À chegada, a Tanzânia confunde a maioria dos visitantes, e foi o meu caso.
Em Arusha, calor sufocante, contrastes sociais marcados, cortes de energia, conselhos de cautela à noite, residências ultra…
À chegada, a Tanzânia confunde a maioria dos visitantes, e foi o meu caso.
Em Arusha, calor sufocante, contrastes sociais marcados, cortes de energia, conselhos de cautela à noite, residências ultra seguras... um choque, como muitas vezes na África. É preciso se acclimatizar, aceitar ser abordado na rua, absorver a atmosfera. Porque logo o encanto acontece: sorrisos sinceros, ritmo lento, uma terra que me tocou, que vale a viagem.
Em Arusha, os monumentos não me tocaram muito. O que eu gostei foi de caminhar, passear sem rumo certo, me perder um pouco. O clima das ruas, os cheiros de especiarias nos mercados... É aí, nesse cotidiano vibrante, que eu realmente senti a alma da cidade.