Ubud

Top 8 das cidades mais bonitas de Indonésia para visitarClassificação 2026

Descubra as cidades favoritas dos nossos membros em Indonésia. Não hesite em publicar as suas próprias avaliações para participar nesta classificação colaborativa.

As cidades de Indonésia preferidas dos nossos membros, aprovadas pela redação

#1 Ubud +14 recomendações

Centro cultural da Indonésia, Ubud é famosa por seus impressionantes terraços de arroz, templos e artesanato, situando-se bem no coração da ilha hinduísta de Bali. Principal polo artístico do país na confluência de dois rios, você poderá assistir a apresentações de legong e gamelan, dança e música tradicionais, além de visitar suas inúmeras galerias de arte. Quem gosta de natureza selvagem também vai se encantar, pois a floresta tropical local surpreende. O nome Ubud vem de uma palavra que significa medicina, cultivando um laço histórico com as plantas medicinais. É dentro dessa pegada que surge a enorme oferta de retiros de trilha, ioga e spas. Você também terá a chance de testar a massagem balinesa a quatro mãos e provar pratos refinados da culinária local, como o nasi goreng (arroz frito), o bebek betutu (pato temperado) e o babi guling (porco à moda balinesa).

O clima é tropical e equatorial, com uma estação seca de abril a outubro e uma estação chuvosa de novembro a fevereiro. As chuvas costumam se concentrar mais em janeiro e fevereiro.

Uma selva no meio da cidade, em harmonia com a natureza e os macacos

Comece pelo Monkey Forest Sacred Sanctuary, santuário localizado no coração de uma mata que abriga o templo da morte e dos maus espíritos, onde ninguém entra por motivos de superstição. Você vai gostar das esculturas hindus e do clima descontraído do lugar. Fique atento aos milhares de macacos que vivem ali, pois eles adoram tudo o que brilha ou pode ser comido. Se quiser alimentá-los, faça isso apenas na presença dos monkey experts, funcionários da reserva natural.

Siga para o Museu de Belas-Artes, o Purilukisan Museum. Lá você vai conhecer o estilo kamasan e as obras de Nyoman Lempad e Aries Smith. Quando anoitecer, passe no Puri Salen Ubud, o Palácio Real que marca o centro do vilarejo, onde rolam apresentações muito bonitas.

Um pouco mais adiante, a Lempad’s House vale a visita. Trata-se da antiga residência de um ilustre morador local, Gusti Nyoman Lempad, que viveu até os 116 anos. Outra construção marcante é a Walter Spies House, batizada em homenagem ao artista moscovita que recebia celebridades como Charlie Chaplin. Hoje em dia, qualquer um pode se hospedar ali, pois o local virou o Hotel Campuhan.

A arte em todos os cantos

O Neka Art Museum é uma instituição privada que conta a história da pintura balinesa e a influência ocidental em suas obras. Você vai curtir as explicações didáticas, a linha do tempo e a excelente seleção de artistas estrangeiros.

Quem gosta de arte também deve visitar o Museu de Antonio Blanco, conhecido como o Dali de Bali. O espaço é uma mansão muito bem cuidada. Suas obras, muitas vezes de caráter erótico, já foram alvo da censura local. Depois de ver o ateliê, vale tomar um refresco na varanda do Bridge Café, que tem uma vista bem agradável para o rio e os jardins.

Logo abaixo, não deixe de passar no templo Pura Gunung Lebah, cercado por muito verde e ideal para relaxar.

Como chegar

Companhias como Air France, KLM, Cathay Pacific, Qatar Airways, Singapore Airlines e Thai Airways oferecem voos saindo do Brasil com conexão em grandes hubs internacionais até Denpasar.

Como circular

Compre sua corrida de táxi da Blue Bird, a empresa oficial, direto no aeroporto por um preço fixo de aproximadamente 300.000 IDR (cerca de 100 reais). Conte com 1h30 a 2h30 de viagem dependendo do horário de chegada. O trânsito em Bali é bem intenso e raramente se passa dos 30 km/h.

Pequena e agradável, Ubud pode ser explorada facilmente a pé. Para chegar até os terraços de arroz, vale alugar uma bicicleta ou uma lambreta por cerca de 30.000 a 50.000 IDR por dia (aproximadamente 10 a 17 reais).

