Museu do Quai Branly: avaliações, preço e dicas práticas

+38
recomendações
4.3/5 6 avaliações
37 quai Branly, 75007 Paris, França
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A partir de € 14 (cerca de R$ 90)*
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Musée du quai Branly

Visitar o Museu do Quai Branly

Em Paris, às margens do rio Sena, fica o Museu do Quai Branly. Antigamente conhecido como museu das civilizações não europeias, ele adotou em 2016 o nome do ex-presidente que idealizou o projeto, Jacques Chirac.

História

Nesse mesmo terreno funcionava em 1852 o Garde meuble national (mobiliário nacional da França), e depois o local abrigou o centro de ofícios durante a Exposição Universal de 1937.

O espaço estava nos planos das grandes obras públicas iniciadas por François Mitterrand para abrigar um imenso centro internacional de congressos. No entanto, os moradores da região e a própria prefeitura resistiram fortemente à iniciativa. O governo de Alain Juppé acabou por abandonar o plano em 1994.

Com o impulso de Jacques Kerchache, especialista em artes primitivas que levou a causa diretamente a um presidente já interessado pelo tema, o museu do Louvre abriu um departamento dedicado a essas expressões artísticas. Quatro anos mais tarde, em 1999, um concurso de arquitetura definiu o projeto do novo espaço. O vencedor foi Jean Nouvel, que decidiu ampliar as áreas verdes para 17.500 m².

O museu abriu suas portas ao público em 23 de junho de 2006.

O Museu do Quai Branly Jacques Chirac

A visitação anual oscila entre 1 milhão e 1,5 milhão de visitantes, o que o posiciona como um dos museus de arte primitiva mais visitados do mundo.

Nos prédios anexos funcionam uma livraria, uma mediateca e um teatro adaptável para apresentações musicais ou sessões de cinema.

O vasto jardim, projetado por Gilles Clément, reúne mais de 70.000 samambaias, árvores, arbustos, além de terraços e espelhos d'água.

O acervo monumental conta com mais de 1,3 milhão de peças. A mediateca disponibiliza mais de 300.000 documentos para consulta livre.

Trata-se de um espaço singular, ideal para quem aprecia a arte de diferentes culturas e para quem deseja conhecê-la de perto.

A partir de € 14 (cerca de R$ 90)*Reserva recomendada
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Horários

Segunda-feira Fechado
Terça-feira 10:30-19:00
Quarta-feira 10:30-19:00
Quinta-feira 10:30-22:00
Sexta-feira 10:30-19:00
Sábado 10:30-19:00
Domingo 10:30-19:00

Fonte dos horários: © OpenStreetMap contributors

Horários indicativos sujeitos a alterações

*Informações sujeitas a variação

Avaliações sobre Museu do Quai Branly

Resumo de 6 avaliações
4.3/5
Nota média
+38 recomendações +38 -0 Pontuação ponderada pelo nível de experiência dos colaboradores: a recomendação de um membro nível 3 vale por 3.
Recomendações totais

Notas por tipo de visita

Em família
4.2
Em casal
4.3
Com amigos
4.3

Classificação Avygeo

#23
no mundo
#23
em Europa
#15
em França
#9
em Paris

Super museu

Embora esse museu seja menos conhecido do que alguns grandes museus parisienses, ele é realmente muito interessante. As coleções são ricas e variadas e se estendem por diferentes níveis. As coleções são classificadas por país e fazem a gente viajar de verdade. Costuma haver exposições temporárias que mudam, o que é top.

9
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Nota geral :
Em família :
A dois :
Com amigos :

Viajar sem sair de Paris

O Museu do Quai Branly é muito diferente de tudo, já que as exposições e as coleções permanentes permitem que a gente viaje por vários continentes sem nem sair da capital. Gosto especialmente das máscaras africanas. No geral, acho que as peças são muito bem valorizadas pela iluminação e pela disposição das salas.

10
Recomenda :
Nota geral :
Em família :
A dois :
Com amigos :

Uma visita diferente

É bem raro conseguir ver um museu que se interessa pelas culturas da África, da Ásia, da Oceania (em Marseille a gente tem algumas coleções na Vieille Charité). Dizer que eu gostei bastante de poder viajar e ampliar meus horizontes é pouco.

O lugar também é muito agradável com sua fachada verde. Tudo é muito bem pensado, a expografia é imersiva. Enfim, não perca se você se interessa!

9
Recomenda :
Nota geral :
Em família :
A dois :
Com amigos :

Café na cobertura

Fui ao Museu do Quai Branly, criação do presidente Jacques Chirac, essencialmente por causa do café na cobertura, que é muito agradável. Não dá para perder com a fachada de plantas, que foi super inovadora na inauguração em 2006. Lá dentro, a gente descobre a arte de vários países, organizada por continente. É um pouco longo demais e específico demais para o meu gosto. Tem que curtir muito esse estilo de museu para aproveitar, mesmo que dê para ver peças lindas.

8
Recomenda :
Nota geral :
Em família :
A dois :
Com amigos :

Descobrindo as culturas do mundo

Eu gosto muito desse museu enorme que abre as portas para as civilizações do mundo inteiro. Descobrindo a riqueza infinita das coleções, eu sempre enxergo o Quai Branly como um verdadeiro convite à viagem. A parte dedicada à Austrália e à Indonésia continua sendo a mais impressionnante para mim, porque eu nunca vi nada parecido em nenhum outro lugar.

As exposições temporárias são sempre magníficas. A última, "Au fil de l'or", me fez descobrir Guo Pei, uma estilista chinesa cujas criações douradas ainda me deixam maravilhado(a). Menos conhecido, o museu também programa espetáculos lindíssimos relacionados às exposições, como recentemente o fabuloso balé real do Camboja.

9
Recomenda :
Nota geral :
Em família :
A dois :
Com amigos :

Ambiente original e programação interessante

Por fora, esse museu parisiense se destaca dos outros com o seu jardim bonito. Dá vontade de dizer que é de inspiração japonesa, mas na verdade eu não sei.
Não tive a oportunidade de visitar as exposições permanentes. Fui para assistir a um concerto de músicos tradicionais mexicanos: violinistas, violonistas... (não venham reduzir esses músicos a mariachis!). Show muito bom.

8
Recomenda :
Nota geral :
Em família :
A dois :
Com amigos :