonito do bairro.

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Six Hotel Expiatorio Custo-benefício

Hotel de design na ponta leste do bairro, em frente ao Templo Expiatorio. Quartos limpos e sem firulas, no meio do caminho entre as mesas da Chapultepec e o centro.

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Casa Vilasanta Econômico

Casa de hóspedes da rua Rayón, com cozinha e sala compartilhadas: 350 pesos a cama em quarto compartilhado, 780 o quarto individual. O melhor custo-benefício do bairro.

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Prós

  • As melhores cozinhas e os bares de mezcal na porta do prédio
  • Vinte e cinco minutos a pé da catedral

Contras

  • Barulhento de quinta a sábado
  • Poucos monumentos para visitar por perto
3

Minerva e Expo O oeste, ao longo da López Mateos

para feiras, congressos e as grandes redes

Uma sequência de rotatórias ao longo da avenida López Mateos: a Minerva e sua estátua, os Arcos, depois as torres de hotéis, os shoppings e o centro de convenções da Expo Guadalajara. Ninguém vem aqui para passear: vem porque é aqui que as grandes redes têm seus quartos e que acontecem as feiras. O revés: a pé não funciona nada, e são vinte minutos de carro até o centro.

Onde ficar neste bairro

Hotel Riu Plaza Guadalajara Luxo

Torre cinco estrelas na avenida López Mateos, piscina na cobertura e vista para a cidade. Prática para uma feira e bem ligada a todo o oeste.

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Hotel Las Pergolas Custo-benefício

Cento e cinquenta quartos na avenida Morelos, piscina aquecida e bar no terraço, a dois passos da Minerva. Aceita animais.

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ibis Guadalajara Expo Econômico

Três estrelas com 159 quartos na avenida Mariano Otero, ao lado da Expo Guadalajara. Sem surpresas, mas é o preço mínimo do setor.

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Prós

  • A Expo Guadalajara e os shoppings ao alcance
  • A maior escolha de redes internacionais

Contras

  • Nenhum interesse a pé
  • Vinte minutos de carro do centro histórico
4

Providencia e Zapopan O noroeste, dividido entre dois municípios

para o sossego, os parques e as viagens em família

Aqui dois municípios se encostam sem que nada avise: Providencia pertence a Guadalajara, enquanto Zapopan é uma cidade à parte, com sua basílica e o bairro de compras de Andares. Entre os dois se estende o bosque de Los Colomos, que uma avaliação da comunidade descreve como o pulmão verde da cidade, bom para correr ou para levar as crianças. O revés: as distâncias. Dorme-se no sossego, mas cada saída ao centro passa por um táxi ou pelo trem leve.

O que ver e fazer no bairro

Bosque Los Colomos

+7 recomendações

Onde ficar neste bairro

Hyatt Regency Andares Guadalajara Luxo

O grande hotel do bulevar Andares, em Zapopan, no meio das lojas e dos restaurantes. Conforto internacional, longe do barulho do centro.

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NH Collection Guadalajara Providencia Custo-benefício

O endereço do grupo NH em Guadalajara, sob a bandeira superior NH Collection: Sao Paulo 2334, em pleno Providencia, bairro de negócios e residencial que silencia à noite.

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Hotel Casa Zapopan Econômico

Trinta quartos a poucos passos da estação Zapopan Centro do trem leve: 847 pesos o individual, 1.089 o duplo. A basílica fica no fim da rua.

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Prós

  • O bosque de Los Colomos para correr e respirar
  • Noites tranquilas e uma estação de trem leve em Zapopan

Contras

  • Oito quilômetros do centro histórico
  • Pouca vida de rua depois que o comércio fecha
5

Tlaquepaque O sudeste, município de San Pedro Tlaquepaque

para o artesanato e os mariachis

San Pedro Tlaquepaque não é um bairro de Guadalajara, e sim um município vizinho, engolido pela metrópole sem perder o ar de cidade pequena. Anda-se entre galerias de cerâmica e de vidro soprado, senta-se no Jardín Hidalgo embaixo do coreto e janta-se em El Parián, um pátio inteiro de cantinas em que os mariachis passam de mesa em mesa. O revés: nove quilômetros até a catedral e ruas lotadas no fim de semana.

Tlaquepaque é uma cidade tranquila que continua muito autêntica, com seus encontros de mariachis embaixo do enorme coreto.

O que ver e fazer no bairro

Paróquia de São Pedro

+7 recomendações

Onde ficar neste bairro

La Villa del Ensueño Luxo

Vinte quartos em dois prédios neocoloniais da rua Florida, piscinas, hidromassagem e café da manhã incluído. Aberto desde 1996, no coração das galerias.

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Quinta Don Jose Boutique Hotel Custo-benefício

Hotel-boutique da rua Reforma, com pátio, piscina e restaurante italiano. A três minutos a pé do Jardín Hidalgo e do El Parián.