Imperdível

#2 Gili Trawangan +8 recomendações

Com as ilhas de Gili Meno e Gili Air, Gili Trawangan forma o pequeno arquipélago das ilhas Gili, situado ao noroeste de Lombok. Em sasak, a língua falada nesta região da Indonésia, Gili significa "pequena ilha". Gili Trawangan é a maior das três, com apenas 3,4 km² de superfície. Nestes ilhéus, os veículos motorizados são proibidos, ou seja, você só poderá circular a pé, de bicicleta ou de charrete. Em 2018, a região foi atingida por um terremoto de magnitude 7 que causou muitos danos.

Mergulhar em Gili Trawangan

A principal atividade em Gili Trawangan é o mergulho, seja com cilindro ou com snorkel. Vale a pena pegar um barco até o Nest, bem perto da ilha de Gili Meno. Trata-se de um conjunto de esculturas em forma humana criadas por Jason deCaires Taylor, com 48 personagens dispostos em círculo no fundo do mar, formando um ninho gigante. O objetivo é ajudar a regenerar o recife de corais nesta parte do oceano Índico. Outro espetáculo nas profundezas são as tartarugas marinhas, com as quais você talvez tenha a sorte de nadar.

As praias de Gili Trawangan são paradisíacas, com ótimos locais para ver o pôr do sol no lado oeste da ilha, principalmente perto do famoso balanço na água do hotel Ombak Sunset.

O que fazer em Gili Trawangan?

A ilha convida a caminhadas, seja à beira-mar ou no interior, subindo o morro de 73 metros de altura que oferece uma vista panorâmica das ilhas Gili, da ilha de Lombok e do monte Rinjani. Para relaxar, você pode alternar entre sessões de ioga, descanso na praia e massagens indonésias.

A atividade mais famosa de Gili Trawangan continua sendo a vida noturna animada até o amanhecer, seja na praia ou a bordo de um barco.

Perto do porto, um mercado noturno se monta todas as noites para você provar especialidades locais, como o Nasi Goreng, um prato de arroz frito com especiarias e legumes, ou os Satés, espetinhos de carne ou peixe grelhados na brasa. Perto do mercado, você pode acabar assistindo a uma competição de arte marcial tradicional, onde os oponentes lutam com bastões.

Quando ir?

A melhor época para visitar Gili Trawangan, na Indonésia, é durante a estação seca, entre maio e setembro. Os meses de julho e agosto correspondem à alta temporada, sendo uma boa alternativa para fugir das multidões de turistas que tomam conta de Bali nesse período.

Como chegar?

É possível pegar um barco de Bali para Gili Trawangan saindo dos portos de Amed, Sanur e Padangbai, seja em embarcação comum ou lancha rápida. De Lombok, os barcos partem do porto de Bangsal. Também dá para ir às ilhas vizinhas de Gili Meno e Gili Air comprando a travessia diretamente nas agências locais.

#3 Borobudur +4 recomendações

Borobudur é uma cidade localizada na ilha de Java, na Indonésia. Posicionada na planície de Kedu, ela fica em frente à cadeia de montanhas Menoreh e ao seu vulcão Merapi, que por muito tempo inspiraram os monges budistas que viam nessas montanhas um refúgio sagrado. O resultado é uma forte concentração de templos na região, incluindo o maior monumento budista do mundo, o templo de Borobudur, construído no século IX sob a dinastia Sailendra. Abandonado por volta do ano 1100 e durante muito tempo coberto por cinzas e vegetação, o templo foi descoberto no início do século XIX pelo governador de Java, Thomas Stamford Raffles.

O maior templo budista do mundo

A partir da década de 1970, o governo indonésio e a Unesco uniram forças para iniciar um plano de restauração do templo que salvou o edifício da ruína. Ele foi tombado em 1991 como Patrimônio Mundial da Humanidade. O templo representa um gigantesco stûpa, um símbolo budista em formato de sino, com 123 metros de comprimento e 43 metros de altura. Visto de cima, também é possível distinguir uma mandala, evocativa da cosmologia budista. Sua construção exigiu o deslocamento de quase 1.600.000 blocos de pedra vulcânica!

