Ile de Langkawi

Malásia: o que fazer, top 5 atrações imperdíveis

Descubra os destinos preferidos dos nossos membros, além de avaliações, informações práticas e fotos de viajantes sobre Malásia.

As 2 cidades mais bonitas para visitar: Malásia

#1 Kuala Lumpur +7 recomendações

A capital econômica da Malásia realmente vale a visita. Ao mesmo tempo ultramoderna e fiel às tradições islâmicas, Kuala Lumpur simboliza o sucesso do país. Vale a pena passar alguns dias por lá para explorar todas as suas facetas.

Uma megalópole de múltiplas faces

O grande ícone de Kuala Lumpur são as Petronas Towers, inteiramente feitas de vidro e aço. Se você tiver que inclinar bem a cabeça para trás para conseguir vê-las inteiras, é normal: com seus 451 metros de altura, elas figuram entre as torres mais altas do mundo. As Petronas Towers foram erguidas em 1998 pelo arquiteto Cesar Pelli a pedido da companhia Petronas, com uma arquitetura que mistura elementos da cultura malaia, islâmica e ocidental. O centro de Kuala Lumpur ilustra muito bem essa busca por desenvolvimento e modernidade, com um emaranhado de ruas onde arranha-céus gigantescos dividem espaço com casas tradicionais. A melhor forma de conhecer Kuala Lumpur é simplesmente caminhar sem rumo. No caminho, você provavelmente vai passar pelo Merdeka Square, uma praça retangular de proporções grandiosas que já foi palco de partidas de hóquei e hoje abriga uma bela fonte vitoriana.

A influência do Islã

Uma caminhada pelos bairros chinês e indiano de Kuala Lumpur é indispensável. Chinatown e Little India são áreas cheias de vida e cor, que refletem a imensa diversidade cultural da Malásia. A religião islâmica, porém, ocupa um papel central no país. A mesquita de sexta-feira, Masjid Jamek, é um dos pontos mais importantes de Kuala Lumpur. Construída em 1909, é a mesquita mais antiga da cidade. Embora os moradores locais frequentem mais a moderna Mesquita Nacional, o local continua sendo excelente para uma caminhada relaxante, onde vale a pena observar as cúpulas e o espelho d'água cercado por palmeiras. Para mergulhar na arte islâmica, siga para o Muzium Keseniam Islam. O museu reúne um acervo amplo de artesanato e arte da China, da Índia, do sul da Ásia e do Norte da África, incluindo o kriss, a tradicional adaga malaia. O prédio em si já impressiona, com seu pátio interno, um jardim bem cuidado e uma cúpula invertida em estilo persa.

Se sobrar tempo no roteiro, inclua uma visita às Batu Caves. Localizadas a 15 quilômetros de Kuala Lumpur, essas cavernas gigantes abriga templos hindus acessíveis após encarar uma escadaria de 272 degraus. A imensa estátua dourada do deus Murugan vigia os fiéis tamules, especialmente durante a movimentada festa de Thaipusam.

Quando ir

Dá para visitar Kuala Lumpur o ano todo. A estação das chuvas, que vai de outubro a abril, traz pancadas moderadas que logo passam. O clima é quente e úmido o tempo todo, com termoscópios variando entre 20 °C e 30 °C.

Como chegar

Quem viaja do Brasil costuma fazer conexões em grandes hubs europeus ou do Oriente Médio para chegar a Kuala Lumpur, com passagens aéreas que variam bastante de preço conforme a temporada. Outra opção comum para quem já está na Ásia é entrar no país pela Tailândia ou por Cingapura cruzando a fronteira de ônibus.

#2 Kuching +2 recomendações

Kuching é a capital do Sarawak, na Malásia, e combina história colonial, cultura e natureza. O calçadão à beira do rio, cercado por construções históricas, é o ponto de partida ideal para explorar a cidade a pé. Por lá, você encontra desde o moderno Borneo Cultures Museum até o inusitado Museu dos Gatos. A poucos quilômetros, o Parque Nacional de Bako abriga os raros macacos-narigudos em seu habitat de mangue e floresta tropical. Com mercados tradicionais e passeios pela ilha de Bornéo, a cidade serve como uma base prática para quem viaja com passaporte brasileiro rumo ao Sudeste Asiático.

Ranking das 3 atividades selecionadas pela redação: Malásia

#1 Torres Petronas (Kuala Lumpur) +4 recomendações 5/5

As Torres Petronas chegam a 452 metros de altura e continuam sendo as torres gêmeas mais altas do mundo. A visita inclui a passarela Skybridge, no 41º andar, e o mirante no 86º, com vista panorâmica de Kuala Lumpur. Bem na base das torres, o parque KLCC e seu show de fontes à noite completam o passeio. A reserva online é altamente recomendada.

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#2 Mesquita de Cristal (Kuala Terengganu) +3 recomendações 4/5

Construída em 2008 na ilha de Wan Man, a Mesquita de Cristal de Kuala Terengganu é um marco arquitetônico moderno na Malásia. Feita de aço, vidro e cristal, ela brilha nas margens do rio Terengganu. Localizada no parque Taman Tamadun Islam, o espaço abriga exposições sobre a história islâmica, combinando arquitetura impressionante e natureza exuberante.

#3 Turtle Beach (a Ilha Perhentian Besar)

Turtle Beach, em Ilha Perhentian Besar, é uma praia isolada de águas translúcidas, ideal para snorkel. O recife de coral abriga rica fauna marinha, incluindo tartarugas-verdes e raias. Entre abril e setembro, torna-se área de desova para as tartarugas. Sem estruturas turísticas, oferece um cenário preservado e tranquilo, longe do agito das praias principais, acessível apenas de barco a partir de outras zonas da ilha.