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Casa del Retoño Econômico

Oito quartos em volta de um pátio arborizado, na rua Matamoros, com café da manhã completo servido de manhã. A cinco minutos a pé do coreto.

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Prós

  • As galerias de artesanato e o El Parián a pé
  • Casas com pátio pelo preço de um hotel de rede

Contras

  • Nove quilômetros do centro histórico
  • Ruas lotadas no sábado e no domingo

Nossas dicas para reservar bem

  • Até onde o trem leve realmente vai: O trem leve atravessa a cidade de norte a sul e atende tanto o centro histórico quanto o centro de Zapopan: é o jeito mais simples de dormir no sossego sem ficar isolado. A Tlaquepaque ele não vai, e para lá é táxi ou aplicativo, uns vinte minutos desde o centro. O aeroporto fica a meia hora, ao sul.
  • As datas em que os quartos somem de uma vez: A Feira Internacional do Livro, no fim de novembro e começo de dezembro, é o maior compromisso da cidade: os hotéis do centro e do oeste enchem com meses de antecedência e os preços sobem bastante. As festas de outubro têm o mesmo efeito, espalhado por mais dias. No resto do ano, reservar duas ou três semanas antes já basta.
  • O que dá para visitar em um dia saindo da cidade: O povoado de Tequila fica a uma hora de estrada, no meio dos campos de agave azul, e se faz muito bem em um dia. O lago de Chapala, ao sul, pede mais ou menos o mesmo tempo. Mais perto, ao norte da cidade, a barranca de Oblatos abre um cânion de seiscentos metros de profundidade; o zoológico que a domina oferece o melhor ponto de vista.
Onde evitar ficar em Guadalajara (sinceramente)
  • Reservar perto da antiga rodoviária ou na periferia distante para economizar dez euros: esses setores não oferecem nada à noite e o trajeto diário come a economia. O centro tem quartos decentes pelo mesmo preço.
  • Pegar um quarto na avenida Chapultepec ou virado para o El Parián se você tem sono leve: a música e as mesas na calçada aguentam até o amanhecer, de quinta a domingo. Peça um quarto voltado para o pátio, quase todo hotel colonial tem.
  • Escolher o hotel para ficar perto da Plaza de los Mariachis: hoje a praça está espremida entre duas avenidas enormes e os músicos se reúnem sobretudo embaixo do coreto de Tlaquepaque. Durma onde você quer passar as noites.

Perguntas frequentes: onde ficar em Guadalajara

Qual bairro escolher para a primeira vez em Guadalajara?
O Centro Histórico. Catedral, Teatro Degollado e Hospício Cabañas cabem em vinte minutos de caminhada, e é aqui que a escolha de hotéis é maior. Para sair à noite, a Colonia Americana fica a vinte e cinco minutos a pé.
Onde ficar gastando pouco em Guadalajara?
A cama em quarto compartilhado gira em torno de 350 pesos, menos de 20 EUR, tanto na rua Maestranza, no centro, quanto nas casas de hóspedes da Colonia Americana. Um quarto individual simples e bem cuidado fica entre 850 e 1.150 pesos, de 45 a 60 EUR. Tlaquepaque e Zapopan não têm hostel.
Qual bairro para famílias?
Providencia e Zapopan, pelas ruas tranquilas à noite e pelo bosque de Los Colomos, onde se corre e se leva as crianças. O trem leve liga Zapopan ao centro, o que evita pegar o carro a cada passeio.
Onde sair à noite em Guadalajara?
Na Colonia Americana, em volta da avenida Chapultepec e da rua Lafayette: é ali que estão os bares de mezcal e as cozinhas abertas até tarde. Para música ao vivo, o El Parián, em Tlaquepaque, vale mais que a Plaza de los Mariachis, hoje espremida entre duas avenidas.
Precisa de carro em Guadalajara?
Não. O centro se faz a pé, o trem leve atende o norte e o sul, e os aplicativos de corrida custam pouco até Tlaquepaque ou Zapopan. Um carro só serve mesmo para ir a Tequila ou ao lago de Chapala no seu ritmo, e estacionar no centro é um sufoco.
Quanto custa uma diária de hotel em Guadalajara?
O quarto compartilhado gira em torno de 18 EUR e o individual fica entre 45 e 60 EUR. Um hotel colonial do centro ou uma casa com pátio em Tlaquepaque sai mais por 70 a 120 EUR; os endereços de design e as grandes redes do noroeste passam disso. Durante a Feira do Livro esses valores sobem bastante.

Sobre o autor

Bill
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Il fut un temps où je rêvais d’être digital nomad. C’est à cette période que j’ai imaginé et créé la première version d’Avygeo (anagramme de voyage), avec l’envie de mieu…

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