O templo é constituído por nove plataformas, sendo seis quadradas e três circulares no topo. A plataforma superior abriga um grande stûpa, cercado por outros 72 stûpas menores. O templo é coberto por afrescos que contam a história de Bouddha. No total, há 2.670 figuras em relevo. Dimentes e quatrocentas e sessenta são narrativas e relatam a transformação do príncipe Siddharta em Buda, bem como a ascensão de seu discípulo Sudhana até a verdade última. O templo de Borobudur também possuía originalmente 504 estátuas de Buda, das quais 43 desapareceu e pelo menos 300 estão danificadas.

A vale sagrado de Borobudur

Além do templo de Borobudur, toda a planície de Kedu foi alvo de ritos e crenças religiosas! A valia é particularmente fértil e luxuriante, cheia de arrozais e palmeiras, e as montanhas vivas que a cercam fascinaram muitas gerações. Próximo ao templo de Borobudur, encontram-se outros dois templos de interesse: o templo de Mendut e o templo de Pawon. O templo de Mendut abriga três grandes estátuas bem preservadas de Buda e simboliza o aprendizado dos preceitos budistas. Já o templo de Pawon comemora o momento em que o príncipe Siddharta alcançou a sabedoria suprema.

Todos os anos, entre maio e junho, durante a lua cheia, são organizadas procissões para celebrar o Vesak, o dia sagrado que comemora o nascimento e a morte na religião budista, sendo um feriado na Indonésia. Os fiéis iniciam sua peregrinação no Templo de Mendut antes de passar pelo de Pawon e terminam finalmente no templo de Borobudur.

Quando ir?

A melhor época para visitar Borobudur é a estação seca, que vai de maio/junho até outubro.

Como chegar?

A partir da rodoviária de Yogyakarta, pegue um ônibus ou um táxi até Borobudur. Você também pode ir ao local em uma excursão privativa organizada por uma agência.

Imperdível

#4 Tegalalang +3 recomendações

Tegallalang é um distrito na província de Gianyar, na ilha de Bali, na Indonésia. A região é famosa pelas paisagens de arroz em terraços, uma exploração agrícola tradicional esculpida nas encostas das colinas a 600 metros de altitude. Em uma localização estratégica entre a cidade de Ubud e o lago sagrado de Batur, o destino é uma parada obrigatória para quem viaja a Bali.

 

Arrozirais impressionantes na Indonésia

Os terraços de arroz de Tegallalang estão entre os pontos mais visitados da ilha de Bali. Eles funcionam com base no Subak, um sistema de organização agrícola criado no século IX pelo santo Rsi Markandeya, típico da Indonésia. Nessa rede complexa de distribuição de água, sacerdotes controlam a irrigação e as plantações. Mediante o pagamento de pequenas taxas de entrada em alguns pontos, é possível caminhar pelos campos de arroz de Tegallalang. Nos últimos anos, balanços panorâmicos e uma tirolesa foram instalados na área devido ao crescimento do turismo.

Para relaxar após a caminhada pelos campos, siga para as fontes sagradas de Tirta Empul, construídas em 1957 pelo primeiro presidente indonésio Soekarno, na região de Tegallalang. Embora a água dos banhos seja fria, ela tem fama de purificar quem mergulha nela, já que o templo é dedicado a Vishnu, a divindade hindu da água. Lembre-se de amarrar bem o seu sarong antes de entrar no complexo.


 

Capital do artesanato em Bali

Ao lado do vilarejo vizinho de Pakudui, Tegallalang se destaca pela forte tradição em entalhe em madeira. Essa arte passa de geração em geração entre os moradores, e as peças produzidas, como tigelas, utensílios de mesa e pequenos objetos, são vendidas no mundo todo. É fácil encontrar souvenirs no mercado local.

No aspecto religioso, os arredores de Tegallalang abrigaram por muito tempo uma poderosa casta de brâmanes. Em Manuaba, um vilarejo a poucos quilômetros de Tegallalang, fica o templo Pura Griya Sakti, erguido no século XVII. Outro destaque imperdível nessa parte da ilha é o templo do Lago de Batur, empoleirado no meio da caldeira a 1.000 metros de altitude. O templo Gunung Kawi, em Tampaksiring, é outra visita indispensável. Construído no século X, ele abriga cerca de dez mausoléus escavados diretamente na rocha, em cavidades de quase sete metros de altura. Os túmulos guardam os restos mortais de membros da realeza da época. Prepare as pernas para chegar a Gunung Kawi, pois é preciso descer e subir 230 degraus de pedra em meio a uma paisagem de vegetação exuberante.

 

Quando ir?