Visitar a Malásia: um caleidoscópio de culturas e paisagens

Imagine um território onde arranha-céus futuristas dividem espaço com templos antigos, onde as florestas tropicais primárias ainda abrigam orangotangos e onde os mercados de rua transbordam de especiarias e aromas. A Malásia se revela como um mosaico vibrante, moderna e tradicional, agitada e pacífica ao mesmo tempo.

Malásia: é um destino para você?

A Malásia conquista quem gosta de misturar o urbano e o selvagem, o luxo e a autenticidade. Ela atrai tanto os adeptos de trilhas quanto quem sonha com praias tropicais ou com uma gastronomia mestiça. Mas nem tudo é perfeito: o calor úmido pode castigar, certas áreas urbanas sofrem com engarrafamentos pesados e os pontos turísticos mais conhecidos atraem multidões consideráveis.

Se você busca apenas um retiro de praia sossegado, é melhor escolher ilhas menos movimentadas. Por outro lado, se você gosta de se surpreender com a diversidade, a Malásia tem tudo para te cativar.

Cidades modernas e herança colonial

Em Kuala Lumpur, as torres Petronas dominam o horizonte enquanto os mercados noturnos fervem de atividade. A cidade mistura tradições malaias, influências chinesas e herança indiana em uma energia elétrica.

Em George Town, na ilha de Penang, a arte urbana colorida dialoga com casarões coloniais e templos taoistas. Caminhar por suas vielas é mergulhar em um museu a vivo, temperado pelos aromas da culinária de rua.

A dica de amigo: em George Town, saia cedo para admirar os murais antes da chegada dos grupos de turistas e aproveite a luz suave para suas fotos.

Natureza tropical e florestas milenares

A Malásia abriga algumas das florestas mais antigas do mundo. O parque nacional de Taman Negara mergulha os visitantes em uma copa de árvores de uma riqueza impressionante, povoada por macacos, calaus e rios sinuosos.

Mais a leste, os estados de Sarawak e Sabah, na ilha de Bornéu, revelam cavernas espetaculares, montanhas sagradas e santuários dedicados a orangotangos. Essas regiões são mais selvagens e exigem espírito de aventura.

A dica de amigo: leve sapatos fechados confortáveis e roupas leves de manga longa, pois sanguessugas e mosquitos são companheiros comuns de trilha.

Praias e ilhas paradisíacas

Quem busca areia branca vai encontrar o que procura nas ilhas Perhentian, perfeitas para mergulhar com snorkel em águas turquesas. O clima por lá é descontraído, quase intocado pelo tempo.

Para mais conforto, Langkawi oferece resorts sofisticados, mas mantém manguezais e praias preservadas. Já os mergulhadores experientes costumam sonhar com Sipadan, considerado um dos melhores pontos de mergulho do planeta.

A dica de amigo: evite as Perhentian na alta temporada, pois as hospedagens lotam rapidamente e o clima de tranquilidade pode se perder.

Um mosaico de culturas e espiritualidades

No mesmo bairro, não é raro cruzar com uma mesquita imponente, um templo hindu e uma igreja colonial. A diversidade étnica entre malaios, chineses e indianos dita o ritmo do dia a dia e torna cada festa popular única.

Participar do Thaipusam nas Batu Caves, perto de Kuala Lumpur, é vivenciar uma devoção impressionante, onde os fiéis sobem escadarias coloridas até santuários escavados na rocha.

A Malásia no prato: explosão de sabores

Por aqui, cada refeição é uma viagem. O nasi lemak, arroz cozido no leite de coco servido com molho sambal eanchovas fritas, é indispensável no café da manhã local. Nos hawker centers (praças de alimentação de rua), os noodles chineses disputam espaço com curries picantes de influência indiana.

Em Penang, capital gastronômica do país, provar o char kway teow ou o laksa é entender a riqueza das influências que se encontram em um único prato. Os fãs de comida de rua vão encontrar aqui um verdadeiro paraíso sensorial.

Quando ir à Malásia?

O clima equatorial traz calor e umidade o ano todo. Porém, duas temporadas de chuvas atrapalham os planos: uma atinge a costa leste de novembro a fevereiro, e a outra afeta Bornéu de novembro a janeiro.

Na prática, a costa oeste (Langkawi, Penang) funciona muito bem de novembro a abril, enquanto a costa leste e as ilhas Perhentian ficam mais agradáveis de março a setembro.

Como ir à Malásia?

O caminho mais prático é voar até o aeroporto internacional de Kuala Lumpur, que tem excelentes conexões com a Europa e as principais cidades da Ásia. Há também voos regulares para Penang e Kota Kinabalu, em Bornéu.

Saindo de Singapura ou da Tailândia, ônibus e trens cruzam as fronteiras terrestres com facilidade. Os ferries também conectam a Malásia a ilhas vizinhas, como Sumatra.

Como se deslocar na Malásia

As distâncias são grandes, mas a rede de transporte é variada. Os trens ligam Kuala Lumpur à fronteira com a Tailândia, sendo uma ótima opção para explorar o interior do país. Os ônibus são acessíveis e cobrem praticamente todas as regiões.

Para Bornéu, o avião continua sendo a alternativa mais rápida. Nas cidades, os aplicativos de transporte facilitam a locomoção e costumam ser mais práticos que os táxis tradicionais. Nas ilhas, conte com os barcos-táxi ou com as próprias pernas.

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