O período ideal para ver os terraços de arroz de Tegallalang em seu auge é pouco antes da colheita, ou seja, em maio e junho ou entre setembro e novembro.

 

Como chegar?

Para ir a Tegallalang, a melhor opção é alugar um veículo motorizado, seja carro ou moto. Além disso, muitas agências locais oferecem passeios guiados com transporte direto para os terraços de arroz.

#5 Karangasem +3 recomendações

 

Karangasem é um kabupaten, ou seja, um distrito localizado no leste da ilha de Bali, na Indonésia. É a sede de um antigo reino balinês extremamente poderoso cujos soberanos levavam o título de Anak Agung, em referência ao monte Agung, o vulcão mais alto de Bali com seus 3.142 metros de altitude, considerado por eles o centro do mundo. Durante o século XIX, os nove reinos de Bali passaram gradualmente para o controle da administração holandesa. O templo Besakih, o mais importante da ilha, e os vestígios de Semarapura testemunham a história grandiosa dos soberanos de Karangasem.

 

Os arredores de Karangasem: vestígios de um reino

Na estrada que leva a Karangasem, vale a pena parar no sítio histórico de Klungkung, também chamado de Semarapura, que concentra os restos da antiga capital real. O tribunal, construído em 1710, é repleto de afrescos, ornamentos e pinturas típicas de Bali. O local também preserva uma herança cultural e ritualística importante da dinastia Anung. Mais perto de Karangasem, uma visita a Tirtagangga é obrigatória. Esse palácio cercado por água foi fundado em meados do século XIX pelo rajá de Tampalura. Destruídos pela erupção do Monte Agung em 1963, os banheiros e jardins foram reconstruídos e abertos ao público. No mesmo estilo, o palácio aquático Soekasada Ujung merece uma parada: construído à beira-mar, também servia para monitorar o movimento vindo da ilha vizinha de Lombok.

A região de Karangasem também é rica em templos. O mais próximo é o Lempuyang Luhur, um complexo dedicado a Shiva que conta com sete templos, exigindo uma subida de 1.700 degraus até o topo. Não muito longe dali, nas encostas do Monte Agung que domina a paisagem, fica o templo mais sagrado de Bali, o Besakih. O complexo reúne cerca de 80 templos construídos em homenagem às três principais divindades hindus, Brahma, Vishnu e Shiva, espalhados por uma grande área.

 

O leste de Bali: entre arrozais e praias

Explore as paisagens locais de Karangasem fazendo uma caminhada em Sidemen, um vale deslumbrante de arrozais e vegetação exuberante. Para quem busca mais esforço físico, é possível encarar um trekking para subir o monte Agung.

A costa de Karangasem é igualmente impressionante. A vila de Amed, com suas praias de areia preta vulcânica, oferece uma experiência bastante autêntica. Além da costa, quem curte mergulho não pode perder Tulamben, uma localidade famosa por sua vida marinha de beleza excepcional. No fundo desses recifes descansa o naufrágio do Liberty, um navio de carga americano afundado por um submarino japonês durante a Segunda Guerra Mundial em 1942.

 

Quando ir? 

Aproveite a estação seca, entre abril e setembro, para viajar a Bali.

 

Como chegar?

Partindo de Denpasar, onde fica o aeroporto internacional, pegue um táxi ou um transporte compartilhado rumo a Karangasem. Você também pode alugar um carro para explorar a ilha com total liberdade.

Imperdível

#6 Tabanan +3 recomendações

Tabanan é a capital do distrito de mesmo nome, uma região produtora de arroz na ilha de Bali localizada entre as montanhas de Batukaru, ao norte, e a costa oeste de Bali. Durante o período colonial, Tabanan foi reconhecida como um dos oito reinos balineses oficiais pelo governo holandês. A cidade em si não tem tanto apelo turístico, mas os arredores guardam atrações marcantes, que vão desde os campos de arroz de Jatiluwih, reconhecidos como patrimônio cultural pela Unesco, até o templo de Tanah Lot, banhado pelas ondas do mar.

 

A região arrozeira de Tabanan

A área ao redor de Tabanan exibe uma paisagem verdejante, tomada por plantações de arroz e tradicionais sistemas de cultivo em terraços. Antes ou depois de explorar os campos de Jatiluwih, vale a pena conhecer o Museu Mandala Mathika Subak em Tabanan, que apresenta o funcionamento do subak, um sistema de irrigação comunitário criado no século IX na Indonésia. Cada proprietário de terra recebe água de uma mesma ramificação de canal, o que exige cooperação entre os agricultores. No centro de cada subak há um templo da água, já que o modelo une natureza, vida em comunidade e espiritualidade. Como o arroz é visto como uma dádiva divina, todas as etapas de plantio e colheita envolvem rituais sagrados, integrando o conceito balines do Tri Hita Karana sobre a harmonia entre o homem, a natureza e o divino.

Na própria cidade de Tabanan, passeie pelo mercado municipal ou almoce em um dos vários warungs, pequenos restaurantes familiares que servem pratos à base de arroz. Outra opção de passeio em Tabanan é o Bali Butterfly Park, um viveiro com cerca de 3.500 m² que abriga centenas de espécies de borboletas, incluindo algumas ameaçadas de extinção.

 

Os templos da região de Tabanan

A poucos quilômetros de Tabanan, bem na costa, fica o famoso Tanah Lot, ou Templo do Mar, erguido sobre uma formação rochosa isolada pelas marés. A fundação é atribuída a Nirartha, um sacerdote budista do século XV. Já o templo Taman Ayun, construído em 1634, fica na cidade vizinha de Mengwi e pertencia originalmente a uma poderosa família da nobreza local. O espaço é cercado por jardins e por merus, pequenas pagodas com telhados empilhados que simbolizam a montanha sagrada dos deuses hindus.

Se tiver tempo para ir mais longe, siga em direção ao lago Bratan, um cenário de altitude onde está o templo lacustre de Ulun Danu, erguido em 1663 em homenagem à deusa das águas, Danu. Outro santuário imperdível na região de Tabanan é o Pura Luhur Batukaru, encravado na encosta das montanhas e cercado pela vegetação da selva, fundado no século XI pelo homem santo Mpu Kuturan.

 

Quando ir?

O período ideal para visitar a região de Tabanan é durante a estação seca, que vai de maio a outubro.

 

Como chegar?

O aeroporto de Bali fica na cidade vizinha de Denpasar, de onde é possível pegar um ônibus ou um táxi até Tabanan. Alguns hotéis também oferecem serviços de traslado para os hóspedes.

Imperdível

#7 Denpasar +2 recomendações

Capital de Bali, Denpasar costuma ser a porta de entrada para quem desembarca na famosa ilha da Indonésia. Embora fique longe do charme praiano que atrai a maioria dos turistas, a cidade merece ao menos um ou dois dias no seu roteiro.

História, arte e religião

Centro administrativo e econômico de Bali, Denpasar manteve uma atmosfera de cidade do interior apesar do título de capital. Sua arquitetura recente não é das mais inspiradas e o trânsito costuma ser caótico, o que faz com que muita gente passe reto rumo ao litoral. Quem decide explorar a cidade, no entanto, encontra um prato cheio para quem gosta de história, arte e tradição. O Museu de Bali (Museum Negeri Provinsi) é parada obrigatória para ver de perto coleções de várias regiões e épocas da ilha. Trajes tradicionais, armas, joias, utensílios do dia a dia, máscaras e tecidos formam um acervo rico que ajuda a entender o passado da região. Antiga capital do reino de Badung e colonizada pelos holandeses no início do século XX, a cidade concentra boa parte da herança histórica balcânica. Como em toda a ilha, os templos pontuam o mapa: o Pura Maospahit, o Pura Agung Jagatnatha e o Puri Pemecutan são alguns dos principais.

Espetáculos, mercados e gastronomia

Para um mergulho na cultura local, rume até o parque Taman e visite o centro de arte Werdhi Budaya. O local abriga dois grandes anfiteatros ao ar livre que recebem apresentações diárias da dança kecak, além de peças de teatro, concertos e espetáculos de dança contemporânea, sem falar nas exposições temporárias. Denpasar também pulsa nos mercados callejeiros, onde a energia da cidade fica evidente.

O Pasar Kumbasari é famoso pelas opções de tecidos, enquanto o Pasar Badung atrai quem busca móveis e artesanato em vime, ótimas pedidas para levar na mala. À noite, o mercado noturno é o destino favorito dos moradores para comer direto nas barracas. Peça um mie goreng (macarrão frito) ou um nasi goreng (arroz frito), e feche a refeição com frutas tropicais bem frescas.

Quando ir

Os melhores meses para visitar Denpasar são maio, junho, setembro e outubro. O clima fica mais firme, com menos umidade, e o movimento de turistas cai na comparação com julho e agosto. Vale a pena fugir desses dois meses de alta temporada se puder, já que os preços de hospedagem podem subir cerca de 50%. Por outro lado, quem estiver na cidade em julho pode conferir o tradicional festival de pipas.

Como chegar

Saindo do Brasil, o voo até Denpasar exige pelo menos uma ou duas conexões, com tempo total de viagem em torno de 20 horas. Os preços das passagens aéreas variam bastante conforme a temporada, custando geralmente a partir de IDR 8.500.000 (cerca de 3.000 reais) em voos promocionais fora de época, subindo consideravelmente nos meses de férias. O Aeroporto Internacional de Ngurah Rai fica a cerca de 30 minutos de carro do centro de Denpasar.

#8 Jacarta -2 recomendações

Jacarta é a capital da Indonésia, situada no noroeste da ilha de Java. A megalópole conta com mais de 30 milhões de habitantes, sendo a segunda área urbana mais populosa do mundo, atrás apenas de Tokyo. Originalmente, o local era um porto pertencente ao reino hinduísta de Pajajaran. Foi retomado em 1527 por um guerreiro muçulmano, Fatahillah. Foi ele quem batizou a região como Jayakarta, que significa ato vitorioso em sânscrito. Em 1619, os colonos holandeses desembarcaram na ilha de Java e fizeram de Jacarta a capital das Índias Orientais Holandesas, sendo a cidade renomeada como Batavia.

 

Visitar a cidade velha de Jacarta

Kota Tua e o porto de Sunda Kelapa são os principais testemunhos do passado colonial de Jacarta. Comece a visita pela praça Fatahillah, onde se situam várias instituições culturais. O Museu Sejarah, que domina a praça, é o museu de história da cidade. O edifício que o abriga já foi a sede das instituições coloniais holandesas, erguido em 1710 com arquitetura característica da tradição holandesa da época. Ele guarda diversos objetos que reconstroem a história da ilha desde a pré-história até o período mais recente da colonização. Se você gosta de museus tradicionais, não perca o museu Wayang, reconhecido como patrimônio cultural imaterial da humanidade pela Unesco. Ele abriga uma vasta coleção de marionetes típicas da ilha que eram usadas em apresentações de teatro de sombras bastante elaboradas.

Continue a caminhada até o norte da cidade para conhecer o porto histórico de Sunda Kapela, por onde passava boa parte do comércio de especiarias entre os Países Baixos e a Indonésia. Por lá, você verá um belo emaranhado de vigas e antigos barcos de madeira tradicionais da época, as escunas. Perto do centro histórico, não deixe de explorar o bairro chinês de Glodok, que é bastante movimentado, além do templo budista Dharma Bahkti. 

 

Uma potência do Sudeste Asiático

Jacarta é hoje uma metrópole gigantesca com todos os problemas que acompanham esse porte: engarrafamentos, poluição e concentração de desigualdades. Devido à elevação do nível do mar e à exploração desregulada dos lençóis freáticos, o governo anunciou em 2019 a intenção de transferir a capital indonésia para uma ilha vizinha, a ilha de Bornéu.

Como capital da Associação de Nações do Sudeste Asiático, Jacarta se destaca como uma cidade forte e moderna. Símbolo dessa evolução, a praça Merdeka é uma das maiores do mundo. No centro dela, você pode admirar o MONAS, monumento que representa a luta pela independência do país, com uma torre de 137 metros de altura que proporciona uma vista panorâmica de toda a região. É nesse mesmo endereço que fica o Museu Nacional da Indonésia, que reúne cerca de 115.000 peças de arte e história típicas do sudeste asiático. Outra atração marcante em Jacarta é a imponente mesquita Istiqlal, com capacidade para receber até 115.000 fiéis.

 

Quando ir?

A melhor época para visitar Jacarta é durante a estação seca, entre maio e outubro. 

 

Como chegar?

Jacarta é atendida pelo aeroporto internacional de Soekarno-Hatta. Para ir do aeroporto até o centro, você pode usar o trem, o ônibus ou o táxi de moto. O metrô vem se expandindo pela cidade e já conecta os bairros mais procurados por turistas.

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